Monthly Archives janeiro 2014

Gama Filho: ascenção e queda

No início do ano, o MEC descredenciou a Universidade Gama Filho, uma medida extrema e muito polêmica, devido a “baixa qualidade acadêmica, do grave comprometimento da situação econômico-financeira da mantenedora [das instituições] e da falta de um plano viável para superar o problema, além da crescente precarização da oferta da educação superior”. Na prática, cerca de 9 mil alunos e mil professores estão desde então num limbo.

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O super respeitado Tubino recebeu centenas de homenagens, como o nome de uma Vila Olímpica do Rio.

Com uma estrutura, cursos, corpo docente e cultura ímpar, a Gama Filho foi sinônimo de boa formação na área esportiva, com professores como o finado Manoel Tubino e o grande estudioso Lamartine Pereira da Costa. Este conjunto proporcionou uma geração de ótimos pesquisadores, técnicos, professores de educação física, bem como um local de formação de atletas que conciliava o estudo com os treinamentos.

O exemplo mais recente são os diversos judocas exitosos que passaram por lá, entre eles o medalhista olímpico Flavio Canto. Mas você sabia que a natação também teve seus dias de glória? Pois há 30 anos, o Troféu Brasil de Natação teve o Gama Filho como 3a. colocada, perdendo para o Fla e Flu, deixando clara a hegemonia do Rio naquela época. Mais detalhes podem ser encontrados no último post do Ephicurus.

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Para aqueles que nadaram e querem colaborar a preservar um pouco desta história, achei no Facebook esta página, de onde foram retiradas as duas fotos acima.

Infelizmente minha memória não é tão pródiga quanto a dos ephicurianos, mas recordo sim do sucesso dos alunos/atletas da Gama. Acompanhe abaixo,por exemplo, o domínio nas categorias de base em 1982, com Aderbal Oliveira e seu destaque maior, Marcio Santos (notem a diferença para o segundo colocado, que não era qualquer um…), nome temido pelos adversários na época:

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E tivemos ainda Marcelo Vaccari, grande dentro e fora das piscinas agora como técnico do Minas.

E você, lembra de outros nomes de destaque da Gama Filho?

 

 

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O dia em que envelheci

Publicado em 25/01/14, aqui

Vicente Cardoso Júnior
Aos 50 e poucos anos, Elke Maravilha, hoje com 68, decidiu que não usaria mais shorts. Amigos estranharam: “Mas suas pernas estão ótimas”. Ela retrucava: “Pelas pernas eu posso, pela alma é que não quero”. Sem uma razão muito clara, ela apenas sentiu que era hora para essa mudança. Envelhecer é um processo constante e sutil, tão natural que não é sentido a todo instante, mas há momentos em que a percepção dessa passagem do tempo é repentina. Para Elke, nada digno de lamentação; ao contrário, ela fala com humor sobre o assunto: “Hoje tenho um saco cheio de remédios para tomar, e meu médico avisou: ‘Cuidado que sua vida está aí’, então minha vida foi pro saco!”, e uma gargalhada se segue.
Perceber que não se é mais (tão) jovem e lidar com isso de forma positiva, encarando os contras e, principalmente, tirando proveito dos prós da maturidade é um grande passo num país cuja população está vivendo cada vez mais. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada recentemente, a expectativa de vida do brasileiro hoje é de 74,6 anos – um acréscimo de cinco meses e 12 dias em relação ao valor estimado para 2011 (74,1 anos).
Segundo o psicólogo José Carlos Ferrigno, autor de “Conflito e Cooperação entre Gerações” (ed. Sesc SP, 232 págs., R$ 25), a percepção do envelhecimento geralmente é despertada por um fator externo. Ferrigno remonta ao relato de um escritor que, estando em pé no metrô, percebeu que uma jovem o olhava com insistência. Sentia-se lisonjeado, por se ver atraente para uma mulher tão mais jovem, até que ela se dirige a ele e lhe oferece o lugar para sentar. “Muitas vezes a velhice vem assim, informada pelo outro”, afirma o psicólogo.
Uma das explicações possíveis, segundo o psicólogo, é que nosso inconsciente não tem idade. Sem passado ou futuro, essa instância do indivíduo vive sempre numa espécie de mesmo presente. “Como esse inconsciente é muito poderoso para determinar nosso comportamento, isso contribui para que a gente, por dentro, se sinta sempre o mesmo”, explica.
Há também a influência da imagem que cada um faz de si. Pessoas mais ativas costumam se identificar com uma imagem de juventude. Já pessoas com tendência depressiva são mais afetadas pela sensação da velhice, pois a ideia de finitude da vida as alarma. O geriatra Telmo Diniz, colunista do Pampulha, relata casos em que pacientes idosos ainda ativos no mercado de trabalho estranham suas fotografias recentes. “Eles dizem: ‘De jeito nenhum, não estou velho desse jeito’. A cara com rugas, o cabelo totalmente branco, a visão que se tem disso infelizmente é negativa”, afirma Telmo.
Natural
Elke reconhece as mudanças trazidas pela idade, mas as encara como algo natural e que não deve ser sofrido. Uma dessas situações foi o fim do ciclo menstrual. “A vida toda a gente é escrava de hormônios e do desejo sexual. Quando isso acaba, é uma libertação”, afirma a artista, que na época recusou a sugestão do médico de que realizasse reposição hormonal. “A natureza é tão sábia que sempre nos dá coisas novas, e a gente não precisa ficar vivendo as mesmas emoções. Imagina se a gente vivesse sempre nos 20 anos, que coisa horrorosa!”
Quem trabalha com a própria imagem, como é o caso da cantora Marina Machado, costuma ter um vasto registro da passagem do tempo. “Me olho nas fotos de agora e percebo que estou com mais rugas, isso incomoda”, afirma. Porém, Marina sabe que não é só isso que provém da experiência de envelhecer. “Tem também coisas boas: hoje sou mais tolerante, menos ansiosa com os resultados e também mais pontual, o que acho uma grande qualidade”, reflete.
A associação do envelhecimento às noções de decadência e fim incomoda a cartunista Laerte Coutinho. Ela, que passou a viver publicamente sua transgeneridade nos últimos anos, entende a idade de forma similar à questão de gênero, como construção cultural. “A posição do idoso é construída de forma negativa na nossa sociedade, e não tem nada de legal, traz uma característica cruel e doentia, de considerar o idoso como fonte de problemas”, declara. Negando esse estigma da velhice, Laerte prefere falar em amadurecimento. “Nesse sentido, acho que nunca me senti velha. Me senti madura, no sentido de tomar conta da minha vida, de uma autonomia, quando comecei a me compreender também como transgênero, como mulher”, afirma.
Uma vez em que tomou chá de ayahuasca (bebida utilizada em rituais religiosos de origem amazônica), Laerte teve uma reflexão que identifica como momento marcante de percepção do envelhecimento – no sentido positivo de aquisição de maturidade. “Me vi como uma árvore em certa fase da vida capaz de gerar determinados frutos. Percebi que se tratava de uma metáfora, e passei a ver os desenhistas e artistas mais novos como pessoas a quem eu teria algo que dar”, relata.
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Começar de novo
“Só o jogador de futebol morre duas vezes, a primeira quando encerra a carreira.” A frase do ex-volante da seleção e comentarista Paulo Roberto Falcão descreve bem o momento crítico de fim da vida profissional de atletas, o que, em diferentes medidas, não se aplica só ao futebol ou ao universo esportivo. O fim de uma carreira traz dúvidas, mas também novas possibilidades, até a de se reinventar.
