Monthly Archives agosto 2013

CTE abre inscrições gratuitas para seleção de talentos do taekwondo

Publicado em 14/08/2013, aqui

O Centro de Treinamento Esportivo (CTE) realizará no dia 24 de agosto, das 08 às 12h, processo de captação de talentos para formação da equipe de taekwondo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela internet ou presencial no dia do evento, que acontecerá no ginásio da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG, localizado na av. Presidente Calos Luz, nº. 4.664 – Pampulha.

Esta ação tem por objetivo avaliar adolescentes e jovens, de 12 a 20 anos, de ambos os sexos, com ou sem experiência na modalidade, e selecionar os talentos esportivos interessados em ingressar em um processo de treinamento sistematizado visando à formação de atletas de alto rendimento, com início previsto para setembro.

O secretário adjunto de Estado de Esportes e da Juventude, Rogério Romero, destaca que não há custos para os participantes, tanto no processo de captação de talentos, quanto na composição da equipe e treinamentos. Para o supervisor de Taekwondo do CTE, prof. Cristiano Arruda, a expectativa é de escolha de 40 a 60 pessoas, divididas em grupos por idade e nível técnico.

Os jovens selecionados serão atendidos por profissionais das diversas áreas relacionadas ao rendimento esportivo, como educadores físicos, médicos, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos, além de contarem com uma estrutura física de alto padrão.

Para mais informações, cris.arruda77@gmail.com ou (31) 8878-8116.

CTE

O Centro de Treinamento Esportivo (CTE) é uma parceria entre a Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Visa o estabelecimento de uma política integrada de desenvolvimento técnico-científico de atletas, treinadores e graduandos dos diversos cursos integrantes da equipe multidisciplinar da área de esporte e saúde. O CTE será constituído de uma pista de atletismo, que já está pronta, de um parque aquático e um pavilhão de esportes coletivos, de ginásticas e lutas, que ainda estão em construção.

Aos atletas selecionados para formar a equipe principal, que será mantida até 2016 por meio de convênio com o Ministério do Esporte, será concedido treinamento técnico, físico e tático, além de acompanhamento médico, fisioterápico, fisiológico, nutricional, odontológico e psicológico. Desta maneira, o CTE buscará estabelecer a excelência na formação, desde a base até o alto rendimento, no desenvolvimento e na preparação dos atletas mineiros.

Matéria: Filipe Diniz

 

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O Dinheiro e a Natação 2

Esqueci do Exército! Sim, além dos apoios já citados anteriormente, temos o Exército Brasileiro, que desde o Mundial Militar de 2011, tem em seus quadros vários atletas ligados à entidade – e recebendo o soldo, claro.

Mas não é só no Brasil que o dinheiro rola – também as brigas entre dirigentes e atletas. Na Itália, a Federação divulgou que pagou 750 mil euros para Federica Pellegrini de 2006 a 2012, 147 mil apenas pelos resultados do Mundial de Roma 2009. Os valores vieram à tona diante da crítica realizada pela nadadora pelo Twitter, dizendo que havia recebido apenas 3 mil euros pelos seus dois ouros e três recordes mundiais no campeonato em solo italiano. a discussão continuou com outros depoimentos das partes.

Enquanto isso na África do Sul… O campeão mundial Cameron van der Burgh acredita que os resultados do Mundial, quando saíram com 5 medalhas, sendo 3 ouros, possa ajudar a natação sul-africana a buscar um patrocinador privado e dar mais condições aos atletas.

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Fede: polêmica italiana

 

 

 

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Federação Britânica critica piscina rápida

Qual seria a reação de um arquiteto ao ter a informação de que a Federação de Natação não quer fazer mais seletivas na piscina que ele projetou por ela ser rápida demais, criando expectativas de resultados irreais?

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A piscina de Ponds Forge: funcional, rápida e pública, porém não gratuita.

Bem, esta estranha hipótese realmente aconteceu e o arquiteto não poderia estar mais orgulhoso, afinal, Ponds Forge – a piscina em questão – foi construído mais de 20 anos atrás!

De fato, será que a tecnologia não melhorou desde então? As piscinas de Londres e Barcelona (para ficar apenas em duas) são lentas? As características básicas estão em todas elas: profundidade, boas raias, blocos de saída idem e “prainhas” para diminuir a marola. Qual é então a diferença?

Ambiente. Psicológico. Aura. Chamem como quiser. No futebol isso é elevado a patamares explicados apenas pela paixão neste esporte.

A mística da piscina de Sheffield é acentuada pela tabela de recordes mundiais expostos ali. E os resultados continuaram surgindo ao longo do tempo, claro, contribuindo definitivamente para a chancela de piscina rápida, passada de geração em geração.

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Sem legenda.

Além disso, o ambiente conhecido contribui para o relaxamento – necessário – dos nadadores na véspera do seu teste final após meses, às vezes anos, de treinamento.

Saber exatamente o que encontrar, ficar no mesmo hotel (quem sabe até na mesma cama), já estar familiarizado com a comida e até ter ciência do tempo de e para a piscina auxiliam os nadadores a se concentrarem naquilo que realmente conta: nadar veloz.

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Campeões de edições do JEMG são destaque no Troféu José Finkel

Publicado em 22/08/2013, aqui

Na última semana, o Minas Tênis Clube sagrou-se campeão do Troféu José Finkel – o Campeonato Brasileiro Absoluto de Natação. Com larga folga na classificação final, os mineiros chegaram ao oitavo título na competição, sendo o terceiro de forma consecutiva.

Entre os campeões do clube estão três atletas que passaram recentemente pelo Programa Minas Olímpica Jogos Escolares de Minas Gerais – JEMG, torneio estudantil promovido pela Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ) e pela Secretaria de Estado de Educação, que vem se consolidando como um grande formador de atletas. Andressa Cholodovskis, Raquel Couto e Thiago Rosa são os nadadores que fizeram história na competição estudantil e agora brilham nas piscinas do Brasil.

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Nas edições em 2011 e 2012 do JEMG, Andressa e Raquel representaram o Colégio Pitágoras e Thiago competiu pela Escola Estadual Milton Campos, todas localizadas em Belo Horizonte. Após conquistarem medalhas na fase estadual dos Jogos, os três atletas integraram a delegação de Minas Gerais nas Olimpíadas Escolares.

O secretário de Estado Adjunto de Esportes e da Juventude e ex-nadador olímpico, Rogério Romero, destaca a participação dos atletas que estiveram no JEMG na competição nacional. “Vemos a presença destes alunos na equipe do Minas, principalmente a de Thiago, aluno de uma Escola Estadual, com grande satisfação e alegria. Isso coroa um trabalho, planejado e articulado com a Educação, de fortalecer o Esporte como uma ferramenta educacional importante, que acaba dando oportunidades para a detecção e desenvolvimento de talentos. Estão de parabéns, não apenas o clube e seus atletas, mas os professores e diretores do sistema educacional que colaboraram para que este resultado acontecesse”, comentou.

O chefe do Departamento de Natação do Minas Tênis Clube, Teófilo Laborne, também considera importantes as competições escolares como um espaço para os jovens atletas despontarem entre os grandes nomes da modalidade. “Acredito que a participação dos atletas nestes eventos é muito importante para que eles possam adquirir experiência e esta maturidade é de grande valia na hora de se encarar um desafio como a participação em um  campeonato absoluto como o José Finkel, onde eles têm que competir com atletas mais velhos e tarimbados. Além disso, estas competições são o passaporte para que eles possam se classificar para competições internacionais dentro de sua faixa etária”.

Trajetória

Thiago Rosa iniciou na modalidade aos quatro anos de idade. Nos Jogos Escolares, ele conquistou 12 medalhas em suas duas participações em 2011 e 2012 e outras quatro nas Olimpíadas Escolares. O jovem acredita que o JEMG é muito importante para a formação dos esportistas. “Nadar no JEMG e depois nas Olimpíadas Escolares foi algo fundamental para minha trajetória. Essencial para chegar em campeonatos do nível do José Finkel”, afirmou.
Andressa Cholodovskis tem 15 anos e é atual recordista dos 100m livres nas Olimpíadas Escolares. Na disputa do José Finkel, a nadadora conquistou medalha de ouro no revezamento 4×200, com direito a recorde na prova. Andressa também foi atleta contemplada pelo Programa Minas Olímpica Bolsa Atleta em 2011 e 2012, também desenvolvido pela SEEJ, e foi convocada pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos para a clínica de natação preparatória para as Olimpíadas de 2016.

A atleta esteve, em janeiro deste ano, na disputa do Festival Olímpico da Juventude, na Austrália. Ainda em 2013, Andressa participou pela terceira vez, representando a Seleção Brasileira, do Multinations Junior Swimming Meet, em Kiev, na Ucrânia, e do Sul Americano Juvenil, no Chile, pelo Minas.  Atualmente, ela está em viagem aos Emirados Árabes Unidos, onde disputa, de 26 a 31 de agosto, o 4º Campeonato Mundial Júnior FINA, em Dubai.

Praticante da natação desde os quatro anos de idade, Raquel Couto, que hoje tem 17, disputou o JEMG em 2011 e 2012. Nos mesmos anos, ela esteve nas Olimpíadas Escolares. Na competição estadual, foram quatro medalhas conquistadas e outras duas no torneio nacional. A atleta também considera os Jogos Escolares fundamentais para seu desenvolvimento na modalidade. “O JEMG, além de ser uma competição forte no Estado, é a seletiva para as Olimpíadas Escolares. Nesse nível, competimos com alunos de todo o Brasil e ficamos na vitrine para provas internacionais e para a observação de representantes das seleções brasileiras”. Raquel vê o JEMG não só como parte da formação de atletas, mas uma chance para as escolas se estruturarem para a prática esportiva. “O JEMG é uma oportunidade para as instituições de ensino incorporarem o esporte e possibilitarem que os estudantes cresçam dentro das modalidades esportivas”, afirmou.

Celina Gontijo, analista da Secretaria de Estado de Educação, vê o JEMG como formador não só dos atletas, mas de pessoas capazes de comporem equipes. “Antes da formação do atleta, há a formação do cidadão que envolve a ética, o respeito e o saber lidar em equipe. Os Jogos Escolares ajudam nessa promoção da cidadania. Hoje, nós temos ex-atletas do JEMG participando de competições de ponta e de equipes profissionais, e sabemos que esse reconhecimento valoriza a nossa iniciativa com os estudantes. É mais uma prova de estamos no caminho certo”.

JEMG

O JEMG é a maior competição esportiva-educacional do Estado na qual participam escolas das redes  pública e privada, com estudantes do ensino fundamental e médio. Os jogos acontecem nos módulos I, com alunos de 12 a 14 anos, e II, de 15 a 17 anos. É desenvolvido pela Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (SEE).

Matéria: Renata Silva

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Esses (ex-)nadadores fantásticos e seus problemas com a justiça

Que os nadadores australianos gostam de uma farra, isso todo mundo sabe. A preparação e os resultados da olimpíada passada comprovam isso. E o futuro destes atletas pode ser ainda pior…

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MIller: mandava bem – quando nadava.

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Scott Miller, ainda quando nadava, encontrava tempo para confusões em bares. E ele não era um nadador qualquer, foi prata e bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanta, nadando o 100m borboleta e revezamento medley, respectivamente. Depois deste auge em sua curta carreira, foi expulso do Instituto Australiano de Esporte, suspenso por maconha e não conseguiu chegar em sua segunda olimpíada. Mas continuou com histórico na polícia, com passagens por posse de drogas, arma, etc. sendo a última no mês passado.

OK, não são apenas os australianos que tem problemas com a lei. Nesta semana, o ucraniano Oleg Lisogor, ex-recordista mundial dos 50m peito, foi preso suspeito de sequestrar uma pessoa! Na Libéria!! Lisogor e seu sócio tem diversos casinos na capital. Entenda a história você mesmo pela reportagem abaixo:

Pois é, a coisa não está fácil para ninguém.

Para fechar o roubo que não houve, da recém aposentada, a britânica Rebecca Adlington. Sua casa foi roubada e ele temeu por suas medalhas, chegando a anunciar isso pelas redes sociais, para depois confessar que achou suas conquistas olímpicas.

 

 

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Finkel 2013: Minas tricampeão (corrigido)

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Femke, mas pode me chamar de Mrs. Relay.

Sim, sei que ainda não acabou, mas também sei que a diferença que o clube mineiro está dos paulistas Corinthians e Pinheiros dificilmente vai se reverter na derradeira etapa.

Até a quinta etapa, com quase 600 pontos à frente do anfitrião, 36 medalhas, sendo 16 douradas, os atletas mais eficientes (que mais pontuaram, por enquanto, porque Léo de Deus, com a muito provável vitoria amanhã nos 200 costas, deverá terminar com 125 pontos), o Minas já garante seu oitavo título, ainda longe dos 12 de Pinheiros e Flamengo.

E as 5 vitorias em 8 provas de hoje, sendo mais um pódio completo (400 livre), aumentaram ainda mais a vantagem.

Veja aqui uma matéria interessante para entender melhor a saída de Nicholas dos Santos.

Ontem nem escrevi porque os resultados foram os esperados. Hoje também, mas foi mais legal, com o empate nos 50 borboleta entre Daynara e Daniele; a saída animal do Nicholas dos Santos que garantiu ouro muito fácil e liderança provisória em melhor performance; o bronze do Thiago Pereira nos mesmos 50 borboleta; mas para mim, o destaque maior foi da holandesa Femke.

Primeiro ela ganhou os 200 medley e estava satisfeita com sua marca. Depois disputou a final dos 400m livre, onde saiu sem medalha, talvez se poupando para a melhor performance da competição no revezamento 4×100 livre, saindo exatos 2s atrás do então líder Pinheiros, para fechar quase 2s na frente do Sesi, segundo colocado. Tempo? 52.7! 53.2!! Depois de ter nadado duas provas e no friozinho de SP…

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Finkel 2013: o frio e as diversas reações

E o inverno paulista deu as caras no Finkel. Com temperatura variando de 8 a 10 graus, o terceiro dia de finais foi uma provação para os atletas, técnicos, dirigentes e parentes (leia-se: torcida).

Interessante notar que cada um reagiu de uma forma. Graciele Hermann, talvez acostumada com o frio do Sul, onde também treina em piscina descoberta, ganhou os 50m livre com marca melhor que em Barcelona (25.29 x 25.32). Muito consistente a gaúcha.

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Quem nunca treinou com esta fumacinha vendo o sol nascer não sabe o que está perdendo.

Thiago e Joanna nadaram para ganhar os 400m medley e disseram que o tempo na água importava menos que a colocação, ainda mais com o tempo frio fora.

Poliana, que conhece muito bem a piscina do Corinthians por ter treinado um bom tempo nela, sentiu o frio e venceu os 800m livre com tempo mais alto que sua passagem do recorde brasileiro nos 1.500m, quando estava mais de 10 graus mais agradável a temperatura.

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Já está tudo certo para o próximo Finkel ser na piscina de São Joaquim.

Nicholas dos Santos, maior vencedor dos 50m livre no campeonato, declarou que, com o frio, a musculatura fica mais rígida, o que dificulta uma boa performance.

Talvez quem tenha sentido mais o frio, por mais estranho que isso possa parecer, foram as holandesas que estão defendendo o Minas, pois não estão acostumadas com piscina ao ar livre e tinham a expectativa de que Brasil se resume ao calor do Rio. Se viram a neve de São Joaquim, vão voltar com uma percepção de quão grande e distinto é o nosso Brasil.

E hoje o frio ainda permanece, e a discussão sobre as condições para os atletas certamente voltará nas discussões de beira de piscina. Afinal, nesta época, apenas disputas no N e NE e nas escassas piscinas cobertas ou para quem der as melhores condições de trabalho – para técnicos, confederação e mídia? Os argumentos são acalorados…

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Thiago com sua touca-homenagem: pode Arnaldo?

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Finkel 2013: surpresas?

Matheus Louro Neto comemorou muito sua vitória nos 200m peito, em cima dos favoritos Felipe Lima (medalhista no Mundial nos 100m), Tales Cerdeira (semi-finalista em Londres) e Henrique Barbosa (recordista sul-americano).

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Matheus Louro: em matéria de 2012, quando bateu recorde Júnior 2.

Marcos Macedo foi mais comedido ao bater o franco favorito Thiago Pereira (semi no Mundial) nos 100m borboleta. Mas estes ouros chegam a ser uma grande surpresa? Talvez mais para o primeiro que para o segundo. Matheus melhorou sua marca em 1,5s. Para sua idade, isso é natural que aconteça, ainda mais nas circunstâncias (nadando em casa).

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Marco (no meio, ao lado do careca João de Lucca): já conta com medalha no Mundial Júnior.

Claro, a teoria é fácil, mas ele já teve sucesso também nas categorias, então sabia o caminho do pódio. Não se intimidou com a forte passagem dos adversários e fez uma prova de recuperação. Macedo é ainda mais experiente, e tinha um tempo meio segundo mais forte do ano passado. Ou seja, ele nem precisou melhorar para bater Thiago que, convenhamos, dificilmente faria marca melhor que Barcelona.

O outro destaque do dia veio com a gringa Julia Sebástian, detonando o recorde de campeonato dos 200m peito e aproxima do recorde Sul-americano (2:28.99 x 2:27.42).

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Julia Sebástian: pela camisa não precisa dizer de onde.

 

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Finkel 2013: recorde para Poliana Okimoto

Começou ontem no parque aquático do Corinthians o Troféu José Finkel, antes de inverno, antes brasileiro de curta, agora… apenas Finkel, sem definição de tamanho de piscina ou um calendário mais ou menos fixo.

E o frio esperado para a época paulistana, adicionado ao fato do campeonato não servir para nenhuma seletiva, o custo de ficar uma semana na capital paulista, podem explicar o baixo número de atletas, sendo mais da metade do próprio estado.

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Poliana, pontos importantes para seu clube.

Mas que foi, já pode presenciar o recorde brasileiro da brasileira mais medalhada em campeonatos mundiais, Poliana Okimoto, nos 1.500m livre. Ela já havia ficado muito próximo em outras ocasiões e talvez por estar mais relaxada acabou melhorando o recorde da baiana Nayara Ledoux, que já durava 12 anos.

Sim, não ser uma prova muito comum em campeonatos importantes levam uma certa estagnação na prova, que tem como recordista Sul-americana a chilena Kristel Kobrich que desde 2004 abaixou 4 vezes a marca continental, sendo a ultima agora em Barcelona, para conquistar, novamente, um honroso 4o. lugar.

Este foi o terceiro recorde brasileiro feminino do ano (Manuella Lyrio e o revezamento 4×100 m livre foram as outras duas marcas, ambas estabelecidas no Mundial de Barcelona), enquanto os homens permanecem sem nenhum recorde neste ano. Pior para eles. Será?

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Dana Volmer e seu recorde nos 100m borboleta foi uma das pioneiras na nova era dos recordes mundiais.

Na verdade, se olharmos a tabela de recordes, percebemos que fora os 3 deste ano e os dois de Atená (Joanna e revezamento 4×200), percebemos que todos os demais são de 2009!  Sim, os nadadores também ainda lutam para abaixar 16 recordes dos tempos de trajes tecnológicos.

Não há que se preocupar – por enquanto. As mulheres parecem já ter encontrado a formula para nadar mais rápido sem o auxilio dos trajes, quebrando mais recordes que os homens depois de 2009.

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WC2013 Berlim: a mulherada continua detonando

Dos 10 recordes mundiais estabelecidos nas duas primeiras etapas do circuito Copa do Mundo, apenas um foi masculino. Do lado feminino, além dos recordes, algumas quebras de barreiras.

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Belmonte: a primeira a nadar na casa dos 7 minutos.

A espanhola Mireia Belmonte foi o destaque em Berlim, batendo dois recordes mundiais nos 400m livre (3:54.52) e nos 800m livre, neste último sendo a primeira a abaixar dos 8 minutos na distância com 7:59.34 e a primeira do seu país a ter um recorde mundial.

Katinka Hosszu continua sua epopeia nas piscinas, batendo seu sexto recorde mundial, agora nos 400m medley, com 4:20.85. Com sua performance, já garantiu 114 mil dólares.

O recorde europeu de Rikke Pedersen nos 200m peito (2:15.93) acabou ficando em segundo plano, assim como alguns bons recordes nacionais.

Agora o Troféu José Finkel, mas sem Cielo…

 

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