Categoria Assuntos Gerais

Sonhos não têm limites?

A segunda resenha que tenho é sobre Carlos “Wizard” (mudou o sobrenome em uma jogada de marketing muito agressiva). Este empreendedor nato, soube passar por diversas dificuldades, muitas relatadas no livro Sonhos não têm limites. O caminho percorrido, de percalços, sacrifícios, foram superados por uma vontade incomum de ter sucesso nos negócios. Qual? Não importa, o empreendedor estava destinado a, junto com muito esforço, sua grande família e sua fé inabalável, chegar lá.

CarlosWizard_capa_v1_p.indd

Fé, muita fé.

 

Pois não é que atleta tem disso também? Contrariando todas as previsões, algum garoto do interior, entra em um clube sem a estrutura ideal; com uma equipe formada por nadadores amadores e atletas buscando algum espaço; seu técnico teve outros bons nadadores, inclusive alguns medalhistas estaduais, mas nada que o credenciasse a formar um atleta olímpico; tem que dividir seu tempo entre os estudos, treinos de madrugada, algum tempo no ônibus (ou a carona de algum amigo), abrir mão da diversão das noites com sua turma; nadar, enquanto todos estão pulando o Carnaval; bem, você já pegou o espírito.

O episódio que mais me impressionou no livro foram os 3 anos que Wizard se afastou dos negócios para atender a um chamado de sua igreja. Isto quase custou o trabalho de uma vida, mas, novamente, sua fé inabalável o fez acreditar que aquilo era o melhor para aquele momento. Os anos seguintes mostraram que ele (e seus filhos) estava certo, mas a história poderia facilmente ser outra e ele estaria reerguendo algum outro império.

IMG_20140420_124638

Solidão, muita solidão.

 

Gostamos de assistir ou ler sobre a infância de atletas desfavorável, mas e aqueles que têm à sua disposição as melhores condições desde o início? Aprenderam a nadar da maneira correta, com boa técnica, com poucos vícios para corrigir no futuro. Tiveram uma nutrição boa, um preparador físico que respeitou a maturação e na piscina uma equipe coesa, onde o técnico dava estímulos e conduzias os treinamentos de maneira acertada. Estes não têm mérito? Afinal, apesar de tudo isso, se ele não treinar, se dedicar, o resultado não vem…

Veja aqui 6 maneiras de levar sua natação ao limite.

Mas parece que é justamente por ser difícil que há a valorização. Cada conquista significa um avanço. Cada melhoria no ambiente significa um novo desafio, a inovação necessária no mundo corporativo, para continuar a progredir.

E os limites? Ou realmente não há limites? O minuto nos 100m livre foi quebrado pelo Tarzan, depois os 50s, 49s e já estamos em 46s com o brasileiro Cesar Cielo! Alguém aposta qual seria?

Bom Carnaval a todos!

Para aqueles que tem familiaridade com uma matemática mais avançada.

 

Leia o texto completo

Marketing de Emboscada

Como estamos em 2015?

marketing de emboscada

Bem, dentro das minhas (poucas) resoluções está ler um pouco mais neste ano. Até o momento estou conseguindo manter um bom ritmo, mas a estratégia é esta mesmo, aproveitar esta época e até algumas viagens comerciais, quando consigo ter um tempo mais tranquilo e pegar algum livro. Espero que o ritmo não caia muito ao longo do ano. E vou tentar, na medida do possível, fazer uma pequena ligação entre a leitura e o mundo da natação.

Vou começar por um fácil. Afinal, Marketing de Emboscada, do Dr Leonardo Andreotti Paulo de Oliveira, tem um episódio da natação – e dos antigos. Entre diversas citações e exemplos, o livro menciona que em Munique-72, o super astro Mark Spitz competiu, como todos os demais americanos, com a Speedo. Mas seu sucesso inédito nas piscinas acabou fazendo com que sua patrocinadora Arena (uma subsidiária da Adidas, que também tem muita história boa…) fizesse algumas fotos com Spitz, inclusive com as 7 medalhas de ouro recém conquistadas.

magunum

Não, peraí, este era ícone dos anos 80, Magnum.

Spitz

Spitz, o melhor de todos os tempos (pré-Phelps).

 

No final, levou milhares de nadadores e fãs a acreditarem que este era o traje que vestiu o atleta mais completo da época. E você pensou que o ambush marketing nasceu com as loiras da Heineken, não?

 

 

Leia o texto completo

Thorpe: será que ele é? É, e dai?

Um dos nadadores mais badalados na sua época, o australiano Ian Thorpe, assim como outros compatriotas, teve problemas de adaptação fora das piscinas. Depressão, remédios, bebidas culminaram com uma tentativa mal sucedida de retorno ao seu ambiente de conforto e ao episódio de ser encontrado vagando sem rumo nas ruas. Triste, para quem tem tantas glórias no esporte, ser lembrado agora mais por estes motivos.

thorpe_wideweb__430x277

Narigudo, eu?

Semana passada, ele finalmente assumiu sua homossexualidade em público. Após anos negando, inclusive em sua autobiografia, confirmou a suspeita da comunidade aquática e da imprensa mundial. Sugeriu que isto contribuiu para seus problemas pessoais após aposentar. Acredito que sim, mas a falta de reconhecimento a que estava acostumado pode ter afetado também.

Independente disso, seus resultados continuarão sendo lembrados. Apenas, como ele mesmo admitiu, sua reputação sai manchada. Afinal, com seu sucesso, veio a responsabilidade de servir de modelo – principalmente para os mais jovens. Além dos problemas já mencionados, mentir por tanto tempo certamente não é algo que deva ser repassado às novas gerações.

O medo de não ser compreendido quando ainda jovem, até faz algum sentido. Temer piadas, por exemplo, nem tanto. Não penso em preconceito quando ouço algo sobre alguém de nariz grande, careca ou de voz fina. São características pessoais.

Por fim, rumores dizem que Thorpe ganhou uma bolada por esta entrevista exclusiva no Canal que – coincidentemente, claro – vai comentar os Jogos da Comunidade Britânica que iniciam na próxima semana.

Leia o texto completo

Natação em alta

Recentemente Missy Franklin apareceu entre os 10 atletas com maior potencial de retorno a patrocinadores (leia mais no Blog do Coach). Não entendo a metodologia, uma vez que a multi-campeã oferece com sua simpatia ímpar – e sorriso idem – realmente uma boa imagem para praticamente qualquer segmento. No entanto, ela optou por abrir mão dos contratos milionários para poder participar da experiência de ser uma nadadora universitária. Segundo o regulamento do NCAA, ela não pode ter nenhum patrocinador, sob pena de perder sua elegibilidade, ou seja, não competir nem treinar pela equipe da universidade da Califórnia.

malaysia_laureus_awards_yus04

Missy: poderosa, toda poderosa.

Na sua programação, deve perder milhões por mais um ano,  quando vai se dedicar exclusivamente para o Rio – as olimpíadas. Após esta pesquisa, ela terá uma ideia melhor dos milhões que está sacrificando em torno de uma carreira esportiva universitária.

Leia no Blog Esporte Fino porque ela foi considerada a melhor atleta de 2013.

Além dela, os nadadores aparecem no topo de outra pesquisa. Um site de relacionamento virtual (namoro) considerando o corpo de esportistas, o dos nadadores sobressaiu. Eles estão atrás dos jogadores de futebol e, no imaginário feminino, são os surfistas quem tem os melhores corpos.

Jesus-Casanova2

Casanova: medalhas na piscina, troféus fora.

Mais, o nadador Jesus Casanova venceu o Mister Venezuela e vai disputar o Mister World no próximo mês.

Por fim, a emocionante resposta de Beatriz Nantes a um crítico australiano. Vale a leitura do melhor esporte do mundo.

Leia o texto completo

Quer medalha olímpica? Tente um lance.

A alemã Sandra Voelker está leiloando não apenas suas medalhas olímpicas de Atlanta – 1996, como diversas outras e também touca, maiô, óculos, etc. A atleta fez muito mais sucesso na piscina curta que na olímpica.

sandra-voelker-jung

Voelker: na Alemanha, pessoa física quebra.

Ela vai tentar levantar 100 mil euros para pagar suas dívidas, após investimentos mal feitos.

Quer ajudar e ter uma lembrança? Tente aqui.

Leia o texto completo

A vida continua fora das piscinas

Nem sempre é fácil a transição de atleta para outra profissão. Alguns sofrem com a falta de uma rotina, outros acabam ficando sedentários e nem de perto tem o corpo sarado e bronzeado, mas arrisco dizer que a maioria vai bem, obrigado.

Ontem (ou, mais precisamente, hoje) fui ao show de Eric Martin aqui em BH. Gosto de música, mas não sei se faria o esforço se ele não estivesse com a banda de apoio de músicos mineiros, entre os quais o meu grande amigo Teófilo Laborne, olímpico e campeão mundial, travestido de baterista.

1017734_10152234381105399_1141415054_n

Teófilo: parecendo triste em ter alcançado seu sonho de infância. (FB)

Teófilo, ex-recordista e campeão mundial do revezamento 4x100m livre em piscina curta, dentre outros tantos títulos, hoje coordena a natação do Minas Tênis Clube. Antes disso, tivemos a oportunidade de trabalhar juntos na Subsecretaria de Esportes. Posso afirmar que ele estava realizado profissionalmente ontem. Como é peculiar de atletas do porte dele, o resultado não veio à toa. Dedicação, estudo e muito treinamento na música, além da fundamental paixão e vocação, foram fundamentais para ele chegar a esta posição.

Altosagitos

Gustavo e Renato: amigos e negócios.

Na mesma semana, Gustavo Borges, já super bem sucedido na sua carreira esportiva,entrou no Conselho Executivo do IHRSA, reconhecimento pelo seu trabalho feito na área de qualidade de vida em suas academias e metodologia. Gustavo, aliás, é um grande entusiasta dos diferenciais profiossionais de ex-nadadores, cercando-se deles em seus negócios, a começar pelo olímpico Renato Ramalho, seu sócio desde o início nas Academias GB.

Por último, cito Alexandre Massura Neto, outro olímpico e campeão mundial. Já trabalhou no Minas Tênis Clube, no Governo de Minas e agora está na FIFA! Sim, apesar de todas as críticas, emprego desejadíssimo por muitos profissionais da área.

governador-em-exercicio-participa-de-lancamento-do-poster-oficial-de-belo-horizonte-cidade-sede-da-copa-2014

Massura: volta em BH agora apenas para eventos oficiais da FIFA. (crédito: Wellington Pedro)

Vou parar por estes três/quatro exemplos de vida bem sucedida fora das piscinas, algumas vezes relacionada à natação, como técnicos ou professores de educação física, mas muitas vezes não. Tenho amigos/conhecidos dentistas, médicos, engenheiros, diretor financeiro, trabalhando em multinacional, empreendedores, consultores, e até na política (este ano, posso fazer 10 anos de Governo).

Por fim, um videozinho do show:

 

 

Leia o texto completo

As inevitáveis mudanças: três campeões mundiais de casa nova?

Neste semana, li que mais um do time de vôlei do Rio acabou abandonando o barco. Nada mais natural, afinal os altos salários estavam condicionados ao sucesso da OGX. O que chamou atenção foi o time que Rodrigão escolheu para ir, o Barij Essence Kashan, no Irã. Curioso, fiz uma rápida pesquisa e descobri que a seleção masculina daquele país está em 12o. no ranking da FIVB. Nada mal, mas será que, mesmo assim, foi o melhor movimento para nosso jogador de vôlei?

Dito isso, sei que a mudança é inevitável. Quanto mais profissional o esporte, mais frequente esta movimentação. Natação não é diferente. Eu mesmo tive 5 clubes na minha carreira, sendo 3 deles ficando ao menos 5 anos. E todo início de ano atletas procuram melhores estruturas para seu treinamento – ou apenas mais dinheiro, e é aqui que mora minha crítica.

A primeira mudança, e mais significativa, foi o retorno de Poliana Okimoto para o Unisanta. Após um ano de muito sucesso no Minas, ele decidiu concentrar aonde vem alcançando seus melhores resultados: maratonas aquáticas. Apesar de ter estabelecido novo recorde brasileiro também nas piscinas em 2013, ela e seu técnico/marido preferem ficar oficialmente mais próximos do mar e também sem o compromisso das competições oficiais como o Maria Lenk.

Já Felipe França, campeão mundial dos 50m peito, mudou de clube, mas não de cidade. Sai do Pinheiros para o Corinthians, que teve uma boa temporada em 2013.

IMG_20140219_194009

Cielo: ladeado pelo técnico de recordistas mundiais (Scott Volkers) e de um ex-recordista mundial (Teófilo Laborne).

Por último, Cesar Cielo esteve no Minas treinando. O recordista mundial e campeão olímpico busca um lugar para chamar de seu desde que saiu do Flamengo ano passado. Certo é que deve continuar maior parte do tempo nos Estados Unidos, mas é sempre bom ter uma base brasileira e nisso o Minas saiu na frente.

Apenas espero que todas estas novas escolhas não tenham sido motivadas exclusivamente pela parte monetária.

 

Leia o texto completo

E se Tinga fosse nadador?

Cena 1: Anthony Tinga vem de um pequeno país e vai para a final dos 100m borboleta contra um branquelo que é do país mais poderoso do mundo. Já na saída, sem nenhuma surpresa, o grande favorito consegue uma vantagem. Após a virada dos 50m, ele surge ainda mais imponente, estilo perfeito, pernadas vigorosas. Chegando aos 25m finais, ele tem quase um corpo (o seu, de quase 2m) de vantagem sobre os demais competidores. Últimos 12-15m e ele começa a sentir, seu estilo cai, mas ainda mantém uma vantagem confortável a não ser que… uma chegada deslizante e um final sensacional dão a vitória a Tinga pela menor margem possível na natação: UM centésimo. A plateia vai ao delírio frente a um desacreditado favorito que vê sua meta de igualar o melhor dos melhores fugir logo na sua primeira prova. Isso tudo, num país de amarelos.

Ediva

O Tinga brazuca mostrando o resultado do seu feito.

Cena 2: Edvaldo Tinga foi um nadador de sucesso improvável. Pobre, vindo de um país do terceiro mundo (quase em desenvolvimento), ele nadou contra tudo e todos – e chegou a uma histórica final olímpica com seus 3 companheiros. Dois deles já tinham sentido o gosto da medalha olímpica e buscavam, logo no primeiro dia de competição, mais uma. Ao nosso Tinga foi dada uma responsabilidade enorme: a de fechar o revezamento 4x100m livre. Mas ele não se intimidou. Apesar de cair em quinto, o improvável acabou virando inacreditável. Com sua famosa volta fortíssima, ela superou representantes de países que já tinham tido problemas em período passado para reconhecer cidadãos de sua cor. Embora a atenção tenha ficado para a sensacional disputa pelo ouro com recorde mundial, um pequeno grupo presente do seu país se abraçava e pulava tanto quanto os vencedores (e ainda se emociona com a lembrança).

PS: qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência.

Leia o texto completo

Gama Filho: ascenção e queda

No início do ano, o MEC descredenciou a Universidade Gama Filho, uma medida extrema e muito polêmica, devido a “baixa qualidade acadêmica, do grave comprometimento da situação econômico-financeira da mantenedora [das instituições] e da falta de um plano viável para superar o problema, além da crescente precarização da oferta da educação superior”. Na prática, cerca de 9 mil alunos e mil professores estão desde então num limbo.

Vila-Olimpica-Manoel-Tubino

O super respeitado Tubino recebeu centenas de homenagens, como o nome de uma Vila Olímpica do Rio.

Com uma estrutura, cursos, corpo docente e cultura ímpar, a Gama Filho foi sinônimo de boa formação na área esportiva, com professores como o finado Manoel Tubino e o grande estudioso Lamartine Pereira da Costa. Este conjunto proporcionou uma geração de ótimos pesquisadores, técnicos, professores de educação física, bem como um local de formação de atletas que conciliava o estudo com os treinamentos.

O exemplo mais recente são os diversos judocas exitosos que passaram por lá, entre eles o medalhista olímpico Flavio Canto. Mas você sabia que a natação também teve seus dias de glória? Pois há 30 anos, o Troféu Brasil de Natação teve o Gama Filho como 3a. colocada, perdendo para o Fla e Flu, deixando clara a hegemonia do Rio naquela época. Mais detalhes podem ser encontrados no último post do Ephicurus.

2539_1386574114915809_2001340849_n1424533_1386572898249264_1928178122_n

Para aqueles que nadaram e querem colaborar a preservar um pouco desta história, achei no Facebook esta página, de onde foram retiradas as duas fotos acima.

Infelizmente minha memória não é tão pródiga quanto a dos ephicurianos, mas recordo sim do sucesso dos alunos/atletas da Gama. Acompanhe abaixo,por exemplo, o domínio nas categorias de base em 1982, com Aderbal Oliveira e seu destaque maior, Marcio Santos (notem a diferença para o segundo colocado, que não era qualquer um…), nome temido pelos adversários na época:

305670_440218272673772_1449822032_n

E tivemos ainda Marcelo Vaccari, grande dentro e fora das piscinas agora como técnico do Minas.

E você, lembra de outros nomes de destaque da Gama Filho?

 

 

Leia o texto completo

Mandou bem, Mandela

Muito se falou nestes últimos dias sobre Nelson Mandela, inclusive de como ele utilizou o esporte para unificar o povo. Se metade do que passou no filme Invictus foi verdade, ele deve já pode ser considerado um dos que mais soube tomar proveito da força do esporte (para um bem comum, deixo claro).

m_960723so

Mas o que dizer especificamente da natação sul-africana? Fácil de lembrar dos feitos de Chad le Clos, incluindo seu ouro olímpico em cima de ninguém menos do que o melhor atleta da história dos Jogos Olímpicos, em sua prova preferida! Mas a verdade é que o país vem bem nas piscinas olímpicas, tanto que está em 14o. (Brasil em 28o.)no ranking de medalhas olímpicas, com 15 medalhas, sendo 6 douradas.

Agora, e se Mandela não tivesse logrado êxito e o apartheid existisse até hoje e o hiato de não participação olímpica 1964-1988 fosse ainda maior? Nada menos que 11 medalhas (5 dos 6 ouros) vieram depois do retorno em Barcelona-92.

schoeman_mandela1

Roland Schoeman com sua coleção pós Atenas.

Primeira conta fácil é que a soma de Phelps incluiria mais um ouro, além de subir também do bronze para a prata no revezamento 4x100m livre de 2004, quando os sul-africanos bateram o recorde mundial na final.

Segundo, Amanda Beard seria mais conhecida com seus dois ouros em casa, quando perdeu da ex-recordista mundial Penny Heyns tanto os 100 quanto os 200m peito.

706x410q70d981f62ef6edee95b3d10af94a0ae3d8

Ouro para o revezamento sul-africano e olha a alegria do garoto de 19 anos.

Terceiro, Terence Parkin não seria o único medalhista olímpico surdo em prova individual, prata nos 200m peito em Sydney. O americano Jeff Float levou o ouro no revezamento 4x200m livre em Los Angeles, mas talvez poderia sair com mais, se não fosse o boicote de Moscou-80. Além deles, Dave Wharton (prata nos 400m medley em Seul) também tinha problema, mas em apenas um ouvido.

Por fim, acompanhem aqui a entrevista de Penny Heyns sobre Mandela e a entrevista de Chad le Clos sobre o impacto de Mandela no esporte do seu país, aqui.

Nelson-Mandela-Penny-Heyns

Heyns com Mandela.

9A51ED37341E5AC9647C5BA21189_h498_w598_m2

Le Clos encontra Parkin, ou seria o contrário?

 

 

 

Leia o texto completo