Categoria Natação

Mais um recorde para Missy

Finalmente a natação foi condecorada com o prêmio máximo do Oscar do Esporte, o Laureus. Missy Franklin foi a mais jovem a receber a homenagem, pelo seu feito inédito de 6 ouros no último Mundial em Barcelona. E ela esteve presente em Kuala Lumpur logo após sua ótima estreia no NCAA (competição universitária americana), onde estabeleceu uma nova marca americana nas 200 jardas livre. Ela recebeu o troféu de outro mito da natação, Mark Spitz.

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Missy: mais recorde, mais prêmio, mais sorriso.

O evento acabou sendo na Malásia, embora o Rio de Janeiro tivesse a previsão de sediar por 3 anos, finalizando no ano olímpico. Infelizmente, pelas dívidas da primeira edição na cidade olímpica. Realmente uma pena.

Sejamos justos, Phelps recebeu ano passado, mas foi mais pelo conjunto da obra, e não como atleta do ano. Também para atletas da natação (o brasileiro Daniel Dias duas vezes) também foram condecorados.

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Quem quer ver o melhor do mundo? De graça?

Quem quiser ver Cristiano Ronaldo ou Messi, mesmo num campeonato nacional polarizado entre as duas equipes que representam, vai ter que pagar no mínimo 224 reais até mais de 5 mil! Alguém pode justificar que um jogo entre os melhores do mundo vale a pena e pelo jeito apenas 200 sócios não pensam assim e preferem colocar seus ingressos à venda (fora os cambistas, claro).

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Camp Nou: onde está a vaga ?

As Olimpíadas de Londres tiveram uma procura de 1,8 milhão para a final dos 100m rasos (leia-se: Usain Bolt). Estádios lotam para ver os astros das ligas americanas. F1 (Nascar, Stock Car e outras corridas) e UFC também tem o seu glamour, atraindo uma legião de fãs fiéis.

Diria que a natação está em um estágio intermediário dentro do interesse do brasileiro comum, muito por conta dos resultados nas últimas olimpíadas, quando saímos com medalhas. Thiago Pereira e Cesar Cielo são conhecidos e reconhecidos, mas a seleção não depende apenas dos resultados deles. Temos atletas treinando nos Estados Unidos sim, como sempre, e fazendo sucesso lá, mas nadadores espalhados por clubes (poucos) em alguns estados auxiliam no disseminação do interesse.

Washington Metropolitan Swimming & Diving Championships

Será este o futuro de competições com a presença de Cielo?

E assim chegamos ao melhor tempo do mundo nos 50m livre feito no Campeonato Metropolitano, no Minas Tênis Clube, entrada gratuita. Quem diria? Não posso acreditar nem que o próprio Cielo imaginava algo assim logo nos seus primeiros dias em Belo Horizonte. Talvez uma boa esperança após o bom resultado nos 100m livre no dia anterior, mas brindar o público que compareceu ao Parque Aquático com 21.74 foi demais. Ninguém poderia prever um início mais promissor.

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Cielo: público ainda não condizente com seus resultados.

A FAM, para ficar apenas na Federação, tem condições de capitalizar um pouco também neste momento único da entidade. Quem sabe até conseguir alguns patrocinadores para alavancar a modalidade no estado? Afinal, apesar do resultados de nível internacional, a competição não oferecia nem medalhas para os melhores colocados…

Veja aqui o melhor tempo do mundo.

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A vida continua fora das piscinas

Nem sempre é fácil a transição de atleta para outra profissão. Alguns sofrem com a falta de uma rotina, outros acabam ficando sedentários e nem de perto tem o corpo sarado e bronzeado, mas arrisco dizer que a maioria vai bem, obrigado.

Ontem (ou, mais precisamente, hoje) fui ao show de Eric Martin aqui em BH. Gosto de música, mas não sei se faria o esforço se ele não estivesse com a banda de apoio de músicos mineiros, entre os quais o meu grande amigo Teófilo Laborne, olímpico e campeão mundial, travestido de baterista.

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Teófilo: parecendo triste em ter alcançado seu sonho de infância. (FB)

Teófilo, ex-recordista e campeão mundial do revezamento 4x100m livre em piscina curta, dentre outros tantos títulos, hoje coordena a natação do Minas Tênis Clube. Antes disso, tivemos a oportunidade de trabalhar juntos na Subsecretaria de Esportes. Posso afirmar que ele estava realizado profissionalmente ontem. Como é peculiar de atletas do porte dele, o resultado não veio à toa. Dedicação, estudo e muito treinamento na música, além da fundamental paixão e vocação, foram fundamentais para ele chegar a esta posição.

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Gustavo e Renato: amigos e negócios.

Na mesma semana, Gustavo Borges, já super bem sucedido na sua carreira esportiva,entrou no Conselho Executivo do IHRSA, reconhecimento pelo seu trabalho feito na área de qualidade de vida em suas academias e metodologia. Gustavo, aliás, é um grande entusiasta dos diferenciais profiossionais de ex-nadadores, cercando-se deles em seus negócios, a começar pelo olímpico Renato Ramalho, seu sócio desde o início nas Academias GB.

Por último, cito Alexandre Massura Neto, outro olímpico e campeão mundial. Já trabalhou no Minas Tênis Clube, no Governo de Minas e agora está na FIFA! Sim, apesar de todas as críticas, emprego desejadíssimo por muitos profissionais da área.

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Massura: volta em BH agora apenas para eventos oficiais da FIFA. (crédito: Wellington Pedro)

Vou parar por estes três/quatro exemplos de vida bem sucedida fora das piscinas, algumas vezes relacionada à natação, como técnicos ou professores de educação física, mas muitas vezes não. Tenho amigos/conhecidos dentistas, médicos, engenheiros, diretor financeiro, trabalhando em multinacional, empreendedores, consultores, e até na política (este ano, posso fazer 10 anos de Governo).

Por fim, um videozinho do show:

 

 

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Thiago Pereira político

Não, ele (ainda) não vai se lançar a cargo eletivo, embora talvez sua mãe já pense nesta possibilidade. Mas o medalhista olímpico Thiago Pereira continua surpreendendo. Após a medalha de prata nos 400 medley em Londres, o atleta já compõe duas importantes instâncias políticas do esporte. Primeiro fez parte da comissão da FINA (vice-presidente), e agora da recém criada Comissão de atletas do COB. E para aqueles que pensavam ser uma maneira de controlar suas críticas, ledo engano.

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Thiago: conciliando treinos e competições com declarações fortes. (crédito: Satiro Sodré/SSPress)

Em dois comentários nestes últimos dias, por ocasião dos Jogos Sul-americanos, Thiago foi nas feridas ao criticar a ausência da televisão do país olímpico durante o campeonato e ainda mostrou-se preocupado com o esporte brasileiro na ressaca olímpica.

Na primeira cutucada, defendeu mais visibilidade aos atletas (e consequentemente de seus patrocinadores), afinal fica difícil de torcer sem conhecer a modalidade esportiva e quem está competindo.

Neste ponto é importante ressaltar que a imprensa verde amarela avançou, mas ainda enfrenta o grande problema do monopólio, onde um VT de um jogo regional tem mais espaço que as demais modalidades.

A outra dedada é sobre o futuro pós-2016. Não é surpresa para ninguém que sim, os investimentos vão cair – só não sabemos quanto. Mas o que todos anseiam é que parte do legado seja sustentável. Fica difícil de fechar algumas equações.

Como manter os diversos centros esportivos que foram (serão) inaugurados sem o financiamento público? Será que a cultura esportiva vai pegar? Teremos mais gente praticando esporte, seja lá em qual nível? Nossos treinadores, árbitros, dirigentes, pesquisadores, jornalistas e arquitetos (sempre esquecidos nesta conta) vão estar com experiência suficiente? Ou vamos ter que aguardar a próxima olimpíada em solo brasileiro?

Vai Thiago!

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Cielo no Minas

Quem me segue sabe que tento elaborar um pouco mais no título e nas fotos, mas esta notícia tinha que ser como seu protagonista: rápida!

Sim, após especulações, o Minas Tênis Clube tem um campeão olímpico e recordista mundial. Segundo as informações preliminares, o contrato é de 3 anos, coincidindo com o ano olímpico. Nada mais oportuno para ambos os lados.

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O atleta estava sem um clube brasileiro para chamar de seu desde a saída do Flamengo. Demorou, alguns chegaram a comentar. Certo é que ele vai encontrar além de uma boa estrutura, um técnico que já fez campeões e recordistas mundiais. A troca dos Scott – Goodrich por Volkers – foi decisiva para a escolha.

Do lado do clube mineiro, ótima oportunidade para reforçar sua equipe, marcar importantes pontos em revezamentos, mas também para ativar ainda mais seus patrocinadores.

Sou (muito) suspeito, mas acredito nesta parceria e espero que os maiores frutos venham exatamente daqui a 3 anos.

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As inevitáveis mudanças: três campeões mundiais de casa nova?

Neste semana, li que mais um do time de vôlei do Rio acabou abandonando o barco. Nada mais natural, afinal os altos salários estavam condicionados ao sucesso da OGX. O que chamou atenção foi o time que Rodrigão escolheu para ir, o Barij Essence Kashan, no Irã. Curioso, fiz uma rápida pesquisa e descobri que a seleção masculina daquele país está em 12o. no ranking da FIVB. Nada mal, mas será que, mesmo assim, foi o melhor movimento para nosso jogador de vôlei?

Dito isso, sei que a mudança é inevitável. Quanto mais profissional o esporte, mais frequente esta movimentação. Natação não é diferente. Eu mesmo tive 5 clubes na minha carreira, sendo 3 deles ficando ao menos 5 anos. E todo início de ano atletas procuram melhores estruturas para seu treinamento – ou apenas mais dinheiro, e é aqui que mora minha crítica.

A primeira mudança, e mais significativa, foi o retorno de Poliana Okimoto para o Unisanta. Após um ano de muito sucesso no Minas, ele decidiu concentrar aonde vem alcançando seus melhores resultados: maratonas aquáticas. Apesar de ter estabelecido novo recorde brasileiro também nas piscinas em 2013, ela e seu técnico/marido preferem ficar oficialmente mais próximos do mar e também sem o compromisso das competições oficiais como o Maria Lenk.

Já Felipe França, campeão mundial dos 50m peito, mudou de clube, mas não de cidade. Sai do Pinheiros para o Corinthians, que teve uma boa temporada em 2013.

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Cielo: ladeado pelo técnico de recordistas mundiais (Scott Volkers) e de um ex-recordista mundial (Teófilo Laborne).

Por último, Cesar Cielo esteve no Minas treinando. O recordista mundial e campeão olímpico busca um lugar para chamar de seu desde que saiu do Flamengo ano passado. Certo é que deve continuar maior parte do tempo nos Estados Unidos, mas é sempre bom ter uma base brasileira e nisso o Minas saiu na frente.

Apenas espero que todas estas novas escolhas não tenham sido motivadas exclusivamente pela parte monetária.

 

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E se Tinga fosse nadador?

Cena 1: Anthony Tinga vem de um pequeno país e vai para a final dos 100m borboleta contra um branquelo que é do país mais poderoso do mundo. Já na saída, sem nenhuma surpresa, o grande favorito consegue uma vantagem. Após a virada dos 50m, ele surge ainda mais imponente, estilo perfeito, pernadas vigorosas. Chegando aos 25m finais, ele tem quase um corpo (o seu, de quase 2m) de vantagem sobre os demais competidores. Últimos 12-15m e ele começa a sentir, seu estilo cai, mas ainda mantém uma vantagem confortável a não ser que… uma chegada deslizante e um final sensacional dão a vitória a Tinga pela menor margem possível na natação: UM centésimo. A plateia vai ao delírio frente a um desacreditado favorito que vê sua meta de igualar o melhor dos melhores fugir logo na sua primeira prova. Isso tudo, num país de amarelos.

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O Tinga brazuca mostrando o resultado do seu feito.

Cena 2: Edvaldo Tinga foi um nadador de sucesso improvável. Pobre, vindo de um país do terceiro mundo (quase em desenvolvimento), ele nadou contra tudo e todos – e chegou a uma histórica final olímpica com seus 3 companheiros. Dois deles já tinham sentido o gosto da medalha olímpica e buscavam, logo no primeiro dia de competição, mais uma. Ao nosso Tinga foi dada uma responsabilidade enorme: a de fechar o revezamento 4x100m livre. Mas ele não se intimidou. Apesar de cair em quinto, o improvável acabou virando inacreditável. Com sua famosa volta fortíssima, ela superou representantes de países que já tinham tido problemas em período passado para reconhecer cidadãos de sua cor. Embora a atenção tenha ficado para a sensacional disputa pelo ouro com recorde mundial, um pequeno grupo presente do seu país se abraçava e pulava tanto quanto os vencedores (e ainda se emociona com a lembrança).

PS: qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência.

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Joanna Maranhão anuncia aposentadoria

Sim, todo mundo sabia que ela ia parar, a questão apenas era quando e como. O anúncio não poderia vir de outra forma senão nas redes sociais, que ela usa e abusa.

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Joanna: não deu para segurar até o Rio 2016.

Muito já foi dito, escrito, comentado sobre Joanna Maranhão. Nas piscinas o resumo da ópera é o melhor resultado feminino em Olimpíadas (5o. em Atenas nos 400 medley), 3 Jogos Olímpicos e mais 3 Pan , recordes nacionais em todos os estilos com exceção do peito, medalhas e mais medalhas. Muito provavelmente a melhor atleta de natação que o Brasil já teve.

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Isto É: resumo de uma carreira vitoriosa.

Fora das piscinas, polêmica. Defendeu causas relacionadas com seus traumas de infância, passou por vários técnicos e clubes, bem como comprou uma briga pessoal com a CBDA. O futuro, aliás, está ligado à ONG Infância Livre, que deverá defender os direitos constitucionais das crianças.

Inteligente, Joanna terá novos desafios ao lado de outro grande atleta, o judoca Luciano Corrêa, outro defensor de programas esportivos sociais.

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Não poderia acabar antes de deixar minha tradicional saudação a esta nordestina porreta: OBRIGADO e BOA SORTE, JO AN NA MA RA NHÃO!

 

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Gama Filho: ascenção e queda

No início do ano, o MEC descredenciou a Universidade Gama Filho, uma medida extrema e muito polêmica, devido a “baixa qualidade acadêmica, do grave comprometimento da situação econômico-financeira da mantenedora [das instituições] e da falta de um plano viável para superar o problema, além da crescente precarização da oferta da educação superior”. Na prática, cerca de 9 mil alunos e mil professores estão desde então num limbo.

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O super respeitado Tubino recebeu centenas de homenagens, como o nome de uma Vila Olímpica do Rio.

Com uma estrutura, cursos, corpo docente e cultura ímpar, a Gama Filho foi sinônimo de boa formação na área esportiva, com professores como o finado Manoel Tubino e o grande estudioso Lamartine Pereira da Costa. Este conjunto proporcionou uma geração de ótimos pesquisadores, técnicos, professores de educação física, bem como um local de formação de atletas que conciliava o estudo com os treinamentos.

O exemplo mais recente são os diversos judocas exitosos que passaram por lá, entre eles o medalhista olímpico Flavio Canto. Mas você sabia que a natação também teve seus dias de glória? Pois há 30 anos, o Troféu Brasil de Natação teve o Gama Filho como 3a. colocada, perdendo para o Fla e Flu, deixando clara a hegemonia do Rio naquela época. Mais detalhes podem ser encontrados no último post do Ephicurus.

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Para aqueles que nadaram e querem colaborar a preservar um pouco desta história, achei no Facebook esta página, de onde foram retiradas as duas fotos acima.

Infelizmente minha memória não é tão pródiga quanto a dos ephicurianos, mas recordo sim do sucesso dos alunos/atletas da Gama. Acompanhe abaixo,por exemplo, o domínio nas categorias de base em 1982, com Aderbal Oliveira e seu destaque maior, Marcio Santos (notem a diferença para o segundo colocado, que não era qualquer um…), nome temido pelos adversários na época:

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E tivemos ainda Marcelo Vaccari, grande dentro e fora das piscinas agora como técnico do Minas.

E você, lembra de outros nomes de destaque da Gama Filho?

 

 

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Como eram as férias da natação?

Voltei recentemente das férias de fim de ano. Praia com família, um programa muito comum (percebe-se pelo tanto de pessoas neste mesmo espaço).

Nadar no mar? Não me aventuro. Mesmo quando treinava e precisava manter-me ativo, preferia uma corrida (que também não sou muito fã), abdominais e uma academia local. Meu negócio sempre foi entre quatro bordas mesmo.

Mas, voltando ao que me motivou a escrever este post, primeiro, queria desejar um ótimo 2014 a todos, com muita Saúde. Segundo, ao ver alguns bons resultados já nos primeiros dias do ano, fica claro que estes atletas não passaram o reveillon em férias, mas sim treinando. Alguns inclusive já no dia primeiro! Acreditem, eu passei por isso.

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Magnussen: perder ano novo do Rio, ok, mas carnaval de Divinéia?

Fiquei lembrando de alguns feriados que simplesmente foram ignorados, outros com uma rápida parada. Ano Novo no avião? Já tive esta experiência ao ter que viajar para a Copa do Mundo na Austrália. Noutra vez estávamos lá vendo os “fires the artificies” (esta é só para quem conhece a história) na passagem do ano.

Carnaval? Quando em Belo Horizonte passei alguns anos em Divinópolis, no interior,  com colegas de república. Mais perto e, portanto, menos cansativo para o bate volta. Não conhece o carnaval de Divinéia? Pois é, eu sim.

Claro que os sacrifícios eram amplamente compensados na maioria das vezes e não sentia nenhum arrependimento daqueles treinos com muita gente de ressaca ainda.

Magnussen não deu seu 12o. 47s nos 100m livre, o primeiro de 2014, tirando longas férias natalinas…

 

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