Quer medalha olímpica? Tente um lance.

A alemã Sandra Voelker está leiloando não apenas suas medalhas olímpicas de Atlanta – 1996, como diversas outras e também touca, maiô, óculos, etc. A atleta fez muito mais sucesso na piscina curta que na olímpica.

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Voelker: na Alemanha, pessoa física quebra.

Ela vai tentar levantar 100 mil euros para pagar suas dívidas, após investimentos mal feitos.

Quer ajudar e ter uma lembrança? Tente aqui.

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Corinthians vence após quase meio século

Não, o Timão não demorou 48 anos para ganhar do Flamengo. Falo do Troféu Brasil de Natação, hoje mais conhecido como Maria Lenk. O Corinthians venceu com autoridade, com 2.875,5 pontos, quase mil (!!) à frente do Minas e Pinheiros. A diferença foi basicamente no feminino, com suas duas grandes contratações: Katinka Hosszu (420 pontos!) e Jeanette Ottesen, tanto que disputa mesmo ficou no masculino, com a equipe mineira levando a melhor.

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Corinthians: foto comportada da equipe campeã (crédito: Satiro Sodré)

O campeonato começou com a polêmica do Pinheiros entrando na justiça contra a participação dos estrangeiros. O clube paulista, que já fez várias destas contratações no passado, teve seu pedido indeferido. Mas afinal, o que é nadar com 100% dos atletas brasileiros? A competição não fica com índice técnico melhor? Temos duas reações: uma com atleta reclamando da competição “desleal” e outros animados com a presença e não se intimidando, falando até em vencer em futuro próximo. Ainda temos a maior visibilidade para o esporte. Com campeãs mundiais e vários top 10 durante o Troféu Maria Lenk (grande maioria graças a brasileiros, diga-se de passagem), acredito que tenha mais benefícios. Detalhe: a melhor performance feminina brasileira, Graciele Hermann e seu recorde sul-americano nos 50m livre, ficou atrás de 13 provas das estrangeiras.

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Super revezamento do Pinheiros, com atletas que treinam… pelo mundo. (crédito: Satiro Sodré)

Esta polêmica à parte, a outra se concretizou com apenas 9 clubes subindo ao pódio (com dois apenas uma única vez). Finais B com poucos atletas (algumas sendo até canceladas) na longa competição mostraram que o TML é realmente para poucos. A concentração me poucos clubes competitivos também pode trazer discussões acaloradas. Nada mais justo nadadores e técnicos buscarem a melhor estrutura para o seu desenvolvimento, mas e a formação? Será que não estamos matando a galinha dos ovos de ouro, os clubes do interior e sua capilaridade única, que pode dar oportunidade aos talentos espalhados pelo Brasil?

A grana que está indo para a Confederação Brasileira de Clubes poderia ir, em parte, para isso? A CBDA poderia criar algum programa de estímulo, premiando aqueles que mais formam e chegam à seleção adulta (evitando assim o overtraining dos infantis)? Estes técnicos estão recebendo capacitações e oportunidades para seu desenvolvimento? Seus clubes tem as condições mínimas de treinamento adequado? Bem, alternativas para o atual modelo existem, então algo pode ser feito.

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Santana e Cielo: de olho em 2016.

Os resultados da competição em si foram excelentes. O ápice foram os dois recordes mundiais júnior de Matheus Santana, do Unisanta, nos 100m livre. A prova, já tradicionalmente sendo bem representada pelo Brasil, deu esperança de um revezamento que vai disputar medalha em 2016.

O outro recorde brasileiro veio com Leonardo de Deus, nos 400m livre, em 3:50.90.

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Greciele, ou GraSienna: quanto mais estrangeira, melhor.

 

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Nadadores: mais é melhor?

Muitos já sabem da minha admiração pela natação japonesa. A equipe teve um desempenho muito bom em Londres, mas foi ofuscada pela frieza do quadro de medalhas. Além das 11 medalhas olímpicas, muitas finais significam um time forte.

Mês passado, o Japão mostrou porque está neste atual estágio. Ao contrário da situação precária dos nossos campeonatos , com poucos clubes e atletas, a 36a. edição do XXX teve impressionantes 884 clubes com quase 3.600 atletas. Não é difícil de imaginar que alguns resultados surjam com esta massa de nadadores. E com a confirmação de Tóquio 2020, a tendência é isso melhorar ainda mais. Um resumão com os melhores resultados pode ser encontrado aqui.

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Meses especiais para a natação japonesa, mas não para o bicampeão olímpico.

