Categoria Minas Tênis Clube

See you, Team GB

Publicado em 16/08/16, aqui

Um almoço de confraternização marcou a despedida do Team GB do Minas Tênis Clube. Por pouco mais de um mês, o Clube se tornou a casa da Grã-Bretanha no Brasil, já que Belo Horizonte foi a base de treinamentos pré-Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Cerca de 400 atletas estiveram no Minas, se preparam bem e têm feito bonito na edição das Olimpíadas com o Brasil.

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Estiveram presentes ao almoço, no Restaurante da Sede Social, Luiz Gustavo Lage, presidente do Minas, Marcos Jerry, superintendente-executivo, Flávia Holfs, diretora de Educação, Rogério Romero, gerente de esportes, Fábio Cânfora, gerente multidisciplinar de apoio ao esporte, além do coordenador do Team GB, Paul Ford.

Nesse período, o Minas abrigou as modalidades de canoagem, maratona aquática, boxe, esgrima, levantamento de peso, tênis de mesa, judô e taekwondo.

Para os próximos dias, são aguardados atletas da equipe paralímpica da Grã-Bretanha, que também farão a preparação para os Jogos do Rio em Belo Horizonte.

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Grandes participantes e boas palestras marcaram o Congresso de Ciência do Esporte e Legado Olímpico

Publicado em 10/06/2016, aqui

O Congresso de Ciência do Esporte e Legado Olímpico reuniu pesquisadores, palestrantes internacionais e autoridades, como o Secretário de Estado de Esportes, Carlos Henrique Alves, o reitor da UFMG, Jaime Ramírez, o diretor do Minas Tênis Clube, Carlos Antônio da Rocha e o Cônsul Geral do Reino Unido no Brasil, Jonatan Dunn.

O evento que aconteceu nos últimos dias 8 e 9 de junho, no CAD 1, tinha como objetivo intensificar contatos acadêmicos na área de Ciência do Esporte, através da participação de especialistas e pesquisadores da área.

PRIMEIRO DIA

As palestras do primeiro dia do Congresso abordaram temas variados. As sessões da manhã foram iniciadas por Bryan Clift, da University of Bath, que destacou diferentes formas de legado que uma Olimpíada traz para um país: legados esportivo, social, ambiental, urbano, econômico e político. Bryan apontou mudanças já ocorridas no Rio de Janeiro, como melhorias na qualidade do ar, transporte e segurança, preservação da floresta urbana e plantação de novas árvores.

O Diretor de Esporte de base e Alto rendimento do Ministério do Esporte, Guilherme Angelo Raso, apresentou diversos programas do Governo Federal de incentivo ao esporte, como “Atleta na Escola”, “Esporte na Escola”, “Segundo Tempo” e “Mais Educação”. Guilherme também destacou os Centros de iniciação esportivas (CIES), criados em todo o País, os investimentos a clubes formadores de atletas e o Bolsa Atleta. Rogério Romero, atual gerente de esportes do Minas Tênis Clube, contribuiu com uma apresentação do MTC, falando sobre sua estrutura e atual gestão.

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A contradição entre os patrocinadores de atletas e times olímpicos (como marcas de refrigerante e redes de fast-food) e o estilo de vida saudável que o evento deveria incentivar foi a chave do debate proposto por Joe Piggin, neozelandês da Loughborough University. Joe questionou como seria uma publicidade ideal para o incentivo da prática de esportes.

Ricardo Leyser, ministro do Esporte do governo Dilma Roussef, deu prosseguimento às discussões tratando da questão dos investimentos governamentais para os esportes olímpicos. A meta, para estes jogos, é que o Brasil fique entre os 10 primeiros países na classificação olímpica e entre os cinco primeiros no ranking paralímpico.

Finalizando o primeiro dia do Congresso, Sakis Pappous, professor de Ciências do Esporte da University of Kent (Inglaterra), abordou a necessidade em se ultrapassar os estereótipos na representação de atletas paralímpicos. Na mídia, segundo ele, é comum esportistas serem fotografados de forma a esconder o corpo deficiente, passivos – deixando a cena – ou apelando para o lado emocional.  Atualmente, Sakis está desenvolvendo um projeto de análise das coberturas dos Jogos Paralímpicos de 1992 a 2012, para o posterior desenvolvimento de um guia de mídia para jornalistas que transformem essa relação estereotipada.

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SEGUNDO DIA

Na manhã da última quinta-feira, 9 de junho, o Congresso contou com a realização de duas mesas redondas. A primeira delas, aberta com a palestra do professor da Anglia Ruskin University, Dan Gordon, trazia como tema central “Overtraining e Recuperação”. O “Overtraining” acontece quando é exigido muito do corpo do atleta sem que haja tempo para recuperação. No entanto, o processo é mais complexo, como explicou o professor e ex-atleta britânico. Para identificar o overtraining é necessária a análise de uma combinação dos fatores, como o hormonal, psicológico, biológico e sobre a performance do atleta.

O palestrante que apresentou a perspectiva profissional e prática dos estudos na área de Ciências do Esporte foi Roberto Chiari Quintão, graduado em Educação Física pela UFMG e atual fisiologista do Clube Atlético Mineiro. Roberto expôs os desafios para profissionais do futebol causados pelo overtraining e pela fadiga mental, principalmente no intenso calendário esportivo nacional. Além disso, o fisiologista apresentou uma série de dados comparativos realizados em duas temporadas, que demonstraram como o rendimento da equipe relaciona-se com o tempo de recuperação, a faixa etária, o tipo de treinamento e o nível de competitividade em cada partida.

Ainda nesta mesa, palestrou o professor da EEFFTO, Marco Túlio de Mello, referência mundial em pesquisas do sono e coordenador do Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE), do Instituto do Sono, relatou a importância do sono para a potencialização e o desenvolvimento do rendimento do atleta. A ação de dormir também atua como um elemento essencial para a recuperação do profissional e para a prevenção de lesões.

A segunda mesa da manhã abordou a otimização do treinamento de resistência. Nela estiveram presentes Samuele Marcora, professor da University of Kent, Dr. Fábio Nakamura, professor da Universidade Estadual de Londrina e Eduardo Almeida, treinador da equipe de natação do Minas Tênis Clube.

Os palestrantes apresentaram as vertentes acadêmicas e práticas das Ciências do Esporte aplicadas ao treinamento de resistência,. O professor Samuele Marcora, da University of Kent, apresentou as especificidades do modelo fisiológico moderno, a relação da fadiga mental com a performance esportiva e métodos para potencializar o treinamento do atleta. Já o professor Fábio Nakamura questionou a indução do “overreaching” sob a lógica do treinamento, e em sua pesquisa, propõe a utilização de ferramentas para otimizar o treino do esportista, como o uso da variabilidade da frequência cardíaca. Eduardo Almeida encerrou a segunda mesa debatendo o uso profissional dos conhecimentos da área de Ciências do Esporte para o desenvolvimento do treinamento e dos atletas, através dos treinos específicos realizados pela equipe de natação do Minas Tênis Clube.

A tarde do dia 9 foi aberta com a mesa “O efeito do engajamento publico para Jogos Paralímpicos e Olímpicos em atividade física”. Luciano Sales, diretor do CTE, Lisa Hodgson, da University of Nottingham, e Dan Gordon apontaram o esporte como importante ferramenta de combate à obesidade em países em que ela é uma epidemia. Eles refletiram sobre o legado dos últimos jogos olímpicos para a prática de esportes das populações e apontaram que, a longo prazo, incentivos à saúde por meio de atividade física não estão sendo efetivados. O Comitê Olímpico Internacional estabelece que países, para se tornarem sedes dos Jogos, precisam comprovar sua capacidade de promover melhorias a cidades, cidadãos e comunidades por meio do evento.

Na mesa seguinte, “Exercício, Nutrição e Desempenho”, Javier Gonzáles, pesquisador da University of Bath, se apresentou brevemente por ligação no Skype e comentou sobre ingestão de carboidratos antes, durante e depois de atividades físicas. Já o ex-professor da EEFFTO, Emerson Silami, atual professor da UFMA, focou na abordagem da reposição hídrica na prática de esportes. Ele explicou que a reposição hídrica tem que estar em concordância com o gasto no treino, ou seja, a ingestão de bebidas deve ser mensurada. Por último, Felipe Shang, nutricionista do Centro de Treinamento Esportivo (CTE), falou sobre avaliação física de atletas de diferentes idades e em como ela se diferencia em função da faixa etária.

Em “Estratégias para a Prevenção de Lesões”, Lisa Hodgson apresentou estratégias para evitar lesões em competições e mostrou vídeos de atletas lesionados. Ela também explicou que a maioria dos órgãos gestores, como a FIFA, têm políticas para prevenção de lesões.

O diretor da EEFFTO, Sérgio Teixeira, em sua contribuição para a mesa, disse que fisioterapeutas não tratam de doenças, mas de indivíduos suscetíveis a elas. Sérgio criticou o modelo linear de observação do surgimento da lesão, no qual o fator de risco tem consequência direta no ferimento. O diretor disse que esse sistema busca repostas por meio de uma suposição equivocada e apontou a existência de outros fatores a serem considerados. Ao lado de Natalia Bittencourt, do Departamento de Integração das Ciências do Esporte do MTC, e outros pesquisadores, Sérgio realiza um estudo que propõe pensar num sistema complexo, onde fatores que levam à lesão são como uma teia. Natália ressaltou o papel do fisioterapeuta de prevenção e não apenas de caráter combativo.

Finalizando o Congresso, Luciano Sales participou da mesa “Treinamento para crianças e jovens”. Luciano apontou que o treinamento de crianças depende do nível maturacional e que elas perdem calor mais fácil que os adultos. Ele também disse que crianças não são menos treináveis, porém a intensidade do treino deve ser considerada. Segundo ele, crianças adoram vencer, mas não gostam da pressão para fazê-lo. Dan Gordon contribuiu com a mesa falando sobre as adaptações que devem ser feitas em treinos de crianças. Mauro Dinis, coordenador das categorias de base do MTC, fechou a palestra falando sobre treinos variados de acordo com as categorias (petizes, infantil, juvenil e juniores).

O evento foi finalizado com uma visita ao CTE na noite do dia 9.

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CREF6/MG é parceiro na realização de Conferência Internacional sobre Ciências do Esporte e Legado Olímpico

Publicado aqui

“Temos a responsabilidade de discutir os valores que não são tangíveis neste Legado Olímpico”, disse o Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Jaime Arturo, em sua fala de abertura da Conferência Internacional sobre Ciências do Esporte e Legado Olímpico. Nos dias 8 e 9 de Junho, Estudantes, Professores, Pesquisadores, Atletas e Técnicos se reuniram para o Evento Científico realizado pela UFMG com o apoio do Conselho Regional de Educação Física da 6ª Região Minas Gerais – CREF6/MG, do Consulado Britânico, do Minas Tênis Clube e da Secretaria de Estado de Esportes.

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“Ser parceiro na realização de Eventos como este, que possui enorme grandeza e compromisso com o Esporte, é uma honra e, ao mesmo tempo, um dever do CREF6/MG”, declarou o Vice-Presidente do CREF6/MG, Adailton Eustáquio.

As discussões contaram com a participação de Pesquisadores de quatro Universidades Britânicas, além de outras Universidades brasileiras e técnicos de diferentes Equipes e Seleções. Todas as apresentações tiveram tradução simultânea.

O Secretário de Estado de Esportes de Minas Gerais e coordenador do Núcleo de Articulação Minas 2016, Carlos Henrique Alves da Silva cumprimentou o CREF6/MG pela parceria de longa data e apoio na realização da Conferência. “O Conselho tem sido um parceiro fundamental, ao somar-se aos outros órgãos na realização deste importante Evento Científico Internacional e divulgar junto aos Profissionais de Educação todo esse conhecimento”.

O objetivo da Conferência foi intensificar os contatos acadêmicos na área de Ciência do Esporte, Esportes Olímpicos e Paraolímpicos. O Evento também foi realizado em função da preparação dos Atletas Britânicos para os Jogos Olímpicos do Rio 2016, que será realizada em Belo Horizonte, no Centro de Treinamento Esportivo – CTE da UFMG.

“O Conselho tem uma função importante de estar nas discussões e influenciar no direcionamento das conversas, pra onde podemos levar esse trabalho, identificar quais são as demandas de Minas na área da Educação Física e explorar as potenciais parcerias”, explicou o Cônsul Geral do Reino Unido em Belo Horizonte, Thomas Nemes.

O Minas Tênis Clube, parceiro na realização do Evento e parceiro do CREF6/MG em outras ações, classificou a Conferência como uma das ações previstas nos quatro pilares do Clube: “Cultura, Educação, Lazer e Esporte”. De acordo com o Gerente de Esportes do Clube, Rogério Romero, o Evento foi crucial para a formação profissional. “Aproveitar esses momentos para divulgar aos Profissionais de Educação Física a importância de estar sempre atualizado, de buscar esse conhecimento continuado. O Minas está sempre contando com o apoio do Conselho neste sentido”.

Relatório do evento

 

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Clube de MG quer manter tradição de formar medalhistas olímpicos

Publicado em 28/06/2016, aqui

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/edicoes/2016/06/28.html#!v/5124676

Faltam apenas 38 dias para a Olímpiada do Rio. E o Bom Dia Brasil está mostrando como os jogos movimentam todo o Brasil.

Em Belo Horizonte, um clube quer manter a tradição de formar medalhistas olímpicos. No coração de Belo Horizonte, um espaço dedicado ao lazer e ao esporte.

Ao lado da piscina do tradicional Minas Tênis Clube fica um prédio de nove andares. Um labirinto, com quadras, academias, escritórios, consultórios médicos, salas de fisioterapia e fisiologia. Um moderno centro de treinamento para a formação de atletas de alto rendimento em oito esportes olímpicos.

Dos mais novos aos profissionais que disputam os principais campeonatos de vôlei e basquete do Brasil na arena ara 3,2 mil pessoas.  Ao todo, 1,2 mil atletas encaram a rotina de treinos.

O Minas é mantido por patrocinadores, verbas da Lei de Incentivo ao Esporte e 70 mil sócios. E é administrado por ex-atletas formados pelo clube.

“Dentro dessa estrutura, você tendo pessoal que conhece o esporte, entende as necessidades, tanto técnicas quanto do atleta, eu entendo que isso colabora também, é um dos segredos do Minas”, explica Rogério Romero, ex-atleta e diretor do Minas Tênis Clube.

Oito atletas conquistaram medalhas olímpicas enquanto defendiam o Minas. Entre eles, a judoca Ketleyn Quadros, primeira brasileira a conquistar uma medalha em um esporte individual.

É do Minas uma das maiores surpresas da delegação brasileira: Ítalo Manzine, 24 anos. Tirou a vaga nos 50 metros nado livre de um colega de clube, o campeão olímpico e tricampeão mundial da prova, César Cielo.

“É uma das melhores estruturas do Brasil que o Minas Tênis Clube tem aqui hoje, eles conseguem nos dar suporte na preparação física, na piscina, mesmo, que tem blocos muito bons, trabalho psicológico, eles têm uma equipe médica muito boa, então é uma estrutura assim, uma das melhores do Brasil. na minha opinião, uma estrutura de ponta”, diz Ítalo Manzine.

O Minas tem outras três unidades na Região Metropolitana, estrutura que também está sendo usada pela Grã-Bretanha na preparação para os Jogos Olímpicos.Mais que um clube, uma tradição de desenvolver talentos que vão lutar pelo Brasil nos Jogos Olímpicos.

O Minas Tênis Clube tem, por enquanto, 13 atletas garantidos na Olimpíada do Rio e três modalidades: natação, judô e tênis.

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IX JORNADA CIENTÍFICA Presidente do Minas, Luiz Gustavo Lage, fala dos desafios após dois anos de sua gestão

Publicado em 25/01/2016, aqui

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Nesta segunda-feira, as Gerências de Esporte, Educação e Multidisciplinar de Apoio ao Esporte do Minas Tênis Clube deram início à nona edição da Jornada Científica, que tem como tema “Preparação integral do atleta olímpico: fase final”. As palestras são realizadas no Teatro Bradesco, na Unidade I.

A abertura do evento contou com a presença do presidente do Minas, Luiz Gustavo Lage; do superintendente do Clube, Marcos Jerry; além de diretores e gerentes. A IX Jornada Científica contará ainda com mesas redondas, palestras e workshops. O evento terá a presença de importantes profissionais da área. Nesta segunda-feira, os principais palestrantes foram Rogério Romero, gerente de Esportes do Minas, e Carlos Antonio da Rocha Azevedo, diretor adjunto de Natação e da Parceria MTC-BOA/BPA).

O presidente Luiz Gustavo Lage mandou o recado aos participantes do evento. “Temos grandes desafios e muitas expectativas em 2016. Não vamos aqui falar de crise, embora seja impossível esquecê-la. Que 2016 seja um ano ainda melhor para o Clube. Conto e preciso de todos. É um ano único, um ano olímpico, cheio de oportunidades. Quero, neste momento, agradecer a todos desse grande time. O Minas se resume a algumas palavras: valores, família, sonhos e pessoas. Todos são cobrados por resultados, inclusive eu. Sonhar é bom, mas realizar é muito mais importante”.

Realizada anualmente, a Jornada Científica  tornou-se um evento tradicional do calendário das áreas de Esporte, Educação e Multidisciplinar de Apoio ao Esporte do Minas, que visa capacitar os profissionais que atuam no desenvolvimento dos alunos e atletas, além de promover a troca de experiências entre os participantes.

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Veja a programação

Terça-feira – 26/1/2016

Manhã

Tema: Planejamento de treinamento
Local: Teatro Bradesco
– 8h – Credenciamento
– 8h30 às 9h30 – Planejamento de Treinamento Visando a Fase Final de Preparação do Atleta para Competição-Alvo – Steve Harris (British Canoeing – Paracanoe Program Manager / Team Leader)
– 9h30 às 9h45 – Coffee Break e exposição de pôsteres MTC
– 9h45 às 11h15 – Mesa redonda – Planejamento de Treinamento Visando a Fase Final de Preparação do Atleta para Competição-Alvo, com Scott Volkers (Técnico de Ponta da Natação), Prof. Ms. Pedro Valadão (Preparado Físico), Steve Harris (British Canoeing – Paracanoe Program Manager / Team Leader) e a coordenação da Profa. Ms. Caroline Wilke (Analista Técnico Científico)
– 11h15 – Encerramento

Tarde

Tema: Metodologia de treinamento
Local: Teatro Bradesco
– 14h – Credenciamento
– 14h30 às 15h30 – Métodos de Treinamento Técnico-Tático – Prof. Ms. Ricardo Leão (Técnico da Equipe Profissional do Guarani Esporte Clube)
– 15h30 às 15h45 – Coffee Break e exposição de pôsteres MTC
– 15h45 às 17h15 – Mesa redonda – Treinamento Técnico-Tático, com Nery Tambeiro (Técnico de Ponta do Vôlei Masculino), Alfredo Dornelles (Técnico Principal do Judô), Francisco Azra Teixeira (Técnico de Base da Ginástica Artística Masculina), Prof. Ms. Ricardo Leão (Técnico da Equipe Profissional do Guarani Esporte Clube) e a coordenação do Prof. Ms. Cláudio Olívio (Chefe de Departamento de Integração das Ciências do Esporte)
– 17h15 – Encerramento

Quarta-feira – 27/1/2016

Manhã

Tema: Monitoramento de treinamento
Local: Teatro Bradesco
– 8h – Credenciamento
– 8h30 às 9h30 – Preparação Final do Atleta Olímpico: Monitoramento e Otimização da Recuperação do Atleta – Prof. Dr. Rob Duffield (University of Technology Sydney)
– 9h30 às 9h45 – Coffee Break e exposição de pôsteres MTC
– 9h45 às 11h15 – Mesa redonda – Monitoramento do Treinamento, com Paulo Coco (Técnico de Ponta do Vôlei Feminino), Prof. Ms. José Ricardo (Chefe de Departamento de Preparação Física), Prof. Dr. Rob Duffield (University of Technology Sydney) e a coordenação do Prof. Esp. Sergio Falci (Analista Técnico Científico)
– 11h15 – Encerramento

Tarde

Tema: Psicologia do Esporte
Local: Teatro Bradesco
– 14h – Credenciamento
– 14h30 às 14h50 – Apresentação das Diretrizes da Psicologia do Esporte, com a Dra. Regina Capanema (Coordenadora da Psicologia do Esporte)
– 14h50 às 15h35 – Estresse do Treinador, com a Profa. Ms. Marisa Santiago (Psicóloga do Esporte)
– 15h35 às 15h50 – Coffee Break e exposição de pôsteres MTC
– 15h50 às 16h35 – Preparação Psicológica de Atletas Olímpicos Brasileiros, com o Prof. Dr. Franco Noce (Psicólogo do Esporte – CTE/UFMG)
– 16h35 às 17h15 – Discussão, com a coordenação da Dra. Regina Capanema (Coordenadora da Psicologia do Esporte)
– 17h15 – Encerramento

Quinta-feira – 28/1/2016

Manhã

Tema: Gerência de Educação
Local: Salão de Festas CF6
– 8h30 – Credenciamento
– 9h às 10h – Apresentação da Lei do Bullying (Lei nº 13.185), com Estagiários do Programa do Acompanhamento Escolar
– 10h às 10h15 – Coffee Break
– 10h15 às 11h45 – Dinâmica em Grupo para Discussão e Apresentação de Casos, com Suporte e Discussão da Assessoria Jurídica e Coordenação da Psicologia do Esporte e do Prof. Ms. Cláudio Olívio (Chefe de Departamento de Integração das Ciências do Esporte)
– 11h45 – Encerramento

Tarde

Planejamento interno

Sexta-feira – 29/1/2016

Manhã

Tema: Matriz
Local: Salão de Festas CF6
– 8h – Credenciamento
– 8h30 às 9h – Palavra do Presidente
– 9h às 9h30 – Apresentação da Matriz de Desempenho Esportivo do MTC e do “Boletim”, com Fábio Cânfora (Gerente Multidisciplinar de Apoio ao Esporte)
– 9h30 às 10h – Apresentação da RD e Proposta da NA, com Rogério Romero (Gerente de Esportes)
– 10h às 10h15 – Coffee Break
– 10h15 às 11h45 – Dinâmica em Grupo para Definição dos Processos da Matriz, com coordenação do Prof. Esp. Daniel Freitas (Analista Técnico Científico)
– 11h45 – Encerramento

Tarde

Planejamento interno

Sábado – 30/1/2016

Manhã

Tema:
Departamento de academia
Local: Sala Multimeios
– 8h30 – Credenciamento
– 9h às 9h30 – Abertura, com Márcia Reis (Gerente de Educaçã)
– 9h30 às 10h30 – Estratégias para Retenção de Clientes, com Gilva Silva (Presidente da International Coach Federation – ICF – Capítulo Minas)
– 10h30 às 10h45 – Coffee Break
– 10h45 às 11h30 – Discussão, com a coordenação da Profa. Esp. Maria Lúcia Avelino (Chefe de Departamento da Academia do Minas)
– 11h30 – Encerramento

Tarde

Local: Sala Multimeios
– 14h – Credenciamento
– 14h30 às 16h – Elaboração de Programa, Condicionamento Físico e Saúde x Estética Corporal, com Eduardo aspareto Haddad (Membro da IFBB Academy) e a coordenação da Profa. Esp. Fernanda Queiroz (Coordenadora Atividades Coletivas)

Local: Sala de Pilates – Academia Minas I
– 14h – Credenciamento
– 14h30 às 16h – Aplicação Prática dos Princípios do Pilates, com Ana Paula Braga e a coordenação da Profa. Ms. Cristiane Melo (Coordenadora do Curso de Pilates)
– 16h – Encerramento

 

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Encontro com o presidente

Publicado em 07/10/15, aqui

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Nesta quarta-feira (7/10), o presidente do Minas Tênis Clube, Luiz Gustavo Lage, recebeu atletas e técnicos da Ginástica Artística, no Minas I. Participaram também do encontro o diretor de Ginástica Artística e Trampolim Ricardo Assis Fonseca; Rogério Romero, gerente de Esportes do Minas; e Edmara Colombo, chefe do departamento de Ginástica Artística e Trampolim.

No encontro, que contou com vários atletas medalhistas das categorias de base da ginástica artística, foram discutidos assuntos como as provas disputadas pelas equipes minastenistas até outubro de 2015, as conquistas dos ginastas do Clube e a expectativa para o calendário de provas de 2016. Ricardo Assis Fonseca comemorou a oportunidade de poder mostrar os resultados dos jovens competidores. “Para nós, é uma satisfação muito grande poder mostrar nossos resultados, que, na ginástica, não são fáceis de conquistar. O nosso grupo de atletas brilhou, e o nosso corpo técnico pôde concentrar a nata do esporte. Nossas equipes estão em uma evolução muito grande”, comentou o diretor de Ginástica Artística e Trampolim.

Os recentes resultados alcançados pelos atletas da Sitran/Minas também foram comemorados pela comissão técnica. No Campeonato Brasileiro de ginástica artística Infantil, realizado no Minas Tênis Clube, entre os dias 3 e 6 de setembro, Camila Almeida ficou com o quarto lugar no individual geral. Na competição por equipes, as jovens ginastas da Sitran/Minas conquistaram o bronze. No individual por aparelhos, Júlia Gonçalves ficou com o bronze no salto; Letícia da Silva terminou em sexto lugar nas paralelas; e Camila Almeida conquistou bronze no solo e na trave. No masculino, categoria Sub-12, Gustavo Pereira ficou em quarto lugar no individual geral, e Lucas de Souza conquistou a prata no individual geral da categoria Sub-14. Também no Sub-14, Mateus da Silva ficou em quarto. Na competição por equipes, a Sitran/Minas foi a grande vencedora. No individual por aparelhos, Lucas Souza faturou a medalha de ouro no solo, nas argolas e nas paralelas, e bronze na barra (Sub-14); Gustavo Pereira foi ouro nas argolas, prata nas paralelas e bronze na barra (Sub-12); Mateus da Silva conquistou prata na barra e bronze no cavalo (Sub-14); e Diego Oliveira foi medalha de prata na prova do salto (Sub-12). Na última semana, no Campeonato Sul-americano, disputado na Argentina, Bernardo Actos foi vice-campeão no individual geral da categoria Juvenil. No individual por aparelhos, conquistou o ouro nas paralelas e nas argolas, o vice-campeonato no solo e o 3º lugar no salto. No masculino Infantil, Mateus Silva, ficou com o vice-campeonato nas barras. O técnico Antonio Lameira, comemorou os resultados conquistados pelos atletas da Sitran/Minas. “Fico muito satisfeito com o quadro técnico e os resultados gerais que tivemos em todas as categorias. Os resultados falam por si só, estamos no caminho certo. Os resultados estão vindo pelo empenho e dedicação de todos. Nós, por exemplo, viemos do sul-americano e tivemos grandes resultados”, disse o treinador.

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Francisco Azra, técnico da equipe masculina da base da Sitran/Minas, agradeceu ao apoio recebido. “É muito bom termos a tranquilidade e a segurança que o Minas nos dá para representar o Clube no cenário nacional e o Brasil no cenário internacional”.

O presidente do Minas Tênis Clube, Luiz Gustavo Lage, elogiou a comissão técnica e parabenizou a equipe minastenista. Para ele, a responsabilidade e disciplina que o esporte exige dos jovens atletas é muito importante. Uma coisa que eles vão levar para o resto da vida. “Eu estou muito feliz de receber vocês aqui. Agradeço, do fundo do meu coração, a dedicação e o comprometimento de vocês com o Minas Tênis Clube. Muito obrigado, vocês estão de parabéns”, disse o presidente.

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Homenagem aos nadadores

Publicado em 23/07/15, aqui

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O presidente do Minas, Luiz Gustavo Lage, recebeu os nadadores da Fiat/Minas Nicolas Oliveira, Kaio Márcio, Lucas Kanieski e Daiane Becker e o treinador Scott Volkers, que participaram dos Jogos Pan-americanos de Toronto, no Canadá, e Henrique Martins, que disputou a Universíade de Gwangju, na Coreia do Sul, para homenageá-los pelas grandes conquistas nas duas competições.

No encontro realizado nessa quinta-feira, no Minas I, o presidente minastenista agradeceu e parabenizou os nadadores pelas conquistas. “Estamos próximos de um momento histórico para nós, que são os Jogos Olímpicos Rio 2016, e temos tido grandes resultados nesse período. Essas conquistas são frutos de trabalhos seus, de anos e anos, junto com toda a comissão técnica. A natação representa muito para o nosso Clube, é o esporte que tem o maior número de sócios praticantes, e isso também se deve a essas conquistas de vocês, que tanto honram o nome do Minas e da Fiat, patrocinadora da equipe. Obrigado por tudo que vocês fizeram nessas competições e por acreditarem no Minas”, afirmou Luiz Gustavo Lage.

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O diretor de natação do Minas, Carlos Antonio da Rocha Azevedo, também enalteceu as conquistas dos atletas. “Faço minhas as palavras do presidente. É sempre uma alegria ver um nadador competir bem e quando é do Minas a alegria é maior ainda. Sabemos o esforço e a dedicação de cada um de vocês e dos treinadores. Nos últimos dias tivemos jornais e sócios enaltecendo as conquistas que vocês tiveram e isso só nos enche de orgulho. Estamos mostrando que somos capazes e construindo um caminho para os Jogos Olímpicos Rio 2016”.

Crisávila Carolina Dias, do Departamento de projetos especiais e brand da Fiat, falou sobre a parceria com a equipe minastenista e parabenizou os atletas. “Não tem como não patrocinar essa equipe, que é a melhor do Brasil. É a equipe líder na natação. Mesmo com o mercado ruim, a Fiat viu a importância de estar ao lado da equipe e incentivar, vocês trazem muito orgulho para a nossa empresa. Vocês podem contar com a gente, queremos ajudar e participar”.

O experiente nadador Kaio Márcio agradeceu ao Clube e elogiou a dedicação de todos da Fiat/Minas. “Comecei a nadar tem um tempo, já passei por alguns clubes, e é a primeira vez que eu vejo o presidente recebendo os atletas e parabenizando pelas conquistas. Isso é muito bacana, estou muito feliz por estar aqui e ter representado o Minas. Foi meu quarto Pan-americano, gostei de poder voltar a seleção. Como equipe estamos crescendo, tendo bons resultados e vejo todo mundo muito focado nos Jogos Olímpicos Rio 2016. O nosso objetivo é classificar o máximo possível de atletas para a competição”.

Também participaram da homenagem o gerente de Esportes do Minas, Rogério Romero, e o chefe do departamento de natação do Minas, Teófilo Laborne. 2B4B8471

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Clínica Azul e Branco

Publicado em 15/07/15, aqui

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Alunos das turmas de aprendizagem, aperfeiçoamento e pré-equipe dos cursos de esporte do Minas participaram, em julho, da Clínica Azul e Branco, realizado em vários ambientes esportivos da Unidade I. O evento teve como objetivo comemorar os 80 anos do Clube, através do estímulo da prática competitiva nos alunos de forma segura, da promoção de confrontos, da orientação e interação familiar, de forma estimulante, no ambiente competitivo, do reforço dos valores de superação e da perseverança e respeito aos colegas e às regras.

Participaram alunos dos cursos de basquete, dança, futsal, ginástica artística, ioga, judô, caratê, natação, tênis, vôlei, além do curso básico de formação artístico-cultural e do curso básico de esportes.

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Orgulho minastenista!

Publicado em 21/07/15, aqui

Presidente do Minas recebe judocas medalhistas no Pan de Toronto e homenageia os atletas no Minas I

Por José Luiz Júnior / Fotos: Orlando Bento

Os atletas Nathália Brígida (-48 kg), Érika Miranda, (-52 kg), Mariana Silva (-63 kg) e Luciano Corrêa (-100 kg) medalhistas nos Jogos Pan-americanos de Toronto, no Canadá, foram recebidos, na tarde dessa segunda-feira (20/7), no Minas I, pelo presidente do Clube, Luiz Gustavo Lage, pelo gerente de Esportes do Minas, Rogério Romero, por dirigentes, comissão técnica e pelos patrocinadores da equipe de Judô, Belo Dente e Yes odonto.

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No encontro, Luiz Gustavo destacou as conquistas dos judocas e disse que cada um deles é motivo de orgulho para o Minas Tênis Clube. “Esse é um momento muito especial para o Clube. Quatro medalhas em Jogos Pan-americanos é uma grande conquista. Este é o fruto de muito trabalho, dedicação e seriedade. A comissão técnica do Minas também merece o reconhecimento, pois dedica tempo e muito trabalho para fazer de vocês os atletas que são. Obrigado à Belo Dente e à Yes Odonto por acreditarem no nome do Minas Tênis e por apoiarem o esporte minastenista, sem vocês esses resultados não viriam. Parabéns aos atletas que representaram muito bem o nosso país. Temos a certeza de que o Brasil fará bonito nas Olimpíadas no ano que vem e esperamos ver vocês lá. Vocês enchem os minastenistas de orgulho”, comentou o presidente do Minas.

O diretor-adjunto de Judô, Euler Barbosa, também falou da conquista dos judocas e agradeceu o empenho. “Quero apenas agradecer vocês por tudo que fizeram, pela dedicação e empenho. Vocês mostraram força e garra para trazer para o Brasil essas medalhas. Vejo de perto o trabalho de vocês e sei que não é fácil, parabéns e continue representando bem o Minas e o Brasil.”

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Luiz Antônio Dutra Ladeira, presidente da Belo Dente, também elogiou os atletas e destacou a importância do Minas para a marca da empresa. “Primeiro, parabéns pela conquista de vocês. Nós também estamos muito orgulhosos de viver este momento. O Judô do Minas tem sido um espelho para a nossa empresa. Quando chegamos aqui, a Belo Dente era apenas regional e a equipe do Minas ainda era bem pequena. Agora, crescemos juntos, atuamos em praticamente todo o Brasil e o judô do Minas é referência nacional. Nós fazemos parte da história do Clube e o Minas faz parte da nossa história. Muito obrigado por tudo e que venham mais medalhas”, comentou Luiz Antônio Ladeira, patrocinador do Minas desde 2007.

O diretor-geral da YesOdonto, Matheus Siqueira, que patrocina do Minas desde o início do ano, disse que os resultados dos judocas só fortalecem a parceria. “Vocês estão elevando o nome do Minas para o mundo. Nossa parceria ainda é nova e vocês vêm representando muito bem a nossa equipe e nossa marca. Parabéns a todos e a YesOdonto também se sente honrada em fazer parte deste momento histórico”, concluiu Matheus.

Agora, os minastenistas se preparam para a disputa do Campeonato Mundial de Astana, no Cazaquistão, que será realizado de 24 a 30 de agosto. Além de Nathália Brígida, Érika Miranda, Mariana Silva e Luciano Corrêa, o judoca Alex Pombo, que também disputou o Pan, está convocado, porém o minastenista, que se lesionou em Toronto, será avaliado para saber se terá condições de ir ao Mundial.

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Novo dirigente do Minas, Rogério Romero fala do desafio e da gestão pública

Publicado em 05/07/15, aqui

Com um currículo extenso no esporte, Rogério Romero aceitou em maio passado um novo desafio profissional. Com o cargo de gerente de esportes, ele vai comandar os nove esportes do Minas Tênis Clube.

Como nadador, Rogério se tornou o único brasileiro a participar de cinco Olimpíadas, sendo finalista em Seul (1988), Barcelona (1992), Atlanta (1996) e Sydney (2000), e semifinalista em Atenas (2004).

Agora como dirigente. ele espera contribuir com o clube no qual passou quase a metade dos 27 anos de carreira como atleta.

Além do passado como nadador, Rogério, que deixou as piscinas, em 2004, trabalhou durante dez anos na política, como subsecretário de Esportes, secretário-adjunto da Secretaria de Esportes e da Juventude e secretário adjunto da Secretaria de Turismo e Esportes de Minas Gerais. Expertise que ele promete colocar a serviço do Minas.

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Você ficou dez anos na política. Por que resolveu sair da vida pública?

Acho que a vida é dividida em ciclos, e este foi mais um ciclo que concluí. Foi um momento interessante e de grande aprendizado que acabou me dando ainda mais bagagem para minha sequência profissional.

Como foi o convite e por que você aceitou se tornar o gerente de esportes do Minas?

Na verdade, não foi um convite. A oportunidade surgiu com a reestruturação da administração do clube, após a entrada do Luiz Gustavo Lage (presidente). Foi aberto um processo seletivo, onde eu e mais algumas pessoas participamos, e acabei sendo o escolhido. O Minas é uma referência no esporte e acredito que, para minha carreira fora das piscinas, será um grande desafio.

Como gestor, o que você pode acrescentar ao Minas?

Acredito que o Minas já tem todas as ferramentas para se manter no auge. E é isso que complica ainda mais o meu trabalho. Vejo muitas semelhanças entre o Minas e o governo. Ambos são muito burocráticos, e é sempre complicado aprovar as ações. Aqui, a diretoria nos dá todas as diretrizes do que devemos fazer. Minha ideia é contribuir onde for preciso, e o grande desafio é manter o clube como uma referência no esporte nacional.

Quais projetos e/ou ideias que você tem para tornar o Minas um ‘case de sucesso’ ainda maior no esporte brasileiro?

A minha intenção e função é facilitar para que todos os esportes tenham as melhores condições possíveis, e o limitador para isso são os recursos, tanto o financeiro que rege nossos orçamentos, quanto o de material humano.

Como a experiência olímpica que você tem pode ajudar nesse cargo?

Acredito que não só a minha experiência olímpica, mas como atleta, me ajuda a entender um pouco melhor as demandas dos atletas de alto nível. Por exemplo, sei que os detalhes fora das quadras, tatames ou piscinas, contam tanto quanto dentro. Por isso, procuro dar aos atletas um bom conforto, uma alimentação adequada, um bom aparato de ciência do esporte, com psicologia, preparação física, entre outras coisas.

O Minas não chega a uma decisão de Superliga desde 2009 (no masculino) e desde 2004 (no feminino). Como o clube pode voltar às grandes glórias na modalidade?

