Categoria Barcelona 2013

BCN2013 finais 8: mais um bronze para Thiago na melhor campanha brasileira

Para quem nem queria nadar a prova… Sem censura, os 400m medley não perdoam quem não está bem ou pronto para a prova (vide Phelps em Londres). Mas Thiago Pereira estava e utilizou a mesma tática que deu a prata olímpica ano passado: em vez de passar muito forte, uma prova mais equilibrada, que garantiu seu segundo bronze (4:09.48).

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Pereira encarou a nova geração dos 400 medley: Seto e Kalisz.

A russa Efimova mostrou que nem a lituana Meilutyte é imbatível, batendo a recordista mundial na final dos 50m peito.

Mas quem terminou a competição com mais ouro foi Sun Yang e a americana Missy Franklin. O chinês parece estar escondendo algo muito especial para outro momento, apenas nadou junto por 1.400m para então distanciar quando quis e como quis. Para quem fez o melhor parcial de todos os tempos no revezamento 4x200m, o risco de ter alguém com velocidade maior que ele é mínimo. A americana tornou-se a primeira mulher a sair de um Mundial com 6 ouros. Até o Rio 2016 ela deve melhorar sua velocidade para competir com as demais nos 100m livre…

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Missy: ajudando as demais a ganhar medalhas.

O destaque negativo do dia foi a desclassificação dos EUA no revezamento 4x100m medley e o positivo foi a medalha de Mireia Belmonte, dando ao público um momento especial.

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Fundistas são os melhores do Mundial com Ledecky e Yang: juntos 6 ouros, 2 recordes mundias.

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BCN2013 finais 7: tri de Cielo, mais recordes mundiais para as mulheres

Cesar Cielo foi absoluto na prova. Levou o inédito tri não tão fácil quanto dois anos atrás, mas não deixou dúvida da sua superioridade. Melhor tempo sem trajes (21.32). Isso, lembrando, numa prova onde haviam 3 campeões olímpicos, ele foi o único dos 3 que medalhou – 6a. de ouro em mundiais! Quem se destacou na prova foi o campeonato americano universitário. Morozov, atual campeão da prova, Cielo, campeão em 2008 e Bovell, embora tenha ficado apenas em 4o. nesta prova no seu último ano, também nadou em Auburn como o brasileiro e foi 5 vezes campeão do NCAA. Ah, sim, e pela terceira vez, nenhum americano com medalha na prova.

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Cielo: não importam os próximos dois anos, todos querem ver este choro no Rio.

As americanas Missy Franklin e Katie Ladecky e a lituana Ruta Meylutite também vão fazendo história em Barcelona. Missy bateu o recorde do campeonato nos 200m costas e amanhã deve ser a primeira a conquistar 6 ouros no mesmo campeonato. Já a fundista bateu seu segundo recorde mundial, agora nos 800m livre, e saiu invicta com 4 ouros.

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Ledecky desconhece outro degrau do pódium.

Meylutite também estabeleceu duas novas marcas, hoje nos 50m peito. A marca antiga não durou nem 12h, já que foi estabelecida pela campeã dos 200m peito, a russa Yuliya Efimova, logo pelas eliminatórias. Será que a russa vai ganhar de outra recordista mundial amanhã, como nos 200m?

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Meylutite: agora fica fácil lembrar as cores da bandeira lituana.

Chad le Clos fez as últimas 5-6 braçadas dos 100m borboleta como se tivesse começando a nadar naquele momento e sagrou-se campeão. Provavelmente vamos vê-lo, assim como Katie, Missy e Ruta, ainda mais rápidos nos Jogos Olímpicos do Rio.

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Le Clos, manias de menino, resultados de campeão.

 

 

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BCN2013 finais 6: quero ser Phelps

A aposentadoria de Michael Phelps deixou um vácuo nas piscinas. Seus recordes pareciam destinados a perdurar muito tempo. Pareciam. Os Estados Unidos tem o dom de “criar” novos ídolos – há uma necessidade para a cultura americana. E a risonha Missy Franklin e Ryan “jeah” Lochte tem, além de ótimos resultados na piscina, aquelas histórias que são replicadas pelas agências de notícias e ajudam, assim como Phelps desejava, a divulgar a natação.

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Lochte e sua homenagem ao Nirvana.

O já veterano Lochte e a ainda novata Franklin tiveram um dia cheio. O primeiro foi tricampeão (quarta não consecutiva) dos 200m costas (prova que os americanos dominam nos últimos 9 Mundiais), voltou logo depois para pegar final nos 100 borboleta e finalizou o dia com mais uma vitória, ajudando o revezamento 4x200m livre americano.