O ex-nadador Rogério Romero, 43, já pensava em encerrar a carreira esportiva aos 23 anos, logo após disputar as Olimpíadas de Barcelona, em 1992. A mudança de cenário no esporte, com maior apoio, o fez mudar de ideia, e Rogério ainda disputou mais três Olimpíadas, deixando a natação de vez apenas em 2004. “Foi justamente aí que tive aquele alerta de que uma fase da vida estava acabando”, relata Rogério, que na época tinha 35.
Num período de dois anos, o casamento, o nascimento da filha e o convite para integrar uma equipe do governo estadual – Romero é secretário-adjunto de turismo e esportes de Minas – tiraram o peso da ‘morte’ daquela primeira vida, a do atleta. “Esse momento tão efervescente ajudou a ser menos traumático. Além disso, eu tinha interrompido minha formação educacional, e decidi correr atrás disso, o que também ajudou a começar de vez esse novo ciclo”, afirma Rogério.
Em coluna para o jornal O TEMPO, o ex-jogador Tostão fala sobre a dificuldade de muitos atletas se libertarem do passado. “Ex-atletas que trabalham em outras atividades, principalmente os que foram craques, geralmente não conseguem criar uma nova identidade profissional nem se libertar das glórias e dos fantasmas do passado. Continuam enamorados por suas imagens anteriores.”
Não é o caso de Rogério. Segundo ele, o ex-nadador e o político convivem bem. “O esporte ensina muito sobre dedicação, aceitação de derrotas, a importância de uma equipe. São valores que podem ajudar na transição para uma nova etapa e que, sem dúvida, continuam válidos para outras situações da vida”, ressalta.
Ciclos
O crescimento da expectativa de vida em todo o mundo e a universalização da previdência fizeram com que a ‘primeira morte’ de que Falcão fala também seja sentida, um pouquinho mais tarde por todo mundo que chega ao momento de se aposentar.
Após 30 anos de carreira na mesma empresa, a advogada Maria Aparecida Araújo, 52, até evita o termo ‘aposentar’. “Eu posso encerrar meu ciclo em uma empresa, o que não quer dizer que vou deixar de sempre fazer alguma coisa. Posso até aposentar legalmente, mas não quero parar nunca”, afirma.
A ideia de ‘ciclos da vida’ é valiosa para ela. Outra fase que ela vê concluindo está relacionada a suas responsabilidades como mãe. “Tenho um filho no mestrado e outra que estuda medicina. Sei que eles estão encaminhados e agora quero deixar um pouco de ser mãe e voltar a ser eu mesma”, afirma Maria Aparecida.
Entender e satisfazer esse “eu mesmo” parece tão complicado que a única resposta possível até soa simples demais: fazer aquilo de que se gosta. Uma das principais motivações para Maria Aparecida ter decidido se aposentar num momento considerado muito cedo pela maioria dos colegas é a liberdade para organizar seu tempo. “Vou continuar trabalhando, ainda não sei onde ou com o quê, mas sinto que vai ser tão bom fazer as coisas na minha vontade, no meu horário”, diz.
Assimilar e adaptar-se a uma temporalidade nova é uma das transições importantes com o envelhecimento. “Em função de características biológicas e sociais, a percepção do tempo muda de uma fase da vida para a outra”, afirma o psicólogo José Carlos Ferrigno. “A criança vive muito o presente, tem um tempo voltado para a brincadeira, o que o adulto não consegue tanto. Na terceira idade, é possível recuperar esse tempo recreativo”, completa.
Para Ferrigno, a integração entre gerações é uma das chaves para um envelhecimento mais completo. “As gerações mais velhas também podem se adaptar ao tempo acelerado dos jovens. Em vez de viver no saudosismo, há um mundo a ser descoberto”, afirma.
Nossa ideia de tempo cronológico, que marca o passar dos anos e, assim, a idade, vem do grego antigo Chronos – que era o deus do tempo e das estações. Essa mesma civilização tinha ainda a divindade Kairós, representante de um tempo oportuno, sem amarras ao passado. A advogada Maria Aparecida Araújo parece ser mais devota do segundo: “Só vou envelhecer no dia em que eu não quiser fazer mais nada, e eu sempre quero fazer alguma coisa!”
Filmes que abordam a percepção do envelhecimento
“O Curioso Caso de Benjamim Button” (2008)
Button (Brad Pitt) nasce bebê num corpo velho e rejuvenesce com o passar dos anos. A história provoca a reflexão sobre como o envelhecimento não está preso apenas ao corpo. A percepção da velhice física afeta o relacionamento de Button com Daisy (Cate Blanchett), que tem um ciclo biológico normal. Ora ele, ora a amada se sentem velhos demais para o outro.
“Up – Altas Aventuras” (2009)
Aos 78 anos, o rabugento Carl transforma a casa num dirigível para perseguir um sonho infantil, abalando a vida isolada pela qual havia optado na velhice. O prólogo da animação narra a passagem da vida de Carl ao lado da esposa, num belo retrato do envelhecimento de um casal, tecido por acontecimentos marcantes no pano de uma rotina singela.
“O Artista” (2011)
A chegada do som à sétima arte coloca a estrela do cinema mudo George Valentin (Jean Dujardin) em crise, ao perceber que seu talento talvez tenha ficado ultrapassado. A obra mostra a sensação de envelhecimento atrelada à profissão e ao contexto de mudanças sociais. Em vez do isolamento e da aceitação de sua derrocada, Valentin resolve se adaptar e se reinventa.

 

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O recordista mais velho do mundo

Jaring Timmerman criou uma nova categoria na natação master: a 105-110. Isso apesar dele ter “apenas” 104 aninhos, mas como a regra é clara e diz que passa a valer o ano em que o atleta vai fazer a idade e não qual ele tinha na época do resultado, sua marca vai acabar forçando a FINA a abrir esta nova faixa etária.

Race against time … Jaring Timmerman – who is 100 years old – swims the backstroke.

Timmerman durante os seus mais de 3 minutos de 50m costas.

Seus recordes nos 50m livre e costas acabaram sendo o ápice do Pan Americano Master. Agora, além dos recordes da faixa anterior, ele pode aposentar tranquilo pois não há ninguém perto para ameaçar seu reinado. Uma grande demonstração de amor ao esporte.

Quer saber mais sobre o Mundial Master deste ano? Clique aqui.

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Como eram as férias da natação?

Voltei recentemente das férias de fim de ano. Praia com família, um programa muito comum (percebe-se pelo tanto de pessoas neste mesmo espaço).

Nadar no mar? Não me aventuro. Mesmo quando treinava e precisava manter-me ativo, preferia uma corrida (que também não sou muito fã), abdominais e uma academia local. Meu negócio sempre foi entre quatro bordas mesmo.

Mas, voltando ao que me motivou a escrever este post, primeiro, queria desejar um ótimo 2014 a todos, com muita Saúde. Segundo, ao ver alguns bons resultados já nos primeiros dias do ano, fica claro que estes atletas não passaram o reveillon em férias, mas sim treinando. Alguns inclusive já no dia primeiro! Acreditem, eu passei por isso.

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Magnussen: perder ano novo do Rio, ok, mas carnaval de Divinéia?

Fiquei lembrando de alguns feriados que simplesmente foram ignorados, outros com uma rápida parada. Ano Novo no avião? Já tive esta experiência ao ter que viajar para a Copa do Mundo na Austrália. Noutra vez estávamos lá vendo os “fires the artificies” (esta é só para quem conhece a história) na passagem do ano.

Carnaval? Quando em Belo Horizonte passei alguns anos em Divinópolis, no interior,  com colegas de república. Mais perto e, portanto, menos cansativo para o bate volta. Não conhece o carnaval de Divinéia? Pois é, eu sim.

Claro que os sacrifícios eram amplamente compensados na maioria das vezes e não sentia nenhum arrependimento daqueles treinos com muita gente de ressaca ainda.

Magnussen não deu seu 12o. 47s nos 100m livre, o primeiro de 2014, tirando longas férias natalinas…

 

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Balanço do trabalho de Eros Biondini a frente da SEEJ aponta 2013 como o ano dos esportes em Minas

Publicado em 03/01/14, aqui

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O Deputado Federal Eros Biondini, realizou na Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej), uma entrevista coletiva em que apresentou o balanço anual das ações desenvolvidas no ano de 2013, período em que esteve à freente da Pasta.

Na oportunidade, o secretário da Seej, Eros Biondini, reuniu a imprensa, ao lado do secretário de Estado Adjunto de Esportes e da Juventude, Rogério Romero, do subsecretário de Estado de Esportes, Adenilson Sousa, do subsecretário de Estado de Políticas Sobre Drogas, Cloves Benevides, pela Subsecretaria de Estado de Juventude, do superintendente de Inclusão do Jovem, Rafael Dayrell, e do diretor geral da Ademg, Ricardo Raso.

De acordo com Biondini, 2013 foi singular para a área de esportes e da juventude. “Entre os fatos que podemos destacar neste ano, está o sediamento das três mais importantes competições internacional de voleibol masculino em nosso estado: o Sul-Americano, o Mundial Sub-15 e o Mundial de Clubes. Além disso, todas as outras modalidades tiveram uma atenção especial neste ano, principalmente através de convênios celebrados junto às federações”, comentou.

Eros ressaltou, também, o crescimento nas duas principais competições esportivas mineiras. “Em 2013, os Jogos de Minas novamente tiveram como carro-chefe o incentivo ao esporte de rendimento. No JEMG, mais de 80% dos municípios aderiram e a expectativa é de que alcancemos a marca de 800 cidades no evento”, enfatizou.

Ainda dentro das ações do esporte, o secretário falou do sucesso do Geração Saúde, que busca junto aos jovens a prevenção dos problemas decorrentes da obesidade através da atividade física. Novidades em outros dois programas também foram abordadas por Biondini. “A nova lei do Bolsa-técnico e do Bolsa-atleta vem para oferecer condições para o trabalho e o desenvolvimento daqueles que constroem o esporte mineiro. Também importante para o Estado, a nova Lei de Incentivo ao Esporte agora busca no ICMS corrente recursos para desenvolvimento de projetos”, explicou.

O papel das subsecretarias de Juventude e Políticas Sobre Drogas foi outro ponto evidenciado pelo secretário, ao longo de sua apresentação. “Na Juventude, o marco de 2013 foi o lançamento do Observatório da Juventude, site que levará todas as informações da área aos cidadãos. Já nas Políticas Sobre Drogas, tivemos a ampliação no número de dependentes atendidos nas comunidades terapêuticas”, lembrou.

Futuro político

Conforme já era previsto, o parlamentar mineiro retorna em 2014 às atividades da Câmara e deverá se licenciar para concorrer a uma vaga no Senado, a reeleição na Câmara Federal ou ainda, aceitar o convite para composição de uma chapa para concorrer ao Governo de Minas como candidato a Vice Governador.

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Arena do Jacaré passa a ser gerida pela Prefeitura de Sete Lagoas

Publicado em 30/12/13, aqui

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THIAGO NOGUEIRA
@SUPER_FC

A Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, passa a ser administrada pela prefeitura da cidade. O convênio de cooperação técnica que transferiu a gestão, o uso e a manutenção do estádio da Administração dos Estádios de Minas Gerais (Ademg) para os gestores locais foi publicado no diário oficial “Minas Gerais” no último dia 27.

 O acordo é válido por três anos e foi assinado pelo secretário de Estado de Esportes e da Juventude (Seej), Eros Biondini, o secretário adjunto, Rogério Romero, o diretor geral da Ademg, Ricardo Raso, e o secretário municipal de Esportes e Lazer de Sete Lagoas, César Maciel.

Dono do estádio, o Democrata concordou com a mudança. Em 2010, o clube tinha cedido o local em comodato para que o Estado reformasse o espaço para jogos de Atlético, Cruzeiro e América no período de obras no Independência e no Mineirão. Remodelado, a arena foi reinaugurada com capacidade para 18.870 pessoas.

Com a mais recente reestruturação administrativa do Estado, a Ademg foi extinta. A nova Setes (Secretaria de Estado de Turismo e Esporte) sucederá a Ademg nos contratos e convênios celebrados e nos demais direitos e obrigações. A Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa-MG) também deixa de existir e vira uma coordenadoria especial dentro da Setes com validade até dezembro de 2014.

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