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Concluído 1º Programa de capacitação de fornecedores da cadeia produtiva do esporte

Publicado em 25/11/2013, aqui

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Foi realizada na última sexta-feira (22/11), a entrega dos certificados para as entidades que concluíram o Programa de Capacitação de Fornecedores da Cadeia Produtiva do Esporte, promovido pela Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ), em parceria com o Sebrae. A cerimônia aconteceu durante o Seminário de Gestão do Esporte Mineiro, no auditório do BDMG, e contou com a presença do secretário Adjunto de Esportes e da Juventude, Rogério Romero e da gerente da Indústria do Sebrae Minas, Marise Xavier. A expectativa é que, em 2014, seja iniciada a segunda turma de capacitação de fornecedores da cadeia produtiva do esporte, bem como novas rodadas de negócios e missões empresariais.

Quatorze entidades receberam os certificados por terem atingido o mínimo de 75% de frequência, nos módulos de instrutorias e consultorias, durante os anos de 2012 e 2013. São elas: Federação Mineira de Futebol de Salão; Neo Confecções; Federação Mineira de Handebol; Sociedade Agostiniana (Colégio Magnum); Panda Promoções e Eventos; Federação Mineira de Basketball; Academia Sá Djá; Academia Mineira de Tênis; Associação Atlética Banco do Brasil (AABB); América Futebol Clube; Associação e Consultoria em Esportes e Eventos (ACE); Federação Mineira de Voleibol; Tênis para Todos; Associação Esportiva Social Ermelinda Vital (AESEV). Outras seis – Federação Mineira de Judô; Federação Mineira de Arco e Flecha;  Federação Aquática Mineira; Associação Mineira de Vela Adaptada, Clã Delfos; Mackenzie Esporte Clube- também participaram da capacitação.

O programa

Com público-alvo de representantes de federações, associações, clubes e empresas mineiras com atuação nas modalidades prioritárias do esporte de rendimento em Minas Gerais, o programa contempla 192 horas de instrutoria e 68 horas de consultoria nos seguintes módulos: Indicadores de desempenho e gestão empresarial; Gestão de Marketing; Gestão Financeira; Gestão de pessoas; Gestão de processos; Habilidades gerenciais; Técnicas de negociação; Marketing esportivo.

Além da capacitação de fornecedores, desde 2012, a SEEJ e o Sebrae promoveram diversas ações para as entidades que aderiram ao Programa de Fomento à Cadeia Produtiva do Esporte. Dentre as iniciativas, merecem destaque as rodadas de negócios/captação de recursos e a primeira missão empresarial internacional do setor esportivo, que contou com a presença de cinco empresas durante a Conferência da EASM 2013, em Istambul/Turquia. Além disso, foi realizado o diagnóstico da cadeia produtiva dos esportes de alto rendimento pela Fundação João Pinheiro, que será divulgado em breve.

Matéria: Flávia Braga

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Doping no Brasil: nadador olímpico e mais duas

Notícia triste para a natação brasileira: saiu na imprensa hoje que 3 atletas foram pegos no exame antidoping, entre eles um da seleção nacional olímpica.

Glauber: saiu do céu para um inferno astral.

Glauber Silva havia garantido sua vaga na última seletiva e teve ainda que aguentar a morte do seu pai ontem. Seu clube, o Minas, já teve outra atleta olímpica envolvida com doping, Fabíola Molina.

Flávia Delaroli, do Pinheiros, esteve em duas olimpíadas e havia anunciado que estava pendurando o maiô após não conseguir sua 3a. vaga olímpica.

Pâmela Silva, do Corinthians, teve um dos seus resultados mais expressivos no último campeonato brasileiro, quando sagrou-se campeã nos 200m peito.

Independente do resultado do painel que vai se reunir na próxima terça, das justificativas dos nadadores, técnicos e médicos, seus nomes já estão manchados.

Não por acaso, venho divulgando todos os casos neste espaço. Talvez a informação não chegue devidamente aos atletas e tampouco a punição exemplar aos demais envolvidos. Mesmo a CBDA criando uma diretoria para o assunto, com  cartilhas do COB, a dissiminação ainda é pequena e seu dissernimento ainda menor.

Cielo sofreu muito durante seu processo.

Acredito que, com a vitória do sediamento olímpico, este problema deveria ser tratado com a devida atenção no Brasil. Aqueles que almejam nadar na piscina olímpica do Rio daqui a 4 anos podem ser alvo fácil para as tentações que existem, afinal o doping é apenas mais uma forma de se drogar – quem conhece os benefícios (sem considerar o dano à saúde), tem dificuldades de sair.

Enquanto a sociedade discute em profundidade o crack, o doping avança lentamente e leva os sonhos de jovens atletas a uma carreira marcada pela desonestidade – mesmo que esta não seja a verdade. O descuido existe, assim como ocorreu com Fabíola e Cielo, por exemplo.

Você sabia o que estava tomando, Lance?

Recentemente até as incríveis façanhas de Lance Armstrong na Volta da França foram colocadas à prova (novamente) e os casos deste ano na natação mundial foram da Argentina para a China, passando até pela Índia, que não tem tradição alguma no esporte.

Fica aqui o alerta: cuidado com a suplementação galera!


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero

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