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ROGÉRIO ROMERO É CIDADÃO HONORÁRIO DE BELO HORIZONTE

Publicado em 21/08/2014, aqui

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Em cerimônia emocionante, que contou com a presença de amigos, familiares e companheiros das piscinas, o ex-nadador e secretário adjunto de Turismo e Esportes de Minas Gerais, Rogério Romero recebeu, das mãos do vereador Pelé do Vôlei, o Título de Cidadania Honorária de Belo Horizonte.

A solenidade aconteceu na noite desta quarta-feira (20/8) e contou com as presenças de presidentes de Federações Esportivas, do secretário de Estado de Turismo e Esporte, Tiago Lacerda, o secretário de Governo do Estado de Minas Gerais, Márcio Eli Almeida Leandro e o presidente do Minas Tênis Clube, Luis Gustavo Lage, além de representantes de outras autoridades.

Entre as muitas conquistas nos 27 anos de trajetória esportiva, Rogério Romero foi 15 vezes campeão do Troféu Brasil de Natação, decacampeão sul-americano, bicampeão pan-americano e é o único nadador brasileiro a disputar cinco Olimpíadas.

Foto: Orlando Bento.

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Entrevista com Rogério Romero

Publicado em 08/2014, aqui

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Ex-atleta e atual gestor público, Rogério receberá título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte

Cinco participações em Jogos Olímpicos, dez em Campeonatos Mundiais, detentor de dois ouros nos Jogos Pan-Americanos (Havanna 1991 e Santo Domingo 2003) e de dez no Campeonato Sul-Americano. Esses são apenas alguns dos feitos esportivos de Rogério Aoki Romero, atual Secretário Adjunto da Secretaria de Turismo e Esportes de Minas Gerais, que receberá o título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte da Câmara Municipal na quarta-feira, 20 de agosto, às 19:30, no Palácio Francisco Bicalho.

A justa homenagem reflete o reconhecimento da importante atuação de Rogério no esporte de Minas Gerais. Com ampla experiência como atleta, Romero, hoje gestor, planeja, acompanha e incentiva de perto o esporte em Minas Gerais e na capital mineira.

A Assessoria de Comunicação da Federação Mineira de Vôlei conversou com o ex-nadador olímpico para levar ao fãs do vôlei mineiro um pouco de sua visão e pensamentos.

FMV: Quais lições e aprendizado foram possíveis observar como sede da Copa do Mundo FIFA 2014?
ROGÉRIO ROMERO: Como não fiquei pessoalmente ligado ao evento dentro do Governo, posso opinar apenas como cidadão. Parece ter ficado uma sensação de dever cumprido, além de uma grande mobilização em prol da festividade em si. O aprendizado com o planejamento realizado certamente será utilizado a favor dos Jogos Olímpicos. Pena que a festa fora dos campos não se repetiu até a grande final.

FMV: Quais os principais desafios por você identificados em sua trajetória na gestão pública no esporte?
RR: Os desafios foram os mais diversos, mas acredito que são semelhantes na administração privada, como lidar com prazos, orçamento e equipes exíguos e a alta rotatividade do funcionalismo. O princípio foi difícil, pois tudo era novo, com muita responsabilidade. Felizmente pude encontrar uma equipe compromissada que me auxiliou a entender o funcionamento da máquina pública, que é próprio.

FMV: Como Minas Gerais está se preparando para colher os frutos dos Jogos Olímpicos Rio 2016?
RR: Primeiro, é bom lembrar que Minas Gerais irá receber jogos de futebol das Olimpíadas no Mineirão. Segundo, o estado tem muitos equipamentos esportivos preparados para recepcionar equipes estrangeiras para seu treinamento final antes de entrarem na Vila Olímpica. Terceiro, a cultura esportiva está sendo disseminada através do Programa Minas Olímpica, lançado em 2005, com os Jogos Escolares e atividades no contra turno escolar no Geração Esporte, por exemplo. Então, acredito sim que estamos no caminho certo, mas ainda há espaço para aperfeiçoamento e outros avanços.

FMV: Como gestor público, o que você vislumbra para o cenário esportivo de Minas Gerais nos próximos anos, tendo como ápice de exposição os jogos de 2016?
RR: Sendo muito sucinto, gostaria de mais competições em todas as regiões. Claro que para isso, é necessário aproveitar as estruturas já existentes, ter técnicos motivados, eventos empolgantes e rápidos, caso contrário estaremos perdendo terreno para outras atividades concorrentes. Tendo uma rede de apoiadores, dá uma garantia mais forte da sustentabilidade.

FMV: Como atleta, você esteve em cinco Jogos Olímpicos. Com essa experiência, como você avalia a importância que os Jogos Rio 2016 terão em inspirar crianças e adolescentes a praticarem esporte?
RR: Certamente  o desfile de grandes atletas e toda a divulgação criam o ambiente propício para alavancar e inspirar nossa juventude. No entanto, é necessário estar preparado para aproveitar ao máximo esta grande oportunidade.

FMV: Suas Expectativas para os Jogos Olímpicos Rio 2016.
RR: Será uma enorme confraternização entre os povos, que serão recebidos com os braços abertos do tamanho do Cristo Redentor. Independente dos recordes e medalhas que virão, no fim das contas, o que importa é a satisfação do dever cumprido e curtir este momento único do esporte mineiro e brasileiro.

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Dinheiro para políticas públicas é gargalo no turismo

Publicado em 11/08/14, aqui

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Transformar as políticas públicas voltadas para o fomento do turismo em prioridade no Estado e assim garantir os recursos necessários para financiá-las. Essa foi a tônica das discussões no segundo painel da tarde do Debate Público Diretrizes para o Desenvolvimento do Turismo em Minas Gerais, realizado ao longo de toda esta segunda-feira (11/8/14) pela Comissão de Turismo, Indústria, Comércio e Cooperativismo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O evento teve a finalidade de debater as diretrizes e bases para a reformulação da Política Estadual de Turismo, bem como da legislação vigente, e foi realizado atendendo a requerimento dos deputados Rômulo Veneroso, que comandou os debates do segundo painel, e de Agostinho Patrus Filho, ambos do PV.

Em uma ponta, o presidente da Santa Catarina Turismo S.A. (Santur), Valdir Rubens Walendowsky, apresentou a iniciativa bem-sucedida daquele Estado, que criou um fundo para o setor, algo que Minas ainda não tem, como modelo a ser seguido por outros Estados brasileiros. Na outra ponta, o assessor da Subsecretaria do Tesouro Estadual, José Márcio Rocha de Oliveira, ressaltou a pouca mobilidade orçamentária do Estado, descartando a criação de um fundo como uma solução para todos os problemas do setor.

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No meio termo, o secretario-adjunto de Estado de Turismo e Esportes, Rogério Romero, relatou a experiência do programa Minas Olímpica – que incentiva o esporte com recursos da dívida de ICMS das empresas – como alternativa que pode ser replicada no fomento ao turismo mineiro.

Turismo representa 12% do PIB catarinense

A apresentação do presidente da Santur foi a que mais impressionou os participantes do debate público, que lotaram o Plenário da ALMG ao longo de toda a tarde. Ele traçou um raio x do potencial turístico catarinense, representado não apenas pelos seus 700 quilômetros de litoral, mas por novos polos pelo interior. Lá, o turismo representa 12% do PIB e gera 600 mil postos de trabalho, número relevante para uma população em torno de 6 milhões de habitantes.

“Diante desse cenário, cabe ao Estado a obrigação de manter o fluxo turístico elevado com investimentos, sempre dialogando com a iniciativa privada. E fizemos nossa lição de casa, inclusive com muitas leis aprovadas em nossa Assembleia Legislativa. Com os recursos do nosso fundo, a Santur é um dos braços operacionais das politicas publicas da nossa secretaria de Estado, que também tem fundos para a cultura e o esporte. Quem trabalha no meio público sabe que tirar recursos da área da Fazenda não é fácil, por isso a ideia de criar fundos específicos”, explicou.

O fundo catarinense foi criado em 2005 voltado para contribuintes de ICMS que podem aportar até 5% da sua contribuição mensal. São esperados R$ 150 milhões em recursos neste ano, montante que já beirou os R$ 200 milhões em anos anteriores. Com esses recursos, de acordo com Walendowsky, Santa Catarina desenvolve um modelo que engloba dez regiões turísticas e financia mais de 350 projetos anualmente. “Temos um plano de marketing estadual até 2020 e outros planos regionalizados. Essa é a nossa Bíblia, que fica sempre do lado para ditar nosso rumo em tudo o que vamos fazer”, apontou.

Minas Gerais tem receita comprometida

Mas para o assessor do Subsecretaria do Tesouro Estadual, José Oliveira, Minas vem sofrendo com os revezes da economia mundial, agravados sobretudo pelo fato de ser um Estado exportador de produtos primários. Esses revezes impactam diretamente, segundo ele, as receitas do ICMS, que representam aproximadamente 80% de tudo o que o Estado arrecada. Somado a isso, de acordo com ele, 85% das receitas já surgem com algum tipo de vinculação quanto à sua aplicação, além de Minas sofrer com a interferência prejudicial de medidas da União.

“No Brasil, como no mundo todo, há um clamor imenso contra a criação de novos tributos. A criação de fundos não resolve todos os problemas. É apenas uma ilusão se não tivermos a garantia da receita para eles. Um caso de sucesso, por exemplo, é o Fundo da Infância e da Juventude, que recebe recursos do Imposto de Renda. Temos que discutir esse assunto melhor para encontrar soluções”, ponderou.

Recursos do ICMS podem ser alternativa de financiamento

Uma dessas soluções pode vir do modelo do projeto Minas Olímpica, segundo o secretario-adjunto Rogério Romero. Criado há cerca de um ano e meio, após oito anos de negociações, ele recebe recursos do saldo devedor do ICMS das empresas. Após explicar em linhas gerais o funcionamento da iniciativa, ele ressaltou que é esperada a captação de R$ 13 milhões neste ano para 324 projetos já validados, sendo 124 deles de prefeituras que encontraram no modelo uma fonte de recursos para implementar projetos de estímulo à prática esportiva.

“Temos mais cerca de 100 projetos em análise. A orientação é desburocratizar ao máximo, mas não podemos abrir mão de algumas garantias mínimas de segurança. Entendo que o setor turístico merece a mesma atenção, por meio de uma lei de incentivo ou um fundo, e estou disposto a ajudar nessa luta”, destacou o secretário-adjunto.

Esperança – No fechamento do debate público, a subsecretária de Estado de Turismo, Silvana Melo do Nascimento, reforçou a importância econômica desse segmento. “Espero que descubramos novos caminhos para financiar o setor. Com o trabalho participativo dos cidadãos e dos empresários, poderemos criar ações mais perenes e definitivas. Afinal, o turismo é uma industria de desenvolvimento que pertence mais ao mercado do que a uma gestão”, avaliou.

Por fim, a presidente da Federação dos Circuitos Turísticos de Minas Gerais, Daly Coelho Batista, ressaltou que um novo esforço de mobilização para obter novas fontes de recursos vai ser iniciado pelo interior ainda este mês. “Os circuitos sempre venceram grandes desafios. Vamos encontrar uma solução para termos um fundo estadual do turismo, mas só vamos conseguir resultados com o empenho de todos. O segredo do sucesso é a mobilização”, disse.

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http://sportv.globo.com/platb/blogdocoach/2014/08/08/finalista-olimpico-campeao-e-recordista-continental-e-nacional-agora-cidadao-de-bh/

Publicado em 08/08/14, aqui

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Mais do que merecida a homenagem a Rogério Romero, Secretário Adjunto de Esporte e Turismo do Governo do Estado de Minas Gerais e agora vai ser Cidadão Honorário de Belo Horizonte. Cidade que Piu escolheu para chegar a seus melhores resultados na natação competitiva, cidade onde formou sua família e onde cria suas filhas. Cidade que lhe recebeu de braços abertos e agora lhe dá este reconhecimento.

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Recursos do ICMS são alternativa

Publicado em 15/08/14, aqui

 

A experiência mineira também esteve presente no debate “Diretrizes para o Desenvolvimento do Turismo em Minas Gerais”, realizado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no dia 11. O secretário adjunto de Turismo e Esportes de Minas Gerais, Rogério Romero, apresentou a Lei de Incentivo ao Esporte, o Minas Olímpica, que pode ser um modelo aplicado ao turismo. Criado há um ano e meio, depois de uma negociação que durou oito anos, o fundo recebe recursos do saldo devedor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) das empresas. Do que é captado por cada executor (proponente do projeto), 10% são retidos para a criação do fundo que se destina a apoiar projetos considerados importantes mas que não tiveram mérito para aprovação.

“O incentivo fiscal foi uma forma de abrir o diálogo com os empresários. A orientação é desburocratizar ao máximo, mas não podemos abrir mão de algumas garantias mínimas de segurança. Entendo que o setor turístico merece a mesma atenção, por meio de uma lei de incentivo ou um fundo, e estou disposto a ajudar nessa luta”, afirmou Romero.

A captação esperada para 2014 é de R$ 13 milhões, para 324 projetos já validados. 124 deles são de prefeituras que usam o Minas Olímpica como fonte de recursos para implementar projetos de estímulo à prática esportiva. Mais de 100 outros projetos estão em análise.

O executor é o responsável pelo planejamento e pela execução do projeto. O processo começa pelo cadastro eletrônico no endereço www.incentivo.esportes.mg.gov.br. As próximas etapas são as análises documental e técnica. Se aprovado o projeto recebe um certificado que dá direito à captação de recursos e obriga à posterior prestação de contas. O subsecretário ressaltou, entretanto, que 97% dos projetos indeferidos não conseguiram a aprovação por falhas na documentação.

O Estado é dividido em 46 regiões turísticas batizadas como circuitos turísticos. De acordo com a presidente da Federação dos Circuitos Turísticos de Minas Gerais (Fecitur), Daly Coelho Batista, a missão de organizar e profissionalizar o turismo, especialmente no interior, não é fácil. “Começamos agora uma nova rodada de visitas a todos os circuitos. A mobilização precisa ser permanente. Os circuitos sempre venceram grandes desafios. Vamos encontrar uma solução para termos um fundo estadual do turismo, mas só vamos conseguir resultados com o empenho de todos”, destacou Daly Batista.

Para subsecretária de Estado de Turismo, Silvana Melo do Nascimento, é necessário mais cooperação entre as iniciativas pública e privada. Para ela, é imprescindível discutir mais o papel de cada entidade, melhorar a regulamentação e dar mais atenção aos receptivos no interior.

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Belo Horizonte faz ajustes para entrar na rota olímpica

Publicado em 20/07/2014, aqui

Em 2016, o Brasil receberá a Olimpíada, que será disputada no Rio de Janeiro. Apesar de não ser a cidade-sede da competição, Belo Horizonte também está na reta final de preparação para participar do evento, mesmo que de forma secundária.

Escolhida para ser a base de treinamento das equipes da Grã-Bretanha, BH receberá aproximadamente 350 atletas olímpicos e 165 paralímpicos. A Associação Olímpica Britânica (BOA) usará as instalações do Centro Esportivo da UFMG e do Minas Tênis Clube (unidades 1, 2, Clube Náutico e Country Clube). O Sesc Venda Nova também estará à disposição.

“Ter a equipe britânica em Minas é uma grande chancela. Eles ainda não definiram o local de hospedagem, estão vindo frequentemente avaliar o andamento das obras do Centro de Treinamento da UFMG e outros detalhes da futura aclimatação”, afirma o secretário-adjunto de Estado de Turismo e Esportes, Rogério Romero.

A cidade também está se preparando para receber outras delegações. “Tive ciência da Austrália, Itália, Portugal, China, Canadá, Bélgica, Japão e Estados Unidos, enfim, grandes potências esportivas com interesse em virem para cá”, diz o secretário.

Ex-nadador com cinco Olimpíadas no currículo, Rogério sabe que não vão faltar oportunidades para disputas na capital mineira. “Estamos falando de muitas modalidades olímpicas e paralímpicas, e de quase 200 países envolvidos”.

Esportes Aquáticos

Apesar de estarem confirmadas para o Rio de Janeiro, as provas de vela e remo da Olimpíada de 2016 ainda podem ser transferidas para longe da cidade-sede. O motivo é a poluição da Lagoa Rodrigo de Freitas e da Baía de Guanabara, que preocupa tanto o Comitê Olímpico Internacional (COI) quanto os atletas.

Para que as competições não sejam prejudicadas, será preciso criar um plano emergencial. Palco de diversas disputas em campeonatos mundiais de esportes aquáticos, a Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, pode ser uma alternativa.

Rogério Romero afirma não ter conhecimento de que a Lagoa dos Ingleses seja o plano B para as provas. “Esta possibilidade não foi aventada, até onde sei, pelo Comitê Organizador Rio 2016”, garante o secretário.

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Gigante da Pampulha volta a entrar em cena

Além de oferecer centros de treinamentos, Belo Horizonte terá um dos palcos para partidas de futebol na Olimpíada de 2016. O Mineirão receberá disputas femininas e masculinas.

Também foram confirmadas pela Comissão de Coordenação do Comitê Olímpico Internacional jogos de futebol no Rio de Janeiro, Salvador, Brasília e São Paulo.

Os duelos no Rio serão no Maracanã, a Fonte Nova recebe as partidas na capital baiana e o Mané Garrincha no Distrito Federal. Apenas São Paulo ainda não decidiu em qual estádio haverá duelos.

Caso se repitam as fórmulas de disputas da Olimpíada de 2012, em Londres, serão 58 jogos nas duas modalidades de futebol, o que dá uma média de 11 partidas por estádio. Na capital inglesa, o torneio masculino contou com 16 equipes, enquanto o feminino teve 12.

Com isso, aumenta a possibilidade de mais equipes virem treinar em Belo Horizonte e região, usando as estruturas de Cruzeiro, Atlético e América. Foi o que ocorreu na Copa do Mundo, quando o Chile ficou na Toca da Raposa II e a Argentina na Cidade do Galo, em Vespasiano.

“Há a possibilidade de os clubes mineiros de futebol receberem delegações estrangeiras. Alguns países inclusive já fizeram contatos diretamente com eles”, garante Rogério Romero, secretário- adjunto de Estado de Turismo e Esportes.

Uberlândia garante participação

Outra cidade mineira que já garantiu participação na Olimpíada de 2016 é Uberlândia. O município do Triângulo receberá a delegação irlandesa, com atletas de nove modalidades: atletismo, badminton, ciclismo, pentatlo moderno, remo, natação, triatlo e canoagem. Três visitas técnicas já foram feitas na cidade, com o objetivo de conhecer as estruturas esportivas, hospitalares e hoteleiras. A quarta visita deve acontecer no mês que vem.

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BH receberá o Rally dos Sertões 2014

Publicado em 21/07/2014, aqui

Pela primeira vez na história de 22 anos do principal rali do país, Belo Horizonte receberá uma chegada do Rally dos Sertões no dia 30 de agosto. O anúncio foi feito na semana passada pela Dunas Race, organizadora do evento. A chegada na capital mineira acontecerá na Praça Geralda Damata Pimentel, em frente à Lagoa da Pampulha e próxima a um dos principais cartões postais da cidade, a Igreja de São Francisco de Assis.

Depois de sete dias de disputas, partindo do Goiânia (GO) e passando por belas regiões do país, o encerramento em Belo Horizonte também terá ações especiais. A organização vai preparar uma arena para o público acompanhar a chegada dos competidores, além de contar com um agradável ambiente com música e espaço gastronômico, coordenado pelo renomado chef Eduardo Maya, com as delícias da culinária mineira. Também será montado um camarote para 300 convidados.
“É com enorme satisfação que receberemos em Minas Gerais, em Belo Horizonte, o encerramento da 22ª edição do Rally dos Sertões. Ter um evento deste porte em nossa cidade, além de atrair desportistas e visitantes, é uma oportunidade de disseminação e incentivo à prática do esporte a motor. É uma chance também de impulsionar o turismo de aventura, uma vez que o percurso contempla importantes cidades mineiras, como Paracatu, São Francisco e Diamantina”, comenta o secretário de Estado Adjunto de Turismo e Esportes, Rogério Romero.

“Belo Horizonte já recebeu o Sertões em duas oportunidades, mas já faz muitos anos e nunca foi o palco da chegada do rali. Por isso, estamos muito felizes em anunciar que teremos um grande evento de encerramento, para que todos possam se divertir e comemorar com todos os competidores e os grandes campeões de 2014”, destaca Roque Mendes, Diretor Comercial da Dunas Race.

Além de Goiânia e Belo Horizonte, mais cinco cidades irão receber a caravana do Sertões. Dessas cinco, três serão sede do rali pela primeira vez. A goiana Catalão e as mineiras Paracatu e São Francisco. Completam o percurso, Caldas Novas (GO) e Diamantina (MG), que já receberam o Sertões em outras edições.

Antes de partir para as especiais, os competidores ainda disputarão o prólogo em Goiânia no dia 23 de agosto, com a largada promocional neste mesmo dia à noite, no reformado autódromo internacional de Goiânia. Cinco categorias disputam o Sertões: carros, motos, quadriciclos, UTVs e caminhões.

Confira a programação do Rally dos Sertões 2014:

23/08 – Prólogo – Goiânia (GO)
24/08 – 1ª etapa – Goiânia (GO)/Caldas Novas (GO)
Deslocamento inicial: 40 km
Trecho especial: 155 km
Deslocamento final: 21 km
Total do dia: 216 km

25/08 – 2ª etapa – Caldas Novas (GO)/Catalão (GO)
Deslocamento inicial: 39 km
Trecho especial: 201 km
Deslocamento final: 20 km
Total do dia: 260 km

26/08 – 3ª etapa – Catalão (GO)/Paracatu (MG)
Deslocamento inicial: 22 km
Trecho especial: 206 km
Deslocamento final: 132 km
Total do dia: 356 km

27/08 – 4ª etapa – Paracatu (MG)/São Francisco (MG)
Deslocamento inicial: 135 km
Trecho especial: 364 km
Deslocamento final: 86 km
Total do dia: 585 km

28/08 – 5ª etapa – São Francisco (MG)/Diamantina (MG) – MARATONA
Deslocamento inicial: 223 km
Trecho especial: 335 km
Deslocamento final: 81 km
Total do dia: 718 km

29/08 – 6ª etapa – Diamantina (MG)/Diamantina (MG)
Deslocamento inicial: 23 km
Trecho especial: 159 km
Deslocamento final: 30 km
Total do dia: 213 km

30/08 – 7ª etapa – Diamantina (MG)/Belo Horizonte (MG)
Deslocamento inicial: 59 km
Trecho especial: 125 km
Deslocamento final: 146 km
Total do dia: 331 km

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Hora de atrair mais delegações

Publicado em 21/07/2014, aqui

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A Copa do Mundo acabou, mas as Olimpíadas são logo ali, em 2016. Embora a competição seja realizada no Rio de Janeiro, Minas Gerais também participará do evento recepcionando delegações para treinamentos pré-jogos. Por todo o país, os próximos meses serão marcados pela intensificação do trabalho de captação de comitês nacionais e modalidades esportivas pelos Estados.

 

Depois do anúncio das parcerias com as associações olímpica e paralímpica britânicas (que utilizarão as instalações do Minas Tênis Clube e da Universidade Federal de Minas Gerais) e com o Comitê Olímpico Irlandês (que ficará em Uberlândia), a Secretaria de Estado de Turismo e Esportes (Setes) tem conversas avançadas com o Comitê Olímpico Belga. As modalidades e o local ainda não podem ser divulgados. Há tratativas para que Minas seja a base de treinos de uma equipe brasileira, cujo esporte também não pode ser revelado, pois ainda encontra-se em negociação.

Ainda em 2012, o Comitê Olímpico Internacional (COI) listou 172 instalações esportivas no Brasil aptas a receber delegações. Em Minas são 15 em nove cidades (veja abaixo). “Temos uma série de ações para captar o máximo possível de delegações. Mas não há uma obrigatoriedade de seguir esses centros credenciados”, explicou o secretário adjunto de Turismo e Esporte, Rogério Romero.

O trabalho do governo é fazer a ponte entre as associações e as entidades proprietárias dos equipamentos esportivos. Pode acontecer de um local agradar determinado país, mas o espaço precise de uma reforma. Nesse momento, é avaliado o custo-benefício. Chegou-se a ser estudada a construção de um centro para a prática de hóquei sobre grama no Estado – algo raro no país –, o que foi descarado justamente por causa da sua pouca utilidade após a competição.

Diferentemente do que aconteceu com as seleções pouco antes da Copa do Mundo, não há datas estabelecidas pelo COI para a chegada das delegações ao país, em 2016. Uma associação talvez queira passar por um período de ambientação ou chegar apenas na véspera dos torneios. “Os pedidos vêm de todas as formas. Mas nós temos que ser pró-ativos. Participamos de dois encontros no Rio neste ano. Só havia nós de outros Estados por lá”, destacou Romero.

Procura. No ano passado, a delegação de atletismo da China visitou as instalações da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Em abril desta ano, foi a vez das associações olímpica e paralímpica do Canadá. Utilizados na Copa, os centros de treinamento de Atlético e Cruzeiro, o Sesc Venda Nova, o Independência e a Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, são espaços de excelência no Estado que também podem se aproveitados.

Se na Copa o Mineirão recebeu seis jogos, na Olimpíada de 2016 a quantidade será bem maior. O estádio irá receber 16 partidas de futebol masculino e feminino em um período de duas semanas. Belo Horizonte será uma das subsedes, ao lado de São Paulo, Brasília e Salvador.

A tabela ainda não foi divulgada pelo Comitê Olímpico Internacional mas, se forem mantidos os critérios da edição passada, serão um total de 58 partidas (32 masculinas e 26 femininas). Em 2012, as disputas do bronze foram realizadas em subsedes e não em Londres, que recebeu apenas as brigas pelo ouro. Assim como aconteceu na Copa, as subsedes devem pleitear entre si as melhores partidas.

Mundial. Outra disputa política entre unidades da Federação também deve ocorrer nos próximos meses. Em dezembro, a Fifa decidirá que país receberá as edições de 2017 e 2018 do Mundial de Clubes. O Brasil, elogiado pela organização da Copa, concorre com Índia e Emirados Árabes.

A competição, normalmente, é realizada em duas cidades. Templo do futebol, o Maracanã possivelmente será um dos estádios. Em São Paulo, a vice-prefeita, Nádia Campeão, já disse que quer a competição, mas o Mineirão também vai brigar. “Tecnicamente, somos capazes de receber. Politicamente, vamos trabalhar também”, avisou o secretário ajunto de Turismo e Esportes, Rogério Romero.

 

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De olho em 2016

Publicado em 12/07/2014, aqui

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PUBLICADO EM 11/07/14 – 10h32
O desfecho melancólico da seleção canarinho na Copa do Mundo e o sentimento de terra devastada que tomou conta dos milhares de torcedores brasileiros que viram uma derrota acachapante diante da seleção alemã, em pleno Mineirão, por 7 a 1, ficou apenas dentro campo.
O sucesso do Mundial em Belo Horizonte foi notório e já deixa saudades. Mas não por muito tempo. Terminada a Copa, os olhares se voltam para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, que contará com BH como uma das subsedes do torneio de futebol olímpico (masculino e feminino), ao lado de São Paulo, Salvador e Brasília.
Os Jogos Olímpicos de 2016 receberão cerca de 200 delegações internacionais de atletas, 11 mil atletas olímpicos, 4,5 mil paralímpicos, 40 mil jornalistas e 70 mil voluntários e, parte dessa fatia, pode ser destinada a Belo Horizonte e outras oito cidades do interior mineiro que foram habilitadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) a receber as comitivas esportivas. Será mais uma grande possibilidade de intercâmbio cultural, fomento da economia e turismo local e, principalmente, a troca de experiências entre atletas locais e internacionais e entre equipes multidisciplinares.
Por oferecer excelentes opções de locais de treinamentos para atletas de alto rendimento, Belo Horizonte foi a primeira cidade do Brasil a assinar um memorando de entendimento com um comitê olímpico estrangeiro para ser local de preparação e aclimatização de atletas para a disputa dos Jogos. Além disso, há possibilidades de o Mineirão ser palco de partidas de futebol masculino e feminino durante a Rio 2016. “Termos Belo Horizonte como uma das cidades que receberão jogos de futebol para as Olimpíadas contribui para movimentar a economia local e incentiva o turismo, assim como vimos na Copa”, afirma Rodrigo Zuquim Macedo, superintendente de Esporte e Lazer do Sesc Venda Nova, cujo Campo Oficial de Treinamento (COT) já recebeu as seleções do Brasil, Chile e Bélgica e vive a expectativa de receber novas delegações daqui a dois anos.  “Agora, a expectativa é continuar trabalhando para que esse nível de visibilidade positiva que adquirimos na Copa continue elevado e produza resultados em termos de atração de turistas e novos negócios para estimular ainda mais o desenvolvimento da cidade e do Estado”, destacou Camillo Fraga, secretário municipal extraordinário da Copa do Mundo.
Intercâmbios e legados
Ainda durante a Copa, antes de assistir ao jogo Inglaterra x Costa Rica, no Mineirão, o príncipe Harry, quarto na linha de sucessão ao trono britânico, junto aos representantes da Associação Olímpica Britânica (British Olympic Association) e da Associação Paralímpica Britânica (British Paralympic Association), esteve no Minas Tênis Clube e no Centro de Treinamento Esportivo da UFMG para ratificar o acordo de cooperação.
A parceria com as delegações britânicas olímpicas e paralímpicas abre precedentes para possíveis legados sociais, econômicos e educacionais. O acordo inclui o compromisso de criar programas de intercâmbio e de compartilhar expertise e conhecimento nas áreas de ciências do esporte e medicina, educação e treinamento, marketing, mídia e áreas comerciais para o benefício mútuo e desenvolvimento do esporte olímpico brasileiro e britânico. “Criamos uma relação de confiança com o comitê britânico e o fato de serem a terceira maior potência olímpica nos aproximou muito dessas pessoas para trocarmos experiência e nos espelharmos nos resultados alcançados por eles. O grande legado é a troca de experiência, o intercâmbio de atletas e o aprendizado”, afirma o presidente do Minas Tênis Clube, Luiz Gustavo Lage.
De acordo com ele, o clube – que conta com oito modalidades com profissionais de alto rendimento esportivo, 1.200 jovens na base e tem tradição na formação de atletas – já possui instalações físicas e aparelhagem que atenderão os mais de 80 atletas olímpicos britânicos e paralímpicos. “Alguma coisa eles irão trazer e, caso haja necessidade de melhoramentos, eles seriam feitos pelos britânicos e ficariam para o nosso clube. Porém, o mais importante é o impulso que isso nos traz no sentido do trabalho sistêmico e integrado também com outras esferas para o esporte crescer”, conta.
Inspiração para a garotada
O prata da casa Otávio, central da equipe de vôlei do Minas, que já disputou jogos pela seleção brasileira, destaca a vinda dos britânicos. “Esse intercâmbio será importante para todos dentro do clube. Principalmente para a garotada da base, que terá oportunidade de ver de perto atletas olímpicos e com uma experiência internacional, motivando cada vez mais esses novos talentos a acreditar nos sonhos e treinar mais para alcançá-los”.
Assim como o jovem atleta, o secretário adjunto de Esporte de Minas Gerais, Rogério Romero, único nadador brasileiro a disputar cinco Olimpíadas (de 1988 a 2004), vê com bons olhos a vinda de comitivas do esporte para cá. “Para os atletas mirins que estão começando, é uma oportunidade única presenciar uma Olimpíada no país e ver grandes atletas treinando no Estado. Eles perceberão que a distância não é tão grande assim com os atletas de alto rendimento e poderão ver de perto esses profissionais. Outro ponto chave será o intercâmbio de atletas e das equipes especializadas e multidisciplinares”.
Além do Minas, o Centro de Treinamento Esportivo (CTE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) receberá parte dos atletas olímpicos e paralímpicos britânicos. O local tem uma pista de atletismo com certificação internacional e possui aparato para receber atletas de alto rendimento. O seu parque aquático deve estar pronto no fim de 2014 e terá uma piscina de 50m, além de um projeto de criação de um pavilhão esportivo.  “Com o restante das obras concluídas, teremos um dos melhores e mais bem equipados CTs do país. Por isso, a perspectiva é que fechemos pelo menos com mais uma delegação tanto olímpica quanto paralímpica. Isso será fundamental para que nossos atletas cresçam nesse intercâmbio com os profissionais do esporte de outros países”, declara o diretor do CTE da UFMG, Bruno Pena Couto. Outro espaço que também será utilizado por atletas britânicos de tiro esportivo no período preparatório dos jogos olímpicos será o Clube Mineiro de Caçadores (CMC) de Santa Luzia, Região Metropolitana de BH.
INTERIOR TAMBÉM ATRAI COMITÊS
Com centros de excelência no esporte de alto rendimento, não é só a capital mineira que se destaca para receber comitivas de atletas estrangeiros. Minas Gerais aparece entre os cinco Estados mais bem preparados para serem anfitriões de delegações olímpicas de outros países. E comitês e associações olímpicas de outros países, como França, Japão, Austrália, Canadá, Itália e até a China, teriam sinalizado interesse em ficar em cidades do Estado, segundo o secretário adjunto de Esporte de Minas Gerias, Rogério Romero.
Das 73 cidades brasileiras selecionadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) no processo para cadastramento e seleção de locais de treinamento pré-jogos nas Olimpíadas, as cidades mineiras de Uberlândia, Juiz de Fora, São Sebastião do Paraíso, Varginha, Barbacena, Governador Valadares, Poços de Caldas e Viçosa, além da capital BH, foram credenciadas para receber delegações estrangeiras.
De olho nessa possibilidade, Juiz de Fora e Uberlândia pularam na frente, visando o intercâmbio cultural de seus atletas com profissionais do esporte de outros países e, ainda, o impulso econômico e a expansão do comércio, hotéis, bares e restaurantes locais.
E a localização de Juiz de Fora pode ser um diferencial para a escolha da cidade por uma delegação estrangeira. “Geograficamente, estamos muito próximos do Rio e isso facilita a vinda de atletas estrangeiros para cá no período pré-olimpíada. Outro fator que pode nos ajudar são as obras da BR–040, que têm previsão de estarem prontas antes de 2016. Com a nova pavimentação, estaremos a 1 hora e 40 minutos de carro dos locais onde haverá as competições”, afirma o secretário de Esporte e Lazer de Juiz de Fora, Francisco Canalli.
Ainda segundo Canalli, a cidade está se preparando para 2016 e tem ótimas expectativas. “Acredito que teremos um aquecimento das conversas com alguns comitês esportivos após o término da Copa. Temos ótimos espaços, como as instalações esportivas do Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, o Ginásio do Colégio Metodista, o Poliesportivo Antônio Marcos Nazaré Campos, que está em construção, e o Complexo Esportivo da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Outro parceiro é o clube Tupinambás, que tem quadras de vôlei, basquete e handebol. Nosso objetivo também é fomentar intercâmbios da Associação Desportiva de Juiz de Fora, para levarmos nossos atletas para fora para aprenderem e melhorarem os seus desempenhos”, ressalta.
China e Canadá
De acordo com o diretor da Faculdade de Educação Física (Faefid) da UFJF, Maurício Bara, a universidade acredita que pelo menos uma delegação seja direcionada para a instituição, já que foi procurada pela delegação de atletismo da China e associações olímpicas e paralímpicas do Canadá.  “Estamos muito empenhados para trazer delegações estrangeiras para a Rio 2016. Em 2010, foi feita uma reforma completa de nossa pista de atletismo, colocamos um piso sintético e foram construídas outras quadras. Há também projetos em andamento de construção de andares específicos para lutas e ginástica. O nosso foco é o atletismo e temos conversas adiantadas com a delegação olímpica chinesa de atletismo. Outra delegação que nos procurou foi a canadense, tanto a olímpica como a paralímpica, que nos informou que as comitivas teriam no total mais de 120 atletas de alto nível”, diz.
Irlandeses fecham com Uberlândia
A cidade de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, já firmou um memorando de entendimento com as delegações olímpicas e paralímpicas da Irlanda e se prepara para receber cem atletas olímpicos e 80 paralímpicos, além das comissões técnicas e equipes multidisciplinares. A cidade conta com estruturas esportivas de excelência, com destaques para a estrutura da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e para o complexo do Parque do Sabiá e Arena Tancredo Neves. Além disso, há um parque aquático previsto para ser entregue no fim de 2014, e a cidade tem ainda como referências locais como o Sesi Gravatás e o Praia Clube, um dos maiores clubes desportivos da América Latina. “Poderemos oferecer estrutura adequada para a comitiva irlandesa no atletismo, na canoagem, no ciclismo, na natação, no pentatlo moderno, no remo, no rugby e no triatlo para os esportes olimpicos. Para os paralímpicos, há estrutura adequada para o atletismo, a canoagem, o ciclismo, o futebol, a natação, o remo, o tênis de mesa, o tiro esportivo e o triatlo”, esclarece Pedro Castro Mendes, diretor de turismo de Uberlândia.
Outro aspecto dos preparativos para receber as delegações olímpicas e paralímpicas da Irlanda são os possíveis investimentos em aparelhagem esportiva por parte dos irlandeses e, ainda, a troca de experiências entre atletas locais. “De acordo com o que foi firmado, haverá um aporte financeiro para melhoramentos e investimentos em nossas aparelhagens que ficarão como legado para a cidade. Estamos preconizando a permuta de serviços também, ou seja, intercâmbio de nossos atletas – receberemos e enviaremos atletas mirins. Temos previsão para cursos e um legado cultural. Há, inclusive, negociações sobre treinamentos compartilhados com outras delegações e isso pode atrair mais países que podem fazer aqui amistosos preparatórios para os Jogos Olímpicos”, diz Mendes.
Segundo Rogério Romero, a captação de delegações estrangeiras para treinarem nos centros esportivos da capital e outras cidades do Estado pode alavancar investimentos em aparelhagem desportiva. “Tudo vai depender das demandas e o Estado poderá ter projetos de investimentos. Mas acredito que os equipamentos e aparelhagens para os atletas de altíssimo nível precisariam de poucas mudanças, salvo em algumas modalidades, com por exemplo, a de saltos ornamentais, que necessita de um grande tanque e que poderia ser realizado na Academia de Polícia do Estado”, conta

Outras cidades candidatas a receber delegações

Barbacena O Centro de Treinamento da Escola Preparatória de Cadetes (Epcar) poderá receber delegações estrangeiras nas modalidades de esgrima e judô.

Santa Luzia Clube Mineiro dos Caçadores – atletas da delegação britânica do tiro esportivo usarão as dependências do clube para treinamento.
Poços de Caldas A Sociedade Hípica Chácara Flora poderá receber atletas internacionais do hipismo. Já o Clube de Remo de Poços de Caldas tem prevista a construção de uma raia olímpica de 2000 m até o fim de 2015 e já tiveram sondagens de atletas estrangeiros do remo.
São Sebastião do Paraíso A Arena Olímpica João Mambrini, que já sediou a Copa América de Basquete sub-18 masculino, possui estrutura completa para receber mais de cem atletas. Possui quadras para esportes coletivos e academias estruturadas. Algumas delegações estrangeiras já procuraram o executivo municipal para visitação da Arena.
Varginha O Clube Campestre de Varginha poderá receber atletas estrangeiros do tênis. O clube conta com 11 quadras de tênis sendo cinco cobertas.
Governador Valadares A Estação Conhecimento Governador Valadares é composta por piscinas, quadras, campos de futebol, pista de atletismo com seis raias, academias e vestiários completos. O centro de treinamento poderá receber uma delegação estrangeira inteira.
Viçosa O Centro de Treinamento Esportivo da Universidade Federal de Viçosa possui alojamentos adequados, academias e ampla área para exercícios ao ar livre. Além disso, o CTE de Viçosa conta com a melhor e mais completa estrutura para a modalidade de levantamento de peso no país. Toda a aparelhagem foi importada recentemente da Suécia e, agora, dirigentes do CTE esperam fechar com atletas estrangeiros do levantamento de peso.

 

 

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Delegação francesa faz visita ao CTE na tarde desta terça-feira

Publicado em 27/05/2014, aqui

O Centro de Treinamento Esportivo da UFMG recebeu, na tarde desta terça-feira, dia 27 de maio, a visita de representantes do Institut National du Sport de lExpertise et de la Performance (INSEP), principal centro de treinamento da França. O motivo principal da visita foi possibilitar a troca de conhecimentos entre os dois centros, principalmente na área técnica e científica.

A delegação francesa percorreu a obra guiada pelo mestre de obras e pelos professores da EEFFTO, e também esteve presente o Secretário de Estado Adjunto de Esportes e da Juventude de Minas Gerais, Rogério Romero.

Em agosto de 2013 os representantes do INSEP já haviam visitado as obras do CTE, e, o centro que já foi procurado por outras associações olímpicas internacionais interessadas em utilizar o espaço, agradou também os franceses. “Tivemos a ideia de se ter um convênio quando viemos aqui no ano passado. Queremos uma relação de longo prazo, não apenas durante os jogos olímpicos.”, afirma Morgan Jacquemin, diretor adjunto da Unidade de Relações Internacionais do INSEP.

Nesta quarta-feira, dia 28, a delegação permanecerá aqui e visitará outros locais, como o Pampulha Iate Clube e o Centro Esportivo da PUC Minas.

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