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200m costas masculino

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Jogos Pan-Americanos – Lima 2019 – Natação – 200m costas masculino

Calendário e resultados

De acordo com o calendário oficial dos Jogos Pan-Americanos, as competições de natação em Lima 2019 acontecerão entre os dias 6 e 10 de agosto.

Chances do Brasil

Apesar de correr por fora em relação aos rivais diretos e ter melhores desempenhos em outras provas, o jovem Brandonn Almeida, do Corinthians, pode surpreender na capital peruana. Na temporada, ele registra a segunda melhor marca brasileira da categoria no ranking mundial, atrás apenas de Leonardo de Deus, que não foi convocado para o Pan. Aos 22 anos, o nadador paulista deve flertar com a possibilidade de pódio.

Local da competição

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Centro Aquático Pan-Americano
Local: Videna – Vila Deportiva Nacional (Lima)
Capacidade: 4.000 torcedores

A estrela dos Jogos

Rogério Romero é o grande destaque dos 200m nado costas dos Jogos Pan-Americanos. O brasileiro foi o primeiro a conquistar dois títulos na competição (Havana 1991 e Santo Domingo 2003), além de ter faturado a medalha de bronze em Mar del Plata 1995. O retrospecto positivo na carreira não para por aí. Romero também garantiu o feito de participar de cinco Olimpíadas e disputar quatro finais da categoria.

Nossos pódios

Entre 2007 e 2011, Thiago Pereira igualou o feito do compatriota, mas foi o único até aqui a levar dois ouros consecutivos para casa na história do evento. Em Winnipeg 1999, Leonardo Costa voltou do Canadá também com a primeira colocação geral. Djan Madruga (bronze em 1979), Ricardo Prado (prata em 1983 e 1987), Lucas Salatta (bronze em 2007) e Leonardo de Deus (bronze em 2015) completam a lista vitoriosa do Brasil.

Medalhistas

ANO Medalha de ouro TEMPO Medalha de prata TEMPO Medalha de bronze TEMPO
1967 Ralph Hutton
Canada Canadá
2:12.55 Charlie Hickcox
United States EUA
2:13.05 Charles Goettsche
United States EUA
2:15.94
1971 Charlie Campbell
United States EUA
2:07.09 Tim McKee
United States EUA
2:07.87 John Hawes
Canada Canadá
2:14.72
1975 Dan Harrigan
United States EUA
2:06.69 Mike Scarth
Canada Canadá
2:09.20 Bob Jackson
United States EUA
2:10.18
1979 Peter Rocca
United States EUA
2:00.98 Jesse Vassallo
United States EUA
2:02.07 Djan Madruga
Brazil Brasil
2:04.74
1983 Rick Carey
United States EUA
1:59.34 Ricardo Prado
Brazil Brasil
2:02.85 Mike West
Canada Canadá
2:03.11
1987 Mike O’Brien
United States EUA
2:02.29 Ricardo Prado
Brazil Brasil
2:03.75 Raymond Brown
Canada Canadá
2:04.28
1991 Rogério Romero
Brazil Brasil
2:01.07 Dan Veatch
United States EUA
2:01.14 Manuel Guzmán
Puerto Rico Porto Rico
2:01.68
1995 Brad Bridgewater
United States EUA
2:00.79 Rodolfo Falcón
Cuba Cuba
2:00.98 Rogério Romero
Brazil Brasil
2:01.13
1999 Leonardo Costa
Brazil Brasil
1:59.33 Aaron Peirsol
United States EUA
1:59.77 Dan Shevchik
United States EUA
2:00.27
2003 Rogério Romero
Brazil Brasil
1:59.92 Luke Wagner
United States EUA
2:00.74 Joey Faltraco
United States EUA
2:01.31
2007 Thiago Pereira
Brazil Brasil
1:58.42 Scott Clary
United States EUA
1:59.24 Lucas Salatta
Brazil Brasil
1:59.51
2011 Thiago Pereira
Brazil Brasil
1:57.19 Omar Pinzón
Colombia Colômbia
1:58.31 Ryan Murphy
United States EUA
1:58.50
2015 Sean Lehane
United States EUA
1:57.47 Carter Griffin
United States EUA
1:58.18 Leonardo de Deus
Brazil Brasil
1:58.27

Quadro de medalhas

Posição País Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total
1 United States EUA 7 8 5 20
2 Brazil Brasil 5 2 4 11
3 Canada Canadá 1 1 3 5
4 Colombia Colômbia 0 1 0 1
  Cuba Cuba 0 1 0 1
6 Puerto Rico Porto Rico 0 0 1 1

O esporte

Nesta prova, os competidores devem se alinhar dentro da água, mantendo-se de frente para a cabeceira de saída, com as duas mãos colocadas nos suportes de agarre do bloco de saída. Os pés podem ficar acima do nível da água.  No sinal de partida, o nadador impulsiona seu corpo para trás, tentando obter o maior avance possível. Ao atleta, é permitido ficar completamente submerso após a saída e em virada por uma distância de até 15 metros. Até esta marca, a cabeça do competidor deverá retornar a superfície. O nadador deverá percorrer toda a distância que determina a prova no menor tempo possível. Na virada, os ombros podem girar além da vertical na direção do peito e, a seguir, uma contínua braçada ou uma contínua e simultânea dupla braçada podem ser usadas para iniciar o movimento. Assim que o nadador tocar a parede e a deixá-la na virada, deve voltar imediatamente na posição de costas. No final da prova, o nadador toca com a ponta dos dedos, na posição de costas, o painel de pontuação ou a parede.

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Assuntos Gerais Livro Natação

Mindset: a Nova Psicologia do Sucesso

Recomeçando o meu desafio de fazer resenhas sobre livros que venho lendo e o mundo dos esportes (especialmente), Mindset, da pesquisadora Carol Dweck.

mindset

Para iniciar, um pequeno desabafo. Parece que não consigo acompanhar a tecnologia. Hoje, escrever não é comum. Talvez pelo risco de ter erros gramaticais, registrar alguma besteira, publicar algo politicamente incorreto (existe este termo ainda?), não sei ao certo. Mas, pelo que tenho visto, a moda é vídeos (Youtube) de coaching (e suas diversas variações) ou fotos (Instagram) com alguns textos reflexivos. Nada contra, sou um consumidor (baixo para moderado, imagino) e gosto de compartilhar aqueles que me fazem refletir ou lembrar de coisas importantes. 

Dito isto, não me vejo hoje fazendo vídeos e acho um pouco complicado achar as coisas legais que vi uma vez no Instagram (Facebook já desisti), então vou manter este hábito antigo e, quem sabe, com meu mindset de crescimento eu não avance? Sim, a premissa do livro é que todos nós podemos melhorar, depende basicamente do seu mindset que, resumidamente, pode ser fixo ou de crescimento. Fixo é daqueles atletas, por exemplo, que por não terem diferenciais de biotipo para um certo esporte, acreditam que não podem ser bons (muitas vezes excelentes) nele. Claro, o mindset fixo de treinadores que insistem em ver quase que exclusivamente o biotipo em futuros atletas de basquete também não ajuda.

https://www.youtube.com/watch?v=1NTRGin5bXU

O alto pode desenvolver o jogo, mas o baixo não pode ficar mais alto, é a desculpa oficial desta turma

E Dweck tem um capítulo inteiro para o esporte. Bem, o esporte americano, já que temos o beisebol e futebol americano entre os mencionados. Mas grandes referências mundiais estão lá, como Ali, McEnroe e Jordan. Elogiar ou privilegiar o talento (ou inteligência) não é a melhor estratégia, segundo a autora (e concordo com ela), de desenvolver o máximo do seu potencial.

Para deixar o esporte ainda mais em evidência, ela ainda dedica um outro capítulo para os treinadores, compartilhado com pais e professores (que responsa, heim coaches?). E aqui, não poderia faltar o lendário John Wooden. A autora descreve o criador da pirâmide do sucesso como sábio e interessante, mas não complicado. Wooden dedicava tempo e atenção idênticos a todos os seus jogadores, independentemente das qualidades demonstradas inicialmente.

piramide do sucesso

Desafio enorme para todos nós, tanto em trabalhar para ter a melhoria contínua, mas também para auxiliarmos os demais (minhas filhas em particular) a criarem o mindset de crescimento!

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Clipping Competição

Etapa nacional dos Jubs reunirá mais de 3 mil atletas

Publicado aqui, em 17/06/2019

Salvador e Lauro de Freitas, na região metropolitana (RMS), vão sediar a fase final dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), entre os dias 20 e 27 de outubro deste ano. Considerado o maior evento da América Latina, esse festival de esportes foi lançado nesta segunda-feira, 17, no Grand Hotel Stella Maris, com a presença de atletas, dirigentes esportivos e representantes do governo do estado.

De acordo com o secretário estadual Davidson Magalhães, titular da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o Jubs marcará a confirmação da Bahia na agenda dos grandes eventos esportivos interrompendo uma lacuna de 51 anos fora do estado.

“Nós tivemos aqui jogos da Copa do Mundo, agora a Copa América, Olimpíadas. O Jubs vem a fortalecer isso. Serão três mil atletas disputando 14 modalidades, representando 26 estados e o DF”, pontuou o secretário, referindo à competição com tradição de 78 anos de história e que costuma revelar grandes talentos.

“No judô, tirando Rafaela Silva (ouro na Rio-2016), que veio de uma comunidade do Rio, todos os outros medalhistas passaram pelos esportes universitários. Temos Rogério Sampaio, Aurélio Miguel, Douglas Vieira, Flávio Canto”, resgatou Luciano Cabral, presidente da Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU), sediada em Brasília.

Ele lembrou ainda de nomes da natação como Xuxa, Rogério Romero e Gustavo Borges. Além de metade do time de voleibol campeão olímpico masculino na Rio-2016 como exemplos de atletas que passaram necessariamente pelo Jubs. No momento, as referências são as jogadoras Debinha e a goleira Bárbara, que defendem o Brasil no Mundial de Futebol Feminino.

As duas jogadoras participaram do Universíade, que vem a ser os Jogos Mundiais Universitários cuja seletiva é o próprio Jubs. “Nós somos tricampeões mundiais no futebol feminino no Universíade. Esses títulos a gente tem bastante carinho porque o futebol feminino vem tentando se desenvolver no Brasil e o esporte universitário abraçou essa causa faz muito tempo”, destacou Cabral.

Este ano, o Unirsíade será realizado na Itália, no mês de julho, tendo como seletiva o Jubs. Para o Universíade, o Brasil contará com uma delegação formada por 180 pessoas, segundo antecipou o presidente da CBDU. Ele lembroui que a fase final do Jubs deveria chegar a 15 modalidade, se o atletismo não tivesse ficado de fora devido à falta de pista em condições adequadas de competição.

“Em alguns momentos que gente passou por aqui havia uma deficiência de piscina, agora já tem. Alguns ginásios precisavam ser melhorados. Agora tem o de Cajazeiras que recebeu os Jogos do NBB. A Bahia está em um processo de desenvolvimento, mas carece ainda de uma pista de atletismo. Por isso, não teremos essa modalidade”, explicou Cabral.

O programa da CBDU reúne 36 modalidades esportiva, mas apenas 15 entram para o Jubs. O elenco completo de modalidades é disputado nas seletivas estaduais pelo país ou de forma independente durante a temporada. Excepcionalmente, por ter ficado de fora devido a falta de equipamento, o atletismo deverá acontecer em setembro, em outra cidade.

Segundo as estatísticas divulgadas pela CBDU, cerca de 80 mil universitários brasileiros disputam as fases estaduais e regionais. Apenas três mil deles se classificam para o Jubs, como está previsto para a final programada para a Bahia em 2019.

“Nos jogos da Rio-2016, 53% das medalhas que o Brasil conquistou foram atletas que passaram por esse jogos universitários. Então, estamos falando de atletas diferenciados, formação superior, nível crítico apurado e nível de conhecimento maior”, referendou o presidente da CBDU.

Modelo olímpico

O formato da competição e espaço de convivência são nos moldes de uma olimpíada. Para Salvador, a ideia é acomodar os 3 mil atletas em locais os mais próximo possível do outro e criar em um dos hotéis de porte maior um espaço de convivência. “Não se constrói uma ‘vila olímpica’, mas a gente monta uma estrutura que é o centro de convivência onde tem o boulevard dos atletas. Eles fazem as refeições, encontro e ações participando de algumas ações que a gente coloca dentro do boulevard”, afirmou Cabral.

Simon Vasconcellos, presidente da Federação Universitária Baiana de Esportes (FUBE), calcula receber no período dos jogos atletas representantes de 50 instituições de ensino do país. Um dos destaques e favorito ao título, segundo ele, representa o judô. “O judoca baiano Diego Santos é um dos candidatos da Bahia à conquista de medalha. O nosso futsal é fortíssimo. Também vamos bem no basquete, vôlei e handebol. Dá para pensar em medalhas”, garantiu.

Juba

Como explicou os organizadores do evento, a etapa nacional dos JUBs é antecedida pelas seletivas estaduais – Jogos Universitários da Bahia (Juba). A responsável é Fube, em parceria o Governo do Estado. Este ano, a etapa estadual acontecerá de 14 a 18 de agosto, com provas também disputadas em equipamentos esportivos de Salvador e Lauro de Freitas.

Neste ano, o Juba será realizado como evento teste da etapa nacional, servindo para avaliar e testar parte importante da operação e logística que serão implantadas para atender ao JUBs em outubro.

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Beatriz Comini Romero Clipping Minas Tênis Clube

O Brasileiro das famílias

Fonte: https://sportv.globo.com/site/blogs/blog-do-coach/post/2019/05/28/o-brasileiro-das-familias.ghtml

Por Alexandre Pussieldi, SporTV — Rio de Janeiro

 

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Juro que não lembro de tantos reunidos ao mesmo tempo. O que tinha de filhos e filhas de nadadores que integraram a Seleção Brasileira Principal na disputa do Campeonato Brasileiro Infantil de Inverno, é impressionante. Tenho como procedimento evitar a menção aos pais, especialmente quando são de nadadores de muita relevância e expressão. A pressão e a cobrança vão ser ainda maiores.

De qualquer forma, faço questão de mencionar aqui o número bem expressivo que abrilhantou a piscina e as arquibancadas.

Em Belo Horizonte estava a filha do casal Rogério Romero e Patricia Comini que nada pelo Minas, no Marina Barra Clube, a filha de Luiz Lima e Milene Comini, a filha de Paula Renata Aguiar é atleta da Associação Esportiva São José. Ainda no Minas, o filho de Teófilo Laborne.

Das águas abertas, o integrante da Seleção Brasileira em vários Campeonatos Mundiais, Carlos Eduardo Pavão acompanhava sua filha que representa a AABB de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Outro maratonista, Marcelo Romanelli Soares integrante do time Brasil nos Jogos Pan Americanos de 2007, torcia para o seu filho, atleta do União.

Que todos tenham vida longa no esporte e consigam brilhar tanto quanto seus pais que fizeram muito pela natação brasileira.

 

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Clipping Minas Tênis Clube

Vivo é patrocinadora de projeto de incentivo ao esporte do Minas

Publicado em 02/06/17, aqui

Foi realizada, nessa sexta-feira (2/6), a cerimônia de assinatura de contrato entre o Minas e a Vivo. A nova parceira, agora, é incentivadora do Projeto Desenvolvimento de Atletas do Tênis para Alto Rendimento – Ano III, que faz parte da Lei nº 20.824/2013, conhecida como Lei Estadual de Incentivo ao Esporte.

Na cerimônia, realizada no Minas I, se reuniram o presidente do Minas, Ricardo Vieira Santiago, o diretor de Esportes do Clube, Carlos Antonio da Rocha Azevedo, o gerente de Negócios e Marketing Rinaldo Feitosa, o gerente de Esportes Rogério Romero, o diretor Regional da Vivo, Renato Gomes, a gerente de Administração de Vendas da Vivo, Érica Rache Portela, e a gerente de Marketing da Vivo, Cristiane Carvalho.

“A intenção da nova Diretoria é agregar ainda mais marcas consagradas ao Clube, com foco em inovação e digitalização da comunicação, e a Vivo é primordial nesse processo. Até porque, Vivo e Minas já têm uma história de sucesso no esporte”, disse o presidente do Minas, Ricardo Vieira Santiago. Carlos Antonio da Rocha Azevedo, diretor de Esportes, ainda destacou que “Minas e Vivo são duas marcas que entregam, e, com as forças somadas, conseguirão entregar ainda mais ao esporte de alto rendimento”.

O diretor Regional da Vivo, Renato Gomes, falou da importância da união das duas marcas. “A parceria entre Vivo e Minas atende a todos os pré-requisitos que precisamos, já que são duas marcas muito fortes. Para nós, retomar essa relação é motivo de muita alegria, é o primeiro passo para continuar com a defesa, como sempre defendemos, da importância do esporte. Hoje, o presidente nacional da Vivo é mineiro, conhece a dimensão do Minas. Então, só temos a ganhar”.

Regulamentada pelo Decreto Estadual nº 46.308 de 13 de setembro de 2013, a Lei nº 20.824/2013 possibilita que a dedução entre 0,01% e 3% do ICMS corrente devido pelas empresas seja direcionada para apoiar projetos esportivos aprovados pela Secretaria de Estado de Esportes (SEESP). Para o projeto, a Vivo doou o valor de R$ 284.772,22.

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Clipping

Comitê de Apoio ao Conselho Diretor da CBV realiza penúltima reunião do ano

Publicado em 06/09/16, aqui

A sede da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), na Barra da Tijuca – Rio de Janeiro, foi palco da penúltima reunião do ano do Comitê de Apoio ao Conselho Diretor da CBV (CACD), na última segunda-feira (05.09). O encontro foi realizado depois da convocação do campeão olímpico André Heller, membro do CACD. Participaram do encontro representando a CBV, o diretor executivo, Ricardo Trade, o diretor de seleções, Renan Dal Zotto, o diretor de competições quadra, Radamés Lattari, o diretor de vôlei de praia, Fulvio Danilas, o diretor administrativo-financeiro, Johannes van Deursen, a gerente jurídica, Renata Blauth, e o gerente de desenvolvimento, Marcos Aurélio Gonçalves.

CBV

Entre os membros do CACD estiveram presentes os campeões olímpicos Fofão e Emanuel e o jornalista Daniel Bortoletto. O atleta olímpico Rogério Romero representou o Minas Tênis Clube. Já o treinador Gilmário Ricarte Batista participou da reunião por Skype.

Na reunião foram abordados diversos assuntos como Superliga, Copa Brasil, transmissões de TV, planejamento para o novo ciclo olímpico e programa de planejamento de carreira dos atletas.

O campeão olímpico Emanuel fez questão de elogiar a transparência da gestão atual da CBV no final do encontro.

“A CBV sempre nos deixou muito a vontade durante as reuniões do comitê. A transparência desta gestão é muito útil, pois desta forma os atletas vão olhar com mais carinho para a instituição. Fico feliz em fazer parte desse comitê e espero poder ajudar no desenvolvimento do voleibol”, disse Emanuel.

A próxima reunião do CACD vai acontecer em dezembro deste ano.

O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro

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Clipping Minas Tênis Clube Rio 2016

See you, Team GB

Publicado em 16/08/16, aqui

Um almoço de confraternização marcou a despedida do Team GB do Minas Tênis Clube. Por pouco mais de um mês, o Clube se tornou a casa da Grã-Bretanha no Brasil, já que Belo Horizonte foi a base de treinamentos pré-Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Cerca de 400 atletas estiveram no Minas, se preparam bem e têm feito bonito na edição das Olimpíadas com o Brasil.

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Estiveram presentes ao almoço, no Restaurante da Sede Social, Luiz Gustavo Lage, presidente do Minas, Marcos Jerry, superintendente-executivo, Flávia Holfs, diretora de Educação, Rogério Romero, gerente de esportes, Fábio Cânfora, gerente multidisciplinar de apoio ao esporte, além do coordenador do Team GB, Paul Ford.

Nesse período, o Minas abrigou as modalidades de canoagem, maratona aquática, boxe, esgrima, levantamento de peso, tênis de mesa, judô e taekwondo.

Para os próximos dias, são aguardados atletas da equipe paralímpica da Grã-Bretanha, que também farão a preparação para os Jogos do Rio em Belo Horizonte.

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De 1996 para cá, quem foram os finalistas olímpicos do Brasil

Publicado em 13/08/16, aqui

Os Jogos Olímpicos de Atlanta-1996 foram a última competição olímpica no formato final A (onde entram os 8 melhores tempos das eliminatórias), final B (do 9o. ao 16o. tempo das eliminatórias). Os atletas que entram na final A eram os únicos a disputar as medalhas, não adiantava bater o recorde mundial na final B que o atleta permaneceria com a 9a. colocação. Em 1998 foi o último Campeonato Mundial neste formato, e em 1999, no Campeonato Mundial de Piscina Curta, realizado em Hong Kong, foi a primeira competição internacional organizada pela FINA a adotar o formato eliminatórias/semifinais/final para as provas de 50 e 100 metros. Foi mantido o mesmo número de dias, mas para a Olimpíada de Sydney, o número de dias foi ampliado de 7 para 8, justamente para que o programa de provas tivesse também as semifinais das provas de 200 metros, além das provas de 100 e da prova de 50 livre.

Esta introdução foi para compreender o porquê muito se fala em “maior número de finais da natação brasileira”. O sistema de classificação mudou e é tentar comparar cenoura com laranja antes de 2000. Em Atlanta, o Brasil saiu com 3 medalhas: 1 prata e 2 bronzes. Foram 6 finais: Fernando Scherer nos 50 e 100 livre, Gustavo Borges nos 50, 100 e 200 livre, e o revezamento 4×100 livre. Fora isso, ainda tiveram mais 5 finais B. A grosso modo, contando só finais, esta foi a melhor participação olímpica do Brasil: 11.

Em Sydney, foi primeira Olimpíada com o sistema de semifinais – classificando-se os 16 melhores tempos das eliminatórias e redistribuindo-se em duas semifinais (melhor tempo, raia 4 segunda semifinal, segundo melhor tempo raia 4 primeira semifinal e assim por diante – clique aqui para saber mais sobre o sistema de balizamento da FINA). Foram 2 finais, Rogério Romero nos 200 costas e o 4×100 livre masculino, e 4 semifinais: Borges nos 100 livre, Rogério nos 200 costas, Alexandre Massura nos 100 costas e Leonardo Costa nos 200 costas. Uma única medalha, de bronze, no épico 4×100 livre masculino de Borges, Scherer, Jayme e Edvaldo Bala.

Em Atenas, 2004, o número de finais aumentou para 5: Joanna Maranhão nos 400 medley, Thiago Pereira nos 200 medley, Gabriel Mangabeira nos 100 borboleta, Flávia Delaroli nos 50 livre e o 4×200 livre feminino. Semifinais foram 8: Fernando Scherer nos 50 livre, Eduardo Fischer nos 100 peito, Thiago, Rogério Romero nos 200 costas, Mangabeira, Flávia, e Rebeca Gusmão nos 50 livre.

Em Beijing, 2008, a melhor performance da seleção brasileira em Jogos Olímpicos: duas medalhas, ouro nos 50 livre e bronze nos 100 livre, ambos de Cesar Cielo. Seis finais: Cielo nos 50 e 100, Gabriella Silva nos 100 borboleta, Kaio Márcio Almeida nos 200 borboleta e Thiago Pereira nos 200 e 400 medley. Foram 8 semifinais: Cielo 50 e 100 livre, Kaio 100 e 200 borboleta, Gabriella 100 borboleta, Thiago 200 medley, Rodrigo Castro nos 200 livre e Nicholas Santos nos 50 livre.

Em Londres, 2012, duas medalhas: prata para Thiago Pereira nos 400 medley e bronze para Cesar Cielo nos 50 livre. Foram 5 finais: Thiago nos 200 e 400 medley, Cielo nos 50 e 100 livre e Bruno Fratus nos 50 livre. O maior número de semifinais foi aqui, com 10: Fratus nos 50 livre, Cielo nos 50 e 100 livre, Thiago nos 200 medley, Henrique Rodrigues nos 200 medley, Joanna Maranhão nos 200 medley, Tales Cerdeira nos 200 peito, Leonardo de Deus nos 200 costas, Felipe Lima e Felipe França nos 100 peito.

No Rio, 2016, nenhuma medalha até antes das finais do último dia, que terá Etiene Medeiros nos 50 livre e o revezamento masculino 4×100 medley, últimas chances de medalhas nestes Jogos. Mas as finais e semifinais foram concluídas. Foram 8 finais: Thiago Pereira nos 200 medley, Felipe França e João Luiz Gomes Junior nos 100 peito, os revezamentos 4×100 livre e 4×100 medley masculino, Marcelo Chierighini nos 100 livre, Bruno Fratus nos 50 livre e por último Etiene Medeiros nos 50 livre. Semifinais foi o maior aumento, com 16: Fratus nos 50 livre, Etiene nos 50 e 100 livre, Chierighini nos 100 livre, Guilherme Guido nos 100 costas, França e João nos 100 peito, Kaio Márcio nos 200 borboleta, Leonardo de Deus nos 200 borboleta e 200 costas, Ítalo Manzine nos 50 livre, Manuella Lyrio nos 200 livre, Daiene Dias e Daynara de Paula nos 100 borboleta, e Thiago e Henrique Rodrigues nos 200 medley.

RESUMO

ANO MEDALHAS FINAIS SEMIFINAIS
1996 3 11 (6 finais A, 5 finais B)
2000 1 2 4
2004 0 4 8
2008 2 6 8
2012 2 5 10
2016 0 8 16
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Clipping Rio 2016

Vamos pegar uma carona nessa canoa

Publicado em 16/08/16, aqui

Nenhum outro esporte deve deixar um legado maior para Minas Gerais do que a canoagem de velocidade. Sede de treinamentos dos times do Brasil e da Grã-Bretanha, o Estado tem tudo para virar um polo de alto rendimento da modalidade. Casa de Isaquias Queiroz – o brasileiro favorito ao ouro olímpico hoje, na categoria C1 de 1.000 m –, Lagoa Santa foi o QG dos canoístas do país e seguirá emprestando suas águas, pelo menos, até o fim deste ano.

Ontem, no Rio de Janeiro, a Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) confirmou o interesse na sequência do trabalho em terras mineiras. Inclusive, conversas já foram abertas com a prefeitura da cidade e com o Comitê Olímpico Brasileiro para renovar a parceria.

“Em Lagoa Santa, tivemos a tranquilidade, não tinha trânsito, a cidade era bastante calma. Qualquer coisa que precisava, a prefeitura ajudava, a Polícia Militar também. A gente treina dentro do quartel, que nos dá mais segurança para o nosso material. Depois dos Jogos Olímpicos, vamos entrar de férias e, depois, voltar para Lagoa Santa com certeza. Vamos continuar lá”, adiantou Isaquias, ontem, logo depois de vencer a bateria e garantir vaga na disputa por medalhas, hoje, às 9h.

Lagoa Santa foi escolhida como local de treinamento por causa das condições climáticas. A diferença é entre a água salgada, no caso do cartão-postal carioca, e a doce, no caso da paisagem mineira. “Lagoa Santa ajudou bastante por causa do vento e por causa do clima, que também era muito quente lá. Estávamos bem-adaptados para vir para cá”, explicou.

A canoagem de velocidade também é um dos esportes que podem deixar um legado para o Minas Tênis Clube. O Minas Náutico, na lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, tem recebido investimentos e virou espaço para treinos dos ingleses antes de eles seguirem para o Rio.

“É uma cidade amável. Eu tive muitos bons treinos lá, com muito sol. É um bom lugar para performance de alto rendimento. Poderia ser mais usado pelos brasileiros”, destacou a canoísta Jess Walker, que não conseguiu a vaga na final do K1 de 200 m, ontem.

Gerente de esportes do Minas, Rogério Romero explica que o investimento no esporte depende da diretoria. “É um esporte que poderia vir a ter um investimento. É uma decisão que vem de uma diretriz. Se ele é um esporte que casa com a cultura do associado, será desenvolvido. Depois, vamos fazer um balanço dessas situações”, afirmou.

Lagoa Santa: a casa do Brasil

Desde o fim de 2014, a cidade de Lagoa Santa recebe os atletas da Confederação Brasileira de Canogem (CBCa) para os treinamentos da modalidade. Quando o treinador espanhol Jesus Morlán passou a trabalhar na equipe, em março de 2013, São Paulo havia sido a escolhida para receber os treinos do grupo. Ainda que os bons resultados tenham passado a aparecer com maior frequência, Morlán procurava uma cidade mais tranquila para a preparação dos brasileiros visando aos Jogos Olímpicos e aos Mundiais que antecediam as Olimpíadas. E foi isso que ele encontrou em Lagoa Santa. A equipe conta com uma lagoa de 6,3 km exclusiva para o treinamento, além de moradia e serviços como fisioterapia e ciências do esporte. “Pela condição do vento, características da lagoa e qualidade de vida na cidade, além de uma série de requisitos que avaliamos, como a proximidade do aeroporto de Confins, Lagoa Santa se tornou um centro muito interessante para a preparação da equipe brasileira”, comentou, à época, o superintendente geral do COB, Marcus Vinicius Freire.

Minas Náutico: sede dos britânicos

Há três anos, o Minas Tênis Clube e a British Olympic Association (Comitê Olímpico Britânico) assinaram um acordo, chamado de “protocolo de intenções”, que previa a utilização da estrutura do clube pelos atletas da Grã-Bretanha, visando à preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Entre as nove modalidades que optaram por se preparar em Belo Horizonte, a canoagem esteve inclusa e trouxe grandes atletas para a reta final da preparação no Minas Náutico, na lagoa dos Ingleses, em Nova Lima. Nomes como o campeão olímpico Edward Mckeever e os medalhistas de bronze Liam Heath e Jonathan Schofield, os três em Londres 2012, participaram de períodos de treinamento no clube. “Temos uma infraestrutura de Primeiro Mundo, de nível olímpico, dentro e fora da água”, comentou Schofield. Além da infraestrutura, outros fatores ainda colaboraram para a escolha dos britânicos. “Precisamos de um lugar perto dos Jogos. Aqui (Minas Náutico) é o local ideal para o treino. Você tem uma boa lagoa, com uma água limpa e muito boa. E são apenas 45 minutos de viagem de avião para o Rio de Janeiro”, avaliou Mckeever.

