Categoria Myrtha

Ícone da natação Rogério Romero apresenta projeto para primeira piscina olímpica do Tocantins na UFT

Publicado em 23/02/15, aqui

Por Caroline Falcão

O esporte tocantinense pode comemorar mais esta conquista. Foi apresentado na tarde desta segunda-feira (23) pelo ícone da natação Rogério Romero o projeto da primeira piscina olímpica do estado, que será construída do Câmpus de Palmas da Universidade Federal do Tocantins (UFT). O único nadador brasileiro a participar de cinco olimpíadas e duas vezes campeão pan-americano, atualmente é consultor de negócios da Metodologia Gustavo Borges e da Myrtha Pools Brasil.

O projeto apresentado durante reunião na Reitoria é de uma piscina olímpica pré-fabricada em placas de aço inox, coberta por vinil e importada da Itália, que segundo Romero possui custo mais baixo e menor demanda de tempo para a instalação – cerca de seis meses – em comparação com outros modelos. “Os equipamentos e estrutura da piscina são todos formulados dentro dos padrões internacionais e utilizam uma tecnologia sustentável com reaproveitamento de 90% da água, além de economia em energia elétrica e produtos químicos”, explicou o atleta.

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O reitor da UFT, Márcio Silveira, enfatizou que a piscina vai ser um espaço de treinamento tanto para os estudantes quanto para os os atletas tocantinenses da  comunidade em geral de Palmas e região, e um incentivo a mais para prática desportiva. “A piscina será um atrativo para a realização de competições no circuito inter e intraestadual de natação, levando a criar novos atletas no estado”, ressaltou.

Os recursos para a construção da piscina são do Ministério dos Esportes e destinados às capitais brasileiras, o que justifica a escolha do Câmpus de Palmas. Quanto a valores, somente os equipamentos importados para a piscina terão um investimento de cerca de 1 milhão e 600 mil dólares. Já o valor da infraestrutura será orçado conforme processo de licitação das obras a ser realizado em breve.

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A construção da piscina faz parte do Legado Social dos Jogos Olímpicos – Brasil 2016, que inclui também a uma pista de atletismo, cujo contrato para a construção foi assinado em dezembro de 2014, e uma quadra poliesportiva, cujo projeto deve ser lançado nos próximos meses.

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Primeira piscina olímpica do Tocantins será construída em Palmas

Publicado em 23/02/15, aqui

A primeira piscina olímpica do Tocantins será construída no Câmpus da Universidade Federal do Tocantins (UFT), em Palmas. Nesta segunda-feira (23), o reitor da universidade, Márcio Silveira e o diretor de obras civis da UFT, João Batista Teixeira se reuniram com o ex-nadador olímpico, Rogério Romero, consultor de uma empresa italiana que trabalha com estrutura de piscinas. Na oportunidade, Romero apresentou ao reitor um projeto de piscina olímpica para a universidade.

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Além da piscina, já está em construção uma pista de atletismo e conforme o reitor, o projeto faz parte de uma ação do Ministério do Esporte, que pretende implantar pistas de atletismo oficiais e piscinas olímpicas em todas as capitais brasileiras que ainda não têm essas instalações.

– É um ótimo projeto. Vamos correr para começar o quanto antes os trabalhos. Acredito que começamos ainda neste semestre. Temos a intenção de chegar em novembro ou dezembro com tudo concluído. Há 95% de chances da piscina ser construída em frente ao bloco da reitoria. A pista está sendo instalada na entrada da universidade – disse o reitor.

Silveira informou ainda que para esta estrutura olímpica foram disponibilizados R$ 13 milhões. R$ 4 milhões para piscina e R$ 9 milhões para a pista.

– É um dinheiro que vem do Ministério do Esporte para o esporte. É exclusivo para esta área. A estrutura será uma boa para os acadêmicos que cursam educação física em Miracema do Tocantins, pois estão próximos de Palmas e vão ser muito bem beneficiados com isto. É uma maneira também de incentivar o esporte olímpico dentro da universidade – afirmou.

 Conforme Romero, a estrutura é um legado importante e irá incentivar o estudante a participar de esportes olímpicos no estado.

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– É  uma piscina olímpica pré-fabricada em placas de aço inox, e é importada da Itália. É um ótimo projeto para o estado. O Tocantins poderá receber qualquer tipo de campeonato nacional – contou.

Carreira

O atleta é o único nadador brasileiro a participar de cinco Olimpíadas, foi campeão Pan-Americano em Havana (1991) e Santo Domingo (2003) e é recordista Mundial Master nos 200m costas em piscina olímpica (2m02s). Além disso, Romero tem 29 recordes sul-americanos e 41 recordes brasileiros estabelecidos em 27 anos de carreira esportiva. Foi 15 vezes campeão no Troféu Brasil de Nataçãa, hexacampeão sul-americano, finalista olímpico em Seul (1988), Barcelona (1992), Atlanta (1996) e Sydney (2000) e semi finalista em Atenas (2004) e tem participação em 10 Campeonatos Mundiais.

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Em visita a São Luís, ministro George Hilton também assumiu o compromisso de reformar o Parque Aquático

Publicado em 06/02/15, aqui

Ginásio para diversos tipos de modalidades, pista de atletismo e piscina olímpica. Esses são os três equipamentos esportivos que o governo federal pretende disponibilizar nas 27 capitais brasileiras para estruturar e massificar o esporte no país. Em São Luís, no Maranhão, dois desses espaços foram inaugurados na quinta-feira (05.02) e outro será reformado em breve.

O ministro do Esporte, George Hilton, participou da entrega da pista de atletismo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), pela manhã, e dos novos equipamentos de basquete – piso flutuante, apontadores, tabelas e placares – do ginásio Georgiana Pflueger, o “Castelinho”, pela tarde. George Hilton também assumiu o compromisso de revitalizar o Parque Aquático do Complexo Esportivo Canhoteiro, que tem uma piscina olímpica (50 metros) e outra para saltos ornamentais, com plataformas de 3, 5 e 7 metros.

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Parque Aquático

Os nadadores Gustavo Borges e Rogério Romero acompanharam a comitiva do Ministério e do governo estadual durante a visita ao Parque Aquático, localizado ao lado do ginásio “Castelinho”. Os ex-atletas apresentaram um projeto de piscina olímpica, que é pré-fabricada, com placas de aço inox, coberta por vinil e importada da Itália. Com custos mais baixos e menor demanda de tempo para a instalação – cerca de seis meses – esse tipo de equipamento deve ser usado nos Jogos Rio 2016 e será instalado em espaços como o Centro Paraolímpico e o clube Pinheiros, ambos em São Paulo.

O medalhista olímpico Gustavo Borges afirmou que a piscina é o primeiro passo para atrair a população para o local e difundir a prática do esporte. “Você tendo a piscina, a população, a base e o alto rendimento podem usá-la. O equipamento é o início do trabalho, porque se ele é adequado as pessoas são atraídas. Conheço várias cidades que têm fila de espera para a prática da natação. Temos que criar a cultura esportiva, mostrar para a população que existe um lugar, divulgar e ter bons profissionais para atender a todos”, analisou Borges.

Antes das visitas ao Parque Aquático e ao ginásio Georgiana Pflueger, o ministro do Esporte conheceu o gramado do estádio de futebol Castelão, acompanhado pelo governador do estado e pelos pentacampeões mundiais Cafu e Edmílson. Os ex-atletas e George Hilton arriscaram algumas cobranças de pênaltis em uma brincadeira com crianças de escolinhas que utilizam o campo do estádio. O local, com capacidade para 40 mil pessoas, integrou o catálogo da FIFA para Centros de Treinamento da Copa do Mundo.

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Campeonato Europeu: o festival de empates

A 31a. edição do campeoanto Europeu começou mal e terminou com dúvidas quanto à cronometragem eletrônica.

Cseh: segunda marca mundial da temporada na prova de Pereira.

A crise europeia fez com que a Antuérpia abrisse mão do sediamento, que acabou sendo em Debrecen, na Hungria. Até aí, compreensível. Mas a data escolhida (semana passada) fez a piscina húngara ficar um pouco vazia de ídolos e de bons resultados. Quem acabou fazendo a festa mesmo foram os donos da casa, que lideraram o quadro de medalhas. Laszlo Cseh (adversário de Thiago Pereira no medley), por exemplo, aumentou sua coleção de medalhas nesta competição para 15, sendo 11 de ouro.

Mas fora um ou outro recorde de campeonato, não tivemos a qualidade esperada do continente europeu, até pelos fatores de cima e que a prioridade na temporada é a Oimpíada.

Mas o site da revista Swimming World é quem pontuou uma estatística incrível sobre o número de empates, questionando a probabilidade disso acontecer. Foram, até o penultimo dia, 7 empates apenas nas semi-finais. Acrescente ai que nos 100m borboleta tivemos 6 empates e veremos que tem algo de errado.

Importante notar que, sim, os empates existem. Apesar da cronometragem eletrônica existir até os milésimos, é contabilizado até o centésimo de segundo (tente cronometrar isso…). Fernando Scherer mesmo empatou com mais dois atletas, nas eliminatórias dos 50m livre em Atlanta-96 e teve que nadar novamente para então garantir o bronze na final. Agora, estatisticamente falando, o que aconteceu em Debrecen é quase impossível. Sinal amarelo para os equipamentos eletrônicos…

O recordista mundial Paul Biederman compareceu – e venceu – no Europeu esvaziado.

Por fim, gostaria de justificar minha ausência nestes últimos dias. Acabei viajando e na volta encontrei um problema no meu computador que não consegui resolver. Espero compensar respondendo comentários e postando com mais frequencia nesta semana.


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero

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