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Campanhas para a natação… nos EUA e Inglaterra

O motivo não é ganhar medalhas, mas sim evitar mortes.

Nesta última semana, a imprensa brasileira deu destaque a um programa americano para dar acesso ao ensino da natação, chamado Make a Splash, iniciativa da Confederação de Natação Americana, que tem como um dos seus padrinhos Cullen Jones, que quase morreu afogado. O programa é exatamente para evitar acidentes mortais com crianças, afinal os afogamentos são a segunda causa de morte de crianças entre 1 a 19 anos (nos EUA, assim mesmo, espantei com este dado).

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Jones e Cielo, logo após empatarem na semi. Jones saiu de quase afogado para a prata nos 50 livre em Londres.

Ciente disso, até a Associação Americana de Pediatria mudou sua opinião a 3 anos atrás e agora sugere que o quanto antes a criança aprender a nadar, melhor. E preferencialmente com professores habilitados.

Ainda mais impressionante é o Departamento de Educação inglês colocar a natação e segurança aquática no currículo escolar! Sabidamente foi aplaudido pela Associação de Natação local.

Sem dúvida, dois exemplos ousados.

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Seletiva americana: cai recorde americano e de Phelps

Rachel Bootsma bateu o primeiro recorde americano na seletiva americana para o Mundial. O tempo de 27.68 nos 50 costas abaixa 12 centésimos da marca de Hayley McGregory, de 5 anos atrás.

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Bootsma, 19 com carinha de 15.

O outro recorde a mencionar da noite não veio da série dos vencedores dos 100 borboleta. Apesar de Eugene Godsoe ter derrotado Ryan Lochte e feito a 4a. marca do ano, foi na final B (disputa entre o nono e décimo-sexto) que Justin Lynch talvez comece a fazer história, ao retirar o nome de Michael Phelps do recorde da idade (15-16) na prova, com seu rápido 52.75. Lembrando que nesta idade, Phelps já disputava sua primeira olimpíada, ficando em quinto nos 200 borboleta.

Outro jovem que deseja estar no Rio daqui a 3 anos é Ryan Murphy, cujo recorde da idade (17-18) nos 100 costas é 7 décimos mais rápido que o segundo no ranking. – isso que ele ainda tem 17. Apesar de tudo isso, com o tempo de 53.38, sexta marca do ano, ficou em terceiro, perdendo a vaga para o mundial…

Acompanhe a declaração de Lynch após a prova:

 

 

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Omaha: parada olímpica obrigatória

Casa cheia, shows, música empolgante, competição acirrada? Pela terceira vez a cidade de Omaha, no estado de Nebraska, servirá de palco para seletiva americana. Vejam as imagens e vídeos para perceber: a organização do Troféu Maria Lenk deu um passo para que a competição fique cada vez mais atrativa.

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O primeiro dia: muitos brasileiros na água

O primeiro dia de eliminatórias vai ser um bom termômetro de como o Brasil vai ser representado na natação em Londres.

Thiago: deseja estar nesta histórica final dos 400m medley, se possível fazendo história. (Agif)

Começamos logo com Thiago Pereira nos 400m medley, prova que vai ver o primeiro duelo Lochte x Phelps e também a primeira possibilidade de um inédito tri-campeão olímpico. Thiago abriu mão de outras provas para poder concentrar-se nas duas de medley, está otimista e confiante em um bom resultado.

Daynara de Paula entra em seguida, nos 100m borboleta, onde o Brasil teve sua melhor colocação feminina com Gabriella Silva em Pequim. Quem sabe Daynara não surpreende também?

Daynara: os 100m borboleta vai dar duas finalistas em seguida? (Agif)

Depois temos outra finalista olímpica, também nos 400m medley, Joanna Maranhão. Apesar de sua consistência nos resultados uma nova final para a pernambucana seria um ótimo resultado.

Para fechar bem nossa primeira eliminatória, os Felipes Silva e Lima nadam os 100m peito, outra prova que pode ter um tri-campeão com Kitajima. Ela é uma das mais disputadas desde 1968, com o campeão sempre ficando a menos de meio segundo na frente.

França: a primeira chance real de medalha só vai ser no segundo dia. (Agif)

Lembrando que final no mesmo dia, apenas para os 400m medley, pois provas até 200m tem semifinal.


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero

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