Raio X do menino prodígio do Brasil

Cinco curiosidades sobre Isaquias Queiroz, 22

1 – Infância dura, mas boa

Isaquias Queiroz tem cinco irmãos biológicos e quatro adotados. E eram eles que ficavam cuidando do garoto na pequena e humilde casa de três cômodos em Ubaitaba, interior da Bahia. A mãe, Dona Dilma, era servente na rodoviária da cidade baiana, mas nunca deixava faltar nada.

2 – Queimadura no corpo

Aos 3 anos de idade, Isaquias sentiu dores fortes na barriga. Sua “cuidadora”, que tinha poucos anos a mais, foi colocar água para fazer um chá. O menino esbarrou nela, e a panela virou, queimando grande parte de seu corpo. Após um mês internado, a mãe de Isaquias tentou tirá-lo do hospital e ouviu do médico que ele iria morrer em casa. Ela assinou um termo de responsabilidade e o levou de volta.

3 – Acidente e perda do rim

Isaquias colecionava torções nos braços e nas pernas enquanto ia crescendo. Com 10 anos, sofreu um acidente grave. Ao tentar subir em uma mangueira para ver uma cobra morta que estava pendurada em seu galho, ele se desequilibrou e caiu feio em cima de uma pedra, onde ficou desmaiado. Teve hemorragia interna e perdeu um de seus rins. Mas, de novo, o guerreiro se safou. Ah, claro, ele ganhou o apelido de “Sem Rim” e, por ter apenas um, até hoje precisa ingerir mais água que seus colegas.

4 – R$ 50 de patrocínio

Muito antes de se tornar bicampeão do mundo e um atleta olímpico, Isaquias precisou se dividir entre as competições de canoagem e o trabalho na feira de Ubaitaba. Para ajudar a mãe a sustentar os nove irmãos, transportava compras em um carrinho de mão às sextas-feiras e aos sábados. Ganhava R$ 1 ou R$ 2 pela ‘viagem’, quando já era campeão sul-americano. Ele só parou quando Jefferson Lacerda, pioneiro da canoagem, membro da primeira equipe olímpica do Brasil nessa modalidade em Barcelona 1992, se juntou a um colega para “patrocinar” Isaquias. O atleta, que pedia roupas emprestadas para poder competir, recebia R$ 50 mensais.

5 – Vaidoso e fã de arrocha

Geralmente, em sua folga, Isaquias sai de Lagoa Santa e volta a sua cidade natal, que, carinhosamente, chama de “Dubai City da Bahia”. Ubaitaba virou ponto de encontro dos amantes do arrocha, paixão de Isaquias, que gosta do cantor Binho Alves, seu conterrâneo, que canta arrocha romântico; ele também tem escutado muito Tinno Flow e Léo Santana.

Plano é se tornar referência

A cidade de Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, quer se tornar referência para a canoagem de velocidade no Brasil. A pretensão do município é renovar o contrato para os treinos continuarem no ano que vem.

“Temos total interesse em continuar com a equipe brasileira aqui e investir cada vez mais nesse esporte. Vou fazer de tudo para que a equipe continue aqui por mais um ciclo olímpico”, afirmou o prefeito de Lagoa Santa, Fernando Pereira Gomes Neto (PSB).

“A ideia é, inclusive, fazer boas instalações para a equipe do Brasil aqui na cidade e estimular esse esporte olímpico em Lagoa Santa. Vamos criar escolas para incentivar as crianças e os jovens de Lagoa Santa e de cidades próximas a se inserirem na canoagem desde cedo e se tornarem também atletas brasileiros no futuro”, explicou o prefeito.

Segundo ele, como a cidade fica a apenas sete quilômetros do aeroporto de Confins, também na região metropolitana, há facilidade para os deslocamentos dos atletas para visitas familiares e viagens esportivas.

O prefeito ressalta ainda que um projeto de lei já está sendo escrito e será encaminhado, nos próximos dias, ao Legislativo para incluir a canoagem no plano de governo para o ano que vem. “Temos recursos suficientes para investir nesse esporte na cidade, e esse dinheiro vai ser muito pouco perto da visibilidade que vamos ganhar com a equipe brasileira treinando aqui e tendo o município como referência”, avalia. (Natália Oliveira)

 

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