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Marketing de Emboscada

Como estamos em 2015?

marketing de emboscada

Bem, dentro das minhas (poucas) resoluções está ler um pouco mais neste ano. Até o momento estou conseguindo manter um bom ritmo, mas a estratégia é esta mesmo, aproveitar esta época e até algumas viagens comerciais, quando consigo ter um tempo mais tranquilo e pegar algum livro. Espero que o ritmo não caia muito ao longo do ano. E vou tentar, na medida do possível, fazer uma pequena ligação entre a leitura e o mundo da natação.

Vou começar por um fácil. Afinal, Marketing de Emboscada, do Dr Leonardo Andreotti Paulo de Oliveira, tem um episódio da natação – e dos antigos. Entre diversas citações e exemplos, o livro menciona que em Munique-72, o super astro Mark Spitz competiu, como todos os demais americanos, com a Speedo. Mas seu sucesso inédito nas piscinas acabou fazendo com que sua patrocinadora Arena (uma subsidiária da Adidas, que também tem muita história boa…) fizesse algumas fotos com Spitz, inclusive com as 7 medalhas de ouro recém conquistadas.

magunum

Não, peraí, este era ícone dos anos 80, Magnum.

Spitz

Spitz, o melhor de todos os tempos (pré-Phelps).

 

No final, levou milhares de nadadores e fãs a acreditarem que este era o traje que vestiu o atleta mais completo da época. E você pensou que o ambush marketing nasceu com as loiras da Heineken, não?

 

 

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Belo Horizonte faz ajustes para entrar na rota olímpica

Publicado em 20/07/2014, aqui

Em 2016, o Brasil receberá a Olimpíada, que será disputada no Rio de Janeiro. Apesar de não ser a cidade-sede da competição, Belo Horizonte também está na reta final de preparação para participar do evento, mesmo que de forma secundária.

Escolhida para ser a base de treinamento das equipes da Grã-Bretanha, BH receberá aproximadamente 350 atletas olímpicos e 165 paralímpicos. A Associação Olímpica Britânica (BOA) usará as instalações do Centro Esportivo da UFMG e do Minas Tênis Clube (unidades 1, 2, Clube Náutico e Country Clube). O Sesc Venda Nova também estará à disposição.

“Ter a equipe britânica em Minas é uma grande chancela. Eles ainda não definiram o local de hospedagem, estão vindo frequentemente avaliar o andamento das obras do Centro de Treinamento da UFMG e outros detalhes da futura aclimatação”, afirma o secretário-adjunto de Estado de Turismo e Esportes, Rogério Romero.

A cidade também está se preparando para receber outras delegações. “Tive ciência da Austrália, Itália, Portugal, China, Canadá, Bélgica, Japão e Estados Unidos, enfim, grandes potências esportivas com interesse em virem para cá”, diz o secretário.

Ex-nadador com cinco Olimpíadas no currículo, Rogério sabe que não vão faltar oportunidades para disputas na capital mineira. “Estamos falando de muitas modalidades olímpicas e paralímpicas, e de quase 200 países envolvidos”.

Esportes Aquáticos

Apesar de estarem confirmadas para o Rio de Janeiro, as provas de vela e remo da Olimpíada de 2016 ainda podem ser transferidas para longe da cidade-sede. O motivo é a poluição da Lagoa Rodrigo de Freitas e da Baía de Guanabara, que preocupa tanto o Comitê Olímpico Internacional (COI) quanto os atletas.

Para que as competições não sejam prejudicadas, será preciso criar um plano emergencial. Palco de diversas disputas em campeonatos mundiais de esportes aquáticos, a Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, pode ser uma alternativa.

Rogério Romero afirma não ter conhecimento de que a Lagoa dos Ingleses seja o plano B para as provas. “Esta possibilidade não foi aventada, até onde sei, pelo Comitê Organizador Rio 2016”, garante o secretário.

lagoa ingleses

Gigante da Pampulha volta a entrar em cena

Além de oferecer centros de treinamentos, Belo Horizonte terá um dos palcos para partidas de futebol na Olimpíada de 2016. O Mineirão receberá disputas femininas e masculinas.

Também foram confirmadas pela Comissão de Coordenação do Comitê Olímpico Internacional jogos de futebol no Rio de Janeiro, Salvador, Brasília e São Paulo.

Os duelos no Rio serão no Maracanã, a Fonte Nova recebe as partidas na capital baiana e o Mané Garrincha no Distrito Federal. Apenas São Paulo ainda não decidiu em qual estádio haverá duelos.

Caso se repitam as fórmulas de disputas da Olimpíada de 2012, em Londres, serão 58 jogos nas duas modalidades de futebol, o que dá uma média de 11 partidas por estádio. Na capital inglesa, o torneio masculino contou com 16 equipes, enquanto o feminino teve 12.

Com isso, aumenta a possibilidade de mais equipes virem treinar em Belo Horizonte e região, usando as estruturas de Cruzeiro, Atlético e América. Foi o que ocorreu na Copa do Mundo, quando o Chile ficou na Toca da Raposa II e a Argentina na Cidade do Galo, em Vespasiano.

“Há a possibilidade de os clubes mineiros de futebol receberem delegações estrangeiras. Alguns países inclusive já fizeram contatos diretamente com eles”, garante Rogério Romero, secretário- adjunto de Estado de Turismo e Esportes.

Uberlândia garante participação

Outra cidade mineira que já garantiu participação na Olimpíada de 2016 é Uberlândia. O município do Triângulo receberá a delegação irlandesa, com atletas de nove modalidades: atletismo, badminton, ciclismo, pentatlo moderno, remo, natação, triatlo e canoagem. Três visitas técnicas já foram feitas na cidade, com o objetivo de conhecer as estruturas esportivas, hospitalares e hoteleiras. A quarta visita deve acontecer no mês que vem.

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Hora de atrair mais delegações

Publicado em 21/07/2014, aqui

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A Copa do Mundo acabou, mas as Olimpíadas são logo ali, em 2016. Embora a competição seja realizada no Rio de Janeiro, Minas Gerais também participará do evento recepcionando delegações para treinamentos pré-jogos. Por todo o país, os próximos meses serão marcados pela intensificação do trabalho de captação de comitês nacionais e modalidades esportivas pelos Estados.

 

Depois do anúncio das parcerias com as associações olímpica e paralímpica britânicas (que utilizarão as instalações do Minas Tênis Clube e da Universidade Federal de Minas Gerais) e com o Comitê Olímpico Irlandês (que ficará em Uberlândia), a Secretaria de Estado de Turismo e Esportes (Setes) tem conversas avançadas com o Comitê Olímpico Belga. As modalidades e o local ainda não podem ser divulgados. Há tratativas para que Minas seja a base de treinos de uma equipe brasileira, cujo esporte também não pode ser revelado, pois ainda encontra-se em negociação.

Ainda em 2012, o Comitê Olímpico Internacional (COI) listou 172 instalações esportivas no Brasil aptas a receber delegações. Em Minas são 15 em nove cidades (veja abaixo). “Temos uma série de ações para captar o máximo possível de delegações. Mas não há uma obrigatoriedade de seguir esses centros credenciados”, explicou o secretário adjunto de Turismo e Esporte, Rogério Romero.

O trabalho do governo é fazer a ponte entre as associações e as entidades proprietárias dos equipamentos esportivos. Pode acontecer de um local agradar determinado país, mas o espaço precise de uma reforma. Nesse momento, é avaliado o custo-benefício. Chegou-se a ser estudada a construção de um centro para a prática de hóquei sobre grama no Estado – algo raro no país –, o que foi descarado justamente por causa da sua pouca utilidade após a competição.

Diferentemente do que aconteceu com as seleções pouco antes da Copa do Mundo, não há datas estabelecidas pelo COI para a chegada das delegações ao país, em 2016. Uma associação talvez queira passar por um período de ambientação ou chegar apenas na véspera dos torneios. “Os pedidos vêm de todas as formas. Mas nós temos que ser pró-ativos. Participamos de dois encontros no Rio neste ano. Só havia nós de outros Estados por lá”, destacou Romero.

Procura. No ano passado, a delegação de atletismo da China visitou as instalações da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Em abril desta ano, foi a vez das associações olímpica e paralímpica do Canadá. Utilizados na Copa, os centros de treinamento de Atlético e Cruzeiro, o Sesc Venda Nova, o Independência e a Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, são espaços de excelência no Estado que também podem se aproveitados.

Se na Copa o Mineirão recebeu seis jogos, na Olimpíada de 2016 a quantidade será bem maior. O estádio irá receber 16 partidas de futebol masculino e feminino em um período de duas semanas. Belo Horizonte será uma das subsedes, ao lado de São Paulo, Brasília e Salvador.

A tabela ainda não foi divulgada pelo Comitê Olímpico Internacional mas, se forem mantidos os critérios da edição passada, serão um total de 58 partidas (32 masculinas e 26 femininas). Em 2012, as disputas do bronze foram realizadas em subsedes e não em Londres, que recebeu apenas as brigas pelo ouro. Assim como aconteceu na Copa, as subsedes devem pleitear entre si as melhores partidas.

Mundial. Outra disputa política entre unidades da Federação também deve ocorrer nos próximos meses. Em dezembro, a Fifa decidirá que país receberá as edições de 2017 e 2018 do Mundial de Clubes. O Brasil, elogiado pela organização da Copa, concorre com Índia e Emirados Árabes.

A competição, normalmente, é realizada em duas cidades. Templo do futebol, o Maracanã possivelmente será um dos estádios. Em São Paulo, a vice-prefeita, Nádia Campeão, já disse que quer a competição, mas o Mineirão também vai brigar. “Tecnicamente, somos capazes de receber. Politicamente, vamos trabalhar também”, avisou o secretário ajunto de Turismo e Esportes, Rogério Romero.

 

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De olho em 2016

Publicado em 12/07/2014, aqui

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PUBLICADO EM 11/07/14 – 10h32
O desfecho melancólico da seleção canarinho na Copa do Mundo e o sentimento de terra devastada que tomou conta dos milhares de torcedores brasileiros que viram uma derrota acachapante diante da seleção alemã, em pleno Mineirão, por 7 a 1, ficou apenas dentro campo.
O sucesso do Mundial em Belo Horizonte foi notório e já deixa saudades. Mas não por muito tempo. Terminada a Copa, os olhares se voltam para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, que contará com BH como uma das subsedes do torneio de futebol olímpico (masculino e feminino), ao lado de São Paulo, Salvador e Brasília.
Os Jogos Olímpicos de 2016 receberão cerca de 200 delegações internacionais de atletas, 11 mil atletas olímpicos, 4,5 mil paralímpicos, 40 mil jornalistas e 70 mil voluntários e, parte dessa fatia, pode ser destinada a Belo Horizonte e outras oito cidades do interior mineiro que foram habilitadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) a receber as comitivas esportivas. Será mais uma grande possibilidade de intercâmbio cultural, fomento da economia e turismo local e, principalmente, a troca de experiências entre atletas locais e internacionais e entre equipes multidisciplinares.
Por oferecer excelentes opções de locais de treinamentos para atletas de alto rendimento, Belo Horizonte foi a primeira cidade do Brasil a assinar um memorando de entendimento com um comitê olímpico estrangeiro para ser local de preparação e aclimatização de atletas para a disputa dos Jogos. Além disso, há possibilidades de o Mineirão ser palco de partidas de futebol masculino e feminino durante a Rio 2016. “Termos Belo Horizonte como uma das cidades que receberão jogos de futebol para as Olimpíadas contribui para movimentar a economia local e incentiva o turismo, assim como vimos na Copa”, afirma Rodrigo Zuquim Macedo, superintendente de Esporte e Lazer do Sesc Venda Nova, cujo Campo Oficial de Treinamento (COT) já recebeu as seleções do Brasil, Chile e Bélgica e vive a expectativa de receber novas delegações daqui a dois anos.  “Agora, a expectativa é continuar trabalhando para que esse nível de visibilidade positiva que adquirimos na Copa continue elevado e produza resultados em termos de atração de turistas e novos negócios para estimular ainda mais o desenvolvimento da cidade e do Estado”, destacou Camillo Fraga, secretário municipal extraordinário da Copa do Mundo.
Intercâmbios e legados
Ainda durante a Copa, antes de assistir ao jogo Inglaterra x Costa Rica, no Mineirão, o príncipe Harry, quarto na linha de sucessão ao trono britânico, junto aos representantes da Associação Olímpica Britânica (British Olympic Association) e da Associação Paralímpica Britânica (British Paralympic Association), esteve no Minas Tênis Clube e no Centro de Treinamento Esportivo da UFMG para ratificar o acordo de cooperação.
A parceria com as delegações britânicas olímpicas e paralímpicas abre precedentes para possíveis legados sociais, econômicos e educacionais. O acordo inclui o compromisso de criar programas de intercâmbio e de compartilhar expertise e conhecimento nas áreas de ciências do esporte e medicina, educação e treinamento, marketing, mídia e áreas comerciais para o benefício mútuo e desenvolvimento do esporte olímpico brasileiro e britânico. “Criamos uma relação de confiança com o comitê britânico e o fato de serem a terceira maior potência olímpica nos aproximou muito dessas pessoas para trocarmos experiência e nos espelharmos nos resultados alcançados por eles. O grande legado é a troca de experiência, o intercâmbio de atletas e o aprendizado”, afirma o presidente do Minas Tênis Clube, Luiz Gustavo Lage.
De acordo com ele, o clube – que conta com oito modalidades com profissionais de alto rendimento esportivo, 1.200 jovens na base e tem tradição na formação de atletas – já possui instalações físicas e aparelhagem que atenderão os mais de 80 atletas olímpicos britânicos e paralímpicos. “Alguma coisa eles irão trazer e, caso haja necessidade de melhoramentos, eles seriam feitos pelos britânicos e ficariam para o nosso clube. Porém, o mais importante é o impulso que isso nos traz no sentido do trabalho sistêmico e integrado também com outras esferas para o esporte crescer”, conta.
Inspiração para a garotada
O prata da casa Otávio, central da equipe de vôlei do Minas, que já disputou jogos pela seleção brasileira, destaca a vinda dos britânicos. “Esse intercâmbio será importante para todos dentro do clube. Principalmente para a garotada da base, que terá oportunidade de ver de perto atletas olímpicos e com uma experiência internacional, motivando cada vez mais esses novos talentos a acreditar nos sonhos e treinar mais para alcançá-los”.
Assim como o jovem atleta, o secretário adjunto de Esporte de Minas Gerais, Rogério Romero, único nadador brasileiro a disputar cinco Olimpíadas (de 1988 a 2004), vê com bons olhos a vinda de comitivas do esporte para cá. “Para os atletas mirins que estão começando, é uma oportunidade única presenciar uma Olimpíada no país e ver grandes atletas treinando no Estado. Eles perceberão que a distância não é tão grande assim com os atletas de alto rendimento e poderão ver de perto esses profissionais. Outro ponto chave será o intercâmbio de atletas e das equipes especializadas e multidisciplinares”.
Além do Minas, o Centro de Treinamento Esportivo (CTE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) receberá parte dos atletas olímpicos e paralímpicos britânicos. O local tem uma pista de atletismo com certificação internacional e possui aparato para receber atletas de alto rendimento. O seu parque aquático deve estar pronto no fim de 2014 e terá uma piscina de 50m, além de um projeto de criação de um pavilhão esportivo.  “Com o restante das obras concluídas, teremos um dos melhores e mais bem equipados CTs do país. Por isso, a perspectiva é que fechemos pelo menos com mais uma delegação tanto olímpica quanto paralímpica. Isso será fundamental para que nossos atletas cresçam nesse intercâmbio com os profissionais do esporte de outros países”, declara o diretor do CTE da UFMG, Bruno Pena Couto. Outro espaço que também será utilizado por atletas britânicos de tiro esportivo no período preparatório dos jogos olímpicos será o Clube Mineiro de Caçadores (CMC) de Santa Luzia, Região Metropolitana de BH.
INTERIOR TAMBÉM ATRAI COMITÊS
Com centros de excelência no esporte de alto rendimento, não é só a capital mineira que se destaca para receber comitivas de atletas estrangeiros. Minas Gerais aparece entre os cinco Estados mais bem preparados para serem anfitriões de delegações olímpicas de outros países. E comitês e associações olímpicas de outros países, como França, Japão, Austrália, Canadá, Itália e até a China, teriam sinalizado interesse em ficar em cidades do Estado, segundo o secretário adjunto de Esporte de Minas Gerias, Rogério Romero.
Das 73 cidades brasileiras selecionadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) no processo para cadastramento e seleção de locais de treinamento pré-jogos nas Olimpíadas, as cidades mineiras de Uberlândia, Juiz de Fora, São Sebastião do Paraíso, Varginha, Barbacena, Governador Valadares, Poços de Caldas e Viçosa, além da capital BH, foram credenciadas para receber delegações estrangeiras.
De olho nessa possibilidade, Juiz de Fora e Uberlândia pularam na frente, visando o intercâmbio cultural de seus atletas com profissionais do esporte de outros países e, ainda, o impulso econômico e a expansão do comércio, hotéis, bares e restaurantes locais.
E a localização de Juiz de Fora pode ser um diferencial para a escolha da cidade por uma delegação estrangeira. “Geograficamente, estamos muito próximos do Rio e isso facilita a vinda de atletas estrangeiros para cá no período pré-olimpíada. Outro fator que pode nos ajudar são as obras da BR–040, que têm previsão de estarem prontas antes de 2016. Com a nova pavimentação, estaremos a 1 hora e 40 minutos de carro dos locais onde haverá as competições”, afirma o secretário de Esporte e Lazer de Juiz de Fora, Francisco Canalli.
Ainda segundo Canalli, a cidade está se preparando para 2016 e tem ótimas expectativas. “Acredito que teremos um aquecimento das conversas com alguns comitês esportivos após o término da Copa. Temos ótimos espaços, como as instalações esportivas do Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, o Ginásio do Colégio Metodista, o Poliesportivo Antônio Marcos Nazaré Campos, que está em construção, e o Complexo Esportivo da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Outro parceiro é o clube Tupinambás, que tem quadras de vôlei, basquete e handebol. Nosso objetivo também é fomentar intercâmbios da Associação Desportiva de Juiz de Fora, para levarmos nossos atletas para fora para aprenderem e melhorarem os seus desempenhos”, ressalta.
China e Canadá
De acordo com o diretor da Faculdade de Educação Física (Faefid) da UFJF, Maurício Bara, a universidade acredita que pelo menos uma delegação seja direcionada para a instituição, já que foi procurada pela delegação de atletismo da China e associações olímpicas e paralímpicas do Canadá.  “Estamos muito empenhados para trazer delegações estrangeiras para a Rio 2016. Em 2010, foi feita uma reforma completa de nossa pista de atletismo, colocamos um piso sintético e foram construídas outras quadras. Há também projetos em andamento de construção de andares específicos para lutas e ginástica. O nosso foco é o atletismo e temos conversas adiantadas com a delegação olímpica chinesa de atletismo. Outra delegação que nos procurou foi a canadense, tanto a olímpica como a paralímpica, que nos informou que as comitivas teriam no total mais de 120 atletas de alto nível”, diz.
Irlandeses fecham com Uberlândia
A cidade de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, já firmou um memorando de entendimento com as delegações olímpicas e paralímpicas da Irlanda e se prepara para receber cem atletas olímpicos e 80 paralímpicos, além das comissões técnicas e equipes multidisciplinares. A cidade conta com estruturas esportivas de excelência, com destaques para a estrutura da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e para o complexo do Parque do Sabiá e Arena Tancredo Neves. Além disso, há um parque aquático previsto para ser entregue no fim de 2014, e a cidade tem ainda como referências locais como o Sesi Gravatás e o Praia Clube, um dos maiores clubes desportivos da América Latina. “Poderemos oferecer estrutura adequada para a comitiva irlandesa no atletismo, na canoagem, no ciclismo, na natação, no pentatlo moderno, no remo, no rugby e no triatlo para os esportes olimpicos. Para os paralímpicos, há estrutura adequada para o atletismo, a canoagem, o ciclismo, o futebol, a natação, o remo, o tênis de mesa, o tiro esportivo e o triatlo”, esclarece Pedro Castro Mendes, diretor de turismo de Uberlândia.
Outro aspecto dos preparativos para receber as delegações olímpicas e paralímpicas da Irlanda são os possíveis investimentos em aparelhagem esportiva por parte dos irlandeses e, ainda, a troca de experiências entre atletas locais. “De acordo com o que foi firmado, haverá um aporte financeiro para melhoramentos e investimentos em nossas aparelhagens que ficarão como legado para a cidade. Estamos preconizando a permuta de serviços também, ou seja, intercâmbio de nossos atletas – receberemos e enviaremos atletas mirins. Temos previsão para cursos e um legado cultural. Há, inclusive, negociações sobre treinamentos compartilhados com outras delegações e isso pode atrair mais países que podem fazer aqui amistosos preparatórios para os Jogos Olímpicos”, diz Mendes.
Segundo Rogério Romero, a captação de delegações estrangeiras para treinarem nos centros esportivos da capital e outras cidades do Estado pode alavancar investimentos em aparelhagem desportiva. “Tudo vai depender das demandas e o Estado poderá ter projetos de investimentos. Mas acredito que os equipamentos e aparelhagens para os atletas de altíssimo nível precisariam de poucas mudanças, salvo em algumas modalidades, com por exemplo, a de saltos ornamentais, que necessita de um grande tanque e que poderia ser realizado na Academia de Polícia do Estado”, conta

Outras cidades candidatas a receber delegações

Barbacena O Centro de Treinamento da Escola Preparatória de Cadetes (Epcar) poderá receber delegações estrangeiras nas modalidades de esgrima e judô.

Santa Luzia Clube Mineiro dos Caçadores – atletas da delegação britânica do tiro esportivo usarão as dependências do clube para treinamento.
Poços de Caldas A Sociedade Hípica Chácara Flora poderá receber atletas internacionais do hipismo. Já o Clube de Remo de Poços de Caldas tem prevista a construção de uma raia olímpica de 2000 m até o fim de 2015 e já tiveram sondagens de atletas estrangeiros do remo.
São Sebastião do Paraíso A Arena Olímpica João Mambrini, que já sediou a Copa América de Basquete sub-18 masculino, possui estrutura completa para receber mais de cem atletas. Possui quadras para esportes coletivos e academias estruturadas. Algumas delegações estrangeiras já procuraram o executivo municipal para visitação da Arena.
Varginha O Clube Campestre de Varginha poderá receber atletas estrangeiros do tênis. O clube conta com 11 quadras de tênis sendo cinco cobertas.
Governador Valadares A Estação Conhecimento Governador Valadares é composta por piscinas, quadras, campos de futebol, pista de atletismo com seis raias, academias e vestiários completos. O centro de treinamento poderá receber uma delegação estrangeira inteira.
Viçosa O Centro de Treinamento Esportivo da Universidade Federal de Viçosa possui alojamentos adequados, academias e ampla área para exercícios ao ar livre. Além disso, o CTE de Viçosa conta com a melhor e mais completa estrutura para a modalidade de levantamento de peso no país. Toda a aparelhagem foi importada recentemente da Suécia e, agora, dirigentes do CTE esperam fechar com atletas estrangeiros do levantamento de peso.

 

 

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Thiago Pereira político

Não, ele (ainda) não vai se lançar a cargo eletivo, embora talvez sua mãe já pense nesta possibilidade. Mas o medalhista olímpico Thiago Pereira continua surpreendendo. Após a medalha de prata nos 400 medley em Londres, o atleta já compõe duas importantes instâncias políticas do esporte. Primeiro fez parte da comissão da FINA (vice-presidente), e agora da recém criada Comissão de atletas do COB. E para aqueles que pensavam ser uma maneira de controlar suas críticas, ledo engano.

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Thiago: conciliando treinos e competições com declarações fortes. (crédito: Satiro Sodré/SSPress)

Em dois comentários nestes últimos dias, por ocasião dos Jogos Sul-americanos, Thiago foi nas feridas ao criticar a ausência da televisão do país olímpico durante o campeonato e ainda mostrou-se preocupado com o esporte brasileiro na ressaca olímpica.

Na primeira cutucada, defendeu mais visibilidade aos atletas (e consequentemente de seus patrocinadores), afinal fica difícil de torcer sem conhecer a modalidade esportiva e quem está competindo.

Neste ponto é importante ressaltar que a imprensa verde amarela avançou, mas ainda enfrenta o grande problema do monopólio, onde um VT de um jogo regional tem mais espaço que as demais modalidades.

A outra dedada é sobre o futuro pós-2016. Não é surpresa para ninguém que sim, os investimentos vão cair – só não sabemos quanto. Mas o que todos anseiam é que parte do legado seja sustentável. Fica difícil de fechar algumas equações.

Como manter os diversos centros esportivos que foram (serão) inaugurados sem o financiamento público? Será que a cultura esportiva vai pegar? Teremos mais gente praticando esporte, seja lá em qual nível? Nossos treinadores, árbitros, dirigentes, pesquisadores, jornalistas e arquitetos (sempre esquecidos nesta conta) vão estar com experiência suficiente? Ou vamos ter que aguardar a próxima olimpíada em solo brasileiro?

Vai Thiago!

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Comitê da Irlanda escolhe Uberlândia como Centro de Treinamento em 2016

Publicado em 18/11/2013, aqui

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A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo recebeu o comunicado oficial do Conselho Olímpico da Irlanda informando que Uberlândia foi formalmente aprovada como base de treinamento preferida para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos RIO 2016.

O Conselho Olímpico se reuniu semana passada com a Associação Paralímpica e com os representantes das Delegações Esportivas da Irlanda que visitaram a cidade e formalizaram a aprovação de Uberlândia como Centro de Treinamento Pré-Jogos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos em 2016.

“É com grande satisfação que recebemos a notícia da escolha de Uberlândia como Centro de Treinamento Pré-Jogos. Agora daremos sequência às tratativas para a formalização do acordo. É importante ressaltar que esta conquista se deu devido a parceria firmada entre a Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude, todas as Secretarias Municipais envolvidas, além dos nossos vários parceiros. Estamos trabalhando fortemente para o desenvolvimento do Turismo Esportivo em Uberlândia e temos certeza de que esta será a primeira de muitas outras boas notícias que daremos”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Paulo Romes.

O próximo passo agora é assinar o MOU (Memorandum of Understanding), documento que descreve um acordo bilateral ou multilateral entre duas ou mais partes, e prosseguir com os planos para os Jogos de 2016.

Comitê visitou Uberlândia duas vezes

Através de uma parceria com a Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais – SEEJ, a cidade de Uberlândia recebeu em março deste ano a visita de 02 membros do Comitê Olímpico e 01 membro do Comitê Paralímpico da Irlanda, acompanhados pelo secretário-adjunto de Esporte e da Juventude, Rogério Romero. Na oportunidade, eles conheceram algumas estruturas esportivas da cidade e demonstraram interesse em retornar, com mais tempo, para outras visitas.

Uma segunda visita aconteceu no mês de outubro, quando 08 membros do Comitê Olímpico Irlandês retornaram a Uberlândia, acompanhados novamente do secretário-adjunto, Rogério Romero, para conhecer melhor as estruturas esportivas, a rede hoteleira, hospitais, restaurantes e tudo o que cidade tem a oferecer. Na ocasião, o chefe do Comitê Olímpico entregou ao prefeito uma carta de intenções demonstrando interesse em utilizar a cidade como centro de treinamento.

*SECOM

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Representantes do Comitê Paralímpico Britânico visitam a SEEJ

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Na última terça-feira (12), uma comitiva da British Paralympic Association (BPA) esteve na Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ) para se reunir com o secretário de Estado Adjunto de Esportes e da Juventude, Rogério Romero. Em pauta, o plano de aclimatação dos atletas da Grã-Bretanha durante a preparação para os Jogos do Rio 2016.

Estiveram presentes ao encontro Georgina Sharples, gerente de Performance Senior, e Tara Smith, gerente de Preparação Paralímpica, ambas do BPA; Luciano Prado, representando a UFMG e o Centro de Treinamento Esportivo, Raquel Bernardes, assessora da Secretaria Municipal da Copa do Mundo, de Belo Horizonte, e Anna Pimenta, assessora de Relações Internacionais da SEEJ.

Os representantes britânicos tiveram a oportunidade de conhecer melhor a estrutura de Belo Horizonte e debateram com os integrantes das entidades mineiras a melhor maneira para receber os atletas paralímpicos britânicos, atendendo suas demandas em termos de local de treinamento, acomodação e logística.

