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Natação em alta

Recentemente Missy Franklin apareceu entre os 10 atletas com maior potencial de retorno a patrocinadores (leia mais no Blog do Coach). Não entendo a metodologia, uma vez que a multi-campeã oferece com sua simpatia ímpar – e sorriso idem – realmente uma boa imagem para praticamente qualquer segmento. No entanto, ela optou por abrir mão dos contratos milionários para poder participar da experiência de ser uma nadadora universitária. Segundo o regulamento do NCAA, ela não pode ter nenhum patrocinador, sob pena de perder sua elegibilidade, ou seja, não competir nem treinar pela equipe da universidade da Califórnia.

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Missy: poderosa, toda poderosa.

Na sua programação, deve perder milhões por mais um ano,  quando vai se dedicar exclusivamente para o Rio – as olimpíadas. Após esta pesquisa, ela terá uma ideia melhor dos milhões que está sacrificando em torno de uma carreira esportiva universitária.

Leia no Blog Esporte Fino porque ela foi considerada a melhor atleta de 2013.

Além dela, os nadadores aparecem no topo de outra pesquisa. Um site de relacionamento virtual (namoro) considerando o corpo de esportistas, o dos nadadores sobressaiu. Eles estão atrás dos jogadores de futebol e, no imaginário feminino, são os surfistas quem tem os melhores corpos.

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Casanova: medalhas na piscina, troféus fora.

Mais, o nadador Jesus Casanova venceu o Mister Venezuela e vai disputar o Mister World no próximo mês.

Por fim, a emocionante resposta de Beatriz Nantes a um crítico australiano. Vale a leitura do melhor esporte do mundo.

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Mais um recorde para Missy

Finalmente a natação foi condecorada com o prêmio máximo do Oscar do Esporte, o Laureus. Missy Franklin foi a mais jovem a receber a homenagem, pelo seu feito inédito de 6 ouros no último Mundial em Barcelona. E ela esteve presente em Kuala Lumpur logo após sua ótima estreia no NCAA (competição universitária americana), onde estabeleceu uma nova marca americana nas 200 jardas livre. Ela recebeu o troféu de outro mito da natação, Mark Spitz.

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Missy: mais recorde, mais prêmio, mais sorriso.

O evento acabou sendo na Malásia, embora o Rio de Janeiro tivesse a previsão de sediar por 3 anos, finalizando no ano olímpico. Infelizmente, pelas dívidas da primeira edição na cidade olímpica. Realmente uma pena.

Sejamos justos, Phelps recebeu ano passado, mas foi mais pelo conjunto da obra, e não como atleta do ano. Também para atletas da natação (o brasileiro Daniel Dias duas vezes) também foram condecorados.

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BCN2013 finais 8: mais um bronze para Thiago na melhor campanha brasileira

Para quem nem queria nadar a prova… Sem censura, os 400m medley não perdoam quem não está bem ou pronto para a prova (vide Phelps em Londres). Mas Thiago Pereira estava e utilizou a mesma tática que deu a prata olímpica ano passado: em vez de passar muito forte, uma prova mais equilibrada, que garantiu seu segundo bronze (4:09.48).

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Pereira encarou a nova geração dos 400 medley: Seto e Kalisz.

A russa Efimova mostrou que nem a lituana Meilutyte é imbatível, batendo a recordista mundial na final dos 50m peito.

Mas quem terminou a competição com mais ouro foi Sun Yang e a americana Missy Franklin. O chinês parece estar escondendo algo muito especial para outro momento, apenas nadou junto por 1.400m para então distanciar quando quis e como quis. Para quem fez o melhor parcial de todos os tempos no revezamento 4x200m, o risco de ter alguém com velocidade maior que ele é mínimo. A americana tornou-se a primeira mulher a sair de um Mundial com 6 ouros. Até o Rio 2016 ela deve melhorar sua velocidade para competir com as demais nos 100m livre…

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Missy: ajudando as demais a ganhar medalhas.

O destaque negativo do dia foi a desclassificação dos EUA no revezamento 4x100m medley e o positivo foi a medalha de Mireia Belmonte, dando ao público um momento especial.

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Fundistas são os melhores do Mundial com Ledecky e Yang: juntos 6 ouros, 2 recordes mundias.

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BCN2013 finais 7: tri de Cielo, mais recordes mundiais para as mulheres

Cesar Cielo foi absoluto na prova. Levou o inédito tri não tão fácil quanto dois anos atrás, mas não deixou dúvida da sua superioridade. Melhor tempo sem trajes (21.32). Isso, lembrando, numa prova onde haviam 3 campeões olímpicos, ele foi o único dos 3 que medalhou – 6a. de ouro em mundiais! Quem se destacou na prova foi o campeonato americano universitário. Morozov, atual campeão da prova, Cielo, campeão em 2008 e Bovell, embora tenha ficado apenas em 4o. nesta prova no seu último ano, também nadou em Auburn como o brasileiro e foi 5 vezes campeão do NCAA. Ah, sim, e pela terceira vez, nenhum americano com medalha na prova.

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Cielo: não importam os próximos dois anos, todos querem ver este choro no Rio.

As americanas Missy Franklin e Katie Ladecky e a lituana Ruta Meylutite também vão fazendo história em Barcelona. Missy bateu o recorde do campeonato nos 200m costas e amanhã deve ser a primeira a conquistar 6 ouros no mesmo campeonato. Já a fundista bateu seu segundo recorde mundial, agora nos 800m livre, e saiu invicta com 4 ouros.

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Ledecky desconhece outro degrau do pódium.

Meylutite também estabeleceu duas novas marcas, hoje nos 50m peito. A marca antiga não durou nem 12h, já que foi estabelecida pela campeã dos 200m peito, a russa Yuliya Efimova, logo pelas eliminatórias. Será que a russa vai ganhar de outra recordista mundial amanhã, como nos 200m?

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Meylutite: agora fica fácil lembrar as cores da bandeira lituana.

Chad le Clos fez as últimas 5-6 braçadas dos 100m borboleta como se tivesse começando a nadar naquele momento e sagrou-se campeão. Provavelmente vamos vê-lo, assim como Katie, Missy e Ruta, ainda mais rápidos nos Jogos Olímpicos do Rio.

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Le Clos, manias de menino, resultados de campeão.

 

 

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BCN2013 finais 6: quero ser Phelps

A aposentadoria de Michael Phelps deixou um vácuo nas piscinas. Seus recordes pareciam destinados a perdurar muito tempo. Pareciam. Os Estados Unidos tem o dom de “criar” novos ídolos – há uma necessidade para a cultura americana. E a risonha Missy Franklin e Ryan “jeah” Lochte tem, além de ótimos resultados na piscina, aquelas histórias que são replicadas pelas agências de notícias e ajudam, assim como Phelps desejava, a divulgar a natação.

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Lochte e sua homenagem ao Nirvana.

O já veterano Lochte e a ainda novata Franklin tiveram um dia cheio. O primeiro foi tricampeão (quarta não consecutiva) dos 200m costas (prova que os americanos dominam nos últimos 9 Mundiais), voltou logo depois para pegar final nos 100 borboleta e finalizou o dia com mais uma vitória, ajudando o revezamento 4x200m livre americano.

Missy, já com 4 ouros na conta, encarou uma prova que (ainda) não é sua especialidade e amargou a pior colocação: quarto (achei que ela não tinha outra cara sem rir). Os 100m livre feminino foram para a Austrália de Cate Campbell, assim como a versão masculina. Mas a americana voltou menos de meia hora depois e mostrou que o quinto ouro amanhã nos 200m costas vai ser difícil de tirar dela.

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Efimova tem o ouro, mas Pedersen leva a placa do recorde.

A final dos 200m peito clamou novamente pela pergunta: o que é melhor, ouro ou recorde mundial? Rikke Pedersen bateu o recorde ontem e, embora ninguém tenha achado uma completa surpresa, acabou com a prata hoje, atrás da russa Yulia Efimova.

Outro destaque do dia foi o parcial do fundista Sun Yang, que garantiu o bronze da China no revezamento 4x200m livre. Aí ocorre outra pergunta: porque ele não quis disputar esta prova individualmente? Seria o primeiro a ter chance de ganhar os 200, 400, 800 e 1500m livre!

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Manadou: o francês campeão olímpico entra forte para impedir o tri do brasileiro.

Para os brasileiros restou a presença de Cesar Cielo em busca do que ele mesmo colocou ser uma tarefa muito difícil do tri nos 50m livre. Afinal, para entrar na finalíssima amanhã foi mais rápido que na olimpíada, tem 3 campeões olímpicos na prova e outros dois ouros em provas distintas…

Thiago Pereira ainda garantiu um presença importante fora da água, substituindo Gustavo Borges na Vice-presidência da Comissão de Atletas da FINA.

 

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BCN2013 finais 4: mais finais para o Brasil

João Gomes Junior e Leo de Deus nadaram as finais de hoje, ficando em 5o. e 8o. nos 50m peito e 200m borboleta. O primeiro ficou a 16 centésimos do bronze, enquanto o segundo sentiu o final.

Nas semi, Thiago Pereira, Marcelo Chierighini e Etiene Medeiros fizeram 3 das 4 finais possíveis para amanhã. Apenas Henrique Rodrigues não conseguiu passar nos 200m medley. Os 3 tem chances de medalhas!

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Chierighini: amanhã volta para manter a tradição brasileira na prova nobre da natação.

Chad le Clos ficou conhecido por bater Phelps ano passado nas olimpíadas, justamente em uma prova onde o americano não conhecia a derrota a mmmmmuito tempo, os 200m borboleta. Hoje o sul-africano entrou como favorito, mas acaba sendo até um mau exemplo para os nadadores mais jovens, por sua técnica e pela sua displicência ao nadar olhando para os dois lados. Chega a ser até uma falta de respeito com os adversários, pois dá impressão que ele está apenas controlando para chegar na frente e que é muito superior aos demais. Suas atitudes e entrevistas não demonstram isso, mas quero ver a dificuldade de um técnico querer corrigir seu nadador que está olhando para o lado agora…

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Meninos: não tentem isso no seu treino.

Chega a ser até uma falta de respeito com os adversários, pois dá impressão que ele está apenas controlando para chegar na frente e que é muito superior aos demais. Opa, eu já escrevi isso antes… Mas Sun Yang realmente “cozinhou” o restante nos 800m livre, para só distanciar nos últimos 100m.

Missy Franklin desistiu de oito medalhas (saiu dos 50m costas), mas teve um aproveitamento de 100% até o momento, com sua vitória nos 200m livre.

 

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Londres 2012: a Seleção Italiana

Pelegrini: atrás do bi-olímpico nos 200m livre.

Capitaneados por Federica Pellegrini, a seleção italiana terá 12 nadadores:

  • Luca Dotto – 50 livre.
  • Marco Orsi – 50 livre.
  • Gregory Paltrinieri – 1500 livre.
  • Sebastian Ranfagni – 200 costas.
  • Fabio Scozzoli – 100 peito.
  • Luca Marin – 400 medley.
  • Arianna Barbieri – 100 costas.
  • Ilaria Bianchi -100 borboleta.
  • Alessia Filippi – 200 costas.
  • Federica Pellegrini – 200 e 400 livre.
  • Stefania Pirozzi – 400 medley.
  • Filipo Magnini – 4×100 livre.

Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero

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