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Em visita a São Luís, ministro George Hilton também assumiu o compromisso de reformar o Parque Aquático

Publicado em 06/02/15, aqui

Ginásio para diversos tipos de modalidades, pista de atletismo e piscina olímpica. Esses são os três equipamentos esportivos que o governo federal pretende disponibilizar nas 27 capitais brasileiras para estruturar e massificar o esporte no país. Em São Luís, no Maranhão, dois desses espaços foram inaugurados na quinta-feira (05.02) e outro será reformado em breve.

O ministro do Esporte, George Hilton, participou da entrega da pista de atletismo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), pela manhã, e dos novos equipamentos de basquete – piso flutuante, apontadores, tabelas e placares – do ginásio Georgiana Pflueger, o “Castelinho”, pela tarde. George Hilton também assumiu o compromisso de revitalizar o Parque Aquático do Complexo Esportivo Canhoteiro, que tem uma piscina olímpica (50 metros) e outra para saltos ornamentais, com plataformas de 3, 5 e 7 metros.

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Parque Aquático

Os nadadores Gustavo Borges e Rogério Romero acompanharam a comitiva do Ministério e do governo estadual durante a visita ao Parque Aquático, localizado ao lado do ginásio “Castelinho”. Os ex-atletas apresentaram um projeto de piscina olímpica, que é pré-fabricada, com placas de aço inox, coberta por vinil e importada da Itália. Com custos mais baixos e menor demanda de tempo para a instalação – cerca de seis meses – esse tipo de equipamento deve ser usado nos Jogos Rio 2016 e será instalado em espaços como o Centro Paraolímpico e o clube Pinheiros, ambos em São Paulo.

O medalhista olímpico Gustavo Borges afirmou que a piscina é o primeiro passo para atrair a população para o local e difundir a prática do esporte. “Você tendo a piscina, a população, a base e o alto rendimento podem usá-la. O equipamento é o início do trabalho, porque se ele é adequado as pessoas são atraídas. Conheço várias cidades que têm fila de espera para a prática da natação. Temos que criar a cultura esportiva, mostrar para a população que existe um lugar, divulgar e ter bons profissionais para atender a todos”, analisou Borges.

Antes das visitas ao Parque Aquático e ao ginásio Georgiana Pflueger, o ministro do Esporte conheceu o gramado do estádio de futebol Castelão, acompanhado pelo governador do estado e pelos pentacampeões mundiais Cafu e Edmílson. Os ex-atletas e George Hilton arriscaram algumas cobranças de pênaltis em uma brincadeira com crianças de escolinhas que utilizam o campo do estádio. O local, com capacidade para 40 mil pessoas, integrou o catálogo da FIFA para Centros de Treinamento da Copa do Mundo.

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Campeonato Europeu: o festival de empates

A 31a. edição do campeoanto Europeu começou mal e terminou com dúvidas quanto à cronometragem eletrônica.

Cseh: segunda marca mundial da temporada na prova de Pereira.

A crise europeia fez com que a Antuérpia abrisse mão do sediamento, que acabou sendo em Debrecen, na Hungria. Até aí, compreensível. Mas a data escolhida (semana passada) fez a piscina húngara ficar um pouco vazia de ídolos e de bons resultados. Quem acabou fazendo a festa mesmo foram os donos da casa, que lideraram o quadro de medalhas. Laszlo Cseh (adversário de Thiago Pereira no medley), por exemplo, aumentou sua coleção de medalhas nesta competição para 15, sendo 11 de ouro.

Mas fora um ou outro recorde de campeonato, não tivemos a qualidade esperada do continente europeu, até pelos fatores de cima e que a prioridade na temporada é a Oimpíada.

Mas o site da revista Swimming World é quem pontuou uma estatística incrível sobre o número de empates, questionando a probabilidade disso acontecer. Foram, até o penultimo dia, 7 empates apenas nas semi-finais. Acrescente ai que nos 100m borboleta tivemos 6 empates e veremos que tem algo de errado.

Importante notar que, sim, os empates existem. Apesar da cronometragem eletrônica existir até os milésimos, é contabilizado até o centésimo de segundo (tente cronometrar isso…). Fernando Scherer mesmo empatou com mais dois atletas, nas eliminatórias dos 50m livre em Atlanta-96 e teve que nadar novamente para então garantir o bronze na final. Agora, estatisticamente falando, o que aconteceu em Debrecen é quase impossível. Sinal amarelo para os equipamentos eletrônicos…

O recordista mundial Paul Biederman compareceu – e venceu – no Europeu esvaziado.

Por fim, gostaria de justificar minha ausência nestes últimos dias. Acabei viajando e na volta encontrei um problema no meu computador que não consegui resolver. Espero compensar respondendo comentários e postando com mais frequencia nesta semana.


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero

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