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Inauguração do Centro de Memória do Minas Tênis Clube

Publicado em 10/13, aqui

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(Foto Orlando Bento-divulgação)

O novo Centro de Memória do Minas Tênis foi inaugurado no dia 30 de setembro, às 20h, com a exposição Minas Tênis Clube: Várias Histórias. A cerimônia oficial contou com a presença de membros da Diretoria e do Conselho Deliberativo do Clube, autoridades municipais e estaduais, além de profissionais da área de museus e arquivos. O novo espaço abriu suas portas para sócios e para o público belo-horizontino em geral a partir de 1º de outubro e funcionará de terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 11h às 19h. O Centro de Memória integra o Centro Cultural Minas Tênis Clube, que inclui o já inaugurado Teatro Bradesco; Galeria de Arte, que será inaugurada no dia 22 de outubro; salas multimeios; além de dois cinemas e Biblioteca, que entrarão em operação até 2014. Reunindo vasto acervo de diferentes tipologias – objetos, fotografias, documentos textuais e filmes, a exposição Minas Tênis Clube: Várias Histórias tem o objetivo de contar a rica história do Minas, de 78 anos dedicados ao esporte, à formação esportiva, à educação, ao lazer, ao convívio social e à cultura e que ganha novo e instigante olhar ao se evidenciar as interseções dessas histórias com a história de Belo Horizonte.

 

Balanço Olímpico: alguns números

O site italiano Nuotopuntoit, fez uma análise interessante sobre o desempenho por continente e países. Filtrei aqui os dois que achei mais relevantes:

  • Apenas 6 países tiveram representantes nas 32 provas (EUA, Austrália, Canadá, Grã Bretanha, China e Hungria). Coincidência ou não, todos apareceram entre os 19 países que medalharam, incluindo nas duas primeiras colocações.
  • Maiores presenças nas finais: EUA (60), Austrália (28), Grã Bretanha (23), China (20) e Japão (19). Tirando os anfitriões, eles estão entre os 10 melhores.

Éva Risztov: a húngara tem 57 títulos nacionais e sagrou-se campeão nos 10km em Londres.

Mas porque estes são os mais relevantes? Porque demonstram que a qualidade da equipe como um todo é que traz um bom desempenho geral e – ainda melhor – deixa uma esperança para o próximo ciclo olímpico. Não seria nenhuma surpresa se no Rio de Janeiro a Hungria despontasse entre as 5 melhores equipes, por exemplo. Mas, para isso, teremos que aguardar mais 4 anos…

E uma última novidade: Kirsty Coventry foi eleita para a Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Internacional, no mesmo ato que confirmou o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, como membro honorário.


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero