Monthly Archives fevereiro 2014

As inevitáveis mudanças: três campeões mundiais de casa nova?

Neste semana, li que mais um do time de vôlei do Rio acabou abandonando o barco. Nada mais natural, afinal os altos salários estavam condicionados ao sucesso da OGX. O que chamou atenção foi o time que Rodrigão escolheu para ir, o Barij Essence Kashan, no Irã. Curioso, fiz uma rápida pesquisa e descobri que a seleção masculina daquele país está em 12o. no ranking da FIVB. Nada mal, mas será que, mesmo assim, foi o melhor movimento para nosso jogador de vôlei?

Dito isso, sei que a mudança é inevitável. Quanto mais profissional o esporte, mais frequente esta movimentação. Natação não é diferente. Eu mesmo tive 5 clubes na minha carreira, sendo 3 deles ficando ao menos 5 anos. E todo início de ano atletas procuram melhores estruturas para seu treinamento – ou apenas mais dinheiro, e é aqui que mora minha crítica.

A primeira mudança, e mais significativa, foi o retorno de Poliana Okimoto para o Unisanta. Após um ano de muito sucesso no Minas, ele decidiu concentrar aonde vem alcançando seus melhores resultados: maratonas aquáticas. Apesar de ter estabelecido novo recorde brasileiro também nas piscinas em 2013, ela e seu técnico/marido preferem ficar oficialmente mais próximos do mar e também sem o compromisso das competições oficiais como o Maria Lenk.

Já Felipe França, campeão mundial dos 50m peito, mudou de clube, mas não de cidade. Sai do Pinheiros para o Corinthians, que teve uma boa temporada em 2013.

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Cielo: ladeado pelo técnico de recordistas mundiais (Scott Volkers) e de um ex-recordista mundial (Teófilo Laborne).

Por último, Cesar Cielo esteve no Minas treinando. O recordista mundial e campeão olímpico busca um lugar para chamar de seu desde que saiu do Flamengo ano passado. Certo é que deve continuar maior parte do tempo nos Estados Unidos, mas é sempre bom ter uma base brasileira e nisso o Minas saiu na frente.

Apenas espero que todas estas novas escolhas não tenham sido motivadas exclusivamente pela parte monetária.

 

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Delegação olímpica de canoagem destaca Minas como melhor local já visitado para treinos

Publicado em 13/02/2014, aqui

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Há muitos anos o esporte une o estado de Minas Gerais e o Reino Unido. Na Copa do Mundo da FIFA de 1950, a seleção da Inglaterra se hospedou em Nova Lima e protagonizou um jogo histórico no gramado do  Independência. No próximo dia 24 de junho, às 13h, a seleção inglesa volta ao solo mineiro para enfrentar a Costa Rica, no Mineirão, na segunda edição do Mundial no Brasil. E a parceria continua até pelo menos 2016. Nesta quinta-feira (13), a delegação olímpica de canoagem do Reino Unido não poupou elogios à dependência do Minas Náutico, em Nova Lima, escolhida pelos britânicos como sua base de treinamento nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Atualmente, Minas Gerais oferece a melhor estrutura para a prática de canoagem em relação a centros de treinamento da Europa, África e Austrália. Essa foi a constatação do diretor de performance da delegação olímpica do Reino Unido, John Anderson, em coletiva realizada nesta manhã, na Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, local onde o grupo se prepara para os Jogos Olímpicos Rio 2016. A delegação, formada por 23 profissionais, fica em Minas Gerais até o dia 23 de fevereiro. É formada por 11 membros da comissão técnica e 12 atletas, entre eles os medalhistas nas Olimpíadas de Londres, em 2012, Ed McKeever (ouro) e Liam Heath (bronze).

Minas Gerais saiu na frente e é o primeiro estado brasileiro a receber uma delegação olímpica para iniciar os treinos oficiais preparatórios para as Olimpíadas do Rio 2016.

Durante o encontro, organizado pela Secretaria de Estado de Turismo e Esportes (Setes) e pelo Minas Tênis Clube,  John Anderson destacou os diferenciais mineiros que fizeram com que o estado fosse o escolhido. Ele veio quatro vezes ao Brasil para analisar, junto com outros membros da equipe técnica, opções de infraestrutura em diferentes localidades e conta que, ao conhecer Belo Horizonte e as instalações do Minas Náutico, na Lagoa dos Ingleses, ficou impressionado com a cidade e com as instalações do Centro de Treinamento. “Depois de visitar Austrália, África do Sul e muitos países europeus, tive quase que imediatamente a certeza que era aqui que ficaríamos. É o melhor lugar visto nos últimos 20 anos”, relata.

Um dos primeiros critérios analisados pelo grupo foi a qualidade da água, que por aqui foi encontrada limpa e clara. O vento não muito forte e a temperatura amena encontrados na Lagoa dos Ingleses também foram outras características que atraíram os britânicos. “O lago é absolutamente perfeito e, com as outras visitas, fui me familiarizando com as pessoas e local”, relembra o diretor no processo de adaptação do espaço.

As condições climáticas encontradas em terras mineiras, explica Anderson, são favoráveis e otimizam os resultados nos trabalhos. “Como é inverno agora em meu país, precisamos sair para outros lugares para treinar. Antes, íamos para Austrália e África. Uma vez que escolhemos Nova Lima como base, pretendemos ficar nessa época no Brasil. Quando saí do Reino Unido a temperatura era de -3 graus, com vento e neve”, conta. Para felicidade dos ingleses, o clima tropical faz com que o ritmo de treino seja mais intenso e, por aqui, eles conseguem treinar 3 x por dia. “Lá não conseguiríamos realizar nem mal um treino completo. Aqui o ambiente ideal. É maravilhoso”, justifica o diretor sobre a decisão de ficar em Minas Gerais.

A infraestrutura da academia oferecida pelo Minas Tênis Clube, a comida e as acomodações  também motivaram a escolha por Minas Gerais. O medalhista Ed McKeever (ouro) reiterou os critérios para a escolha de Minas Gerais. Além da qualidade do lago e da infraestrutura, o atleta olímpico destaca a hospitalidade do povo mineiro como a principal referência encontrada. “As pessoas são amigáveis, acolhedoras e têm ótimo bom-humor”, comenta.

Ao pensar no legado a ser deixado por esses grandes eventos esportivos, o secretário de Estado de Turismo e Esportes (Setes), Tiago Lacerda, reforça que  “devemos aproveitá-los nesse processo de promoção internacional de Minas Gerais e consolidar uma ação continuada para mostrar ao mundo as nossas riquezas e capacidades, além de desenvolver políticas públicas de desenvolvimento dos nossos atletas”, afirma o secretário.

Para o secretário de Estado Adjunto de Turismo e Esportes, Rogério Romero, outro benefício está relacionado ao intercâmbio técnico-administrativo. “No caso da delegação de canoagem, a 3ª potência mundial, podemos aproveitar de sua expertise para agregar valor aos trabalhos desenvolvidos no estado”.

A previsão é que o grupo retorne a Minas Gerais em fevereiro de 2015, quando ficam por um mês. No ano seguinte, desembarcam novamente em terras mineiras em fevereiro, para ficar por igual período, e depois em junho, há duas semanas dos Jogos Olímpicos.

Acordo. Minas Gerais foi o primeiro estado do Brasil a assinar protocolo de intenções com um comitê olímpico estrangeiro para ser local de preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Em outubro de 2013, o governador Antonio Anastasia assinou, no Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, protocolo de intenções com a British Olympic Association (BOA) – Associação Olímpica Britânica – para que delegações de diversas modalidades olímpicas da Grã-Bretanha possam se preparar em Minas Gerais para os jogos em 2016.

O protocolo de intenções prevê a formação de um grupo de trabalho entre o Governo de Minas, a Prefeitura de Belo Horizonte e os Centros de Treinamento selecionados para prestar assessoria ao Comitê Olímpico Britânico enquanto estiverem em Minas Gerais. O acordo também prevê foco especial em áreas como esportes e atividades físicas, amplo legado social, incluindo educação, legado econômico e na área de ligações de educação e universidades, além de outras áreas nas quais os participantes possam trocar experiências.

A escolha das instalações esportivas do Minas Tênis Clube, do Centro de Treinamento Esportivo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Clube Mineiro de Caçadores (CMC) de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), como locais de preparação dos atletas britânicos foi fruto de uma série de negociações.

Canoagem em Minas. O estado tem hoje 200 competidores de canoagem, paracanoagem e rafting, que juntos, colocam o estado entre os cinco primeiros em número de atletas inscritos em provas dessa natureza.

Segundo o presidente da Federação Mineira de Canoagem, Helmer Nogueira, 50% dessa parcela se encontra nas cidades de Buritizeiro, Governador Valadares, Lavras, Muzambinho e Pirapora, polos celeireiros de grandes atletas. “Na atualidade temos cerca de oito canoístas entre  as melhores  colocações  nacionais de  descida como Alexandre  Toso , Willian Douglas , Pablo Gusmão, Zdzlaw Reis”, informa o presidente.

Do passado, o atleta que marcou história por aqui foi o argentino naturalizado brasileiro Sebastian Cuattrin.  Ele participou de  três  olimpíadas e Pan americanos e Sul americanos , chegando a conquistar, centenas de títulos. Hoje ele é treinador e diretor  da  canoagem e velocidade  nacional  e coordenador  da canoagem para  as Olimpíadas do Rio    2016. Considerado o maior canoísta do nosso país, ele começou a treinar em Governador Valadares quando tinha 13 anos.

Sobre o número de amantes desse esporte radical, que praticam a modalidade apenas por hobby, o presidente da federação diz que os números passam da casa dos mil.

Parte disso se explica por Minas Gerais ser considerada a caixa d’água do Brasil e possuir 8,3% de rios e lagos naturais e artificiais e 17 bacias hidrográficas federais. “Nossas águas são propícias e ideais.Oferecem todos os  níveis e classe de rios e mananciais como lagos e lagoas que favorecem inúmeras modalidades incluídas na canoagem. Provas de velocidade, de rodeio, futebol de caiaque, de descida, slalom,paracanoagem e canoa havaiana são algumas delas”, justifica Helmer sobre  importância de Minas no cenário esportivo de canoagem.

Para Helmer, a vinda da seleção britânica, uma das melhores do mundo, trará visibilidade internacional e poderá fazer com outras equipes se interessem pelos rios mineiros. Um convite para que diferentes nacionalidades conheçam outros espaços com grande característica de canoagem olímpica e com infraestrutura necessária para receber uma equipe internacional. Uma delas, sugerida pelo presidente é a Lagoa do Bispo, no Parque Estadual Dom Elvécio, situada entre os municípios de Timoteo, Dionísio e Marliéria. Trata-se da maior lagoa do Parque Estadual do Rio Doce com 700 hectares de espelho d’água, profundidade de 32 m e 6 km2 de área.

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Lagoa dos Ingleses recebe equipe britânica de canoagem

Publicado em 06/02/2014, aqui

A delegação oficial de canoagem da Grã-Bretanha chegou a Minas Gerais para treinar nas dependências do Minas Tênis  Náutico Clube, no Alphaville, em Nova Lima, onde deve ficar até dia 23 de fevereiro. Essa é uma das muitas visitas que a equipe britânica fará por aqui antes de vir definitivamente – escolheu o condomínio Lagoa dos Ingleses para treinar – na época das Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Entre os atletas que participam dos treinamentos no Alphaville estão o medalhista de ouro nos Jogos de Londres de 2012, Ed McKeever, e o dono do bronze na mesma olimpíada, Liam Heath. Além deles, podem ser vistos por aqui Richard Jefferies, Kristian Reeves, Lani Belcher, Angela Hannah, Louisa Sawers, Hayleigh Mason, Hannah Brown, Rachel Cawthorn, Jess Walker e Coral Burkill. Da comissão técnica, estão no Minas Náutico John Anderson, Alan Williams, Scott Gardner, Dawn Keall, Michael Mazonowicz, Alex Nikonorov, Ginny Coyles, Jonathan Smith, Michael Knott e Paul Darby-Dowman.

Entre entre as vantagens encontradas durante a estadia em terras mineiras, os britânicos encontraram a facilidade de acesso ao local dos treinos, uma vez que a comitiva está hospedada ao lado do Minas Náutico. O clima foi outro fator que agradou a todos. “Normalmente é muito frio no Reino Unido nesta época, chega a nevar. Aqui não. Está calor e muito adequado para os treinos”, destaca a canoísta Coral Burkill.

