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200m costas masculino

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Jogos Pan-Americanos – Lima 2019 – Natação – 200m costas masculino

Calendário e resultados

De acordo com o calendário oficial dos Jogos Pan-Americanos, as competições de natação em Lima 2019 acontecerão entre os dias 6 e 10 de agosto.

Chances do Brasil

Apesar de correr por fora em relação aos rivais diretos e ter melhores desempenhos em outras provas, o jovem Brandonn Almeida, do Corinthians, pode surpreender na capital peruana. Na temporada, ele registra a segunda melhor marca brasileira da categoria no ranking mundial, atrás apenas de Leonardo de Deus, que não foi convocado para o Pan. Aos 22 anos, o nadador paulista deve flertar com a possibilidade de pódio.

Local da competição

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Centro Aquático Pan-Americano
Local: Videna – Vila Deportiva Nacional (Lima)
Capacidade: 4.000 torcedores

A estrela dos Jogos

Rogério Romero é o grande destaque dos 200m nado costas dos Jogos Pan-Americanos. O brasileiro foi o primeiro a conquistar dois títulos na competição (Havana 1991 e Santo Domingo 2003), além de ter faturado a medalha de bronze em Mar del Plata 1995. O retrospecto positivo na carreira não para por aí. Romero também garantiu o feito de participar de cinco Olimpíadas e disputar quatro finais da categoria.

Nossos pódios

Entre 2007 e 2011, Thiago Pereira igualou o feito do compatriota, mas foi o único até aqui a levar dois ouros consecutivos para casa na história do evento. Em Winnipeg 1999, Leonardo Costa voltou do Canadá também com a primeira colocação geral. Djan Madruga (bronze em 1979), Ricardo Prado (prata em 1983 e 1987), Lucas Salatta (bronze em 2007) e Leonardo de Deus (bronze em 2015) completam a lista vitoriosa do Brasil.

Medalhistas

ANO Medalha de ouro TEMPO Medalha de prata TEMPO Medalha de bronze TEMPO
1967 Ralph Hutton
Canada Canadá
2:12.55 Charlie Hickcox
United States EUA
2:13.05 Charles Goettsche
United States EUA
2:15.94
1971 Charlie Campbell
United States EUA
2:07.09 Tim McKee
United States EUA
2:07.87 John Hawes
Canada Canadá
2:14.72
1975 Dan Harrigan
United States EUA
2:06.69 Mike Scarth
Canada Canadá
2:09.20 Bob Jackson
United States EUA
2:10.18
1979 Peter Rocca
United States EUA
2:00.98 Jesse Vassallo
United States EUA
2:02.07 Djan Madruga
Brazil Brasil
2:04.74
1983 Rick Carey
United States EUA
1:59.34 Ricardo Prado
Brazil Brasil
2:02.85 Mike West
Canada Canadá
2:03.11
1987 Mike O’Brien
United States EUA
2:02.29 Ricardo Prado
Brazil Brasil
2:03.75 Raymond Brown
Canada Canadá
2:04.28
1991 Rogério Romero
Brazil Brasil
2:01.07 Dan Veatch
United States EUA
2:01.14 Manuel Guzmán
Puerto Rico Porto Rico
2:01.68
1995 Brad Bridgewater
United States EUA
2:00.79 Rodolfo Falcón
Cuba Cuba
2:00.98 Rogério Romero
Brazil Brasil
2:01.13
1999 Leonardo Costa
Brazil Brasil
1:59.33 Aaron Peirsol
United States EUA
1:59.77 Dan Shevchik
United States EUA
2:00.27
2003 Rogério Romero
Brazil Brasil
1:59.92 Luke Wagner
United States EUA
2:00.74 Joey Faltraco
United States EUA
2:01.31
2007 Thiago Pereira
Brazil Brasil
1:58.42 Scott Clary
United States EUA
1:59.24 Lucas Salatta
Brazil Brasil
1:59.51
2011 Thiago Pereira
Brazil Brasil
1:57.19 Omar Pinzón
Colombia Colômbia
1:58.31 Ryan Murphy
United States EUA
1:58.50
2015 Sean Lehane
United States EUA
1:57.47 Carter Griffin
United States EUA
1:58.18 Leonardo de Deus
Brazil Brasil
1:58.27

Quadro de medalhas

Posição País Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total
1 United States EUA 7 8 5 20
2 Brazil Brasil 5 2 4 11
3 Canada Canadá 1 1 3 5
4 Colombia Colômbia 0 1 0 1
  Cuba Cuba 0 1 0 1
6 Puerto Rico Porto Rico 0 0 1 1

O esporte

Nesta prova, os competidores devem se alinhar dentro da água, mantendo-se de frente para a cabeceira de saída, com as duas mãos colocadas nos suportes de agarre do bloco de saída. Os pés podem ficar acima do nível da água.  No sinal de partida, o nadador impulsiona seu corpo para trás, tentando obter o maior avance possível. Ao atleta, é permitido ficar completamente submerso após a saída e em virada por uma distância de até 15 metros. Até esta marca, a cabeça do competidor deverá retornar a superfície. O nadador deverá percorrer toda a distância que determina a prova no menor tempo possível. Na virada, os ombros podem girar além da vertical na direção do peito e, a seguir, uma contínua braçada ou uma contínua e simultânea dupla braçada podem ser usadas para iniciar o movimento. Assim que o nadador tocar a parede e a deixá-la na virada, deve voltar imediatamente na posição de costas. No final da prova, o nadador toca com a ponta dos dedos, na posição de costas, o painel de pontuação ou a parede.

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Etapa nacional dos Jubs reunirá mais de 3 mil atletas

Publicado aqui, em 17/06/2019

Salvador e Lauro de Freitas, na região metropolitana (RMS), vão sediar a fase final dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), entre os dias 20 e 27 de outubro deste ano. Considerado o maior evento da América Latina, esse festival de esportes foi lançado nesta segunda-feira, 17, no Grand Hotel Stella Maris, com a presença de atletas, dirigentes esportivos e representantes do governo do estado.

De acordo com o secretário estadual Davidson Magalhães, titular da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o Jubs marcará a confirmação da Bahia na agenda dos grandes eventos esportivos interrompendo uma lacuna de 51 anos fora do estado.

“Nós tivemos aqui jogos da Copa do Mundo, agora a Copa América, Olimpíadas. O Jubs vem a fortalecer isso. Serão três mil atletas disputando 14 modalidades, representando 26 estados e o DF”, pontuou o secretário, referindo à competição com tradição de 78 anos de história e que costuma revelar grandes talentos.

“No judô, tirando Rafaela Silva (ouro na Rio-2016), que veio de uma comunidade do Rio, todos os outros medalhistas passaram pelos esportes universitários. Temos Rogério Sampaio, Aurélio Miguel, Douglas Vieira, Flávio Canto”, resgatou Luciano Cabral, presidente da Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU), sediada em Brasília.

Ele lembrou ainda de nomes da natação como Xuxa, Rogério Romero e Gustavo Borges. Além de metade do time de voleibol campeão olímpico masculino na Rio-2016 como exemplos de atletas que passaram necessariamente pelo Jubs. No momento, as referências são as jogadoras Debinha e a goleira Bárbara, que defendem o Brasil no Mundial de Futebol Feminino.

As duas jogadoras participaram do Universíade, que vem a ser os Jogos Mundiais Universitários cuja seletiva é o próprio Jubs. “Nós somos tricampeões mundiais no futebol feminino no Universíade. Esses títulos a gente tem bastante carinho porque o futebol feminino vem tentando se desenvolver no Brasil e o esporte universitário abraçou essa causa faz muito tempo”, destacou Cabral.

Este ano, o Unirsíade será realizado na Itália, no mês de julho, tendo como seletiva o Jubs. Para o Universíade, o Brasil contará com uma delegação formada por 180 pessoas, segundo antecipou o presidente da CBDU. Ele lembroui que a fase final do Jubs deveria chegar a 15 modalidade, se o atletismo não tivesse ficado de fora devido à falta de pista em condições adequadas de competição.

“Em alguns momentos que gente passou por aqui havia uma deficiência de piscina, agora já tem. Alguns ginásios precisavam ser melhorados. Agora tem o de Cajazeiras que recebeu os Jogos do NBB. A Bahia está em um processo de desenvolvimento, mas carece ainda de uma pista de atletismo. Por isso, não teremos essa modalidade”, explicou Cabral.

O programa da CBDU reúne 36 modalidades esportiva, mas apenas 15 entram para o Jubs. O elenco completo de modalidades é disputado nas seletivas estaduais pelo país ou de forma independente durante a temporada. Excepcionalmente, por ter ficado de fora devido a falta de equipamento, o atletismo deverá acontecer em setembro, em outra cidade.

Segundo as estatísticas divulgadas pela CBDU, cerca de 80 mil universitários brasileiros disputam as fases estaduais e regionais. Apenas três mil deles se classificam para o Jubs, como está previsto para a final programada para a Bahia em 2019.

“Nos jogos da Rio-2016, 53% das medalhas que o Brasil conquistou foram atletas que passaram por esse jogos universitários. Então, estamos falando de atletas diferenciados, formação superior, nível crítico apurado e nível de conhecimento maior”, referendou o presidente da CBDU.

Modelo olímpico

O formato da competição e espaço de convivência são nos moldes de uma olimpíada. Para Salvador, a ideia é acomodar os 3 mil atletas em locais os mais próximo possível do outro e criar em um dos hotéis de porte maior um espaço de convivência. “Não se constrói uma ‘vila olímpica’, mas a gente monta uma estrutura que é o centro de convivência onde tem o boulevard dos atletas. Eles fazem as refeições, encontro e ações participando de algumas ações que a gente coloca dentro do boulevard”, afirmou Cabral.

Simon Vasconcellos, presidente da Federação Universitária Baiana de Esportes (FUBE), calcula receber no período dos jogos atletas representantes de 50 instituições de ensino do país. Um dos destaques e favorito ao título, segundo ele, representa o judô. “O judoca baiano Diego Santos é um dos candidatos da Bahia à conquista de medalha. O nosso futsal é fortíssimo. Também vamos bem no basquete, vôlei e handebol. Dá para pensar em medalhas”, garantiu.

Juba

Como explicou os organizadores do evento, a etapa nacional dos JUBs é antecedida pelas seletivas estaduais – Jogos Universitários da Bahia (Juba). A responsável é Fube, em parceria o Governo do Estado. Este ano, a etapa estadual acontecerá de 14 a 18 de agosto, com provas também disputadas em equipamentos esportivos de Salvador e Lauro de Freitas.

Neste ano, o Juba será realizado como evento teste da etapa nacional, servindo para avaliar e testar parte importante da operação e logística que serão implantadas para atender ao JUBs em outubro.

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Sydney 2000, a Seleção Brasieira 15 anos depois

Publicado em 23/09/2015, aqui

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Hoje, há exatos 15 anos, terminava a natação dos Jogos Olímpicos de Sydney 2000, o primeiro deste século.

O Brasil não conseguiu repetir o sucesso da Olimpíada anterior em Atlanta 1996, considerada a melhor da história de nossa natação com três medalhas e cinco finais. Em Sydney, foram apenas duas finais, mas coroada com uma performance de “ouro” para a medalha de bronze do revezamento 4×100 livre, última vez que o Brasil chegou a uma final olímpica em provas de revezamento.

Desde então, muita coisa mudou, outras nem tanto, e todos os doze nadadores que representaram o Brasil em Sydney já se aposentaram. Quem segue na ativa, e pelo que se diz, no seu último mandato, é o Presidente da CBDA, Coaracy Nunes, na época chefe da delegação de natação.

A comissão técnica tinha a chefia de Ricardo de Moura, hoje ocupando o cargo de diretor geral da CBDA e tinha três treinadores estrangeiros: Dennis Dale da Universidade de Minnesota, Joe Goecken treinador de Bolles e Michael Lohberg.

Dennis Dale era técnico de Alexandre Massura e se aposentou há dois anos. Joe Goecken era técnico de Carlos Jayme e Gustavo Borges no Bolles School em Jacskonville, na Flórida. Atualmente, Goecken trabalha num cargo administrativo da USA Swimming. Michael Lohberg, técnico alemão radicado nos Estados Unidos, era o técnico de Rogério Romero e Fabíola Molina. Lohberg faleceu em 2013 vítima de uma doença hepática.

Os outros três treinadores eram brasileiros. Luiz Raphael, na época treinador de Luiz Lima, segue no mesmo clube, o Fluminense onde é o treinador principal até hoje. Luiz Raphael chegou a se aposentar das bordas de piscina para se dedicar a sua própria academia, mas retornou, e segue a frente do Fluminense.

Sérgio Silva era o técnico de Edvaldo Valério, o homem que fechou o revezamento de bronze do Brasil. Serjão se aposentou das bordas como treinador há quase dez anos, mas segue ligado a natação baiana. Atualment está no seu terceiro mandato como Presidente da Federação Baiana de Desportos Aquáticos.

Reinaldo Dias era o treinador do Minas Tênis Clube em 2000. Depois esteve no Flamengo até se mudar para o Perú em 2005. Lá, dirigiu por anos o Clube de Regatas Lima. Atualmente, ocupa o cargo de diretor técnico da Federação Peruana de Natação.

No grupo de doze nadadores em Sydney, apenas uma mulher. Fabíola Molina que ficou em 24o lugar nos 100 costas e 36o nos 100 borboleta. Fabíola ainda esteve em mais duas Olimpíadas depois desta. Ficou de fora de Atenas em 2004, mas nadou em Beijing 2008 e Londres 2012. Se aposentou das piscinas em 2013, é uma empresária de sucesso a frente da sua linha de maiôs e sungas. Vai inclusive lançar a linha Rio 2016 em produtos licensiados pelo Comitê Rio 2016.

Dois anos depois de Sydney, Fabíola começou a namorar com o também nadador Diogo Yabe. Em 2006, os dois estavam casados e no ano passado tiveram a primeria filha, Louise Maria.

Filhos daquele grupo de 2000 já são quinze.  Fernando Scherer, Gustavo Borges, Rodrigo Castro, Alexandre Massura, Rogério Romero, André Cordeiro tem dois cada um, mais Luiz Lima, Fabíola e Edvaldo Valério com um.

Naquele grupo de 2000, apenas Gustavo Borges, Fernando Scherer e André Cordeiro já eram pais. Gustavo era casado com a também nadadora Barbara Franco Borges, Luis Gustavo havia nascido no ano anterior. Depois, eles ainda tiveram Gabriela. Os dois filhos são atletas do Pinheiros, clube onde Gustavo conseguiu os seus maiores resultados.

Gustavo Borges segue envolvido com a natação. Comanda a Metodologia Gustavo Borges, líder do mercado nacional e atuando em quase 200 academias e escolas de natação num sistema que planifica e organiza a aprendizagem do esporte. É dono de academias de natação e faz parte do Time de Ouro da Rede Globo que vai atuar nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.

Gustavo não estava bem em 2000. Por conta disso, foi para a Olimpíada no sacrifício e resumiu sua participação aos 100 livre onde parou nas semifinais em 16o lugar e no revezamento onde foi o segundo a pular na água fazendo o melhor tempo da equipe.

Fernando Scherer já tinha uma filha, Isabella Scherer, gaúcha, hoje com 19 anos de idade. Depois de atuar no reality show A Fazenda, conheceu Sheila Mello. Casou e teve a segunda filha, Brenda. Xuxa foi o nadador que abriu o revezamento de bronze em Sydney. Fora isso, ainda nadou os 50 livre não passando das eliminatórias. Sua participação foi ameaça em todos os momentos. Uma torção no pé fez Xuxa sofrer e nadar no sacrifício na Olimpíada.

Ele ainda nadou até 2004 quando fez a sua terceira e última Olimpíada. Trabalha desde 2008 na Rede Record de Televisão onde é o comentarista de natação da emissora.

O terceiro pai da equipe olímpica de 2000, André Cordeiro foi para Sydney disputar a sua segunda Olimpíada. Depois de estar no revezamento 4×100 livre de Atlanta em 1996 que terminou em quarto lugar, nesta vez foi como nadador reserva e não competiu. Tinha uma filha, Bruna, na época com seis anos, e que depois viria a se tornar uma nadadora de destaque nas categorias inferiores do Corinthians.

André segue envolvido com natação. É um dos integrantes da comissão técnica do Minas Tênis Clube e já com passagens pela Seleção Brasileira Juvenil.

O time do Brasil ainda teve outro reserva que não nadou em Sydney. Foi César Quintaes Filho, este disputando sua única Olimpíada, sem nunca ter nadado uma prova. Cesinha, era o reserva para o 4×100 livre medalha de bronze. Esteve em outras formações anteriores, mas para Sydney, foi como o quinto nadador da prova.

Médico do SAMU, Dr. César Quintaes Filho hoje salva vidas e está casado desde o ano passado.

O revezamento de bronze ainda tinha Carlos Jayme e Edvaldo Valério. Jayme já estava nos Estados Unidos de onde nunca mais voltou. Se formou na Universidade da Flórida e atualmente é empresário em Nova Iorque. Lá casou com Catherine que está grávida do seu primeiro filho.

Edvaldo Valério nunca havia saído da Bahia até os Jogos de Sydney, porém após o bronze olímpico sofreu com a falta de patrocínio e apoio local. Esteve no Minas Tênis Clube em Belo Horizonte e no Grêmio Náutico União em Porto Alegre até se aposentar. Este ano teve o lançamento da sua biografia em Salvador. O livro “Edvaldo Bala Valério, Braçada da Esperança” traz um pouco de toda a carreira do nadador.

Atualmente, Valério comanda o Centro Aquático Edvaldo Valério, uma série de piscinas arrendadas na Bahia em turmas de aprendizagem e natação masters.

Quem está preparando uma biografia é Eduardo Fischer. O nadador de peito da Seleção de 2000, Fischer ficou em 31o lugar nos 100 peito. Foi sua primeira Olimpíada. Voltaria em Atenas 2004 quando chegou as semifinais da prova.

Casado desde 2010, Eduardo Fischer é advogado e proprietário de uma loja de suplementos em Joinville. Nunca fez uma despedida oficial, mas deixou os campeonatos nacionais desde 2012. Ainda aparece em algumas disputas regionais em Santa Catarina, sempre defendendo a sua amada Joinville. Talvez seja o nadador que mais Jogos Abertos de Santa Catarina disputou em toda a história.

O revezamento 4×200 livre de Sydney ficou em 13o lugar. Gustavo Borges optou por não nadar a prova. O time tinha Rodrigo Castro, Leonardo Costa, Edvaldo Valério e Luiz Lima.

Rodrigo Castro aos 21 anos de idade fazia a sua primeira das três Olimpíadas que disputou. Naquele ano de 2000 foi o ano que Rodrigo Castro entrou para a University Southern California onde se graduou em Economia. Se aposentou em 2012 e Rodriguinho talvez seja um dos poucos, senão o único, nadador de alto nível do Brasil que defendeu apenas um clube em sua carreira: o Minas Tênis Clube.

Há dois anos, Rodriguinho é o Vice Presidente da FAM – Federação Aquática Mineira e iniciou um empreendimento na área turística, é dono do Samba Hotéis.

Leonardo Costa fez em Sydney sua primeira e última Olimpíada. Era companheiro de Rodrigo Castro na USC nos Estados Unidos e ainda teve grandes resultados nos anos seguintes. Fora dos Jogos de Atenas em 2004 ensaiou uma aposentadoria, mas tentou voltar aos treinos. Acima do peso, acabou tomando um remédio para emagrecer e testou positivo. Era o fim da sua carreira.

Leo mora em João Pessoa. Voltou a natação, agora como técnico e mantém um programa de natação no mar. Foi insipirado pelo companheiro de equipe Luiz Lima.

Luiz fez em Sydney a sua segunda e última Olimpíada. Ainda tentou sem sucesso em 2004. Ficou em atividade e segue treinando. Participa das competições de águas abertas onde foi antes da nova geração o nosso melhor representante.

O nome de Luiz segue associado as águas abertas sendo o pioneiro de programas de treinamento exclusivos para a modalidade. Seu programa social “Natação no Mar” serviu de base e inspiração para muitos no país. Há seis anos criou o Gladiadores, o primeiro clube de natação focado nas águas abertas e que tem sede na praia de Copacabana.

Em Sydney, Luiz Lima ficou em 17o lugar nos 400 livre e 18o nos 1500. Foi a última vez que o Brasil teve um nadador na prova de 1500 livre em Jogos Olímpicos.

Casado com uma ex-nadadora, Milene Comini, é pai de Luiza, atleta da equipe Mirim do Marina Barra Clube.

Aliás, a irmã de Milene, Patricia, também ex-nadadora, casou com Rogério Romero, e tem duas filhas. O Piu fez em Sydney sua quarta Olimpíada. Voltaria em Atenas 2004 para fechar a quinta, recorde na história dos atletas olímpicos do Brasil.

Nestas cinco Olimpíadas, foram duas finais. O melhor resultado foi exatamente em Sydney, sétimo lugar com 2:00.48 nos 200 costas, a sua prova favorita. Piu ainda nadou os 100 costas terminando em 23o lugar.

Depois de atuar como integrante do Governo Estadual de Minas Gerais como Secretário de Esportes, Rogério Romero iniciou esta temporada como Gerente Geral Esportivo do Minas Tênis Clube.

Alexandre Massura Neto também atuou com Rogério Romero na Secretaria de Esportes e Turismo de Mina Gerais. Depois disso, Massura esteve trabalhando para a FIFA no projeto da Copa do Mundo no Brasil. Este ano, passou a atuar na Effect Sport no Rio de Janeiro.

Massura ainda treinava nos Estados Unidos em 2000, Era atleta da Universidade de Minnesotta, então recordista da universidade e um dos principais atletas da equipe no NCAA. Sydney foi sua segunda Olimpíada. Foi para Atlanta em 96 para nadar o revezamento 4×100 livre terminando em quarto lugar. Em Sydney, chegou as semifinais dos 100 costas, terminou em 13o lugar com 56.07.

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Londrinense Rogério Romero foi um dos principais nomes da natação brasileira

 

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Na penúltima semana de abril, um senhor de 45 anos, óculos tipo Clark Kent, cabelos curtos começando a ficar grisalhos, foi convidado a proferir palestras sobre gestão de esportes num encontro realizado em Campo Mourão, no centro-oeste do Paraná. O nome dele é Rogério Aoki Romero, londrinense há 24 anos radicado em Belo Horizonte, Minas Gerais. Romero compareceu com a experiência de secretário-adjunto da Secretaria de Esportes e da Juventude e secretário adjunto da Secretaria de Turismo e Esportes de Minas Gerais; conselheiro nacional do Esporte; presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Gestores Estaduais de Esporte e Lazer. Mas não apenas isto. Rogério Romero foi um dos maiores e mais longevos nadadores brasileiros, recordista em participações nas Olimpíadas, ganhador de medalhas de Ouro nos Jogos Pan-Americanos e um recordista do Torneio José Finkel, um dos mais importantes do País.

Romero disse para os presentes, entre outras coisas, algo que parece óbvio, mas é pouco praticado: para o esporte brasileiro evoluir é preciso planejamento. “O esporte permeia as áreas de saúde, educação e segurança”, disse. “Cabe a cada um de nós fazer a valorização do esporte”, acrescentou. Em outra entrevista, para o site Esporte Essencial, Romero já tinha batido na mesma tecla. Ele disse que “o esporte pode sim fazer muita coisa na vida de uma criança, mas não faz nada sozinho”. Precisa ser bem administrado e encaminhado. “Além disso, é uma alavanca de valores, ensina muitas questões relacionadas com competição, dedicação, responsabilidade e companheirismo. Mesmo em um esporte individual como a natação, o atleta não faz nada sozinho, o resultado não é só o atleta, é de toda uma equipe que o acompanha”, disse.

Então não é por falta de alguém esclacer as coisas que elas não evoluem. Romero certamente tira parte de suas lições de sua própria carreira, que foi longa. Ele relatou que começou “muito cedo, com cinco para seis anos”. Os seus três irmãos mais velhos ja nadavam, então ele acabou seguindo a carreira deles. “Comecei na Associação Cultural Esportiva de Londrina, onde fiquei até 1985. Depois, fui para Curitiba, onde fiquei até 1990 no Clube Golfinho. Na primeira Olimpíada, em 1988, em Seul, ainda estava no Clube Golfinho. Depois fui para Belo Horizonte, para o Minas Tênis Clube e participei das Olimpíadas de 1992 em Barcelona”, contou para o Esporte Essencial. Além do Minas Tênis Clube que defende 1991 a 2000 e de 2001 a 2004, ele também defendeu o Coral Springs Swim Club e o Clube de Regatas do Flamengo.

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Recordes 1

Rogério Romero foi o primeiro nadador do mundo a participar de cinco edições dos Jogos Olímpicos, sucessivamente de 1988 a 2004. Além disso, foi o único nadador brasileiro a ser finalista olímpico em quatro edições: Seul em 1988 (final A dos 200m costas), Barcelona em 1992 (final B dos 200m costas), Atlanta em 1996 (final B dos 200m costas), Sydnei 2000 (final A dos 200m costas).

Recordes 2

Especialista dos 200 metros costas, por muitos anos foi recordista sul-americano, num total de 29 vezes, além de estabelecer 41 recordes brasileiros. Bicampeão pan-americano, 15 vezes campeão dos 200m costas no Troféu Brasil de Natação, 10 vezes campeão sul-americano nos 200m costas.

Cidadão

Radicado desde 1991, em Belo Horizonte, após encerrar a carreira como atleta, ele continuou em Minas Gerais, onde foi Secretário de Turismo e Esportes do Estado e onde recebeu Título de Cidadania Honorária da Capital Mineira.

Grande apoio

“A fonte de incentivo para mim foi minha mãe. Dona Odete ia a todos os lugares. Quando fui campeão Pan-Americano pela primeira vez e em todos os outros momentos, ela foi a grande incentivadora. Não só ela, mas toda a milha família. O núcleo familiar é muito importante na carreira de um atleta”.

Abandonado

O Clube Golfinho, o segundo clube de Rogério Romero e pelo qual ele disputou as Olimpíadas de Seul, encontra-se hoje em ruínas no bairro Pilarzinho, em Curitiba.

 

 

 

 

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Projetos municipais receberão apoio técnico da Secretaria do Esporte e do Turismo

Publicado em 27/04/15, aqui

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Setenta projetos de fomento ao esporte elaborados por municípios de todas as regiões do estado apresentados durante o III Encontro de Gestores do Esporte, em Campo Mourão, região Centro-Oeste, nas últimas quinta e sexta-feiras, entram agora em fase de estruturação técnica para enquadramento à lei de incentivo ao esporte do governo federal. Discutidos durante o evento, realizado pelo governo do estado por meio da Secretaria do Esporte e do Turismo (SEET) e Sanepar, com apoio do Conselho Regional de Educação Física (CREF), Faculdade Integrado, Unespar e prefeituras, além do mourãoense Nelson Teodoro de Oliveira, os projetos receberão a consultoria de técnicos da SEET para adequação à lei.

Os projetos que se adequarem a todas as exigências técnicas também receberão apoio do governo do estado no momento da captação de recursos, numa parceria entre a SEET e a Secretaria do Planejamento, que atuarão como intermediárias entre as prefeituras e as empresas interessadas em investir no esporte paranaense.

“Pretendemos atingir com nosso projeto toda a população de assentados e acampados localizados em Rio Bonito do Iguaçu, cerca de 12 mil pessoas”, disse Rudney Brecailo, que apresentou a proposta do município durante as câmaras temáticas. Rio Bonito tem o maior assentamento da reforma agrária do país. Para Brecailo, o encontro superou as expectativas. “Estamos debatendo e participando”, disse.

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Palestras
Além das discussões específicas dos projetos, o encontro recebeu ainda palestras sobre vários temas ligados ao esporte. Antônio Eduardo Branco, presidente do CREF, falou sobre a importância da capacitação profissional de gestores e professores. Já o atleta Marcos Juliano Ofenbock, criador do Futsac, primeiro esporte 100% paranaense, apresentou a modalidade aos gestores.

Cases de sucesso

O secretário de Esportes de Campo Mourão, Ricardo Echelmeier, falou sobre a lei de incentivo municipal. Em vigor há mais de dez anos, a lei permite que pessoas físicas e jurídicas destinem parte do IPTU e ISS (Imposto Sobre Serviços) devidos ao município para o financiamento de projetos esportivos. Os projetos podem ser de formação esportiva; auxílio a equipes que representem Campo Mourão; atletas que morem na cidade e realização de eventos ou recuperação de espaços destinados à prática esportiva. Em 2015, os 22 projetos enquadrados na lei podem captar até R$ 795 mil.

Já a professora Tatiana Pedroso, de Toledo, falou sobre o Mais Vôlei, primeiro projeto do município aprovado pela lei federal de incentivo ao esporte. Ela destacou a necessidade de qualificação técnica do projeto. “Até mesmo um carimbo com a tinta fraca pode fazer o projeto ser recusado”, afirmou. Para Tatiana, um assessor de imprensa para a divulgação do projeto – e patrocinadores – e um contador para a correta prestação de contas são profissionais fundamentais para o sucesso do projeto.

Flavia Romagnoli, representante da Agência de Fomento do Estado, falou sobre as diversas linhas de crédito do órgão que podem ser destinadas à área esportiva. Ela lembrou que todos os municípios têm representantes da agência que podem auxiliar os municípios, pessoas físicas e jurídicas no processo de obtenção de crédito.

O último case de sucesso apresentado aos gestores foi de gestão compartilhada. Presidente da Federação Paranaense de Tae Kwon Do e técnico da seleção brasileira, Fernando Madureira falou sobre o projeto Tae Kwon Do nas UPSs. Realizado em parceria pela federação, Fiep e secretarias de Segurança, Educação e Esporte e Turismo, além de prefeituras, o projeto leva aulas da arte marcial às escolas em que estão instaladas as Unidades Paraná Seguro, postos da polícia militar localizados em regiões com altos índices de violência. Durante o encontro, cerca de 15 prefeituras se interessaram em levar o projeto para seus municípios.

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Rogério Romero
Na principal palestra do evento, o ex-nadador Rogério Romero, que participou de cinco olimpíadas e é o único brasileiro quatro vezes finalista dos jogos, falou sobre sua trajetória e a necessidade de se enfrentar as dificuldades impostas aos atletas brasileiros. Tendo também trabalhado com gestão pública de esporte no governo de Minas Gerais, Romero destacou o planejamento e a iniciativa como armas dos gestores para vencer os desafios do esporte. “O esporte permeia as áreas de saúde, educação e segurança”, ressaltou. “Cabe a cada um de nós fazer a valorização do esporte”, concluiu.

Lei de Incentivo
Marcelo Seixas, vice-presidente de Fomento do Instituto Cultural Ingá (ICI), instituição da sociedade civil de Maringá, falou sobre Lei de Incentivo e Elaboração de Projetos para Captação de Recursos. Para o gestor, o país está num bom momento para o esporte. As olimpíadas de 2016 farão o tema estar cada vez mais presente na mídia e na vida das pessoas. “É o momento de apresentarmos bons projetos”, disse. O presidente da Paraná Turismo, órgão da SEET, Jacó Gimennes, encerrou as atividades falando sobre a interligação entre esporte e turismo.

Para o secretário do Esporte e do Turismo, deputado Douglas Fabrício, o encontro cumpriu o objetivo. “Tivemos ampla participação dos municípios e temos convicção de que os gestores levarão não só boas ideias, mas projetos executáveis em suas cidades”, afirmou. “Conforme orientação do governador Beto Richa, estamos trabalhando sempre em busca de parcerias”, concluiu.

COM/SEET
Marcus Vinicius Schroeder
marcusviniciuss@outlook.com
Paulo Galvez da Silva
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Gestão do Esporte: muito mais que uma luz no fim do túnel

Publicado em 09/15/15, aqui

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Por Luiz Carlos Pessoa Nery

A grande notícia da semana para o esporte brasileiro foi a contratação de Rogerio Aoki Romero (foto) para assumir a Gestão de Esportes do Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte. Especialista nos 200m costas, Romero é o único nadador brasileiro que participou de cinco edições dos Jogos Olímpicos, entre 1988, em Seul, e 2004, em Atenas. Foi finalista em quatro delas.

Muito mais do que a ampla experiência no esporte de alto rendimento, bem como sua formação profissional, o Minas aponta, com Rogério, o caminho da excelência esportiva (ainda mais…), não só por ser, juntamente com o Esporte Clube Pinheiros​, o clube que mais cede atletas olímpicos ao Time Brasil, mas por reforçar o campo da Gestão do Esporte com um profissional capacitado para este desafio gerencial.

Formado em Gestão Empresarial, Rogério Romero leva ao clube a sua vivência acadêmica aliada à pratica de gestor público, adquirida como secretário-adjunto de Esporte e da Juventude do Estado de Minas Gerais.

Essa iniciativa do clube mineiro é numa clara demonstração de visão do futuro esportivo no Brasil, e consciência da possibilidade de ampliação da cadeia de negócios, que tende a seguir, crescendo com seus parceiros. Para isso, leva em consideração todas as modalidades ativas que desenvolve, bem como no esporte de base, garantindo a renovação esportiva para os próximos anos.

O Brasil é um dos países com o maior número de instituições clubísticas do mundo. Nosso esporte olímpico tem na sua base a maioria dos atletas originários destas entidades. Infelizmente, estas instituições sofrem com a crise financeira motivada pelo péssimo modelo administrativo adotado atualmente.

Que este empreendimento realizado pelo clube mineiro sirva de reflexão e exemplo, podendo-se projetar o potencial de empregabilidade direta e indireta, quando visualizamos as ciências do esporte que compõem a gestão, fazendo uma transferência e contabilizando-se todos os clubes do país.

Ídolo da natação, gestor por excelência e larga cumplicidade ao clube, Romero é o nome certo para a condução deste cargo. Ganha o Minas, ganha o esporte mineiro e acima de tudo, o esporte brasileiro.

Luiz Carlos Pessoa Nery é doutorando em Gestão do Esporte pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ

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Rogério Romero é o novo gerente de esportes do Minas Tênis Clube

Oublicado em 07/04/15, aqui

Cinco vezes atleta olímpico, Rogério Romero tem tido destaque na área de gestão esportiva nos últimos anos. Atuou com suceeso como Secretário Adjunto  e Sub-secretário de Turismo e Esportes do Estado de Minas Gerais.

Agora, o próximo desafio de Romero vai ser comandar o esporte do Minas Tênis Clube. Ele assume na segunda-feira o cargo de gerente de Esportes do clube onde fez  a maior parte de sua carreira.

Veja a matéria do anúncio de Rogério Romero no website do MInas Tênis Clube clicando aqui.

Um golaço do Minas!

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Novo comando – Rogério Romero é o novo gerente de Esportes do Minas

Publicado em 07/05/15, aqui

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O ex-atleta olímpico e ex-secretário-adjunto de Turismo e Esportes de Minas Gerais Rogério Romero é o novo gerente de Esportes do Minas Tênis Clube. Com extenso currículo e sólida experiência na área esportiva, que inclui graduação em Gestão Empresarial, MBA em Gerenciamento de Projetos e especialização em Gestão de Negócios Esportivos, além de reconhecida atuação como atleta profissional, Rogério assume, a partir da próxima segunda-feira (11/5), o desafio de comandar os nove esportes do Minas.

“Acredito que meu principal desafio como gerente de Esportes do Minas será lidar com uma organização que já tem a excelência em tudo que faz, principalmente no esporte, e manter esse patamar. Essa será uma cobrança natural, já que é sempre esperado que as equipes esportivas do Minas estejam entre as principais do País. Tenho como meta dar continuidade a essa trajetória de sucesso”, destacou Rogério Romero.

Rogério Aoki Romero nasceu em 22 de novembro de 1969, em Londrina (PR), e acumulou importantes conquistas como atleta profissional. Como nadador, ele é o único brasileiro a participar de cinco Olimpíadas, sendo finalista em Seul (1988), Barcelona (1992), Atlanta (1996) e Sydney (2000), e semifinalista em Atenas (2004). Em 27 anos de carreira como atleta, o novo gerente de Esportes do Minas garantiu 29 recordes sul-americanos e 41 recordes brasileiros, foi campeão pan-americano em Havana (1991) e Santo Domingo (2003), recordista mundial máster nos 200m costas em piscina olímpica, decacampeão sul-americano, 15 vezes campeão do Troféu Brasil de Natação e participou de dez Campeonatos Mundiais. Ele defendeu o Minas Tênis Clube, de 1991 a 2000 e de 2001 a 2004, e passou também por Associação Cultural e Esportiva de Londrina, Clube do Golfinho, Coral Springs Swim Club e Clube de Regatas do Flamengo.

Como gestor, Rogério acumula experiências como subsecretário de Esportes, secretário-adjunto da Secretaria de Esportes e da Juventude e secretário adjunto da Secretaria de Turismo e Esportes de Minas Gerais; conselheiro nacional do Esporte; presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Gestores Estaduais de Esporte e Lazer; consultor de negócios da Myrtha Pools Brasil; e consultor de negócios da Metodologia Gustavo Borges.

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Sudesb define planejamento estratégico para o PPA 2016 -2019 do Estado

Publicado em 30/04/15, aqui

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Em reunião realizada nesta quinta-feira 30 (manhã e tarde), na tribuna de honra do Estádio Metropolitano de Pituaçu, dirigentes, assessores e técnicos da Superintendência de Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) definiram as linhas-mestras do planejamento estratégico para o Plano Pluriaanual (PPA 2016-2019) do Estado.

Autarquia vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), a Sudesb contratou para orientar esta ação o consultor Rogério Romero ex-secretário de Estado-Adjunto de Turismo e Esportes e ex-presidente do Fórum de Secretários e Gestores Estaduais de Esporte e Lazer (Fonseel).

Proposta – Secretário estadual do Trabalho e Esporte, Álvaro Gomes abriu os trabalhos falando da sua proposta em tratar o esporte na Bahia “como fator de inclusão, justiça social e desenvolvimento humano” e sugeriu que as propostas sistematizadas no encontro sejam preparadas para ser apresentadas na próxima semana ao governador Rui Costa.

Diretor geral da Sudesb, Elias Dourado destacou o balanço positivo do esporte na gestão anterior que “ampliou a infraestrutura com mais oportunidades de atividades esportivas e de lazer nos municípios baianos”. Chefe de gabinete da Setre, Jorge Wilton exortou o grupo “a produzir uma boa política pública, que atenda aos anseios da população”.

Metodologia – Com base em uma metodologia de planejamento estratégico, o consultor Rogério Romero orientou a equipe da Sudesb a definir prioridades, objetivos e traçar o mapa estratégico da autarquia nos próximos quatro anos. “A partir das análises de cenários internos e externos (com dados e fatos) foi possível dar uma configuração visual de tudo que foi definido  e, em especial, a visão e a missão da Sudesb”, conclui.

Consultor Rogério Romero é o único nadador brasileiro finalista em quatro edições dos Jogos Olímpicos (Seul, Barcelona, Atlanta e Sidney); e primeiro nadador no mundo a participar de cinco edições dos Jogos Olímpicos (1988, 1992, 1996, 2000 e 2004).

Ascom Setre

 

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http://sportv.globo.com/platb/blogdocoach/2014/08/08/finalista-olimpico-campeao-e-recordista-continental-e-nacional-agora-cidadao-de-bh/

Publicado em 08/08/14, aqui

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Mais do que merecida a homenagem a Rogério Romero, Secretário Adjunto de Esporte e Turismo do Governo do Estado de Minas Gerais e agora vai ser Cidadão Honorário de Belo Horizonte. Cidade que Piu escolheu para chegar a seus melhores resultados na natação competitiva, cidade onde formou sua família e onde cria suas filhas. Cidade que lhe recebeu de braços abertos e agora lhe dá este reconhecimento.

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