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Daniel Takata: o canivete suíço da natação brasileira

Redator da Revista Swim Channel. Tem colaborado com os principais veículos impressos e eletrônicos sobre natação e vem comentando competições no SporTV. Escolhido pela FINA como melhor texto sobre natação do mundo em 2011 e 2012. Estatístico com graduação e mestrado pela Unicamp.

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Revista da FINA: Takata é bi!

Este texto de introdução de Daniel Takata já impressiona pelos fatos de juntar um estatístico com melhor texto sobre natação do mundo. Blogueiro impulsivo, ele já colaborou nos primórdios do Swim It Up!, que tinha um pequeno jornal de tiragem limitatíssima feito por assinatura, sempre com comentários e textos primorosos.

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Hoogenband não perdeu a oportunidade e tirou foto com nossa celebridade.

Criou ainda o Raia Quatro News, onde nos brindava com sua extensa pesquisa e conhecimento sobre a natação, quando foi convidado a participar do Blog do Coach, de outro aficionado por notícias do mundo da natação e blogueiro e comentarista, Alex Pussieldi, onde participou de inúmeros Best Cam.

Por fim, está no bem sucedido projeto Swim Channel, em parceria com Patrick Winckler e o jornalista Guilherme Freitas.

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Takata: único japa, ao lado do Bussunda cover, Satiro Sodré.

Mas este é o lado A de Takata… Recentemente produziu um vídeo com a clássica música Bohemian Rhapsody do Queen (vejam abaixo o resultado), mostrando seus dotes artísticos.

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Através de outro canal, acabei descobrindo ainda outro dom dele. Descubra aqui. Será que ele vai precisar destes artifícios para acompanhar a Olimpíada do Rio? Espero que não, pois precisamos de pessoas preparadas como ele e o Swim Channel para escrever com qualidade sobre a natação olímpica.

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Sim, o estatístico também foi nadador.

Ah, sim, Takata foi nadador e também tira suas fotos de alta qualidade. Ao menos até o momento é isso o que temos do nosso canivete suíço da natação brasileira.

 

 

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Tributo ao Swim Channel

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Patrick divulga não apenas a natação, mas os esportes aquáticos.

Quando somos apaixonados pelo que fazemos, os resultados aparecem naturalmente. Pois a revista Swim Channel é assim: cheia de apaixonados – e competentes!

Comandados por Patrick Winkler, ex-atleta de natação e irmão da saltadora Evelyn, o time tem nomes de peso como Alexandre Pussieldi, Daniel Takata, Satiro Sodré e Luiz Lima, todos excelentes em suas respectivas áreas.

Não por acaso, a revista especializada – algo raro no Brasil – mesmo tendo  dois anos de nascimento, já coleciona fãs e prêmios, como o da Associação Mundial de Águas Abertas.

Parabéns pela iniciativa e continuem assim!!

PS: Como não dá para esperar dois meses pelas notícias, acompanhem pelo Facebook.

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Quarta eliminatória

Hoje. De tanta gente perguntar, quando Cesar Cielo vai nadar, respondo antecipadamente desde as cinco da manhã: hoje. Hoje o que? Cesar Cielo nada. Ah, mas não é a prova dele. Não, ele é recordista mundial, medalhista olímpico, mas não nada esta prova, não. Ou, como dizem, não é especialista…

Cielo: precisa melhorar para nadar a final amanhã – e sabe disso. (Zimbio)

Cielo nadou e fez o que era esperado: classificou-se para a semi. Nesta hora não adianta fazer qualquer tempo relevante. De modo semelhante, o importante à tarde é chegar entre os oito melhores tempos. Raia 1 e 8 são as “piores”? Em tese, sim; na prática, pouco importa, tem os mesmos 50m e, com as novas tecnologias, a questão da marola nos cantos foi minimizada. Cesar Cielo, Gustavo Borges e Fernando Scherer conquistaram medalhas nestas raias laterais.

Outro brasileiro que nadou consciente foi Tales Cerdeira, indo para a semi dos 200m peito. Nicolas Oliveira, nos 100m livre, Henrique Barbosa, nos 200m peito, e Joanna Maranhão, nos 200m borboleta, não nadaram perto de suas melhores marcas e acabaram suas participações (a não ser que Nicolas nade o revezamento medley de manhã).

Tales Cerdeira: nadou consciente e está na semi.

Na verdade, todos os nadadores que foram a Londres tinham chance de ficar entre os 16 melhores, nas suas melhores provas. Seria assim com Fabíola Molina,  nos 100m costas, e Felipe França, nos 100m peito, para ficar apenas em dois exemplos. Ninguém quer representar mal o Brasil, quanto mais a si mesmo! Acredito que o pessoal treinou (e muito). A maioria, ao contrário do que pensam alguns, tiveram acompanhamento de nutricionista, psicólogo, preparador físico, fisiologista e outros profissionais do ramo. Mas, tudo tem que dar certo, na hora certa. Não tem outra chance – apenas daqui a  4 anos!

E finalizo perguntando aos críticos: e você, qual a sua colocação na sua profissão? Na cidade? No Brasil? No mundo?


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero