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  • O Parque Aquático Julio Delamare está de volta

    A comunidade aquática agradece. São poucas piscinas, ainda mais de saltos ornamentais, disponíveis em bom estado no Brasil. A notícia de que viraria um estacionamento para (sabe-se lá quando) ser construída uma melhor nunca foi bem digerida pelos que conheciam aquele equipamento, muito menos por aqueles que frequentavam.

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    Apenas sorrisos na reabertura do JD.

    Felizmente houve o retrocesso na decisão de demolir o Julio Delamare, que deixou como sequela a demolição do espaço para treinos de saltos, e certamente muita coisa ainda está indefinida, uma vez que os termos com a FIFA e com o consórcio do Maracanã mudaram.

    O suspense demorou 7 meses e a reabertura contou com apresentações de nado sincronizado e saltos ornamentais, além da promessa de reconstrução do ginásio de saltos e melhorias nos blocos de partida e placar eletrônico.

    Manter um parque aquático não é tarefa simples, prova disso é a informação de que a piscina onde vão ser realizadas as provas de natação nos Jogos Brasileiros da Juventude (leia-se: JEBs), mesmo após reforma no ano passado para sediar o sul-americano, ficou fechada até seu retorno agora na final dos Jogos Escolares.

    Outro (mau) exemplo é a piscina do Vasco, na cidade olímpica. O clube, que chegou a ser campeão brasileiro num passado recente, com a participação inclusive de Gustavo Borges, está com seu parque aquático abandonado, segundo esta reportagem. Olhem a foto e vejam se não dá desgosto:

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    Vasco: a natação vai mal, mas o futebol…

     

  • Primeira prova da seletiva americana: Lochte humilha Phelps

    Foi uma estreia de gala. Já no primeiro dia da seletiva americana, os dois maiores astros mundiais da piscina garantiram sua vaga olímpica. Os 400m medley já poderiam ser outro recorde para Phelps: 10 vitórias em seletiva, mas o mesmo número 10 – desta vez de confrontos com Ryan Lochte – teve a primeira vitória deste. E não foi uma vitória qualquer, Lochte mostrou sua superioridade e também que a seletiva não é lugar para tempos, e sim para garantir a vaga.

    Veja a prova aqui, e comprove os últimos 5m e a diferença de cansaço dos atletas:

    Na versão feminina, Elizabeth Beisel abaixou um pouquinho (4 centésimos para ser mais exato) da sua vitória no Mundial, que vem a ser a melhor marca sem os trajes.

    Na semi dos 100m borboleta, recorde americano para Dana Vollmer. A semi dos 100m peito dão ainda mais esperança para Felipe França no pódium.


    Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero