Fênix Magnussen

A Austrália, que está realizando seu campeonato nacional em Adelaide, passou por um inferno astral nos últimos meses. Seus favoritos em Londres não se confirmaram. A segunda nação em número de medalhas, viu minguar as 20 de Pequim para 10 em Londres. Seus atletas foram acusados de não levar a sério os Jogos Olímpicos e também de tomar Stilnox (droga não considerada doping, mas proibida pelos médicos) – e confirmaram. O orçamento da natação também foi reduzido…

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Nadadores assumindo seus erros (Reuters)

Com tudo isso, era de se esperar que os resultados não viessem, certo? Errado! Eles parecem ter aprendido a lição (vamos ver um segundo capítulo desta novela em Barcelona) e colocaram vários nomes no ranking mundial, entre eles um dos grandes fracassos do ano passado: James Magnussen. O Missil, como é chamado, vinha como franco favorito nos 100m livre, além do revezamento ser uma barbada. A surpresa foi geral nas duas provas.

Mas Magnussen está de volta. Com seu 47.53, não deixa dúvidas de que do seu potencial. Além dele, o revezamento australiano tem mais 2 atletas entre os 10 melhores do ano. Christian Sprenger tirou a liderança mundial de João Gomes Jr, com o recorde nacional dos 50m peito (26.90). Grant Irvine também está no topo nos 200m borboleta (1:55.32), assim como Cate Campbell nos 100m livre (52.83).

Pois é, se a matemática pura e simples permanecer, já são 5 ouros no Mundial, apenas nos citados aqui.

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Cate celebra vitória nos 50m livre com sua irmã Bronte (crédito: Quinn Rooney)

 

 

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