Para Rogério Romero, secretário de estado adjunto de Turismo e Esportes, a presença da delegação britânica em Minas traz benefícios para o esporte mineiro: “Temos aqui medalhistas olímpicos de um esporte com potencial de se desenvolver ainda mais em nosso estado. A expectativa é de que os jovens, percebendo a presença de atletas reconhecidos mundialmente, busquem a prática esportiva nas mais diversas modalidades e se inspirem nos exemplos de sucesso que estarão por aqui se preparando para os jogos do Rio”.

Minas Gerais foi o primeiro estado do Brasil a ser escolhido por uma delegação esportiva como local de preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Em 2013, o governador Antonio Anastasia assinou, no Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, protocolo de intenções com a British Olympic Association – Comitê Olímpico Britânico – para que as equipes olímpicas da Grã-Bretanha possam se preparar por aqui, para as duas competições.

A escolha das instalações esportivas do Minas Tênis Clube, do Centro de Treinamento Esportivo da Universidade Federal de Minas Gerais e do Clube Mineiro de Caçadores de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, como locais de preparação dos atletas britânicos foi fruto de uma série de negociações.

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E se Tinga fosse nadador?

Cena 1: Anthony Tinga vem de um pequeno país e vai para a final dos 100m borboleta contra um branquelo que é do país mais poderoso do mundo. Já na saída, sem nenhuma surpresa, o grande favorito consegue uma vantagem. Após a virada dos 50m, ele surge ainda mais imponente, estilo perfeito, pernadas vigorosas. Chegando aos 25m finais, ele tem quase um corpo (o seu, de quase 2m) de vantagem sobre os demais competidores. Últimos 12-15m e ele começa a sentir, seu estilo cai, mas ainda mantém uma vantagem confortável a não ser que… uma chegada deslizante e um final sensacional dão a vitória a Tinga pela menor margem possível na natação: UM centésimo. A plateia vai ao delírio frente a um desacreditado favorito que vê sua meta de igualar o melhor dos melhores fugir logo na sua primeira prova. Isso tudo, num país de amarelos.

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O Tinga brazuca mostrando o resultado do seu feito.

Cena 2: Edvaldo Tinga foi um nadador de sucesso improvável. Pobre, vindo de um país do terceiro mundo (quase em desenvolvimento), ele nadou contra tudo e todos – e chegou a uma histórica final olímpica com seus 3 companheiros. Dois deles já tinham sentido o gosto da medalha olímpica e buscavam, logo no primeiro dia de competição, mais uma. Ao nosso Tinga foi dada uma responsabilidade enorme: a de fechar o revezamento 4x100m livre. Mas ele não se intimidou. Apesar de cair em quinto, o improvável acabou virando inacreditável. Com sua famosa volta fortíssima, ela superou representantes de países que já tinham tido problemas em período passado para reconhecer cidadãos de sua cor. Embora a atenção tenha ficado para a sensacional disputa pelo ouro com recorde mundial, um pequeno grupo presente do seu país se abraçava e pulava tanto quanto os vencedores (e ainda se emociona com a lembrança).

PS: qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência.

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O futuro Governo e o Esporte

Permitam-me entrar em uma seara em que, se não me sinto confortável como quando nadava, ao menos já não sou um neófito, afinal no segundo semestre vou fazer bodas de estanho no Governo de Minas.

Hoje, no trajeto para o trabalho, acabei passando os olhos na íntegra das diretrizes do plano de um eventual governo de Eduardo Campos e Marina Silva e fiquei triste ao notar apenas uma vez a palavra Esporte. Chegando em casa, quis verificar com precisão, afinal ler na tela de um smartphone pode não ser a melhor maneira de tirar conclusões. Pois bem, num volume de quase 70 páginas e um universo de quase 15 mil palavras, o Esporte foi mencionado apenas 7 vezes.Todos eles com cultura e lazer.

Não deixa de ser incrível que a década dos grandes eventos esportivos, com Pan, Mundial Militar, Copa das Confederações, Copa do Mundo, Olimpíada e Paralimpíada, para ficar apenas nos maiores, não foi capaz de tirar o Esporte do ostracismo político.