Nos últimos meses, a SEEJ vem realizando ações de captação de equipes olímpicas e paralímpicas para sediarem seus treinamentos em Minas Gerais.

Minas nos Jogos Olímpicos

Minas Gerais possui 16 centros aprovados pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, em nove cidades.  O Estado age conforme as garantias que foram dadas para que fosse uma das quatro unidades da Federação a receber os jogos olímpicos, além do Rio, também receberão jogos Minas Gerais, São Paulo, Bahia e o Distrito Federal.

Centro de Treinamento Esportivo

Parceria entre o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ), e a Universidade Federal de Minas Gerais, o Centro de Treinamento Esportivo visa contribuir para a melhoria dos resultados do esporte de alto rendimento de Minas Gerais, promovendo a excelência no desenvolvimento integrado da ciência e tecnologia aplicadas. O complexo esportivo é composto por uma pista de atletismo de padrão internacional, que foi inaugurada no primeiro semestre de 2012; por um parque aquático contendo uma piscina de 65 metros com borda móvel, com previsão de conclusão para 2014, que atenderá a três das quatro modalidades aquáticas olímpicas; e um pavilhão para prática de lutas, ginásticas e esportes coletivos. Em 2013, a pista de atletismo está sendo utilizada por atletas mineiros e recebendo competições esportivas, como a etapa Estadual dos Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG), da qual participaram aproximadamente 1.200 alunos atletas.

Matéria: Renata Silva

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II Congresso Mineiro de Hotelaria tem início

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Publicado em 30/10/2013, aqui

Direto de Belo Horizonte – Terminou agora à pouco a cerimônia de abertura do CONEX 2013 – II Congresso Mineiro de Hotelaria e Feira de Negócios que acontece até a próxima sexta-feira (1 de novembro) no Centro de Eventos Minascentro,em Belo Horizonte. O evento é realizado pela empresa Tecnitur, com o apoio de diversas entidades do setor e tem a Revista Hotéis como Mídia Oficial.

A abertura foi muito prestigiada por várias autoridades públicas como: Délio Malheiros, Prefeito em exercício de Belo Horizonte, Agostinho Patrus, Secretário de Turismo de Minas Gerais e Rogério Romero, Secretário municipal de esportes de Belo Horizonte. Entre os representantes de entidades, estavam: Enrico Fermi, Presidente da ABIH – Associação Brasileira da Indústria de Hospedagem, a Presidente da ABIH em Minas Gerais, Patrícia Coutinho, Antônio Claret Nametala, Presidente do Belo Horizonte Convention Bureau, Antônio da Mata, Presidente da ABAV-MG – Associação Brasileira das Agências de Viagens de Minas Gerais, Roberto Luciano Fagundes, Presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais, Mauro Werneck, Presidente da Belotur, entre outros.

Maria Elisa Ordoni de Oliveira, Diretora da Tecnitur, empresa responsável pela organização do CONEX 2013 iniciou os discursos agradecendo o apoio fundamental recebido pela Secretaria de Turismo de Minas Gerais, pela Prefeitura de Belo Horizonte e de todas as entidades que acreditaram neste projeto que foi organizado em pouco espaço tempo. “Este apoio de nossos parceiros é inestimável e foi fundamental para organizarmos este evento em tão pouco tempo e certamente será coroado de sucesso”, destacou Maria Elisa.

 

Em seguida o Presidente Fermi fez em seu discurso uma analogia da organização deste evento com uma escola de samba e atribuiu a Presidente da ABIH-MG, Patrícia Coutinho, a comissão de frente. Ele citou outros representantes de entidades como elementos fundamentais para o bom êxito deste evento que mostra uma grande sintonia entre prefeitura e estado que no ponto de vista de Fermi, sambam numa sintonia grande e salutar.

Já o Prefeito em exercício de Belo Horizonte, Délio Malheiros, que também é Secretário municipal do meio ambiente, destacou a importância que a Prefeitura de Belo Horizonte trata a hotelaria. “A hotelaria completa a cadeia do turismo, sendo o elo mais importante da economia mundial. Por isto, não medimos esforços para aprovar os 52 projetos de novos hotéis que vão mudar o perfil da hotelaria da capital mineira. Mas estamos cientes que a ampliação do Expominas é de vital importância para atrair mais eventos para aumentar ainda mais a taxa de ocupação para que estes investimentos hoteleiros sejam recompensados”, destacou o Prefeito Délio.

O Secretário de Turismo de Minas Gerais, Agostinho Patrus também enfatizou em seu discurso a importância da ampliação do maior espaço para eventos no estado de Minas Gerais. “A Câmara Municipal de Belo Horizonte deve aprovar em breve o Projeto de lei municipal de modificar o coeficiente construtivo do Expominas. Isto é o que falta para lançar o PPP – Parceria público privado e iniciar o processo para a licitação da ampliação deste espaço. Com isto, estamos convictos que o atual fluxo de turistas anual de 25,4 milhões e a geração de  R$9,3 bilhões em negócios em nosso estado, deverá aumentar de forma sensível”, destacou o Secretário Patrus.

