Finais do segundo dia: os recordes da era tecnológica começam a cair!

Nos 100m borboleta, Dana Vollmer avançou com consistência até a grande final, sempre perseguindo a marca mundial.  E na final ela conseguiu! Tornou-se a primeira a abaixar dos 56s.

Vollmer: tanta tenta que consegue o recorde mundial

Numa prova emocional, onde poderia ver o primeiro tri (depois da decepção de Phelps ontem), com um dos favoritos morrendo este ano (o norueguês Dale Oen, prata 4 anos atrás), Cameron Van Der Burgh, que estabeleceu nova marca mundial, negando o pódium para Kitajima. Bronze para o americano Brendan Hansen, que voltou a treinar apenas ano passado. Olho para o húngaro Daniel Gyurta nos 200m peito.

O sul-africano comemorou deitando em cima da raia.

Nos 400m livre, apesar da grande torcida, não veio o bi para Rebecca Adlignton, mas não foi menos emocionante, com Allison Schmitt e Camille Muffat disputando prova a prova, com a melhor para a francesa. Adlington acabou com a primeira medalha para o país anfitrião.

Mas, a surpresa maior foi a França ganhar E a Austrália ficar fora do pódio no revezamento 4×100m livre! Enquanto os primeiros revidaram a derrota de 4 anos atrás (fechando dois potenciais medalhistas de amanhã nos 200m livre, Lochte e Agnel) contra os americanos.

Recorde europeu para a lituana Ruta Meilutyte


Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero

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