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Homenagem aos nadadores

Publicado em 23/07/15, aqui

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O presidente do Minas, Luiz Gustavo Lage, recebeu os nadadores da Fiat/Minas Nicolas Oliveira, Kaio Márcio, Lucas Kanieski e Daiane Becker e o treinador Scott Volkers, que participaram dos Jogos Pan-americanos de Toronto, no Canadá, e Henrique Martins, que disputou a Universíade de Gwangju, na Coreia do Sul, para homenageá-los pelas grandes conquistas nas duas competições.

No encontro realizado nessa quinta-feira, no Minas I, o presidente minastenista agradeceu e parabenizou os nadadores pelas conquistas. “Estamos próximos de um momento histórico para nós, que são os Jogos Olímpicos Rio 2016, e temos tido grandes resultados nesse período. Essas conquistas são frutos de trabalhos seus, de anos e anos, junto com toda a comissão técnica. A natação representa muito para o nosso Clube, é o esporte que tem o maior número de sócios praticantes, e isso também se deve a essas conquistas de vocês, que tanto honram o nome do Minas e da Fiat, patrocinadora da equipe. Obrigado por tudo que vocês fizeram nessas competições e por acreditarem no Minas”, afirmou Luiz Gustavo Lage.

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O diretor de natação do Minas, Carlos Antonio da Rocha Azevedo, também enalteceu as conquistas dos atletas. “Faço minhas as palavras do presidente. É sempre uma alegria ver um nadador competir bem e quando é do Minas a alegria é maior ainda. Sabemos o esforço e a dedicação de cada um de vocês e dos treinadores. Nos últimos dias tivemos jornais e sócios enaltecendo as conquistas que vocês tiveram e isso só nos enche de orgulho. Estamos mostrando que somos capazes e construindo um caminho para os Jogos Olímpicos Rio 2016”.

Crisávila Carolina Dias, do Departamento de projetos especiais e brand da Fiat, falou sobre a parceria com a equipe minastenista e parabenizou os atletas. “Não tem como não patrocinar essa equipe, que é a melhor do Brasil. É a equipe líder na natação. Mesmo com o mercado ruim, a Fiat viu a importância de estar ao lado da equipe e incentivar, vocês trazem muito orgulho para a nossa empresa. Vocês podem contar com a gente, queremos ajudar e participar”.

O experiente nadador Kaio Márcio agradeceu ao Clube e elogiou a dedicação de todos da Fiat/Minas. “Comecei a nadar tem um tempo, já passei por alguns clubes, e é a primeira vez que eu vejo o presidente recebendo os atletas e parabenizando pelas conquistas. Isso é muito bacana, estou muito feliz por estar aqui e ter representado o Minas. Foi meu quarto Pan-americano, gostei de poder voltar a seleção. Como equipe estamos crescendo, tendo bons resultados e vejo todo mundo muito focado nos Jogos Olímpicos Rio 2016. O nosso objetivo é classificar o máximo possível de atletas para a competição”.

Também participaram da homenagem o gerente de Esportes do Minas, Rogério Romero, e o chefe do departamento de natação do Minas, Teófilo Laborne. 2B4B8471

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Orgulho minastenista!

Publicado em 21/07/15, aqui

Presidente do Minas recebe judocas medalhistas no Pan de Toronto e homenageia os atletas no Minas I

Por José Luiz Júnior / Fotos: Orlando Bento

Os atletas Nathália Brígida (-48 kg), Érika Miranda, (-52 kg), Mariana Silva (-63 kg) e Luciano Corrêa (-100 kg) medalhistas nos Jogos Pan-americanos de Toronto, no Canadá, foram recebidos, na tarde dessa segunda-feira (20/7), no Minas I, pelo presidente do Clube, Luiz Gustavo Lage, pelo gerente de Esportes do Minas, Rogério Romero, por dirigentes, comissão técnica e pelos patrocinadores da equipe de Judô, Belo Dente e Yes odonto.