Logo depois, tiveram a seletiva nacional para vários torneios internacionais, entre os quais o Pan Pacífico, e simplesmente mudaram o ranking mundial deste ano. Arrisco dizer que não teve ter nenhuma prova hoje sem ao menos um japonês entre os 10 melhores de 2014 (quem tiver mais tempo para pesquisa, depois comenta, OK?). Destaque para o recorde asiático nos 50m livre para Shinri Shioura e seu 21.88. Phelps, além de Ryan Lochte, deve encontrar em Kosuke Hagino um adversário de peso.

Em contraponto, estes últimos dias o Blog do Coach preparou um estudo sobre a participação em um dos nossos principais campeonatos. Num primeiro retrato, a estatística dava  menos atletas a cada edição nos últimos 4 anos, mas depois pegou o hiato de 15 anos e vemos que, com uma média de 366 atletas, os 342 deste ano não fogem muito ao padrão. Mas o pior é a concentração destes nadadores em poucos clubes (5), as várias agremiações (19) com apenas um atleta e a decadência da cidade olímpica na modalidade com melancólicos 17 atletas de 3 clubes.

 

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Phelps: qual Michael ele vai seguir, Jordan ou Schumacher?

Não podemos dizer que foi exatamente uma surpresa, afinal ele deu os dois passos necessários para a “desaposentadoria”: avisou o controle de doping há um ano atrás e voltou a treinar (não nadar apenas) regularmente.

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O que? Meus tempos estariam em primeiro em 2014? Vou voltar…

Agora é oficial, ele está inscrito em uma competição da Federação americana e, como bem lembrou Daniel Takata no blog Swim Channel, sua intenção e do seu técnico deve ser a preparação para participar do Mundial de 2015, outra parada quase obrigatória para um retorno de sucesso.

Será que ele vai conseguir igualar a Michael Jordan, que dobrou seu número de títulos na NBA na sua volta às quadras, ou vai se contentar com vagas e medalhas quase garantidas dos revezamentos?

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A volta vai ser aquela enterrada nos segundos finais…

Mas, a pergunta que não quer calar é: porque voltou? Para ajudar mais o esporte e, especificamente, a natação? Como consequência, trazer mais atenção e patrocínios, para ele e para os nadadores? Está é a resposta politicamente correta e parece ser a mais coerente. Não que ele precise do dinheiro, mas sua volta deve ter desenfreado um boom de novas propostas comerciais. O exemplo mais americano disso, foi a fracassada tentativa de Mark Spitz (se fosse Mike Spitz, diria que era síndrome de Michael).

Ele quer mais? Mais medalhas, mais recordes? Para uma carreira superlativa como a dele e com a concorrência atual, seria a mais nobre resposta. Pessoalmente temo por uma frustração Schumi neste sentido.

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… ou vai rodar e bater?

Para atender aos apelos da mãe e conhecer vir para o Rio? Embora talvez esta seja a resposta mais desejada de 10 entre 10 mães de esportistas, é a mais improvável. Afinal, ele já esteve aqui, curtindo como ex-atleta e sua mãe pode muito bem vir a qualquer momento conhecer a cidade maravilhosa (sugiro pós-2016).

Por fim, tivemos no ciclo de 2012 uma avalanche de australianos tirando seus calções do armário, inclusive outro Michael (Klim) e outro ícone do esporte, Ian Thorpe, entre outros nomes. A estratégia não funcionou para eles (ao menos em termos de resultados nas piscinas), mas definitivamente Phelps é incomparável.

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E o Missil falhou de novo

Ninguém pode negar que ele é hoje o velocista mais regular do mundo. Com 18 marcas na casa dos 47s, James Magnussen já tinha chegado a Londres em 2012 com uma credencial impressionante, a melhor marca sem os trajes tecnológicos: 47.10. Como ainda na natação quem ganha é quem chega na frente, ele amargou uma prata por apenas um centésimo do americano Nathan Adrian.

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McEvoy, desfocado ao lado de Magnussen e Sullivan, que é o mais rápido deste ano nos 50m livre. (ABC)

2014 parecia ser a redenção do australiano. Iniciou o ano com performances arrasadoras e parecia estar absoluto para mais uma vitória no campeonato nacional. Parecia… Como ainda na natação quem ganha é quem chega na frente, ele amargou mais uma prata. Desta vez para o jovem mais rápido da história: Cameron McEvoy e seu 47.65.

Vamos às teorias:
1. Ele pipoca. Simples assim. Tempos rápidos em torneios com pouco expressão, mas na hora que o bicho pega, ele não absorve bem a pressão;
2. Ele guardou o melhor para as competições internacionais. Seus tempos foram tão bons na temporada, que ele relaxou e passou por cima do campeonato nacional, crente que seria convocado. Não vi nenhuma declaração neste sentido, mas quem sabe pode ser alguma estratégia para deixar os adversários mais confiantes;
3. Errou o polimento, ou seja, acabou descansando demais (ou de menos) para esta competição. Se for isso, melhor ele e seu técnico acertarem na medida para o Pan Pacífico.