Confira na galeria de imagens alguns momentos da abertura do CONEX 2013.

A reportagem da Revista Hotéis viaja e se hospeda a convite da Tecnitur para cobrir o II CONEC 2013

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Irlanda confirma interesse em se preparar para os Jogos Olímpicos em Uberlândia

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Nessa quinta-feira (03), o Comitê Olímpico da Irlanda confirmou o interesse em utilizar a infraestrutura de Uberlândia como local de  preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Os representantes do país entregaram ao prefeito Gilmar Machado uma carta de intenções. Nos próximos dias, eles visitarão as instalações do Complexo Municipal Virgílio Galassi, Praia Clube, Sesi Gravatás e  Universidade Federal de Uberlândia.
O chefe executivo do Comitê Olímpico da Irlanda, Stephen Martin, demostrou grande interesse nas estruturas de Uberlândia. “Nossa equipe esteve em Uberlândia no mês de março para uma primeira avaliação e gostamos muito. Dentro das opções existentes, a cidade é certamente a melhor. Voltamos agora com uma equipe maior e tenho certeza que eles também vão aprovar a estrutura. A tranquilidade da cidade é um grande diferencial para os treinos da equipe. Essa ainda é uma intenção do comitê, mas há uma grande chance de firmarmos o contrato”, disse.
Representando o Governo de Minas, o secretário de Estado Adjunto de Esportes e da Juventude, Rogério Romero,  acompanha o comitê e reforça a parceria do município com o Estado na divulgação da cidade como Centro de Treinamento. “Uberlândia tem diferenciais incríveis e que são atrativos para bons comitês. Somos um time forte e unido para oferecer o melhor para a Irlanda ou qualquer outra delegação que manifeste interesse. Tenho certeza que outras equipes ficarão curiosas em conhecer o que a cidade tem a oferecer, principalmente com o Mundial de Vôlei esse mês”, destacou.
O prefeito Gilmar Machado demonstrou a satisfação em receber o comitê e garantiu todo o apoio da Prefeitura e secretarias. “Os Jogos Olímpicos não são apenas do Brasil, mas de Minas e de Uberlândia. Faremos de tudo para que a equipe sinta-se bem vinda e goste de nossa cidade. Esse é um esforço conjunto do poder público com diversas entidades”, destacou o prefeito.

Minas Gerais e Os Jogos Olímpicos 

Vários países já visitaram Minas Gerais para conhecer as 8 cidades credenciadas pelo Comitê organizador de 2016 como Centro de Treinamento. Entre as delegações estão as da Austrália, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Portugal, Irlanda e outros.
O comitê da Inglaterra será o primeiro a escolher um Centro de Treinamento e a cidade escolhida foi Belo Horizonte. “O governo do Estado é um facilitador nos serviços que forem necessários para captar as equipes. Estamos trabalhando nisso e creio que vamos sair na frente. Daqui duas semanas vamos fechar um acordo inédito entre o Comitê Olímpico da Inglaterra e provavelmente paralímpico da equipe, que foi terceira colocada nos últimos jogos”, disse o secretário adjunto Rogério Romero.

Matéria: Renata Silva

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Porque não valorizamos nossos técnicos?

Lendo a matéria do técnico da Katie Ladeckie ser consagrado como o melhor do ano na convenção dos treinadores de natação americanos, fiquei imaginando porque estas duas iniciativas – básicas – simplesmente não foram implantadas no Brasil até hoje.

Recentemente, o COB criou a Academia de Treinadores, preenchendo uma lacuna histórica de capacitação continuada dos nossos melhores técnicos.

Embora, no meu entendimento, ainda falte uma disseminação e interesse maior, ninguém pode dizer que foi uma má iniciativa.

Eles, que muitas vezes passam mais tempo com os atletas do que a própria família, são peça fundamental para uma sustentabilidade na formação e aperfeiçoamento.

Mas, estão porque não são valorizados e porque não constituem uma classe para trocar experiências, fortalecer o grupo e, como consequência, valorizar o próprio trabalho?

Será que há interação entre os que estão começando uma carreira agora com a figuras carimbadas da seleção?

Sim, oportunidades existem, como os diversos torneios internacionais (Mare Nostrum, Copa do Mundo, Grand Prix, multinations,Mundial Júnior, etc), mas o ambiente é propicio para esta rica experiência?

Se o Brasil quer mesmo ter uma cultura esportiva, deveria olhar atentamente para aquele profissional que está diariamente como professor, psicólogo, amigo; e estes deveriam demonstrar que fazem a diferença na formação do atleta e também do cidadão.

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