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No encontro, Luiz Gustavo destacou as conquistas dos judocas e disse que cada um deles é motivo de orgulho para o Minas Tênis Clube. “Esse é um momento muito especial para o Clube. Quatro medalhas em Jogos Pan-americanos é uma grande conquista. Este é o fruto de muito trabalho, dedicação e seriedade. A comissão técnica do Minas também merece o reconhecimento, pois dedica tempo e muito trabalho para fazer de vocês os atletas que são. Obrigado à Belo Dente e à Yes Odonto por acreditarem no nome do Minas Tênis e por apoiarem o esporte minastenista, sem vocês esses resultados não viriam. Parabéns aos atletas que representaram muito bem o nosso país. Temos a certeza de que o Brasil fará bonito nas Olimpíadas no ano que vem e esperamos ver vocês lá. Vocês enchem os minastenistas de orgulho”, comentou o presidente do Minas.

O diretor-adjunto de Judô, Euler Barbosa, também falou da conquista dos judocas e agradeceu o empenho. “Quero apenas agradecer vocês por tudo que fizeram, pela dedicação e empenho. Vocês mostraram força e garra para trazer para o Brasil essas medalhas. Vejo de perto o trabalho de vocês e sei que não é fácil, parabéns e continue representando bem o Minas e o Brasil.”

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Luiz Antônio Dutra Ladeira, presidente da Belo Dente, também elogiou os atletas e destacou a importância do Minas para a marca da empresa. “Primeiro, parabéns pela conquista de vocês. Nós também estamos muito orgulhosos de viver este momento. O Judô do Minas tem sido um espelho para a nossa empresa. Quando chegamos aqui, a Belo Dente era apenas regional e a equipe do Minas ainda era bem pequena. Agora, crescemos juntos, atuamos em praticamente todo o Brasil e o judô do Minas é referência nacional. Nós fazemos parte da história do Clube e o Minas faz parte da nossa história. Muito obrigado por tudo e que venham mais medalhas”, comentou Luiz Antônio Ladeira, patrocinador do Minas desde 2007.

O diretor-geral da YesOdonto, Matheus Siqueira, que patrocina do Minas desde o início do ano, disse que os resultados dos judocas só fortalecem a parceria. “Vocês estão elevando o nome do Minas para o mundo. Nossa parceria ainda é nova e vocês vêm representando muito bem a nossa equipe e nossa marca. Parabéns a todos e a YesOdonto também se sente honrada em fazer parte deste momento histórico”, concluiu Matheus.

Agora, os minastenistas se preparam para a disputa do Campeonato Mundial de Astana, no Cazaquistão, que será realizado de 24 a 30 de agosto. Além de Nathália Brígida, Érika Miranda, Mariana Silva e Luciano Corrêa, o judoca Alex Pombo, que também disputou o Pan, está convocado, porém o minastenista, que se lesionou em Toronto, será avaliado para saber se terá condições de ir ao Mundial.

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As provas mais brasileiras do Pan

Publicado em 07/07/15, aqui

O programa dos Jogos Pan Americanos é o programa olímpico, são são 32 provas no total, 26 delas individuais. Numa análise estatística desde a primeira edição do Panamericano em 1951, fomos buscar quais as provas mais “brasileiras” da competição. Ou seja, aquelas de melhor tradição para a nossa seleção.

Em número de medalhas, uma surpresa, os 200 costas masculino é a melhor prova para o Brasil no Pan. São 10 medalhas, sendo cinco de ouro. O Brasil é tetra campeão nas quatro últimas edições, em 1999 com Leonardo Costa, 2003 com Rogério Romero e nas últimas duas com Thiago Pereira.

Os 50 livre masculino é outra prova “bem brasileira”, é a prova mais jovem do programa disputada desde a edição de 1987 em Indianápolis, são sete Panamericanos e o Brasil venceu cinco deles. Só perdemos as duas primeiras edições quando Tom Wilkens e Todd Pace venceram em 1987 e 1991 respectivamente. Depois disso, Fernando Scherer, o Xuxa, foi tri campeão e César Cielo bi. Além disso, o Brasil ainda tem mais duas pratas e um bronze, num total de oito medalhas em sete disputas de Pan Americanos.

Entre as mulheres, a melhor prova é os 100 borboleta. Nela, são quatro medalhas conquistadas, duas de prata e duas de bronze. As pratas foram com Gabrielle Rose no Pan de 95 em Mar del Plata com 1:01.67 quando a americana Amy van Dyken venceu com 1:00.71, e com Daynara de Paula na última edição em Guadalajara 2011 com 59.30, prova com vitória da americana Claire Donahue com 58.73.

