Categoria Assuntos Gerais

Presentes para Le Clos

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Inacreditável: nem eu acreditei que ganhei de Phelps.

Ao fazer seus 21 aninhos, Chad Le Clos, o surpreendente vencedor dos 200m borboleta em Londres, recebeu um anel de ouro com diamante dos seus pais e o anúncio que a Penguin Books fará uma biografia da sua vida até o momento.

“Unbelievable” (inacreditável) é um nome bem apropriado para a notável carreira do nadador sul-africano. A ideia é retratar os sacrifícios e os momentos inspiradores do atleta.

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Laureus: o politicamente correto

Acompanhei com curiosidade quase toda a premiação do Laureus deste ano.

Primeiro, porque estava sendo no Rio e, como disse alguém, a temperatura olímpica aumentou, com diversas personalidades do esporte mundial passando pela cidade.Impressionante ver um penta-campeão (!!!) olímpico passar pelo Brasil. Apenas a presença deles já inspira muita gente.

Segundo, porque torcia por Phelps, gostaria de ver mais nadadores na galeria dos melhores do esporte, acompanhando tenistas e corredores.

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Phelps: após 4 tentativas, sai com o seu. Aqui com a sombra de Clark Kent. (crédito Terra)

Terceiro, para ver um grande evento sendo realizado no centro do Rio, com todas as obras em andamento e após um dia complicado de chuvas (não, não estava torcendo para dar tudo errado, mas sim pelo sucesso que foi. Assim mesmo, e se…).

Teve brasileiro sendo condecorado, Europa em crise sendo agraciada com o golfe, Phelps levando um prêmio (meio consolação, mas vá lá), os britânicos levando 3 por terem sediado brilhantemente os Jogos Olímpicos e um dominicano (OK, nascido em Nova Iorque) para dar uma graça cosmopolita. E teve bossa nova, capoeira e samba. E também a imprensa local supervalorizando os ídolos futebolísticos em detrimento dos demais (que decepção deve ter sido ver Andy Murray ganhar).

Sim, pelo conjunto, acredito que esta Academia foi justa e faz um trabalho muito interessante de valorização do esporte. Mas, mesmo com ícones do   esporte mundial, lança mão de estrelas hollywoodianas e globais para abrilhantar o show. Vamos respeitar o extraordinário poder do esporte saindo da voz de Morgan Freeman parece ter outro impacto.

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Levei o meu Brasil Olímpico pelo bi no Pan.

E este tipo de premiação é muito importante para a divulgação do esporte em si. No Brasil, temos o Prêmio Brasil Olímpico, iniciativa bacana do COB. A natação americana também tem sua festa de gala anualmente, com o nome de Golden Goggle (nada a ver com o milionário mecanismo de busca, são os óculos de natação dourados).

Bom dia com a Rainha, de Frederico Mercúrio, Brian Maio, Rogério Alfaiate e João Padre:

 

 

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De volta!

Ano novo, site novo, blog novo!

Primeiro, aproveito para mais uma vez agradecer a oportunidade que o Ig me deu. Os 200 primeiros posts que estão aqui são reprodução (infelizmente sem os comentários) do Blog que continua hospedado lá.

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Segundo, os temas aqui vão ser um pouco mais variados do que apenas natação, incluindo um pouco de política (do esporte, claro), música (não, não toco nada) e assuntos gerais. Vou me permitir escrever quando possível (as respostas aos comentários tentarei ser mais assíduo) e também misturar os temas.

Não pretendo ter textos muito elaborados como o excelente blog Ephicurus, muito menos ter a quantidade de notícias do Blog do Coach que são hoje, junto com o Swim It Up!, as referências que tenho na natação (e também curtir um saudosismo no primeiro).

Enfim, ainda estou migrando dados, fotos, notícias, etc. então ainda vai estar meio beta por enquanto, OK?

É isso. Deixo aqui embaixo Bring It Back Again, do Stray Cats. Não é da melhor fase, mas garantia de diversão…

 

 

 

 

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O legado de Phelps: seu algoz na busca do primeiro tri

Michael Phelps retuitou uma matéria da ESPN muito interessante. Vou tentar sintetizar:

Quando conversou com seu agente, lá atrás aos seus 15 anos, Phelps deixou claro que seu objetivo não era ganhar ouros, estabelecer marcas mundiais ou se tornar o fenômeno atual, mas sim tornar a natação mais conhecida e inspirar novos atletas.

Schmitt e Phelps: companheiros de treino entrando para o último aquecimento. (Twitter)

Pois seu objetivo foi alcançado. O jovem Chad le Clos viu sua performance em Atenas 2004, seus 6 ouros, e decidiu então fazer o seu melhor. E o seu melhor, para azar do ídolo, foi justamente ganhar os 200m borboleta, prova que o recordista mundial não perdia a muito tempo (oito anos, dizem).

A declaração de le Clos provavelmente aliviou a perda do título olímpico e ainda ele aposenta com sua missão cumprida: definitivamente a natação será avaliada em antes e depois de Michael Phelps.


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero

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