Descoberto.

Descoberto.

Não é nenhum desmérito perder para outro grande talento, mas realmente esperava mais dele. Agora as fichas podem estar migrando para McEvoy… Filho de psicóloga (será que é esta a vantagem?), ganhou muita musculatura no último ano (mas ainda está longe de seus concorrentes), deu a segunda marca australiana nos 200m livre (perdendo apenas de um tal de Ian Thorpe)… enfim, o garoto certamente vai dar o que falar.

 

 

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João de Lucca: o novo Borges ou Cielo?

Atualizado em 02/04/14

O seu debut olímpico não foi avassalador como seus precursores, sendo reserva do revezamento 4x100m livre em Londres. Gustavo Borges saiu com uma prata nos 100m livre enquanto, 16 anos mais tarde, Cesar Cielo conquistava o bronze na mesma prova antes do inédito ouro nos 50m livre.

Mas as façanhas de João de Lucca dentro do NCAA (o famoso campeonato universitário americano) trazem uma expectativa grande quanto ao seu desempenho na olimpíada caseira daqui a pouco mais de dois anos.

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De Lucca: dobradinha que só Borges e Biondi fizeram na história do NCAA.

Ele conseguiu o bi nas 200 jardas livre (100 jardas = 91,4 metros) e, assim como Gustavo Borges, último a alcançar a façanha quase 20 anos atrás, venceu as 100 jardas. O pódio viu ainda outro brasileiro na segunda posição, Marcelo Chireghini.

Em 2016 poderemos ter 3 campeões  do NCAA (Cielo, de Lucca e outro que surgir…) no mesmo revezemento 4x 100m livre, que já nos deu o bronze em Sydney e um honroso 4o em Atlanta, quando fomos o único pais a colocar dois na final da prova individual.

Nadar nas ultra-velozes piscinas de jardas é diferente da olímpica, sem dúvida, mas as estatísticas jogam a favor. Vários medalhistas olímpicos passaram pelo sistema e conseguiram uma carreira dourada.

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Recorde de Cielo ameaçado

O campeonato australiano começou hoje na bonita Brisbane.  Sendo seletiva para o Pan Pacífico, Olimpíada da Juventude e Commonwealth Games, os ausies mostraram já no primeiro dia que estão dispostos a colocar um ponto final nas polêmicas de seus (ex)atletas e voltar a ser a potência respeitada e temida que todos conhecemos.

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McKeon: a Austrália não para de produzir novos nomes.

Recorde nacional e melhor marca do ano graças aos irmãos David e Emma McKeon, 400m livre com 3:43.72 e 1:55.69, respectivamente, além de outro primeiro do ranking mundial nos 200m peito com os 2:08.63 de Christian Sprenger, foram os destaques deste primeiro dia.

Mas a expectativa é para o que sua estrela maior, James Magnussen,tem para mostrar. Após um início de temporada irrepreensível, seu técnico holandês (sinais da globalização) aguarda nada menos que o recorde mundial nos 100m livre, marca que pertence a Cesar Cielo desde 2009, último ano dos trajes tecnológicos.

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Mais um recorde para Missy

Finalmente a natação foi condecorada com o prêmio máximo do Oscar do Esporte, o Laureus. Missy Franklin foi a mais jovem a receber a homenagem, pelo seu feito inédito de 6 ouros no último Mundial em Barcelona. E ela esteve presente em Kuala Lumpur logo após sua ótima estreia no NCAA (competição universitária americana), onde estabeleceu uma nova marca americana nas 200 jardas livre. Ela recebeu o troféu de outro mito da natação, Mark Spitz.

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Missy: mais recorde, mais prêmio, mais sorriso.

O evento acabou sendo na Malásia, embora o Rio de Janeiro tivesse a previsão de sediar por 3 anos, finalizando no ano olímpico. Infelizmente, pelas dívidas da primeira edição na cidade olímpica. Realmente uma pena.

Sejamos justos, Phelps recebeu ano passado, mas foi mais pelo conjunto da obra, e não como atleta do ano. Também para atletas da natação (o brasileiro Daniel Dias duas vezes) também foram condecorados.

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Quem quer ver o melhor do mundo? De graça?

Quem quiser ver Cristiano Ronaldo ou Messi, mesmo num campeonato nacional polarizado entre as duas equipes que representam, vai ter que pagar no mínimo 224 reais até mais de 5 mil! Alguém pode justificar que um jogo entre os melhores do mundo vale a pena e pelo jeito apenas 200 sócios não pensam assim e preferem colocar seus ingressos à venda (fora os cambistas, claro).

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Camp Nou: onde está a vaga ?

As Olimpíadas de Londres tiveram uma procura de 1,8 milhão para a final dos 100m rasos (leia-se: Usain Bolt). Estádios lotam para ver os astros das ligas americanas. F1 (Nascar, Stock Car e outras corridas) e UFC também tem o seu glamour, atraindo uma legião de fãs fiéis.

Diria que a natação está em um estágio intermediário dentro do interesse do brasileiro comum, muito por conta dos resultados nas últimas olimpíadas, quando saímos com medalhas. Thiago Pereira e Cesar Cielo são conhecidos e reconhecidos, mas a seleção não depende apenas dos resultados deles. Temos atletas treinando nos Estados Unidos sim, como sempre, e fazendo sucesso lá, mas nadadores espalhados por clubes (poucos) em alguns estados auxiliam no disseminação do interesse.

Washington Metropolitan Swimming & Diving Championships

Será este o futuro de competições com a presença de Cielo?

E assim chegamos ao melhor tempo do mundo nos 50m livre feito no Campeonato Metropolitano, no Minas Tênis Clube, entrada gratuita. Quem diria? Não posso acreditar nem que o próprio Cielo imaginava algo assim logo nos seus primeiros dias em Belo Horizonte. Talvez uma boa esperança após o bom resultado nos 100m livre no dia anterior, mas brindar o público que compareceu ao Parque Aquático com 21.74 foi demais. Ninguém poderia prever um início mais promissor.

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Cielo: público ainda não condizente com seus resultados.

A FAM, para ficar apenas na Federação, tem condições de capitalizar um pouco também neste momento único da entidade. Quem sabe até conseguir alguns patrocinadores para alavancar a modalidade no estado? Afinal, apesar do resultados de nível internacional, a competição não oferecia nem medalhas para os melhores colocados…

Veja aqui o melhor tempo do mundo.

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A vida continua fora das piscinas

Nem sempre é fácil a transição de atleta para outra profissão. Alguns sofrem com a falta de uma rotina, outros acabam ficando sedentários e nem de perto tem o corpo sarado e bronzeado, mas arrisco dizer que a maioria vai bem, obrigado.

Ontem (ou, mais precisamente, hoje) fui ao show de Eric Martin aqui em BH. Gosto de música, mas não sei se faria o esforço se ele não estivesse com a banda de apoio de músicos mineiros, entre os quais o meu grande amigo Teófilo Laborne, olímpico e campeão mundial, travestido de baterista.

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Teófilo: parecendo triste em ter alcançado seu sonho de infância. (FB)

Teófilo, ex-recordista e campeão mundial do revezamento 4x100m livre em piscina curta, dentre outros tantos títulos, hoje coordena a natação do Minas Tênis Clube. Antes disso, tivemos a oportunidade de trabalhar juntos na Subsecretaria de Esportes. Posso afirmar que ele estava realizado profissionalmente ontem. Como é peculiar de atletas do porte dele, o resultado não veio à toa. Dedicação, estudo e muito treinamento na música, além da fundamental paixão e vocação, foram fundamentais para ele chegar a esta posição.

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Gustavo e Renato: amigos e negócios.

Na mesma semana, Gustavo Borges, já super bem sucedido na sua carreira esportiva,entrou no Conselho Executivo do IHRSA, reconhecimento pelo seu trabalho feito na área de qualidade de vida em suas academias e metodologia. Gustavo, aliás, é um grande entusiasta dos diferenciais profiossionais de ex-nadadores, cercando-se deles em seus negócios, a começar pelo olímpico Renato Ramalho, seu sócio desde o início nas Academias GB.

Por último, cito Alexandre Massura Neto, outro olímpico e campeão mundial. Já trabalhou no Minas Tênis Clube, no Governo de Minas e agora está na FIFA! Sim, apesar de todas as críticas, emprego desejadíssimo por muitos profissionais da área.

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Massura: volta em BH agora apenas para eventos oficiais da FIFA. (crédito: Wellington Pedro)

Vou parar por estes três/quatro exemplos de vida bem sucedida fora das piscinas, algumas vezes relacionada à natação, como técnicos ou professores de educação física, mas muitas vezes não. Tenho amigos/conhecidos dentistas, médicos, engenheiros, diretor financeiro, trabalhando em multinacional, empreendedores, consultores, e até na política (este ano, posso fazer 10 anos de Governo).

Por fim, um videozinho do show:

 

 

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