Interessante que se os 100 borboleta é a melhor prova das nossas mulheres no Pan, os 100 borboleta é a pior prova dos homens brasileiros na competição. São cinco medalhas e apenas um título com Kaio Márcio em 2007 com 52.05. Os 100 borboleta estão no programa do Pan desde 1955, a segunda edição do torneio.

No lado feminino, existem quatro provas que as nadadoras brasileiras nunca ganharam uma medalha em Jogos Pan Americanos: 800 livre, 200 costas, 100 peito e 200 peito.

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No topo, Thiago avalia trajetória até recorde: ‘Não veio da noite para o dia’

Publicado em 19/07/15, aqui

Foram inúmeros treinos, competições, frustrações, abdicações, dores, cansaço, noites sem dormir. Foram também inúmeros desafios, vitórias, alegrias, medalhas, recordes, prêmios, conquistas. Nesses 12 anos desde sua estreia nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, em 2003, Thiago Pereira viveu de tudo. Altos e baixos. Muito mais altos do que baixos. Com 23 medalhas no bolso e o título de maior medalhista da história pan-americana, o nadador de 29 anos deixa Toronto neste domingo realizado.

O dia 18 de julho de 2015 ficará gravado na memória de Thiago Pereira por muitos e muitos anos. Foi nesta data que tornou-se o maior medalhista da história dos Jogos Pan-Americanos, no Centro Aquático de Toronto. Mesmo sem garantir nenhum ouro em provas individuais, já que a vitória nos 400 medley foi anulada pelos juízes, o nadador de 29 anos se despediu de Toronto com três ouros (4x100m livre, 4x100m medley e 4x200m livre), uma prata (200m medley) e um bronze (200m peito). Não há motivos para reclamar.

– Foi maravilhoso. Estou aproveitando também esse momento. Isso não veio da noite para o dia. Foi uma coisa que vim construindo ano a ano, a cada ciclo olímpico. E, finalmente, em 2015, eu conquistei um fato importante, um fato legal. Lógico que foi um Pan-Americano em que eu queria ter nadado mais rápido algumas provas em geral. Mas, infelizmente, não consegui. Independentemente disso, consegui meu grande objetivo, que era colocar nosso país entre os maiores recordistas em Jogos Pan-Americanos em medalhas.

A data simbólica fez o nadador brasileiro reviver o passado, relembrando sua trajetória nos últimos 12 anos durante as quatro participações até hoje. A primeira delas foi em 2003, quando tinha apenas 17 anos, em Santo Domingo. O menino surpreendeu ao conquistar uma prata e um bronze. No Rio 2007, Thiago fez a festa, com seis ouros, uma prata e um bronze. Na última edição dos Jogos, em Guadalajara 2011, ele repetiu o admirável desempenho do Rio de Janeiro. Novamente oito medalhas, sendo seis ouros, uma prata e um bronze.

– Voltando um pouco no meu passado, em 2003, a prova que eu achava que tinha mais chance de estar presente em Santo Domingo era a de 200m peito. E foi uma prova que fui desclassificado no primeiro dia, no Maria Lenk. Aquilo para mim foi: ‘Nossa, agora ferrou. Não vou estar presente nos Jogos Pan-Americanos”. Fui conquistar a prova justamente nos 200m medley, no último dia de competição, na última prova. Isso foi um pouquinho do que aconteceu aqui. Eu nunca imaginei que fosse estar aqui agora. A gente vive cada ciclo olímpico, de quatro em quatro anos, a nossa carreira é programada assim. Eu nunca imaginaria a tremenda importância daquele Pan de Santo Domingo, onde tivesse a oportunidade de trocar ideias e aprender com Gustavo Borges, Xuxa (Fernando Scherer) e Rogério Romero. Eu era um moleque de 17 anos e pensava se algum dia eu teria a oportunidade de estar ali também representando meu país.

Apesar de em alguns momentos falar em tom de despedida, Thiago Pereira garante que ainda não sabe dizer se Toronto foi a sua última edição dos Jogos Pan-Americanos. Só depois das Olimpíadas do Rio, em 2016, é que espera decidir se vai parar ou se seguirá mais adiante.

– Eu fiz sempre meu ciclo de quatro em quatro anos. Toda a minha carreira fiz sempre pensando nos próximos Jogos. Acho que muita coisa pode acontecer, são quatro anos. Não vou falar que vou estar, nem que não vou estar. Vou deixar rolar a cada ano.

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Top 3 do Pan de 2003

Publicado em 10/07/15, aqui

Nesse episódio, as três coisas mais legais do Pan de 2003 em Santo Domingo (República Dominicana), com ênfase não exclusiva na natação.

Os resultados completos da natação estão aqui:

Top 3 vai para…

O bronze de Joanna Maranhão, então com 16 anos, nos 400 medley (4:46.38). No ano seguinte, Joanna seria finalista olímpica com um tempo que até hoje não repetiu. Quem sabe agora em 2015?

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Top 2 vai para…

A melhor colocação de uma nadadora feminina desde 1951 até então, a MEDALHA DE PRATA de Flávia Delaroli nos 50L (25.44).

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Top 1 vai para…

Os ouros masculinos:

Fernando Scherer, tricampeão dos 50L (22.40)

Rogério Romero nos 200C, repetindo sua conquista de 1991, com 1:59.92.

4×100 Livre (Gustavo Borges, Carlos Jayme, Jader Souza e Fernando Scherer).

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Mister Pan

Atletas são movidos a desafios, metas cada vez mais audaciosas. Quem diria que um dia, com a competição cada vez mais globalizada e sem o domínio absoluto da época de Spitz, alguém bateria o absurdo recorde de ouros olímpicos em uma edição?

Fato é, Michael Phelps mudou a lógica da especialização da natação e, com o sucesso dele, vieram Ryan Lochte, Kosuke Hagino e, para ficar apenas nestes famosos, a dama de ferro Katinka Hosszu. Esta, aliás, colocou toda teoria de recuperação demorada e resultados em poucas competições no ano abaixo.

E ai temos Thiago Pereira. No mesmo patamar mundial nas provas de medley (requisito quase básico para esta grande verstilidade), Mr Pan confirmou a expectativa e tornou-se o maior medalhista da história dos Jogos Pan-americanos. Assim como em 2012 com Phelps, desbancou a ginástica do topo (embora o cubano ainda permaneça com o recorde de ouros). Sem dúvida, um feito e tanto!

Mas o script não saiu como ele queria. Primeiro o drama de ser desclassificado na prova da sua medalha olímpica, os 400m medley. Depois perder os 200m peito e, por fim, o tri dos 200m medley. Não dá para reclamar (muito). Na primeira, concretiza a promessa de renovação nas provas de fundo, com o recorde mundial júnior de Brandonn Almeida. Segundo, o nado peito foi sua primeira grande frustração, lá atrás em Santo Domingo. Hoje, mas maduro, ele absorveu bem melhor. Por fim, como reclamar que perdeu do terceiro melhor tempo do mundo de Henrique Rodrigues, com a quarta marca do ano?

Thiago foi, Dona Rose.

Que venha Rio 2016!!

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PS1: Etiene, sou seu fã!

PS2: Parabéns à delegação como um todo!!

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Swimming Hall of Fame: esqueceram de nós

Neste último fim de semana, Gustavo Borges teve a honra de ser homenageado no International Swimming Hall of Fame. A mídia em geral, e o próprio Gustavo, acabaram dizendo que a honraria seria para o segundo brasileiro (a primeira foi Maria Lenk, nomeada em 1988).

Jon e Gustavo: esta dupla deu muita alegria. (divulgação)

Na verdade, mais dois atletas de maratonas aquáticas estão imortalizados no Museu: Igor de Souza e Abilio Couto (ambos de maratonas aquáticas). O espaço é para os esportes aquáticos, condecorando inclusive dirigentes como o atual presidente da FINA, o uruguaio Julio Maglione.

Gustavo Borges, que recebeu a distinção do seu ex-técnico de Michigan, Jon Urbanchek, foi um dos 3 nadadores (de piscina, que fique claro) a serem escolhidos. Ele depois se desculpou pelas redes sociais, mas o erro foi induzido e totalmente compreensível.

De qualquer forma, a escolha foi merecida. Parabéns Gustavo!


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero

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