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RECORDES ESTADUAIS: PARANÁ AINDA TEM RECORDES DOS OLÍMPICOS RENATO RAMALHO E ROGÉRIO ROMERO

Publicado em 20/07/2020, aqui

Primeiro Estado da Região Sul a ser apresentado na série dos Recordes Estaduais pelo Brasil é o Paraná. Rico em história e cheio de marcas expressivas, a natação do Paraná de muita tradição nacional e internacional ainda tem duas marcas de alguns de seus atletas olímpicos. Rogério Romero ainda é o dono dos 200 metros costas e Renato Ramalho ainda mantém os 400 metros medley.

Capa da antiga revista Nadar que anunciava o índice para 1a Olimpíada de Rogério Romero Seul 1988

Rogério Romero nadou os 200 metros costas para 2:02.26 nas eliminatórias dos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988. Na época, Romero era atleta do Clube do Golfinho e na final terminou em oitavo lugar piorando um pouco o tempo para 2:02.28. Estes são os dois melhores tempos da prova na história do Paraná completando este ano 32 anos de vida.

Renato Ramalho

A outra marca histórica é os 400 metros medley de Renato Ramalho com seus 4:29.50 feitos na vitória do Sul-Americano Absoluto de março de 1990. Ramalho era nadador do Clube Curitibano e seu tempo completou 30 anos esta temporada sendo o único nadador do Paraná a nadar abaixo dos 4:30 até hoje.

Sul-Americano de 1990, Romero e Ramalho na delegação brasileira e uma famosa guerra de farinha

A tabela de recordes também mostra algumas particularidades. Nos recordes femininos, todos foram feitos por nadadoras do Clube Curitibano. Na lista dos recordes masculinos, Alexandre Graczyk nos 100 livre, Eduardo Kuwaki da PUC nos 50 peito e Arthur Rodrigo Cury da Gustavo Borges nos 200 medley, além de Rogério Romero do Clube do Golfinho quebram o domínio do Clube Curitibano.

07.08.2019 – Jogos Panamericanos Lima 2019 – Lima (PER) – Vila Deportiva Nacional de Videna – Natacao – 200m Costas Feminino – Final – Na foto: Fernanda de Goeij – Foto: Alexandre Loureiro/COB

Fernanda de Goeij é a maior estrela da natação paranaense atual. Integrante da equipe que foi aos Jogos Pan Americanos do ano passado em Lima, Fernanda é também a maior recordista estadual com cinco marcas estaduais: 50, 100 e 200 costas, 200 e 400 medley. Rafaela Raurich vem em segundo com quatro recordes (200, 400 e 800 livre e 200 borboleta).

Entre os homens, Gustavo Saldo (200 livre e 200 borboleta), Felipe May  (400 e 800 livre) e Leonardo Sumida (50 e 100 costas) estão empatados com dois recordes.

FEMININOPROVASMASCULINO
Alessandra Marchioro Curitibano 25.15 03/09/2019 Troféu José Finkel50 livre Fuad Melhem Junior Curitibano 22.82 30/09/2017 Regional Paraná
Daiene Becker Curitibano 55.35 16/12/2014 Open100 livreAlexandre Graczyk Ativa 50.05 18/12/2015 Open
Rafaela Raurich Curitibano 1:59.68 02/05/2017 Troféu Brasil200 livreGustavo Saldo Curitibano 1:50.13 19/12/2018 Open
Rafaela Raurich Curitibano 4.14.12 17/04/2018 Troféu Brasil400 livreFelipe May Araújo Curitibano 3:53.85 03/05/2005 Troféu Brasil
Rafaela Raurich Curitibano 8:55.76 25/11/2015 Brasileiro Juvenil800 livreFelipe May Araújo Curitibano 8:06.07 04/05/2005 Troféu Brasil
Gabriela Cordeiro Ferreira Curitibano 17:41.51 03/05/20101500 livreElder Luna de Oliveira Curitibano 15:42.75 07/12/2015 Julio de Lamare
Fernanda de Goeij Sel Brasil 28.77 26/08/2017 Mundial Júnior50 costasLeonardo Sumida Curitibano 26.20 15/12/2011 Open
Fernanda de Goeij Sel Brasil 1:01.59 08/08/2019 Jogos Pan Americanos100 costasLeonardo Sumida Curitibano 56.14 14/12/2011 Open
Fernanda de Goeij Sel Brasil 2:11.95 07/08/2019 Jogos Pan Americanos200 costasRogério Romero Sel Brasil 2:02.26 22/09/1988 Jogos Olímpicos
Alessandra Marchioro Curitibano 31.08 18/12/2009 Open50 peitoEduardo Kuwaki PUC 28.50 17/12/2015 Open
Ana Carla Carvalho Curitibano 1:10.55 17/04/2018 Troféu Brasil100 peitoJoão Vitor Thomaz Curitibano 1:02.37 15/04/2016 Seletiva Olímpica
Giovanna Dorigon Curitibano 2:33.83 18/11/2012 Brasileiro Juvenil200 peito Raphael Rached Windmuller Curitibano 2:15.40 04/12/2019 Brasileiro Juvenil
Alessandra Marchioro Curitibano 27.50 06/09/2019 Troféu José Finkel50 borboletaMatheus Ehlert Schneider Curitibano 24.62 23/11/2016 Open
Sarah Marques Sel Paraná 1:01.50 10/10/2014 Chico Piscina100 borboletaHenrique Painhas Sel Brasil 53.44 27/08/2015 Mundial Júnior
Rafaela Raurich Curitibano 2:18.93 27/06/2018 Brasileiro Júnior Inverno200 borboletaGustavo Saldo Curitibano 1:59.4507/09/2019  Troféu José Finkel
Fernanda de Goeij Curitibano 2:17.70 29/06/2019 Troféu José Finkel200 medleyArthur Rodrigo Cury Gustavo Borges 2:06.65 07/11/2019 Troféu Julio de Lamare
Fernanda de Goeij Sel Brasil 4:50.83 09/08/2019 Jogos Pan Americanos400 medleyRenato Ramalho Cel Brasil 4:29.50 10/03/1990 Sul-Americano Absoluto

JULHO 20, 2020/POR ALEX PUSSIELDI

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ADIAMENTO NÃO IMPEDIRÁ ATIRADORA DA GEÓRGIA DE QUEBRAR O RECORDE DE PARTICIPAÇÕES OLÍMPICAS

Publicado em 27/03/2020, aqui

Olimpíada de Tóquio em 2021 não vai impedir que Nino Salukvadze entra para a história olímpica. A atiradora da Geórgia de 51 anos de idade já esta classificada para os Jogos e anunciou que a mudança da data não irá atrapalhar seus planos. Salukvadze irá se tornar a primeira mulher a participar de nove edições dos Jogos Olímpicos.

Atualmente ela divide esta condição com duas outras atletas já aposentadas. Entre homens e mulheres, o recorde de participação olímpica pertence ao canadense Ian Miller do hipismo que durante 40 anos, de 1972 a 2012, esteve em 10 edições dos Jogos Olímpicos. Com nove Olimpíadas, Salukvadze igualará o austríaco Hubert Raudaschi do iatismo e o russo Afanasijs Kuzmins do tiro.

Olimpíada de Tóquio em 2021 não vai impedir que Nino Salukvadze entra para a história olímpica. A atiradora da Geórgia de 51 anos de idade já esta classificada para os Jogos e anunciou que a mudança da data não irá atrapalhar seus planos. Salukvadze irá se tornar a primeira mulher a participar de nove edições dos Jogos Olímpicos.

Analisando os números dos atletas que mais participações olímpicas tiveram encontramos:
1 atleta que esteve em 10 Olimpíadas
2 atletas em 9
10 atletas em 8
31 atletas em 7
131 atletas em 6
515 atletas em 5

Entre os brasileiros, Roberto Schmidt vai fazer história em Tóquio. Será a sua sétima Olimpíada, passando a ser, de forma isolada, o mais olímpico dos atletas brasileiros. Atualmente, ele está empatado com o também iatista Torben Grael, Hugo Hoyama do tênis de mesa e Rodrigo Pessoa do hipismo.

Na natação, o turco Derya Buyukuncu e a sueca Therese Alshammar são os recordistas com seis participações olímpicas. Na natação brasileira, é Rogério Romero com cinco presenças olímpicas.

Para a atiradora Nino Salukvadze será o encerramento de uma carreira impressionante. Natural de Tblisi, na Geórgia, em 1o de fevereiro de 1969, estreou nos Jogos de Seul, em 1988, tinha 19 anos de idade onde ganhou duas medalhas, ouro na pistola de 25 metros e prata na pistola de 10 metros. Em oito Olimpíadas, três medalhas, uma de cada cor.

Nestes oito Jogos, ela representou a União Soviética em 1988, o Time Unificado em 1992, e a partir de 1996, a Geórgia, onde nasceu.

Natalia Padelnia e Nino Salukvadze em Beijing 2008

Na conquista da sua medalha olímpica em 2008, Saalukvadze e a russa Natalia Padelina marcaram um momento muito especial. Rússia e Geórgia estavam em guerra e as duas posaram para os fotógrafos juntas por vários minutos numa bela demonstração do poder do esporte.

Nino Salukvadze além das três medalhas olímpicas ainda acumula na carreira nove medalhas em Campeonatos Mundiais sendo seis ouros, e 12 medalhas no Campeonato Europeu.

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Os brasileiros que mais foram competir em Olimpíadas de verão

Robert Scheidt (foto: William West/AFP)

Publicado em 18/02/2020, aqui

Daniel Takata18 de fevereiro de 2020

Na semana passada, o velejador Robert Scheidt foi notícia ao garantir vaga para a Olimpíada de Tóquio. Será sua sétima participação, um recorde entre atletas brasileiros.

Mas, além de Scheidt, quais serão os outros brasileiros com várias participações olímpicas?

Como essa é uma informação que não é imediata e nem é tão fácil encontrar uma lista consolidada e sem erros, trazemos nesse post esse levantamento.

São 18 atletas com cinco ou mais participações em Jogos Olímpicos de Verão. Muitos deles verdadeiras lendas em suas modalidades.

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Para ranqueá-los, adotei o seguinte critério: em caso de empate em número de participações, fica na frente o atleta que completou primeiro seu número total de participações.

Confira também o vídeo sobre o tema no canal do Esportístico no YouTube:

E já adiantando: como Robert Scheidt já garantiu vaga em sua sétima Olimpíada (apesar de obviamente ainda não ter disputado-a), ele está na primeira posição do ranking – achei que critério fosse justo para diferenciá-lo entre aqueles que tem seis participações.

(é de se destacar que Formiga, do futebol, e Rodrigo Pessoa, do hipismo, também podem chegar à sua sétima Olimpíada.)

Vamos à lista:

Atletas com cinco participações:

15º lugar (participações em 2000, 2004, 2008, 2012 e 2016):
Daniele Hypólito (ginástica artística)
Fernanda Oliveira (vela)
Murilo Fischer (ciclismo)
Juliana Veloso (saltos ornamentais)

14º lugar (participações em 1996, 2000, 2004, 2008 e 2016):
Álvaro “Doda” de Miranda Neto (hipismo)

13º lugar (participações em 1996, 2000, 2004, 2008 e 2012):
Emanuel Rego (vôlei de praia)

12º lugar (participações em 1992, 1996, 2000, 2004 e 2008):
Fofão (vôlei de quadra)

10º lugar (participações em 1988, 1992, 1996, 2000 e 2004):
Rogerio Romero (natação)
Maurício Lima (vôlei de quadra)

9º lugar (participações em 1980, 1984, 1988, 1992 e 1996):
Oscar Schmidt (basquete)

8º lugar (participações em 1956, 1964, 1968, 1972 e 1992):
Nelson Pessoa (hipismo)

7º lugar (participações em 1960, 1968, 1972, 1976 e 1980):
Reinaldo Conrad (vela)

6º lugar (participações em 1952, 1956, 1960, 1964 e 1968):
João Gonçalves Filho (natação/pólo aquático)

Atletas com seis participações:

5º lugar (participações em 1996, 2000, 2004, 2008, 2012 e 2016):
Formiga (futebol)

3º lugar (participações em 1992, 1996, 2000, 2004, 2008 e 2012):
Hugo Hoyama (tênis de mesa)
Rodrigo Pessoa (hipismo)

2º lugar (participações em 1984, 1988, 1992, 1996, 2000 e 2004):
Torben Grael (vela)

Atleta com seis participações, e com vaga assegurada em sua sétima olimpíada:

1º lugar (participações em 1996, 2000, 2004, 2008, 2012 e 2016, e garantido em 2020):
Robert Scheidt (vela)

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KRISTEL KOBRICH A CAMINHO DA SUA QUINTA OLIMPÍADA

A chilena Kristel Kobrich, 34 anos de idade, está classificada para os Jogos Olímpicos de Tóquio onde irá realizar sua quinta Olimpíada. Kobrich ontem nadou no TYR Pro Swim Series e ficou na terceira colocação dos 1500 metros nado livre com 16:22.35. Ela já tinha feito abaixo do índice no Mundial de Gwangju no ano passado com 16:16.26. O índice olímpico é 16:32.04.

Kobrich ainda não tem o índice para os 800 livre e vai nadar a prova no sábado em Des Moines. No ano passado, ela nadou para 8:36.19. O índice olímpico é 8:33.32.

Ela detém os recordes chilenos nas duas provas com 8:26.75 e 15:54.30 tempos alcançados no Mundial de Barcelona em 2013.

Chegando a Tóquio, Kristel Kobrich se tornará a primeira nadadora da América do Sul a chegar a cinco Olimpíadas. Ela se iguala ao brasileiro Rogério Romero, único nadador, que esteve nos Jogos de Seul 1988, Barcelona 1992, Atlanta 1996, Sydney 2000 e Atenas 2004.

Veja a campanha de Kristel Kobrich nas suas quatro Olimpíadas:
Atenas, 2004
Com 19 anos de idade
26o nos 400 livre 4:18.68
15o nos 800 livre 8:40.41

Beijing, 2008
Com 22 anos
20o nos 800 livre 8:34.25
Nos 10K das águas abertas não completou

Londres, 2012
Com 26 anos
24o nos 400 livre 4:12.00
14o nos 800 livre 8:29.55

Rio, 2016
Com 30 anos
24o nos 400 livre 4:16.07
17o nos 800 livre 8:34.34

Publicado em 05/03/2020, aqui

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200m costas masculino

Publicado aqui

Jogos Pan-Americanos – Lima 2019 – Natação – 200m costas masculino

Calendário e resultados

De acordo com o calendário oficial dos Jogos Pan-Americanos, as competições de natação em Lima 2019 acontecerão entre os dias 6 e 10 de agosto.

Chances do Brasil

Apesar de correr por fora em relação aos rivais diretos e ter melhores desempenhos em outras provas, o jovem Brandonn Almeida, do Corinthians, pode surpreender na capital peruana. Na temporada, ele registra a segunda melhor marca brasileira da categoria no ranking mundial, atrás apenas de Leonardo de Deus, que não foi convocado para o Pan. Aos 22 anos, o nadador paulista deve flertar com a possibilidade de pódio.

Local da competição

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Centro Aquático Pan-Americano
Local: Videna – Vila Deportiva Nacional (Lima)
Capacidade: 4.000 torcedores

A estrela dos Jogos

Rogério Romero é o grande destaque dos 200m nado costas dos Jogos Pan-Americanos. O brasileiro foi o primeiro a conquistar dois títulos na competição (Havana 1991 e Santo Domingo 2003), além de ter faturado a medalha de bronze em Mar del Plata 1995. O retrospecto positivo na carreira não para por aí. Romero também garantiu o feito de participar de cinco Olimpíadas e disputar quatro finais da categoria.

Nossos pódios

Entre 2007 e 2011, Thiago Pereira igualou o feito do compatriota, mas foi o único até aqui a levar dois ouros consecutivos para casa na história do evento. Em Winnipeg 1999, Leonardo Costa voltou do Canadá também com a primeira colocação geral. Djan Madruga (bronze em 1979), Ricardo Prado (prata em 1983 e 1987), Lucas Salatta (bronze em 2007) e Leonardo de Deus (bronze em 2015) completam a lista vitoriosa do Brasil.

Medalhistas

ANO Medalha de ouro TEMPO Medalha de prata TEMPO Medalha de bronze TEMPO
1967 Ralph Hutton
Canada Canadá
2:12.55 Charlie Hickcox
United States EUA
2:13.05 Charles Goettsche
United States EUA
2:15.94
1971 Charlie Campbell
United States EUA
2:07.09 Tim McKee
United States EUA
2:07.87 John Hawes
Canada Canadá
2:14.72
1975 Dan Harrigan
United States EUA
2:06.69 Mike Scarth
Canada Canadá
2:09.20 Bob Jackson
United States EUA
2:10.18
1979 Peter Rocca
United States EUA
2:00.98 Jesse Vassallo
United States EUA
2:02.07 Djan Madruga
Brazil Brasil
2:04.74
1983 Rick Carey
United States EUA
1:59.34 Ricardo Prado
Brazil Brasil
2:02.85 Mike West
Canada Canadá
2:03.11
1987 Mike O’Brien
United States EUA
2:02.29 Ricardo Prado
Brazil Brasil
2:03.75 Raymond Brown
Canada Canadá
2:04.28
1991 Rogério Romero
Brazil Brasil
2:01.07 Dan Veatch
United States EUA
2:01.14 Manuel Guzmán
Puerto Rico Porto Rico
2:01.68
1995 Brad Bridgewater
United States EUA
2:00.79 Rodolfo Falcón
Cuba Cuba
2:00.98 Rogério Romero
Brazil Brasil
2:01.13
1999 Leonardo Costa
Brazil Brasil
1:59.33 Aaron Peirsol
United States EUA
1:59.77 Dan Shevchik
United States EUA
2:00.27
2003 Rogério Romero
Brazil Brasil
1:59.92 Luke Wagner
United States EUA
2:00.74 Joey Faltraco
United States EUA
2:01.31
2007 Thiago Pereira
Brazil Brasil
1:58.42 Scott Clary
United States EUA
1:59.24 Lucas Salatta
Brazil Brasil
1:59.51
2011 Thiago Pereira
Brazil Brasil
1:57.19 Omar Pinzón
Colombia Colômbia
1:58.31 Ryan Murphy
United States EUA
1:58.50
2015 Sean Lehane
United States EUA
1:57.47 Carter Griffin
United States EUA
1:58.18 Leonardo de Deus
Brazil Brasil
1:58.27

Quadro de medalhas

Posição País Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total
1 United States EUA 7 8 5 20
2 Brazil Brasil 5 2 4 11
3 Canada Canadá 1 1 3 5
4 Colombia Colômbia 0 1 0 1
  Cuba Cuba 0 1 0 1
6 Puerto Rico Porto Rico 0 0 1 1

O esporte

Nesta prova, os competidores devem se alinhar dentro da água, mantendo-se de frente para a cabeceira de saída, com as duas mãos colocadas nos suportes de agarre do bloco de saída. Os pés podem ficar acima do nível da água.  No sinal de partida, o nadador impulsiona seu corpo para trás, tentando obter o maior avance possível. Ao atleta, é permitido ficar completamente submerso após a saída e em virada por uma distância de até 15 metros. Até esta marca, a cabeça do competidor deverá retornar a superfície. O nadador deverá percorrer toda a distância que determina a prova no menor tempo possível. Na virada, os ombros podem girar além da vertical na direção do peito e, a seguir, uma contínua braçada ou uma contínua e simultânea dupla braçada podem ser usadas para iniciar o movimento. Assim que o nadador tocar a parede e a deixá-la na virada, deve voltar imediatamente na posição de costas. No final da prova, o nadador toca com a ponta dos dedos, na posição de costas, o painel de pontuação ou a parede.

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Etapa nacional dos Jubs reunirá mais de 3 mil atletas

Publicado aqui, em 17/06/2019

Salvador e Lauro de Freitas, na região metropolitana (RMS), vão sediar a fase final dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), entre os dias 20 e 27 de outubro deste ano. Considerado o maior evento da América Latina, esse festival de esportes foi lançado nesta segunda-feira, 17, no Grand Hotel Stella Maris, com a presença de atletas, dirigentes esportivos e representantes do governo do estado.

De acordo com o secretário estadual Davidson Magalhães, titular da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o Jubs marcará a confirmação da Bahia na agenda dos grandes eventos esportivos interrompendo uma lacuna de 51 anos fora do estado.

“Nós tivemos aqui jogos da Copa do Mundo, agora a Copa América, Olimpíadas. O Jubs vem a fortalecer isso. Serão três mil atletas disputando 14 modalidades, representando 26 estados e o DF”, pontuou o secretário, referindo à competição com tradição de 78 anos de história e que costuma revelar grandes talentos.

“No judô, tirando Rafaela Silva (ouro na Rio-2016), que veio de uma comunidade do Rio, todos os outros medalhistas passaram pelos esportes universitários. Temos Rogério Sampaio, Aurélio Miguel, Douglas Vieira, Flávio Canto”, resgatou Luciano Cabral, presidente da Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU), sediada em Brasília.

Ele lembrou ainda de nomes da natação como Xuxa, Rogério Romero e Gustavo Borges. Além de metade do time de voleibol campeão olímpico masculino na Rio-2016 como exemplos de atletas que passaram necessariamente pelo Jubs. No momento, as referências são as jogadoras Debinha e a goleira Bárbara, que defendem o Brasil no Mundial de Futebol Feminino.

As duas jogadoras participaram do Universíade, que vem a ser os Jogos Mundiais Universitários cuja seletiva é o próprio Jubs. “Nós somos tricampeões mundiais no futebol feminino no Universíade. Esses títulos a gente tem bastante carinho porque o futebol feminino vem tentando se desenvolver no Brasil e o esporte universitário abraçou essa causa faz muito tempo”, destacou Cabral.

Este ano, o Unirsíade será realizado na Itália, no mês de julho, tendo como seletiva o Jubs. Para o Universíade, o Brasil contará com uma delegação formada por 180 pessoas, segundo antecipou o presidente da CBDU. Ele lembroui que a fase final do Jubs deveria chegar a 15 modalidade, se o atletismo não tivesse ficado de fora devido à falta de pista em condições adequadas de competição.

“Em alguns momentos que gente passou por aqui havia uma deficiência de piscina, agora já tem. Alguns ginásios precisavam ser melhorados. Agora tem o de Cajazeiras que recebeu os Jogos do NBB. A Bahia está em um processo de desenvolvimento, mas carece ainda de uma pista de atletismo. Por isso, não teremos essa modalidade”, explicou Cabral.

O programa da CBDU reúne 36 modalidades esportiva, mas apenas 15 entram para o Jubs. O elenco completo de modalidades é disputado nas seletivas estaduais pelo país ou de forma independente durante a temporada. Excepcionalmente, por ter ficado de fora devido a falta de equipamento, o atletismo deverá acontecer em setembro, em outra cidade.

Segundo as estatísticas divulgadas pela CBDU, cerca de 80 mil universitários brasileiros disputam as fases estaduais e regionais. Apenas três mil deles se classificam para o Jubs, como está previsto para a final programada para a Bahia em 2019.

“Nos jogos da Rio-2016, 53% das medalhas que o Brasil conquistou foram atletas que passaram por esse jogos universitários. Então, estamos falando de atletas diferenciados, formação superior, nível crítico apurado e nível de conhecimento maior”, referendou o presidente da CBDU.

Modelo olímpico

O formato da competição e espaço de convivência são nos moldes de uma olimpíada. Para Salvador, a ideia é acomodar os 3 mil atletas em locais os mais próximo possível do outro e criar em um dos hotéis de porte maior um espaço de convivência. “Não se constrói uma ‘vila olímpica’, mas a gente monta uma estrutura que é o centro de convivência onde tem o boulevard dos atletas. Eles fazem as refeições, encontro e ações participando de algumas ações que a gente coloca dentro do boulevard”, afirmou Cabral.

Simon Vasconcellos, presidente da Federação Universitária Baiana de Esportes (FUBE), calcula receber no período dos jogos atletas representantes de 50 instituições de ensino do país. Um dos destaques e favorito ao título, segundo ele, representa o judô. “O judoca baiano Diego Santos é um dos candidatos da Bahia à conquista de medalha. O nosso futsal é fortíssimo. Também vamos bem no basquete, vôlei e handebol. Dá para pensar em medalhas”, garantiu.

Juba

Como explicou os organizadores do evento, a etapa nacional dos JUBs é antecedida pelas seletivas estaduais – Jogos Universitários da Bahia (Juba). A responsável é Fube, em parceria o Governo do Estado. Este ano, a etapa estadual acontecerá de 14 a 18 de agosto, com provas também disputadas em equipamentos esportivos de Salvador e Lauro de Freitas.

Neste ano, o Juba será realizado como evento teste da etapa nacional, servindo para avaliar e testar parte importante da operação e logística que serão implantadas para atender ao JUBs em outubro.

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O Brasileiro das famílias

Fonte: https://sportv.globo.com/site/blogs/blog-do-coach/post/2019/05/28/o-brasileiro-das-familias.ghtml

Por Alexandre Pussieldi, SporTV — Rio de Janeiro

 

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Juro que não lembro de tantos reunidos ao mesmo tempo. O que tinha de filhos e filhas de nadadores que integraram a Seleção Brasileira Principal na disputa do Campeonato Brasileiro Infantil de Inverno, é impressionante. Tenho como procedimento evitar a menção aos pais, especialmente quando são de nadadores de muita relevância e expressão. A pressão e a cobrança vão ser ainda maiores.

De qualquer forma, faço questão de mencionar aqui o número bem expressivo que abrilhantou a piscina e as arquibancadas.

Em Belo Horizonte estava a filha do casal Rogério Romero e Patricia Comini que nada pelo Minas, no Marina Barra Clube, a filha de Luiz Lima e Milene Comini, a filha de Paula Renata Aguiar é atleta da Associação Esportiva São José. Ainda no Minas, o filho de Teófilo Laborne.

Das águas abertas, o integrante da Seleção Brasileira em vários Campeonatos Mundiais, Carlos Eduardo Pavão acompanhava sua filha que representa a AABB de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Outro maratonista, Marcelo Romanelli Soares integrante do time Brasil nos Jogos Pan Americanos de 2007, torcia para o seu filho, atleta do União.

Que todos tenham vida longa no esporte e consigam brilhar tanto quanto seus pais que fizeram muito pela natação brasileira.

 

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Vivo é patrocinadora de projeto de incentivo ao esporte do Minas

Publicado em 02/06/17, aqui

Foi realizada, nessa sexta-feira (2/6), a cerimônia de assinatura de contrato entre o Minas e a Vivo. A nova parceira, agora, é incentivadora do Projeto Desenvolvimento de Atletas do Tênis para Alto Rendimento – Ano III, que faz parte da Lei nº 20.824/2013, conhecida como Lei Estadual de Incentivo ao Esporte.

Na cerimônia, realizada no Minas I, se reuniram o presidente do Minas, Ricardo Vieira Santiago, o diretor de Esportes do Clube, Carlos Antonio da Rocha Azevedo, o gerente de Negócios e Marketing Rinaldo Feitosa, o gerente de Esportes Rogério Romero, o diretor Regional da Vivo, Renato Gomes, a gerente de Administração de Vendas da Vivo, Érica Rache Portela, e a gerente de Marketing da Vivo, Cristiane Carvalho.

“A intenção da nova Diretoria é agregar ainda mais marcas consagradas ao Clube, com foco em inovação e digitalização da comunicação, e a Vivo é primordial nesse processo. Até porque, Vivo e Minas já têm uma história de sucesso no esporte”, disse o presidente do Minas, Ricardo Vieira Santiago. Carlos Antonio da Rocha Azevedo, diretor de Esportes, ainda destacou que “Minas e Vivo são duas marcas que entregam, e, com as forças somadas, conseguirão entregar ainda mais ao esporte de alto rendimento”.

O diretor Regional da Vivo, Renato Gomes, falou da importância da união das duas marcas. “A parceria entre Vivo e Minas atende a todos os pré-requisitos que precisamos, já que são duas marcas muito fortes. Para nós, retomar essa relação é motivo de muita alegria, é o primeiro passo para continuar com a defesa, como sempre defendemos, da importância do esporte. Hoje, o presidente nacional da Vivo é mineiro, conhece a dimensão do Minas. Então, só temos a ganhar”.

Regulamentada pelo Decreto Estadual nº 46.308 de 13 de setembro de 2013, a Lei nº 20.824/2013 possibilita que a dedução entre 0,01% e 3% do ICMS corrente devido pelas empresas seja direcionada para apoiar projetos esportivos aprovados pela Secretaria de Estado de Esportes (SEESP). Para o projeto, a Vivo doou o valor de R$ 284.772,22.

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Comitê de Apoio ao Conselho Diretor da CBV realiza penúltima reunião do ano

Publicado em 06/09/16, aqui

A sede da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), na Barra da Tijuca – Rio de Janeiro, foi palco da penúltima reunião do ano do Comitê de Apoio ao Conselho Diretor da CBV (CACD), na última segunda-feira (05.09). O encontro foi realizado depois da convocação do campeão olímpico André Heller, membro do CACD. Participaram do encontro representando a CBV, o diretor executivo, Ricardo Trade, o diretor de seleções, Renan Dal Zotto, o diretor de competições quadra, Radamés Lattari, o diretor de vôlei de praia, Fulvio Danilas, o diretor administrativo-financeiro, Johannes van Deursen, a gerente jurídica, Renata Blauth, e o gerente de desenvolvimento, Marcos Aurélio Gonçalves.

CBV

Entre os membros do CACD estiveram presentes os campeões olímpicos Fofão e Emanuel e o jornalista Daniel Bortoletto. O atleta olímpico Rogério Romero representou o Minas Tênis Clube. Já o treinador Gilmário Ricarte Batista participou da reunião por Skype.

Na reunião foram abordados diversos assuntos como Superliga, Copa Brasil, transmissões de TV, planejamento para o novo ciclo olímpico e programa de planejamento de carreira dos atletas.

O campeão olímpico Emanuel fez questão de elogiar a transparência da gestão atual da CBV no final do encontro.

“A CBV sempre nos deixou muito a vontade durante as reuniões do comitê. A transparência desta gestão é muito útil, pois desta forma os atletas vão olhar com mais carinho para a instituição. Fico feliz em fazer parte desse comitê e espero poder ajudar no desenvolvimento do voleibol”, disse Emanuel.

A próxima reunião do CACD vai acontecer em dezembro deste ano.

O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro

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See you, Team GB

Publicado em 16/08/16, aqui

Um almoço de confraternização marcou a despedida do Team GB do Minas Tênis Clube. Por pouco mais de um mês, o Clube se tornou a casa da Grã-Bretanha no Brasil, já que Belo Horizonte foi a base de treinamentos pré-Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Cerca de 400 atletas estiveram no Minas, se preparam bem e têm feito bonito na edição das Olimpíadas com o Brasil.

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Estiveram presentes ao almoço, no Restaurante da Sede Social, Luiz Gustavo Lage, presidente do Minas, Marcos Jerry, superintendente-executivo, Flávia Holfs, diretora de Educação, Rogério Romero, gerente de esportes, Fábio Cânfora, gerente multidisciplinar de apoio ao esporte, além do coordenador do Team GB, Paul Ford.

Nesse período, o Minas abrigou as modalidades de canoagem, maratona aquática, boxe, esgrima, levantamento de peso, tênis de mesa, judô e taekwondo.

Para os próximos dias, são aguardados atletas da equipe paralímpica da Grã-Bretanha, que também farão a preparação para os Jogos do Rio em Belo Horizonte.

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