Missy, já com 4 ouros na conta, encarou uma prova que (ainda) não é sua especialidade e amargou a pior colocação: quarto (achei que ela não tinha outra cara sem rir). Os 100m livre feminino foram para a Austrália de Cate Campbell, assim como a versão masculina. Mas a americana voltou menos de meia hora depois e mostrou que o quinto ouro amanhã nos 200m costas vai ser difícil de tirar dela.

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Efimova tem o ouro, mas Pedersen leva a placa do recorde.

A final dos 200m peito clamou novamente pela pergunta: o que é melhor, ouro ou recorde mundial? Rikke Pedersen bateu o recorde ontem e, embora ninguém tenha achado uma completa surpresa, acabou com a prata hoje, atrás da russa Yulia Efimova.

Outro destaque do dia foi o parcial do fundista Sun Yang, que garantiu o bronze da China no revezamento 4x200m livre. Aí ocorre outra pergunta: porque ele não quis disputar esta prova individualmente? Seria o primeiro a ter chance de ganhar os 200, 400, 800 e 1500m livre!

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Manadou: o francês campeão olímpico entra forte para impedir o tri do brasileiro.

Para os brasileiros restou a presença de Cesar Cielo em busca do que ele mesmo colocou ser uma tarefa muito difícil do tri nos 50m livre. Afinal, para entrar na finalíssima amanhã foi mais rápido que na olimpíada, tem 3 campeões olímpicos na prova e outros dois ouros em provas distintas…

Thiago Pereira ainda garantiu um presença importante fora da água, substituindo Gustavo Borges na Vice-presidência da Comissão de Atletas da FINA.

 

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BCN 2013 finais 5: Thiago quebra tabu e cai mais um recorde mundial

Apenas no seu quinto mundial Thiago Pereira conseguiu uma medalha e por apenas um centésimo que ela não foi de prata. Os 3 do pódio olímpico dos 400m medley (Ryan Lochte e Kosuke Hagino) se reencontraram, invertendo as posições do brasileiro com o japonês. E esta medalha já transforma Barcelona na melhor campanha brazuca, mas aguardamos por mais!

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Thiago Pereira: pode morder que é de verdade.

Ou ao menos bons tempos e colocações, como o 4o. de Etiene Medeiros nos 50m costas, que apesar de ter uma troca de última hora dos seus óculos, deu sua melhor marca e melhor posição na história da natação feminina brasileira.

Marcelo Chierighini esteve em uma disputa que pela primeira vez viu 4 atletas (sem trajes) nadando na casa dos 47s. Ficou numa honrosa 6a. colocação na prova que deu o bicampeonato para James Magnussen. Mas apesar de uma temporada perfeita nesta prova, os americanos venderam caro, o que valorizou ainda mais sua vitória, após mais uma decepção para seu currículo no revezamento 4x100m livre. Quem assustou a todos foi o missil russo Vlad Morozov, com a passagem mais rápida da história (21.94) vai ser páreo duro para um tri inédito nos 50m livre de Cesar Cielo.

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Magnussen joga a responsa agora para sua compatriota Cate Campbell ganhar amanhã os 100m livre também.

O dia foi completo com mais um recorde mundial nas semifinais dos 200m peito, com Rikke Pedersen (2:19.11) tornando-se a primeira recordista mundial dinamarquesa desde 1956! E também mais uma dourada para Missy Franklin – não vai perder as contas: são 4. Ah, e o mesmo revezamento que deu ouro para a americana, deu prata para… Alicia Coutts!

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Pedersen: combinando cor da unha com elástico dos óculos (O Yakult veio de brinde).

 

 

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BCN2013 finais 4: mais finais para o Brasil

João Gomes Junior e Leo de Deus nadaram as finais de hoje, ficando em 5o. e 8o. nos 50m peito e 200m borboleta. O primeiro ficou a 16 centésimos do bronze, enquanto o segundo sentiu o final.

Nas semi, Thiago Pereira, Marcelo Chierighini e Etiene Medeiros fizeram 3 das 4 finais possíveis para amanhã. Apenas Henrique Rodrigues não conseguiu passar nos 200m medley. Os 3 tem chances de medalhas!

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Chierighini: amanhã volta para manter a tradição brasileira na prova nobre da natação.

Chad le Clos ficou conhecido por bater Phelps ano passado nas olimpíadas, justamente em uma prova onde o americano não conhecia a derrota a mmmmmuito tempo, os 200m borboleta. Hoje o sul-africano entrou como favorito, mas acaba sendo até um mau exemplo para os nadadores mais jovens, por sua técnica e pela sua displicência ao nadar olhando para os dois lados. Chega a ser até uma falta de respeito com os adversários, pois dá impressão que ele está apenas controlando para chegar na frente e que é muito superior aos demais. Suas atitudes e entrevistas não demonstram isso, mas quero ver a dificuldade de um técnico querer corrigir seu nadador que está olhando para o lado agora…

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Meninos: não tentem isso no seu treino.

Chega a ser até uma falta de respeito com os adversários, pois dá impressão que ele está apenas controlando para chegar na frente e que é muito superior aos demais. Opa, eu já escrevi isso antes… Mas Sun Yang realmente “cozinhou” o restante nos 800m livre, para só distanciar nos últimos 100m.

Missy Franklin desistiu de oito medalhas (saiu dos 50m costas), mas teve um aproveitamento de 100% até o momento, com sua vitória nos 200m livre.

 

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Barcelona 2013 finais 2: recorde mundial, bi de Cielo e bronze de Felipe

O destaque do dia foi, certamente, a lituana Ruta Meylutite e o primeiro recorde mundial deste campeonato. Com seu 1:04.35 na semi dos 100 m peito, ela abaixou um décimo da marca da americana Jessica Hardy, que também avançou para as finais. Como a chegada dela foi muito ruim, podemos até esperar uma marca ainda mais impressionante amanhã. O recorde veio com mais uma ativação da organização, com uma bandeira reforçando para a plateia que eles tinham acabado de presenciar o recorde mundial.

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Cielo e sua plateia. (crédito: Victor Puig)

Mas o Brasil também tem muito a comemorar. Primeiro veio o bronze de Felipe Lima. Numa grande disputa, ele chegou melhor e conquistou a medalha com 59.65 (o quinto chegou apenas 5 centésimos atrás). Depois Cielo e Nicholas entraram para tentar uma dobradinha, mas enquanto o primeiro conquistava um inédito bicampeonato (23:01), o segundo amargou a 4a. colocação. Detalhe, os tempos da semi dariam o ouro e prata para os brasileiros, mas como na final o que importa é chegar na frente…

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Felipe, rápido também na comemoração.

Nas demais finais, a sueca Sarah Sjostrom deixou para trás a recordista mundial e campeão olímpica nos 100m borboleta, Dana Vollmer, para (re)conquistar o ouro. Quatro anos atrás ela surpreendeu ao vencer e bater o recorde mundial. Agora, passada a era dos maiôs tecnológicos, ela provou que não era apenas o maiô que nadava rápido.

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Pódio dos 200m medley: sorrisos por motivos distintos.

Já a húngura Katinka Hosszu mostrou maturidade, ao abandonar a semi dos 100m costas (que melhorou ainda mais sua marca pessoal e poderia sair com outra medalha amanhã), para triunfar nos 200m medley. Alicia Coutts conquistou sua 3a. prata na competição (será uma versão feminina de Anders Holmertz??), enquanto Mireia Belmonte levava o público local ao delírio com seu bronze.

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Barcelona 2013: finais 1

Destaques brasileiros:

  1. A veloz dupla Cesar Cielo e Nicholas Santos avança para a final dos 50m borboleta com os melhores tempos;
  2. Felipe Lima, ao abaixar por duas vezes sua marca e, pela primeira vez, do minuto nos 100m peito e, com isso, pegar uma final;
  3. O recorde sul-americano das meninas no 4x100m livre.

Destaques gerais:

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A ruiva Katie Ledecky absoluta na prova. (crédito: Victor Puig)

  1. O choro com a vitória fácil nos 400m livre de Sun Yang com 3:41.59;
  2. A alegria e vitória fácil nos 400m livre de Katie Ledecky, com o melhor tempo sem trajes tecnológicos e primeiro ouro para os EUA na prova em 22 anos!
  3. Os revezamentos 4x100m livre masculino, pela emoção; e o feminino, ao dar a 18a. medalha em mundiais para Natalie Coughlin.
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Mulherada americana foi bem nas primeiras finais.

Menção honrosa:
Andreina Pinto com seu recorde continental nos 400m livre. Com 4:06.02 a venezuelana abaixa sua própria marca de Londres 2012 em mais de 2s.

 

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Thomas Lurz: o maratonista a bater no Rio?

Enquanto a equipe brasileira fazia história em Barcelona, o experiente nadador alemão Thomas Lurz também batia alguns recordes. Pela primeira vez um atleta leva as 4 medalhas possíveis. agora são 14 no total! Nadando também pela primeira vez (e pela sua declaração, última) os 25km, saiu com o ouro nesta prova e no revezamento. Apesar do feito, Lurz corre contra o tempo. Em 2016 terá 36 anos, será que aguenta até lá?

Bem, os fatos das medalhas deste mundial (e de outros torneios de águas abertas) serem muito cosmopolita (tivemos ouro da Tunísia, Brasil, Grécia, além da própria Alemanha, por exemplo), além da disputa na prova olímpica (10km) vencida por Poliana Okimoto ser separada em pouco mais de 4s entre ela e a décima colocada, dizem que o cenário ainda está aberto.