Primeiramente, temos que voltar a dar boa visibilidade para os possíveis parceiros, porque no vôlei e no basquete também, o resultado depende diretamente do investimento, infelizmente. Mesmo assim, o Minas montou duas equipes competitivas na última temporada e obtivemos um ótimo resultado. Se conseguirmos um patrocinador forte para o vôlei, tenho certeza de que voltaremos a brigar pelos principais títulos.

O Minas vem deixando de ser a maior referência no vôlei mineiro, com resultados inferiores aos do Sada/Cruzeiro e aos do Praia Clube. Como resgatar essa tradição?

Vejo isso com bons olhos, pois acaba sendo mais um desafio que temos que encarar de peito aberto. Além disso, melhora o campeonato estadual e fortalecer a modalidade. O Minas não vai deixar de competir por não sempre ganhar, mas nosso objetivo sempre é montar equipes a altura da tradição do clube, que entrem em quadra com o objetivo de vencer.

Nesse momento de crise econômica no país, como fazer o empresariado mineiro voltar a investir?

Vou citar uma frase que eu gosto de usar: “dentro das crises é que surgem as oportunidades”. Nosso papel é mostrar que o esporte está passando por um momento interessante, já que estamos adentrando o ano olímpico. Temos de mostrar que o esporte atinge as pessoas de uma maneira especial, diferentemente de uma propaganda.

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Em 2001, ainda como nadador: 13 dos 27 anos da carreira como atleta de Romero foram dedicados ao Minas (Foto: Cristiano Machado / Arquivo Hoje em Dia)
Como é trabalhar na iniciativa privada em meio a um mercado tão ruim para obter patrocínios?

Felizmente, o Minas, além de um clube, é uma empresa muito bem sucedida e muito sólida. Prestamos serviço aos nossos associados com quem temos uma credibilidade muito grande, como comprovamos através de pesquisas de satisfação que fazemos. Além disso, estamos sempre inovando, investindo em diversas obras, na capacitação de pessoal, e acredito que tudo isso demonstra que não aceitamos ficar parados. No esporte não é diferente, estamos sempre em busca de bons parceiros para viabilizar boas equipes em todas as modalidades.

A natação e o judô são os principais esportes do clube em termos de resultados profissionais no momento. Por quê?

Isso acontece porque o trabalho vem sendo muito bem feito. O judô está sendo uma grata surpresa há alguns anos, tem uma equipe consistente com grandes resultados, os títulos masculino e feminino do Troféu Brasil, mesmo poupando os judocas que disputarão o Pan-americano de Toronto. Além disso, com a convocação para o Mundial do Cazaquistão, em agosto, somos o clube que mais vai ceder atletas para a seleção. A natação acabou de ser vice-campeã do Troféu Maria Lenk, mas fomos campeões brasileiros no infantil, que mostra que o trabalho de base também está sendo bem feito, que vai alimentando as equipes de ponta.

Com base na sua experiência, o que funciona e o que não funciona na gestão pública? Quais as dificuldades?

No poder público também há muitas restrições orçamentárias e este é o maior limitador. Todo mundo quer que tudo seja feito pelo poder público, e simplesmente isso não é possível. É preciso estabelecer algumas prioridades antes de sair investindo. Atualmente, o ministro George Hilton e sua equipe estão tentando estabelecer o sistema nacional do esporte, que eu acho que é uma iniciativa muito interessante, até para saber porque há muito esforço duplicado nos diversos governos. Havendo esse alinhamento, talvez o recurso comece a ser melhor distribuído, o que favorecerá a todos em uma última instância.

Por que não temos um investimento consistente no esporte de base, desde as escolas?

Talvez porque não dê a visibilidade política que muitas pessoas querem. Em todos os fóruns sobre política esportiva é falado que o esporte educacional tem que ser prioridade. Na verdade, ele já é a prioridade constitucional, é só olhar para o artigo 217 da constituição. Mas, em exceções, como é agora do ciclo olímpico de uma Olimpíada que vai ser realizada no Brasil, tem um esforço maior no esporte de alto rendimento, mas, pra mim é muito claro que o grosso do investimento tem que ser no esporte educacional.

Como avalia o objetivo do COB de o Brasil terminar a Olimpíada entre as dez primeiras colocadas do quadro de medalhas?

Acho que a estratégia deles está sendo bem sucedida. O plano era manter forte as modalidades que já vinham dando medalhas; e aquelas que chegaram perto, tiveram o investimento aumentado para ela subir de patamar. Hoje, o Brasil tem chance de conquistar medalhas no pentatlo moderno, tiro com arco, canoagem. Além disso, o handebol feminino é campeão mundial, o polo aquático foi quarto colocado no Mundial. Ou seja, houve uma evolução, e vamos conquistar medalhas que serão surpreendentes para muita gente. Por isso, acredito que há chance real de o Brasil terminar entre os dez primeiros.

O que você espera da participação do Brasil no Pan de Toronto? Acha que a competição pode ser vista como um termômetro para a Rio 2016?

Acho que o nível das duas competições é muito diferente para comparar as metas e resultados. Alguns países, inclusive, nem levam suas equipes principais. Além disso, só os países do continente americano disputam o Pan, e em alguns esportes as principais equipes são as europeias ou as asiáticas. Por isso, acontece muito de o Brasil ter um grande desempenho no Pan e não repetir isso na Olimpíada subsequente. Ao mesmo tempo, é sempre bom ter a oportunidade de disputar uma competição de alto nível apenas um ano antes dos Jogos Olímpicos. Para os mais jovens serve também a experiência de participar de um evento para quebrar o gelo.

 

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