Categoria: Rogério Romero

  • Com participação de Ana Moser, JF sedia Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte

    Publicado em 05/03/2021, aqui

    A partir da próxima quarta-feira (10) e até o dia 13 de março é realizado o 11º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte (CBGE), estritamente on-line por conta da pandemia de Covid-19. O evento irá contar com a participação de especialistas com diferentes discussões e possui como objetivo principal capacitar profissionais de diversas áreas envolvidas com o meio desportivo, tendo como base conhecimento científico e as mais recentes pesquisas, trazendo ferramentas possíveis para o setor, além de criar um ambiente de possibilidades para os gestores. A organização é realizada pela UFJF, em parceria com a Associação Brasileira de Gestão do Esporte (Abragesp) e com a Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura de Juiz de Fora.

    Além da gestão do esporte propriamente dita, tema central dos encontros, há palestras e mesas redondas programadas com motes como Tendências em Gestão e Indústria do Fitness, Tecnologia e Inovação no Esporte, Desafios da Gestão do Esporte Pós Covid-19, entre outros.

    Entre as presenças mais populares confirmadas está a da ex-atleta de vôlei e medalhista olímpica Ana Moser, como destacou o presidente do 11º CBGE e professor da Faculdade de Educação Física e Desportos (Faefid) da UFJF, Heglison Toledo. “Ela está confirmada em uma mesa redonda sobre os desafios durante a pandemia, assim como a Izabel Miranda, coordenadora científica do Flamengo, além do Rogério Romero (gerente de esportes) do Minas Tênis Clube, e o secretário de Esporte e Lazer de JF, Marcelo Matta. Teremos palestras com professores internacionais, além de apresentação de trabalhos de forma on-line, tanto no formato oral quanto no pôster. Será uma programação bem interessante, diversa e dinâmica por ser on-line, pra que não seja massivo.”

    Ana Moser é uma das maiores atacantes que o voleibol brasileiro feminino já teve (Foto: Divulgação)

    Como participar

    O evento começa às 14h da quarta-feira (10) com o 1º Encontro de Empresas Júnior de Educação Física e Esporte. Para conhecer a programação completa do CBGE, basta acessar o site. Todas as ações serão transmitidas pelo YouTube da Abragesp de forma gratuita. Se o profissional quiser receber um certificado, no entanto, há necessidade da inscrição por meio do site do evento, com o custo de R$ 30.

    “A ideia principal do Congresso é transmitir para as pessoas, não só estudantes, mas também professores e outros profissionais de diversos setores como Educação Física, Administração, Medicina, Fisioterapia, Economia e outros que também militam no cenário esportivo. Buscamos levar as principais e mais recentes pesquisas na área da gestão para capacitar as pessoas em relação à temática, tendo em vista que a gestão do esporte é um motor para os projetos esportivos em nível municipal, estadual e nacional”, reitera Toledo.

    Oportunidade diante da carência em JF e região

    O CBGE acontece há 11 anos e, para muitos especialistas, é o evento mais importante na área de gestão do esporte no Brasil. A edição juiz-forana estava inicialmente programada para ocorrer em 2020, de forma presencial, como nos eventos anteriores. Contudo, sem o fim da pandemia, a decisão de levar o evento ao público de forma remota foi necessária. Ainda assim, trazer a organização para Juiz de Fora é, para o professor Toledo, um fato de extrema importância sobretudo diante do cenário da gestão esportiva vivido há anos no município.

    “Fui na edição de 2018 do Congresso em Fortaleza e coloquei a Faefid à disposição pra sediar o evento, em comum acordo com o professor Jeferson Vianna (diretor da Faefid). O objetivo era trazer essa iniciativa de tamanha importância para nossa cidade e região, que são carentes na área, para compreender o esporte além de um fenômeno social, mas como um vetor econômico, gerador de riqueza. Que nossos clubes possam participar. Já teremos a participação e o apoio do Conselho Municipal de Deportos da Secretaria de Esporte e Lazer, obviamente da própria UFJF e Faefid, anfitriãs, e o apoio também do JF Vôlei, um projeto que sempre abraça essas questões científicas”, avalia Toledo.

  • BEST MEMÓRIA: OS 20 ANOS DA NATAÇÃO OLÍMPICA DE SYDNEY 2000

    Publicado aqui, em 17/09/2020

    Esta semana se comemora os 20 anos do que foi a natação dos Jogos Olímpicos de Sydney, uma fantástica competição de oito dias, a estreia da disputa das semifinais no formato atual de disputa. Eram 32 provas, 16 de cada sexo disputadas no Sydney International Aquatic Centre em Homebush Bay. No final, vitória americana entre os 18 países que ganharam medalhas, 33 conquistas, sendo 14 de ouro. Aqui uma certa decepção para o time da casa, no ano anterior, no mesmo local, no Pan Pacífico, australianos e americanos empataram em 13 medalhas de ouro. Agora, 14 dos Estados Unidos e cinco da Austrália.

    Domenico Fioravanti campeão dos 100 e 200 peito – Divulgação

    Veja abaixo algumas das recordações desta competição incrível:

    * Foram 14 recordes mundiais, 38 recordes olímpicos.
    * Estados Unidos líder do quadro de medalhas, 33 medalhas, 14 ouros, 8 pratas, 11 bronzes, Austrália em 2o com 18 medalhas, 5 ouros, 9 pratas e 4 bronzes. Brasil ficou em 16o, empatado com Canadá e Espanha, com uma medalha de bronze.
    * 954 nadadores na competição com 150 países participantes.
    * Brasil brilhou com o revezamento 4×100 livre bronze em registro lembrado neste link. Ainda tivemos uma final com Rogério Romero, sétimo colocado nos 200 metros costas.
    * Incrível empate nos 50 metros nado livre masculino, os americanos Anthony Ervin e Gary Hall Jr., que eram companheiros de treino no Race Club no Arizona, empataram vencendo a prova com 21.98.

    Inge de Bruin (Photo by Ross Kinnaird/Allsport)

    * Holandesa Inge de Brujin foi a maior medalhista individual da natação, venceu os 50 e 100 livre e os 100 borboleta.
    * Pieter van den Hoogenband foi estrela vencendo os 100 e 200 metros nado livre igualando o recorde mundial nos 200 livre e batendo os 100 livre na semifinal, 47.84, o primeiro sub 48 da história.
    * Foi a melhor Olimpíada da natação da Itália, seis medalhas, três ouros, Domenico Fioravanti vencendo os 100 e 200 peito e Massimiliano Rosolino levando os 200 medley.
    * Nos 200 peito masculino, o sul-africano Terence Parkin ficou com a medalha de prata com 2:12.50, recorde africano e a primeira, e única, medalha olímpica conquistada por um nadador surdo-mudo.
    * Uma das vitórias mais importantes para o time americano veio com Misty Hyman surpreendendo a recordista mundial da prova, a australiana Susie O’Neil. Hyman mudou a estratégia de pernadas submersas, reduzindo uma pernada a cada virada, evitando a “grande morte” que teve no US Olympic Trials.

    A guerra das guitarras na comemoração do 4×100 livre pela Austrália – Divulgação

    * A famosa “Guerra das Guitarras” do revezamento 4×100 metros nado livre foi uma resposta da provocação ao nadador americano Gary Hall Jr. que na véspera da Olimpíada disse que os americanos “iriam esmagar os australianos como guitarras de rock”. A resposta foi puxada por Michael Klim na comemoração após a vitória.
    * A Austrália ainda venceu o 4×200 livre, este com recorde mundial e fácil, mais de cinco segundos a frente dos americanos.
    * Nos 200 costas feminino, a prata foi da francesa Roxana Maracineanu, atual Ministra dos Esportes da França. Para ser mais exato, Maracineanu nasceu na Romênia e se naturalizou francesa na adolescência. Perdeu a prova para uma romena, Diana Mocanu, campeã dos 100 e 200 costas.

    Eric Moussambani pronto para o seu 100 livre solitário – Divulgação

    * Também foi a Olimpíada de Eric Moussambani, o famoso nadador de Guinea Equatorial que nadou os 100 livre sozinho para 1:52. A sua participação, após a desclassificação dos dois nadadores ao seu lado, marcou uma exposição que incomodou
    * Sydney 2000 também ficou marcado como a estreia de Michael Phelps, a única Olimpíada onde ele não ganhou medalhas. Ficou em quinto lugar nos 200 metros borboleta com 1:56.50.

    A estreia olímpica de Michael Phelps – Olympic Channel

  • RESUMO DA HISTÓRIA OLÍMPICA DA NATAÇÃO BRASILEIRA

    Publicado em 22/08/2020, aqui

    No dia em que celebramos os 100 anos da natação olímpica do Brasil, confira algumas estatísticas de nossa campanha centenária.

    Resumo da história da natação brasileira em Jogos Olímpicos:
    Estreia 1920, Antuérpia
    Ausência 1924 e 1928

    Maria Lenk, primeira mulher da natação olímpica do Brasil

    1a vez:
    1a final – Revezamento 4×200 metros nado livre masculino 7o lugar nos Jogos de Los Angeles 1932
    1a final feminina – Piedade Coutinho 5o lugar nos 400 metros nado livre nos Jogos de Berlim 1936
    1a mulher – Maria Lenk nos Jogos de 1932
    1a medalha – Tetsuo Okamoto bronze nos Jogos de Helsinque 1952 nos 1500 metros nado livre
    1a medalha feminina – Poliana Okimoto bronze nos 10K Rio 2016
    1o ouro (único) – Cesar Cielo nos 50 metros nado livre nos Jogos de Beijing 2008
    1a medalha de revezamento – Bronze no 4×200 metros nado livre masculino nos Jogos de Moscou 1980
    1a final de revezamento – 4×200 metros nado livre masculino 7o lugar nos Jogos de Los Angeles 1932
    1a final de revezamento feminino – 4×100 metros nado livre feminino 6o lugar nos Jogos de Londres 1948

    Tetsuo Okamoto bronze nos 1500 livre em 1952

    Total de 169 atletas da natação olímpica
    125 homens
    44 mulheres

    Gustavo Borges 4 medalhas olímpicas pelo Brasil

    14 medalhas conquistadas
    1 ouro
    4 medalhas de prata
    9 medalhas de bronze

    Ouro
    Cesar Cielo 50 metros nado livre Beijing 2008

    Pratas
    Ricardo Prado 400 metros medley Los Angeles 1984
    Gustavo Borges 100 metros nado livre Barcelona 1992
    Gustavo Borges 200 metros nado livre Atlanta 1996
    Thiago Pereira 400 metros medley Londres 2012

    Bronzes
    Tetsuo Okamoto 1500 metros nado livre Helsinque 1952
    Manuel dos Santos Filho 100 metros nado livre Roma 1960
    Revezamento 4×200 metros nado livre Moscou 1980
    Fernando Scherer 50 metros nado livre Atlanta 1996
    Gustavo Borges 100 metros nado livre Atlanta 1996
    Revezamento 4×100 metros nado livre Sidney 2000
    Cesar Cielo 100 metros nado livre Beijing 2008
    Cesar Cielo 50 metros nado livre Londres 2012
    Poliana Okimoto 10K Rio 2016

    Medalhas por sexo
    Masculino 13
    Feminino 1

    55 finais olímpicas para o Brasil
    Finais por Olimpíada
    1920 – 0
    1932 – 1
    1936 – 1
    1948 – 4
    1952 – 1
    1956 – 0
    1960 – 1
    1964 – 0
    1968 – 1
    1972 – 3
    1976 – 2
    1980 – 4
    1984 – 2
    1988 – 1
    1992 – 3
    1996 – 5
    2000 – 2
    2004 – 5
    2008 – 6
    2012 – 5
    2016 – 8
    Olimpíadas sem finais 1920, 1956, 1964
    Olimpíadas onde tivemos mais finais feminina do que masculina 1936 e 2004

    Finais por sexo
    Masculino 48
    Feminino 7


    Rogério Romero, recordista em participações olímpicas

    Atletas com mais participações olímpicas:
    Rogério Romero 5 Olimpíadas
    Joanna Maranhão, Thiago Pereira, Gustavo Borges, Kaio Márcio 4 OlimpíadasAGOSTO 22, 2020/POR ALEX PUSSIELDI

  • RECORDES ESTADUAIS: PARANÁ AINDA TEM RECORDES DOS OLÍMPICOS RENATO RAMALHO E ROGÉRIO ROMERO

    Publicado em 20/07/2020, aqui

    Primeiro Estado da Região Sul a ser apresentado na série dos Recordes Estaduais pelo Brasil é o Paraná. Rico em história e cheio de marcas expressivas, a natação do Paraná de muita tradição nacional e internacional ainda tem duas marcas de alguns de seus atletas olímpicos. Rogério Romero ainda é o dono dos 200 metros costas e Renato Ramalho ainda mantém os 400 metros medley.

    Capa da antiga revista Nadar que anunciava o índice para 1a Olimpíada de Rogério Romero Seul 1988

    Rogério Romero nadou os 200 metros costas para 2:02.26 nas eliminatórias dos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988. Na época, Romero era atleta do Clube do Golfinho e na final terminou em oitavo lugar piorando um pouco o tempo para 2:02.28. Estes são os dois melhores tempos da prova na história do Paraná completando este ano 32 anos de vida.

    Renato Ramalho

    A outra marca histórica é os 400 metros medley de Renato Ramalho com seus 4:29.50 feitos na vitória do Sul-Americano Absoluto de março de 1990. Ramalho era nadador do Clube Curitibano e seu tempo completou 30 anos esta temporada sendo o único nadador do Paraná a nadar abaixo dos 4:30 até hoje.

    Sul-Americano de 1990, Romero e Ramalho na delegação brasileira e uma famosa guerra de farinha

    A tabela de recordes também mostra algumas particularidades. Nos recordes femininos, todos foram feitos por nadadoras do Clube Curitibano. Na lista dos recordes masculinos, Alexandre Graczyk nos 100 livre, Eduardo Kuwaki da PUC nos 50 peito e Arthur Rodrigo Cury da Gustavo Borges nos 200 medley, além de Rogério Romero do Clube do Golfinho quebram o domínio do Clube Curitibano.

    07.08.2019 – Jogos Panamericanos Lima 2019 – Lima (PER) – Vila Deportiva Nacional de Videna – Natacao – 200m Costas Feminino – Final – Na foto: Fernanda de Goeij – Foto: Alexandre Loureiro/COB

    Fernanda de Goeij é a maior estrela da natação paranaense atual. Integrante da equipe que foi aos Jogos Pan Americanos do ano passado em Lima, Fernanda é também a maior recordista estadual com cinco marcas estaduais: 50, 100 e 200 costas, 200 e 400 medley. Rafaela Raurich vem em segundo com quatro recordes (200, 400 e 800 livre e 200 borboleta).

    Entre os homens, Gustavo Saldo (200 livre e 200 borboleta), Felipe May  (400 e 800 livre) e Leonardo Sumida (50 e 100 costas) estão empatados com dois recordes.

    FEMININOPROVASMASCULINO
    Alessandra Marchioro Curitibano 25.15 03/09/2019 Troféu José Finkel50 livre Fuad Melhem Junior Curitibano 22.82 30/09/2017 Regional Paraná
    Daiene Becker Curitibano 55.35 16/12/2014 Open100 livreAlexandre Graczyk Ativa 50.05 18/12/2015 Open
    Rafaela Raurich Curitibano 1:59.68 02/05/2017 Troféu Brasil200 livreGustavo Saldo Curitibano 1:50.13 19/12/2018 Open
    Rafaela Raurich Curitibano 4.14.12 17/04/2018 Troféu Brasil400 livreFelipe May Araújo Curitibano 3:53.85 03/05/2005 Troféu Brasil
    Rafaela Raurich Curitibano 8:55.76 25/11/2015 Brasileiro Juvenil800 livreFelipe May Araújo Curitibano 8:06.07 04/05/2005 Troféu Brasil
    Gabriela Cordeiro Ferreira Curitibano 17:41.51 03/05/20101500 livreElder Luna de Oliveira Curitibano 15:42.75 07/12/2015 Julio de Lamare
    Fernanda de Goeij Sel Brasil 28.77 26/08/2017 Mundial Júnior50 costasLeonardo Sumida Curitibano 26.20 15/12/2011 Open
    Fernanda de Goeij Sel Brasil 1:01.59 08/08/2019 Jogos Pan Americanos100 costasLeonardo Sumida Curitibano 56.14 14/12/2011 Open
    Fernanda de Goeij Sel Brasil 2:11.95 07/08/2019 Jogos Pan Americanos200 costasRogério Romero Sel Brasil 2:02.26 22/09/1988 Jogos Olímpicos
    Alessandra Marchioro Curitibano 31.08 18/12/2009 Open50 peitoEduardo Kuwaki PUC 28.50 17/12/2015 Open
    Ana Carla Carvalho Curitibano 1:10.55 17/04/2018 Troféu Brasil100 peitoJoão Vitor Thomaz Curitibano 1:02.37 15/04/2016 Seletiva Olímpica
    Giovanna Dorigon Curitibano 2:33.83 18/11/2012 Brasileiro Juvenil200 peito Raphael Rached Windmuller Curitibano 2:15.40 04/12/2019 Brasileiro Juvenil
    Alessandra Marchioro Curitibano 27.50 06/09/2019 Troféu José Finkel50 borboletaMatheus Ehlert Schneider Curitibano 24.62 23/11/2016 Open
    Sarah Marques Sel Paraná 1:01.50 10/10/2014 Chico Piscina100 borboletaHenrique Painhas Sel Brasil 53.44 27/08/2015 Mundial Júnior
    Rafaela Raurich Curitibano 2:18.93 27/06/2018 Brasileiro Júnior Inverno200 borboletaGustavo Saldo Curitibano 1:59.4507/09/2019  Troféu José Finkel
    Fernanda de Goeij Curitibano 2:17.70 29/06/2019 Troféu José Finkel200 medleyArthur Rodrigo Cury Gustavo Borges 2:06.65 07/11/2019 Troféu Julio de Lamare
    Fernanda de Goeij Sel Brasil 4:50.83 09/08/2019 Jogos Pan Americanos400 medleyRenato Ramalho Cel Brasil 4:29.50 10/03/1990 Sul-Americano Absoluto

    JULHO 20, 2020/POR ALEX PUSSIELDI

  • Doping: recordista argentino é suspenso

    Gaston Rodrigues é mais um que sucumbiu ao canto da sereia. O argentino foi suspenso hoje por 15 meses (vai até o final deste ano). Rodrigues é recordista nacional dos 200m borboleta em piscina semi-olímpica.

    Rodrigues: mais um na lista de suspensos deste ano.


    Este texto foi originalmente publicado no site do iG (colunistas.ig.com.br/rogerioromero