Sinto-me culpado, de certa forma, neste fracasso. Mesmo com investimento maior, conquistas importantes na legislação esportiva e até algum apoio da iniciativa privada (não me venham mencionar dos “patrocínios” baseados em lei de incentivo, este é o meu e seu dinheiro), não conseguimos colocar o Esporte efetivamente na agenda política. Esporte, cultura e lazer é o que sobrar. Se sobrar.

Não importa o potencial econômico, do turismo esportivo, da cadeia produtiva. Precisamos de mais estudos para demonstrar o quanto isso impacta no PIB e na geração de empregos? Talvez. Diria, muito provavelmente. Mas a comunidade científica também não viu aqui uma oportunidade de confirmar o que empiricamente já é conhecido.

Desenvolver um programa de qualidade de vida, onde o esporte seja uma alavanca importante? Será que dá voto? As pessoas vão tomar menos remédios e procurar menos médicos (com o perdão do trocadilho). Vão viver mais – e menos dependentes.

Enfim, já comentei aqui sobre o melhor planejamento que já vi, que foi o britânico. Alguns resultados não foram alcançados, mas outros, como o desempenho olímpico, teve seu ápice em Londres-2012. Mas talvez a maior vitória foi que eles conseguiram um envolvimento significativo governamental E da sociedade civil.

Voltando às diretrizes do PSB e Rede, o termo sustentável? Sete vezes mais que esporte.

 

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Joanna Maranhão anuncia aposentadoria

Sim, todo mundo sabia que ela ia parar, a questão apenas era quando e como. O anúncio não poderia vir de outra forma senão nas redes sociais, que ela usa e abusa.

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Joanna: não deu para segurar até o Rio 2016.

Muito já foi dito, escrito, comentado sobre Joanna Maranhão. Nas piscinas o resumo da ópera é o melhor resultado feminino em Olimpíadas (5o. em Atenas nos 400 medley), 3 Jogos Olímpicos e mais 3 Pan , recordes nacionais em todos os estilos com exceção do peito, medalhas e mais medalhas. Muito provavelmente a melhor atleta de natação que o Brasil já teve.

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Isto É: resumo de uma carreira vitoriosa.

Fora das piscinas, polêmica. Defendeu causas relacionadas com seus traumas de infância, passou por vários técnicos e clubes, bem como comprou uma briga pessoal com a CBDA. O futuro, aliás, está ligado à ONG Infância Livre, que deverá defender os direitos constitucionais das crianças.

Inteligente, Joanna terá novos desafios ao lado de outro grande atleta, o judoca Luciano Corrêa, outro defensor de programas esportivos sociais.

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Não poderia acabar antes de deixar minha tradicional saudação a esta nordestina porreta: OBRIGADO e BOA SORTE, JO AN NA MA RA NHÃO!

 

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VII Jornada Científica

Publicado em 29/01/2014, aqui

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Nesta quarta-feira, dia 29 de janeiro, as Gerências de Esporte, Educação e Saúde do Minas Tênis Clube deram início à sétima edição da Jornada Científica, que terá como tema “Uma visão transdisciplinar na identificação do atleta de alto rendimento”. As palestras são realizadas no Salão de Festas do Centro de Facilidades da Unidade I.

A abertura do evento contou com a presença do presidente do Minas, Luiz Gustavo Lage; do superintendente do Clube, Marcos Jerry; além de diretores e gerentes. A VII Jornada Científica contará ainda com mesas redondas, palestras e workshops. O evento terá a presença de importantes profissionais da área, além da participação do secretário-adjunto de Estado de Esportes, Rogério Romero.

O presidente Luiz Gustavo Lage mandou o recado aos participantes do evento. “Temos grandes desafios, e aprendi, nas quadras, enquanto ainda era jogador, a encarar grandes desafios. Quero fazer o Minas viver os melhores três anos da história. Temos que atingir as metas e contamos com uma equipe de profissionais capacitados e que ama o que faz”.

Realizada anualmente, a Jornada Científica  tornou-se um evento tradicional do calendário das áreas de Esporte, Educação e Saúde do Minas, que visa capacitar os profissionais que atuam no desenvolvimento dos alunos e atletas, além de promover a troca de experiências entre os participantes.

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