E ainda temos o poder do vácuo. Explico. Assim como o ciclismo, ficar atrás de um atleta acaba salvando a energia. Não à toa existe a troca constante do líder no meio da prova. Além disso, existem as disputas mais, digamos físicas, por espaço. Sim, há muita briga dentro da água, o que pode prejudicar aqueles menos experientes. Todos estes fatores acabam dando uma indefinição saudável, pois todos que estão no pelotão da frente tem reais condições de ganhar a prova.

Então vamos torcer para que nestes próximos 3 anos o Brasil continue brilhando nas águas abertas do mundo inteiro, para culminar com as medalhas que todos esperamos nas Olimpíadas do Rio.

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Lurz comemora o título dos 25km. Ele chegou apenas 14s à frente de Allan, 7o., após quase 5h de prova.

 

 

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De águas bem abertas: a inédita dobradinha brasileira II

Quem apostasse  que duas brasileiras venceriam uma prova olímpica num Mundial de Esportes Aquáticos a pouquíssimo tempo atrás, seria tachado de maluco. Mas, Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha surgiram e praticamente garantiram o título de Maratonas Aquáticas neste Mundial para o Brasil.

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Ana Cunha e Okimoto, esta protegendo seu patrocinador, pintando a marca no maiô.

Quando as brasileiras entraram para sua segunda prova em Barcelona, já com uma medalha cada, encararam uma concorrência dura, como lembrou Guilherme Costa:  Na prova, tínhamos a húngara Éva Risztov, atual campeã olímpica. A britânica Keri Anne Payne, atual campeã mundial. A alemã Angela Maurer, que chegou a sétima medalha em mundiais. A italiana Martina Grimaldi, medalhista em Londres e no mundial de 2011. A australiana Melissa Gorman,que já foi campeã mundial dos 5km. 

Enfim, antes que apareça qualquer internauta amigo desmerecendo os feitos da dupla, lá estava a nata da natação de águas abertas. Muito pelo contrário, as duas vem de grandes revezes: Poliana de abandonar a prova na olimpíada e Ana Marcela nem se classificar para Londres. Grande exemplo de superação, sem dúvida. Mais, a primeira é a maior medalhista em mundiais (5, de todos os esportes) do Brasil, enquanto Ana Marcela é a 6a. no mundo a ter medalhas em todas as distâncias da competição e ainda vai defender seu título de 2011. Distância entre a campeã e a décima colocada em uma prova de quase 2hs? Meros 4.4 segundos!! Pense em qual maratona de 42km tivemos uma chegada tão disputada como esta…

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Opa, acho que vi uma bandeirinha do Brasil ali…

Outra coisa. Sim, acredito que o fator Rio 2016 (e todos os seus investimentos) ajudaram a equipe a alcançar estes feitos históricos, lembrando que, ao contrário das piscinas, aqui quem está defasado é a natação masculina. Assim mesmo, a dupla Samuel de Bona (6o. nos 5 km) e Allan do Carmo (7o. nos 10 km), conquistaram os melhores resultados da história. Mais competições e treinamento com equipe multidisciplinar, necessitam sim de dinheiro, que hoje não falta.

Agora não vem mais dobradinha para elas, pelo menos não juntas, afinal, Ana Marcela nada os 25km, enquanto Poliana o revezamento.

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De águas bem abertas: a inédita dobradinha brasileira

Quem apostasse em um pódium de Mundial de Esportes Aquáticos com duas brasileiras a pouquíssimo tempo atrás, seria tachado de maluco. Mas, a maratona aquática entrou na programação e deu o melhor começo de Mundial para o Brasil.

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As duas melhores maratonistas aquáticas do Brasil ainda vão nadar mais 35 km na capital catalã. (crédito: Satiro Sodré)

Quando Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha entraram para estrear em Barcelona na prova mais curta (vão ainda disputar os 10 e 25km), ainda era madrugada no Brasil. Foi emocionante acompanhar a prata de Poliana e bronze de Ana Marcela. Numa disputa acirrada, por apenas 2 décimos Poliana não bateu a vencedora da prova! Aliás, a americana Haley Anderson encerrou sua participação e nem vai disputar os 10km, prova em que foi vice-campeã olímpica.

Cada uma já tinha um bronze em Mundial nesta prova, então não dá para dizer que elas não esperavam um bom resultado. Quem sabe não vem mais dobradinha para elas, afinal, animadas devem estar…

No masculino, coube ao tunisiano campeão olímpico Mellouli acabar com a incrível sequência de 4 vitórias do alemão Thomas Lurz, que acabou com o bronze.

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Lurz com o bronze: oops!… I didn’t do again.

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