Categorias
Clipping

O orgulho do avô

Publicado em 28/09/15, aqui

Carlos Alberto Chitão, treinador da natação olímpica do Brasil em 1988, vive em Belo Horizonte. Aposentado das bordas, ainda dá aulas de natação em classes particulares, mas nada parecido com aquele treinador que levou Rogério Romero a sua primeira final olímpica nos Jogos de Seul.

Na semana passada, Chitão teve um momento de orgulho, agora como avô. O seu neto, Carlos Felipe Severo Chitão, de 23 anos, foi notícia ao encontrar dinheiro em um caixa eletrônico do Banco Banrisul em Porto Alegre onde vive. Carlos, o neto, deixou um recado por escrito afim de encontrar o dono da quantia esquecida no terminal. Sem sucesso no contato, retornou ao banco, e graças ao controle da agência foi possível encontrar a senhora que havia esquecido a quantia.

A quantia não era grande coisa, apenas 30 reais, mas a lição que o jovem Carlos Felipe nos deu foi enorme. Imagina a alegria do avô.

Swimming Hall of Fame: esqueceram de nós

Neste último fim de semana, Gustavo Borges teve a honra de ser homenageado no International Swimming Hall of Fame. A mídia em geral, e o próprio Gustavo, acabaram dizendo que a honraria seria para o segundo brasileiro (a primeira foi Maria Lenk, nomeada em 1988).

Jon e Gustavo: esta dupla deu muita alegria. (divulgação)

Na verdade, mais dois atletas de maratonas aquáticas estão imortalizados no Museu: Igor de Souza e Abilio Couto (ambos de maratonas aquáticas). O espaço é para os esportes aquáticos, condecorando inclusive dirigentes como o atual presidente da FINA, o uruguaio Julio Maglione.

Gustavo Borges, que recebeu a distinção do seu ex-técnico de Michigan, Jon Urbanchek, foi um dos 3 nadadores (de piscina, que fique claro) a serem escolhidos. Ele depois se desculpou pelas redes sociais, mas o erro foi induzido e totalmente compreensível.

De qualquer forma, a escolha foi merecida. Parabéns Gustavo!


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero